11 mar 2013

Porque meu filho não come chocolate

por
Gabi Miranda

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Faço parte do grupo que não tem uma educação alimentar adequada. Legumes e vegetais são itens excluídos do meu cardápio. Não, não me orgulho em dizer isso, muito pelo contrário, tenho vergonha. Mas já tentei mudar isso, inclusive na gravidez, e não consegui. Aliás, na gestação sofri muito por isso, pois passei o período inteiro ouvindo de todos os lados que Benjamin não comeria nada saudável, uma vez que o paladar dele já era educado desde o útero. Meu médico era quem me tranquilizava. Benjamin nasceu e bom, três coisas que amo muito, ele ama na mesma medida que eu: pão (qualquer tipo), queijos e batata frita. Ele ama mais dezenas de alimentos que não fazem parte do meu cardápio: bróquis (brócolis), couve, inhame, pepino, ervilhas, abobrinha, beterraba (arghhh), lentilha, alface, cenoura, além de todo tipo de carnes e frutas.

Quando Benjamin entrou na transição das papas, eu já tinha conversado bastante com a pediatra, já tinha pesquisado e lido muito a respeito. Eu e marido fizemos uma espécie de pacto. Não oferecer doces e refrigerante até os dois anos de idade. Por que essa decisão? Porque segundo tudo que havia apurado a respeito, ficou claro que até os dois anos de idade, o paladar da criança está em desenvolvimento. É, inclusive, nesse período que também existe o risco de alergia alimentar. É claro que não sou expert no assunto, mas o doce e o refrigerante pra mim tinha um peso. Primeiro porque nosso paladar é mais chegado num doce. Então tinha medo de que se Benjamin experimentasse a partir daí só quisesse ficar no doce e tchau brócolis. Sempre temi fazer parte do grupo de mães que sofrem porque o filho não come (isso é terrível, um sofrimento para uma mãe!). E outro fator que me assusta é a obesidade infantil, um problema seríssimo dentro da casa de muitas famílias. Por essas neuras, Benjamin não conhece refrigerante, não come chocolate (mas uma vez experimentou um pedaço de brigadeiro, quase morri! foi a única vez). E por orientação de sua pediatra, ele não come iogurte, Danone e afins. Clique e continue lendo!

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08 fev 2013

Como você controla as mamadas do seu filho?

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Eu podia estar falando de carnaval, podia estar dando dicas de blocos e como se divertir com as crianças, mas essa semana não faltou esse assunto na internet  e hoje também não vai faltar. Então, decidi falar sobre amamentação – assunto que não sai de moda, que eu gosto e porque nos últimos dias, ouvi sobre pessoas que estão nessa fase e bateu saudade de quando amamentei….

Ainda grávida, lembro que separei um caderninho para fazer anotações do tipo:

– Horário das mamadas

– Tempo de cada mamada

– Último seio oferecido ao bebê

– Horário que o bebê fez coco

– Quantidade de trocas

– e mais um monte de coisas.

Tinha visto a ideia num livro. Era como se fosse um diário. Ter todas as informações anotadas para apresentar à pediatra.

Agora alguém me pergunta se isso deu certo.

Obviamente, não! Há quem não acredite, mas mãe de recém-nascido não tem tempo pra fazer nada. Eu não acreditava, achava um exagero ouvir as pessoas falando isso.
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11 jan 2013

Férias: sinônimo de vida desregrada

por
Gabi Miranda

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Eu e marido, assim como qualquer outro ser humano (há!)amamos férias. Temos uma tradição (ou código) de família: quando nos encontramos no fim do expediente que antecede o primeiro dia das férias, damos pulinhos gritando como duas crianças adultas: “estamos de férias, estamos de férias…”.

Para nós férias tem cara de vida sem horários, sem as rotinas costumeiras dos dias úteis. Nos permitimos fazer coisas que não faríamos se estivéssemos trabalhando, como dormir tarde (ontem fui dormir às 05:00 da manhã porque fiquei lendo, depois vendo fotos antigas e jogando conversa fora com a família), comer fora de hora, ficar de pijama até a hora que bem entender…

Mas e quando temos uma criança de um ano e meio em casa?! Como manter a rotina?! Parece-me impossível mesmo com esforço. Nos primeiros três dias de férias, meu Ben ainda acordava cedo, comia no horário e já vinha dormindo um pouco mais tarde. Agora o negócio está totalmente desregrado. Acorda tarde (mas antes do meio dia), almoça por volta das 14:00 por grande insistência nossa, dorme a tarde completamente vencido pelo cansaço, toma banho lá pelas 23:00 e vai dormir bem depois da meia noite (tipo uma e pouco) por uma imposição nossa (se deixar ele fica na sala papeando – como se compreendesse tudo – com a gente). Clique e continue lendo!

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21 ago 2012

Receitinha delícia de torta salgada

por
Gabi Miranda

Receitas, Terapia do lar

Nessa vida de “faça você mesma” o que mais me surpreende é me ver cozinhando com prazer. Outro dia cheguei ao ponto de falar suspirando “meu sonho é ter uma batedeira planetária”. Alôooooo, Gabriela, acorda!!! Seu sonho sempre foi fazer viagens, comprar bolsas, sapatos e agora é uma batedeira?! É surpreendente como a maternidade transforma.

Mas eu descobri o motivo. Porque toda mãe tem dentro de si uma cabeleireira, uma enfermeira, médica, curandeira, uma contadora de histórias, motorista, uma rainha (e também uma bruxa), uma cantora (mesmo que cante mal como a mãe do Ben), professora, uma fera, uma cozinheira e vários et cetera…

E aí que outro dia me vi dentro de um curso (você que me conhece muito bem leu isso mesmo: num CURSO) de culinária, lá na Chocolândia. Foi um curso só de tortas salgadas e doces. Eu que achava mega difícil fazer esse tipo de comida, assim como achava difícil trocar fraldas (sem nunca ter trocado antes), tirei de letra. A receita é super prática.
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20 jul 2012

Complemento x suplemento

por
Gabi Miranda

Alimentação

Algumas pessoas acham que não (ou não sabem), mas há sim diferença entre complemento e suplemento alimentar. O complemento, como o próprio nome sugere, serve para completar nutricionalmente as refeições. Já o suplemento, segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), serve para complementar com vitaminas e minerais a dieta diária quando essa é insuficiente.

É importante consultar o pediatra antes de introduzir o suplemento para a criança. Existem vários que são proibidos pela ANVISA.

Já o complemento, vale consultar o pediatra pra ver se já pode ser oferecido à criança, às vezes não há necessidade. Geralmente, são aveias, Sustagen, Nutren, Mucilon, etc.

O que eu não sabia e que descobri recentemente pesquisando sobre o assunto, é que existem receitas para usar de forma diferente o complemento. O Sustagen, por exemplo, ao invés de ficar só na vitamina Sustagen com leite, dá para incrementar. Que tal fazer no final de semana um potinho de frutas com calda Mágica?!
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22 jun 2012

Receitas para o final de semana

por
Gabi Miranda

Receitas, Terapia do lar

Conforme prometi no post A panela amarela de Alice, aí vão as receitas para o final de semana que fiz para o meu Ben.

Grão de bico com frango

1 xícara de grão de bico
100g de frango
1 colher de chá de cebola
Azeite
Sal

Deixe os grãos de molho por algumas (boas) horas e quando as cascas começarem a soltar, retire-as. Refogue a cebola na panela com um pouco de azeite. Acrescente o frango em pedaços e deixe dourar. Junte os grãos descascados, cubra com água e deixe cozinhar em fogo baixo, até amolecer. Quando ficar só um pouquinho de água na panela, tempere com um pouco de sal, retire do fogo e esmague (com ou sem o frango, dependendo da dieta do seu bebê). Derrame um fio de azeite extravigem sobre a papinha na hora de servir.

Abóbora maça e frango (essa daqui Benjamin adorou e fiz a mesma receita no dia do aniversário dele)

100g de frango
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21 jun 2012

Conversa de mãe

por
Gabi Miranda

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Juro que eu queria ter mais tempo para me aprofundar nas questões maternas. Só falar, escrever e pesquisar sobre o assunto. Não é mais segredo pra ninguém: eu quero ser mãe em tempo integral! E quando digo isso é no sentido profissional também. Mas enfim…

Estou falando isso porque tem muito assunto a ser explorado. E eu queria ir mais a fundo. Além disso, queria ter mais tempo para ver todos os blog e sites maternos/paternos que gosto. Tem muita coisa, a cada hora descubro algo novo. Quer dizer, que pra mim é novo. Aliás, às vezes até me acho atrasada, porque quando descubro algo bacana corro pra dividir aqui no blog e a impressão que tenho é que todo mundo já sabia, menos eu. hihihihi Mas mesmo assim deixo registrado.

Dia desses conheci o Conversa de Mãe. Fundado em 2011, é produzido pelas mães Fabiana Deziderio e Beatriz Freitas. Estava lendo uma matéria sobre alimentação, na revista Kids In e descobri a Fabiana. Ela é publicitária e tem, assim como milhares de mães, dificuldades com a alimentação do filho. Todas nós sabemos que se o filho não come, a mãe fica uma louca neurótica achando que o filho vai ficar doente, é magro, etc, e nem o pediatra a convence de que está tudo bem com sua cria. Clique e continue lendo!

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15 jun 2012

Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna

por
Gabi Miranda

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Este post é um candidato ao Melhor post do Mundo, da Limetree

A maternidade me despertou para muitas coisas. Uma delas foi para a desaceleração. Eu sempre fui uma pessoa extremamente agitada, acelerada e ansiosa. Para meu desespero, o que se faz durante a gestação? Espera. Espera ansiosamente a barriga crescer, o bebê dar os primeiros chutes, chegar o dia da consulta e ainda espera na sala do consultório, espera…! Era preciso tranquilidade e calma para esperar. Aprendi com a maternidade o que não tinha aprendido em 30 anos e da forma mais prazerosa do mundo: amamentando.

Amamentar requer tempo e muita paciência por parte da mãe. Logo que o bebê vai para o quarto, após o parto, ele é colocado no peito da mãe para que possa “aprender” a mamar. Ele já tem um reflexo de sucção forte e a mãe precisa alinhá-lo no colo para ajudá-lo pegar corretamente o bico do seio. Aqui preciso abrir um parêntese. Ao longo da gestação percebemos que o bico do seio escurece, a razão é simples e incrível! Quando o bebê nasce, ainda tem dificuldade de focalizar imagens, então enxerga o bico do seio pelo contraste da pele, e se levado ao seio, suga-o imediatamente por reflexo. Não é o máximo?! Sábia essa mãe natureza… Obtive essa informação lendo o livro Quem Ama, educa – que dá um outro texto. Fecha parêntese. Clique e continue lendo!

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01 jun 2012

Livro: A panela amarela de Alice

A panela amarela

A Panela amarela de Alice, meu mais novo livro

Eu já disse que sou péssima pra comer e não me orgulho disso. Antes do Benjamin eu nem ia à feira. Não conhecia nada de verduras, só o básico de legumes e frutas. Mas filho transforma mesmo a gente em todos os sentidos…Agora eu sinto prazer em cozinhar. Muito estranho isso. Eu compro livros de receita (!!!), principalmente com receitas para crianças.

O último adquirido foi “A panela amarela de Alice, da Tatiana Damberg. Um livro pequenininho, despretensioso, uma gracinha que traz a vivência e as memórias de cozinha e maternidade da Tatiana, que me pareceu uma pessoa delicada, carinhosa, cozinheira de mão cheia, daquelas que cozinham com amor maiúsculo.

As receitas do livro A panela amarela de Alice – fáceis e rápidas de fazer – são todas criadas por ela. A escritora mostra que podemos ser criativos mesmo na simplicidade e que comida de bebê não precisa ser sem graça. Fiquei encantada com o livro, que se tornou pra mim mais uma prova de que podemos ser diferentes com nossos filhos e que podemos sim apresentá-los de forma prazerosa ao mundo da alimentação. Basta ter consciência.
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31 maio 2012

É hora de comer (bem)!

por
Gabi Miranda

Alimentação

Essa semana fui convidada para participar de um encontro entre mamães blogueiras, promovido pela Mead Johnson. Tema: ALIMENTAÇÃO! Isso coincidiu com o assunto do final de semana debatido lá em casa. Benjamin andou experimentando bolo de laranja e até brigadeiro (meuDeus). Falei pro marido que não podemos pecar nesse sentido e que não quero que Benjamin coma doce até os dois anos de idade. Conversamos e fechamos: nada de doces – leia-se: exagero de guloseimas! Até porque não é recomendável dar guloseima para criança antes de ela completar um ano.

Até os dois anos de idade o paladar está em desenvolvimento. Sabemos que nosso paladar é chegado num docinho, com os bebês não é diferente – eles, inclusive, têm o paladar aguçado mais para o doce do que salgado. E até os dois anos também existe o risco de alergia alimentar. Esse negócio de “danoninho vale por um bifinho” é balela!!! Gente, bebês não podem comer danoninho! Segundo a minha pediatra, isso vale até os 4 anos de idade. Isso é sério!
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