21 ago 2018

Desafio Criativo

desafio criativo

Há 30 dias comecei o Desafio Criativo Carinhas. A proposta é um mês com uma tarefa por dia para estimular a criatividade. E eu diria que o autoconhecimento também.

Bom, comecei meu desafio criativo dia 15 de julho e terminei recentemente. Teve furo no meio do caminho, dias que pulei e consegui correr atrás do tempo perdido. Mas a ideia é realizar o desafio diariamente. E teve o último desafio. Que era criar um texto contando sobre a experiência desses últimos 30 dias de desafio: o que senti, como eu fiz para perseverar e não desistir, como foi a experiência no geral.

Primeiro vale dizer que eu nunca me achei uma pessoa tão criativa. E marido sempre diz que todo mundo é criativo. Outro dia, recebi uma explicação ainda melhor sobre isso. 1. Todo mundo é criativo. 2. A criatividade se revela de forma diferente para cada pessoa. 3. Criatividade é algo que pode ser ensinado e desenvolvido. 4. Mas para a criatividade ser desenvolvida precisa de oportunidade. Ou seja, se as pessoas são expostas a oportunidades que estimulem a criatividade.
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10 ago 2018

Paixão pelo trabalho

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

Lembro que em uma das empresas onde trabalhei se falava muito em descobrir a paixão pelo trabalho. A paixão para trabalhar naquilo que realmente gostamos. Que se não estávamos apaixonados pelo que fazíamos não seríamos bons profissionais. Eu ouvia de forma cética porque não sentia essa paixão toda (pelo menos a que eu imaginava que precisava sentir) naquilo que fazia. Apesar de gostar muito do meu dia a dia, aprender constantemente, ter desafios intelectuais e conviver com um time de profissionais excelentes. E também não tinha nenhuma outra paixão escondida que eu estivesse “abafando”, então essa história de paixão me assombrava. Sempre que se falava no assunto eu pensava: pronto, vão descobrir que eu não tenho sou apaixonada pelo meu trabalho!

paixão

O tempo foi passando e me dei conta de que talvez a palavra que eu usaria fosse outra, e não “paixão”. Vocês devem estar pensando: mas qual palavra você usaria? Já vou contar…
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20 jul 2018

Uma das minhas histórias de vida

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

uma das minhas histórias de vida

Houve momentos na minha vida que senti que as coisas fugiam ao meu controle. E hoje vou contar uma das minhas histórias de vida.

Como executiva mentalmente “formatada” para ter tudo planejado, controlado e dando resultados, me deparei em 2016 com a notícia de que tinha um melanoma (câncer de pele metastático). Absorvi a informação de forma muito equilibrada, segui os passos recomendados pela dermatologista e cirurgião oncológico (meus anjos da guarda!) e agendei a primeira cirurgia para 10 dias após o diagnóstico. Praticidade ao máximo! Se tenho que resolver, vamos lá.

Leia também: equilíbrio na vida

Até o pós-operatório tudo estava sob controle. No entanto, a surpresa veio quando, na biópsia que fizeram dos linfonodos (gânglios) da axila, o resultado foi positivo. Ou seja, o melanoma do braço havia passado para os linfonodos e seria necessário fazer uma nova cirurgia para retirá-los. Nesse momento, senti que “as coisas fugiam ao meu controle”. Mistura de medo, susto, “alguém me ajuda, o que mais pode vir”? Sabe quando falam em vulnerabilidade? Pois é, isso mesmo. Sentimento de “perdi o controle da minha vida”.
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12 jul 2018

Coisas que você dizia antes da maternidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos, Maternidade

dizia antes da maternidade

Conta pra mim, coisas que você dizia antes da maternidade e acabou fazendo com a chegada dos filhos?

Falamos que não vamos dar chupeta, muito menos oferecer doce antes dos dois anos. Jamais ficaremos descabeladas ou sem fazer as unhas  após o parto. Criança que faz manha, faz por culpa dos pais. Meu filho, vai comer de tudo! Filho meu nunca vai dormir sem banho e sem escovar os dentes. Perder a paciência e gritar com meus filhos? Jamais!

Porém, a verdade é uma só! A antes de ter filhos julgamos o que é certo ou errado, do nosso ponto de vista. No entanto, quando a maternidade bate na porta, ela dá um soco na nossa cara, joga um balde de cuspe em nossa cabeça. E assim, como diz o ditado: pagamos a língua. Nesse vídeo, eu e a Mari, compartilhamos algumas coisas que a gente dizia que nunca faria na maternidade e acabamos fazendo. Até tem um item ou outro que mantivemos a palavra… mas são tão poucos.
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30 maio 2018

Lição de casa: qual a importância mesmo?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Educação, Filhos

Estamos finalizando o primeiro semestre do segundo ano do fundamental e confesso que o começo foi bem conflituoso por aqui. Primeiro não compreendia o motivo de ter tanta lição de casa todos os dias. Sinceramente, sou a favor da criança ser livre para brincar. Uma criança precisa de tempo para essa atividade tão importante na vida dela: BRINCAR! Mas sei também que precisa aprender a lidar com suas responsabilidades. Segundo, tivemos alguns pequenos problemas em relação a falta de qualidade de sono que andou atrapalhando um pouco a aprendizagem escolar do menino. Terceiro, por mais que eu seja contra lição de casa, eu não posso instigar isso. É meu papel incentivar e demonstrar a importância da lição de casa.

Quem participa efetivamente da lição de casa é o marido. Sou coadjuvante nesse departamento. Confesso, não tenho paciência. Paciência é o ingrediente fundamental para ajudar a criança nesse momento. (quando paciência não é exigida na maternidade mesmo?!)
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24 abr 2018

Visualização criativa pode mudar a sua vida

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros

Como a visualização criativa pode mudar a sua vida?

Mariana Ferrão citou esse livro num dos eventos que participei, contando como passou a colocar seus desejos numa bolha de luz rosa e soltar para o universo. Visualização criativa nada mais é do que fazer um mergulho interior e imaginar o que desejamos muito como se já fosse realidade. Descobri que já faço muito isso, porém de forma inconsciente. E depois de ler esse livro, percebi que muitas coisas que conquistei na vida passaram por esse processo antes. Mas sempre teve o medo andando ao lado, nunca achei que tivesse o poder de fazer do meu sonho realidade. Esse livro diz exatamente isso, que temos esse poder e ensina a fazer a visualização criativa de forma consciente.

A força da vida e o poder do universo

A vida tem uma força que nos puxa, que nos leva a vencer desafios, a superar dificuldades e mesmo grandes sofrimentos. Não acreditamos nisso até que a gente passe por situações difíceis e de grandes dores. E se você parar para refletir, vai lembrar de algum momento de desespero, em que a vida não parecia fazer sentido algum e pouco a pouco, você foi superando o acontecimento. Eu nem preciso pensar muito para afirmar qual foi esse momento da minha vida. Foi quando perdi minha mãe. Hoje olho para trás e me pergunto como consegui sobreviver à morte dela. Não só sobrevivi, como aprendi muitas coisas e evoluí como ser humano.
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06 nov 2017

Como se planejar para viver o sonho de maternar

como se planejar

Até outro dia, estava escrevendo sobre a volta ao trabalho após a licença maternidade. Ou dicas para ser feliz no trabalho. E cá estou agora, exercendo algo que desejei por quase dois anos. A tal liberdade para maternar. O pedido que mais escuto nos últimos dias é para compartilhar ideias de como se planejar para viver o sonho de maternar. Parar de trabalhar fora, curtir mais os filhos e quem sabe até empreender.

Segundo a pesquisa “Licença-maternidade e suas consequências no mercado de trabalho do Brasil“, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 48% das mulheres entre 25 e 35 anos, ficam desempregadas 12 meses após o início da licença maternidade. E isso acontece por dois motivos: ou ela foi demitida ou ela decidiu largar o emprego. Que as empresas não valorizam a mãe no mercado de trabalho, é uma verdade. Mas acontece muito das mulheres ao se tornarem mães, darem uma banana para o mundo corporativo. Porque você percebe que seu filho precisa muito mais de você em casa do que a empresa de você lá para faturar.
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24 mar 2017

Por que mudei minha filha de escola

Depois que contei nas redes sociais que tinha mudado a Stella de escola, muitas pessoas me mandaram mensagens perguntando por que mudei minha filha de escola, já que anteriormente ela estava na mesma escolinha onde o Benjamin ficou 4 anos. Eu podia listar algumas coisas que nunca me agradaram desde a época do Benjamin. Mas acho injusto se eu primeiramente o mantive lá e depois ainda deixei a Stella. Ou seja, algo de bom tem. Prefiro explicar porque não mudei o Benjamin antes e a resposta é simples: porque ele era muito bem cuidado. Embora isso fosse um fato, a Stella não iria pra lá se eu tivesse encontrado um lugar que me agradasse totalmente. No entanto, a verdade é que faltam berçários com ambientes apropriados e profissionais preparados para lidar com bebês. E porque lá era um local físico adequado e com profissionais carinhosos, a matriculei lá também.

Penso que nós, pais, não podemos ter papel de coadjuvantes no aprendizado do nossos filhos. Acho que colocar o filho no berçário/escolinha é uma das decisões mais difíceis dos pais de primeira viagem. Adquirida a experiência, acredito que nosso primeiro papel, é escolher uma instituição de ensino que deve se aproximar ao máximo possível do nosso estilo de vida e, principalmente, dos nossos valores de vida.
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28 dez 2016

Mude seus hábitos em 2017

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Está no meu criado mudo desde o primeiro semestre de 2016 e resolvi que vou ler ele em 2017: O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Nessa obra, super recomendada por muitas pessoas, o autor diz que a chave para educar os filhos, fazer atividades físicas, ser mais produtivo, alcançar sucesso em vários setores da vida, é entender como os hábitos funcionam.

Chega o final do ano, fico muito introspectiva e sempre acabo fazendo uma retrospectiva da minha vida. Tenho visto muitas pessoas reclamarem de 2016. Tiveram muitos fatores externos, como política, crise financeira do país, as guerras no mundo, as dores de alguma pessoa próxima… No entanto, meu ano, particularmente, posso defini-lo como tranquilo. Eu brinco que depois de 2014 – ano em que perdi minha mãe, tenho um saldo com Deus de pelos menos uns 10 anos bem tranquilos. Como esse foi o primeiro realmente tranquilo desde que ela se foi, acho que começa a contar a partir de agora.
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26 out 2016

Simplesmente mãe

Mãe de casal, mãe de meninas, mãe de meninos, não importa, simplesmente mãe

simplesmente mãe

Desde que Stella nasceu eu passei a expressar que era como ganhar na loteria ter um casal. Até que um dia externei isso, assim despretensiosamente, num grupo de amigas. Eu e essa minha mania de falar antes de pensar! Dizer isso me incomodou e desde então tenho pensado muito a respeito. Primeiro deixa eu explicar o que eu quero dizer com isso. Eu desejei muito ter uma menina, esse sempre foi um sonho. Stella chegou e quem nos acompanha aqui sabe que ela veio num momento da vida me trazendo muitos significados. A euforia e felicidade foram tão grandes que até hoje não encontrei palavras para definir meu sentimento, então passei a  usar essa referência, ter um casal é como ganhar na loteria. Que porcaria de definição!

Dia desses, minha prima, mãe já de um menino, deu à luz a uma menina e eu soltei outra das minhas pérolas. “Bem-vinda ao mundo cor de rosa”. E saí da maternidade com a frase ecoando na minha cabeça. O que eu quis dizer com aquilo? Obviamente, era algo como bem-vinda ao mundo dos flus flus. Não adianta fugir, existem algumas diferenças entre meninos e meninas. A minha menina eu encho de laços, enquanto meu menino é super básico com suas camisetas de super heróis. No entanto, ela já brinca com os carrinhos dele. Ele adorou quando a irmã ganhou uma boneca que já fez parte de suas brincadeiras com seus bonecos heróis.
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