29 maio 2013

A angústia da separação

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Colocar o filho no berçário ou na escolinha é uma decisão muito difícil. Mães de primeira viagem sofrem e não sabem como lidar com essa situação. É tudo muito novo, a maternidade chega ser avassaladora, transforma toda nossa vida.

Algumas mães tomam a decisão de parar de trabalhar. Outras não podem ou não querem seguir esse caminho. Por algum momento eu quis, mas logo depois esse desejo insano passou.

Embora goste da maternidade, não teria capacidade, muito menos paciência, para cuidar de filho e consequentemente da casa. Acho até que a forma como me entrego para a maternidade é justamente por essa escolha, por me dividir entre profissional e mãe. Se eu tivesse parado de trabalhar, tenho certeza que em alguns meses estaria sem paciência e disposição nenhuma para maternar (ou não?!).

Optei por colocar Benjamin no berçário e ele foi logo cedo, assim que acabou minha licença maternidade, aos 5 meses de idade. Sofri. A angústia da separação nos pegou. E perguntaram-me: como você superou isso? E o Benjamin como foi pra ele a angústia da separação? Eu não sei bem como responder, mas acho que alguns fatores contribuíram.
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15 maio 2013

2º Workshop Fisher-Price

por
Gabi Miranda

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De repente começou a surgir um monte de compromisso e acaba que eu – esposa, mãe, dona de casa, com emprego fixo, que ainda pega uns freelas por aí, blogueira, uma reles mortal, ufa… não dou conta de registrar tudo. Mas alguns desses compromissos são bem bacanas e vale o registro mesmo que um pouco atrasado.

Fui convidada para participar do 2º Workshop Fisher-Price. Realizado no espaço Kabanah Spa , o evento contou com a participação do Dr. Claudio Basbaum, ginecologista-obstetra, percursor e defensor do Parto de Cócoras. Foi ele também quem introduziu no Brasil, as técnicas como laparoscopia, videolaparoscopia e a massagem Shantala. Dr. Claudio falou da importância do parto natural tanto para o bebê quanto para mãe, da presença do pai na hora do parto, da amamentação logo após o nascimento do bebê e das mudanças na vida da mulher ao se tornar mãe.

Foi uma palestra bastante comovente, onde aquela vontade (eu disse pra vocês?! Não?! Outro hora eu conto) de ter outro bebê bateu forte novamente. Quando você ouve conselhos de uma pessoa tão experiente, você tem vontade de fazer várias coisas diferentes. O que eu faria de diferente? Primeiro eu amamentaria em livre demanda. Não tem coisa mais deliciosa que amamentar. É o momento mais íntimo entre você e o bebê, onde os laços entre vocês se fortalecem ainda mais. E da próxima vez eu vou amamentar sem livro ou celular na mão (eu tinha problemas com ansiedade, não conseguia ficar parada). Eu fiz muito isso e hoje sinto aquele gostinho de que podia ter aproveitado mais. Amamentar é uma das experiências mais incríveis da vida materna. Clique e continue lendo!

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27 fev 2013

Exerça uma influência positiva

por
Gabi Miranda

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Para um mundo melhor, precisamos construir pessoas melhores. Para isso, a mudança precisa primeiro acontecer dentro de nós.

As raízes do problema que você verá nesse filme, estão dentro de casa.

Devemos ser exemplos positivos para nossos filhos.

A gente aprende a partir daquilo que vemos. Não é diferente com os pequenos. Eles imitam tudo o que nós, pais, fazemos.

O ministério Bossa Mãe adverte: todos os pais estão obrigados a assistir esse vídeo.


Boa reflexão!

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19 fev 2013

Terrible Twos – Quando as crianças ficam agressivas

por
Gabi Miranda

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Dizem que dois anos é chegada a idade das birras. Benjamin está com um ano e oito meses e passou a demonstrar certa agressividade. Há (mais ou menos) duas semanas, ao ficar bravo ele joga o brinquedo longe e bate no pai e, com mais frequência, na mãe – como se eu fosse a culpada por tudo.

De início eu segurava o braço dele e dizia brava que não podia fazer aquilo. Ele ria pensando que eu estava brincando. Aliás, quando falo sério Benjamin sempre leva na brincadeira, sempre me desafia, até que eu levante do lugar me aproxime dele e dê uma bronca mais forte ainda. Fica lá com cara de sem graça.

Semana passada, voltamos de viagem na quarta-feira de cinzas e eu fui trabalhar direto. A noite estava exausta, com início de gripe, corpo dolorido, casa para arrumar, malas para desfazer e filho dengoso que só, como se a mãe tivesse ficado afastada uma semana. Confesso que estava um pouco sem paciência. Tudo o que eu queria era me esparramar no sofá e me perder na televisão.  Mas Benjamin não queria deixar. Clique e continue lendo!

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29 jan 2013

Da série lições de vida: as pessoas quebram

por
Gabi Miranda

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O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

Uma das coisas que mais temo e que me entristece ao pensar e olhar meu Ben, é que um dia ele vai se quebrar e eu não poderei fazer nada para evitar isso. Assim como ele vai cair inúmeras vezes e se machucar. É inevitável. Vai doer em mim também. Apesar de sermos super heróis aos olhos de nossos pequenos, não passamos de seres frágeis. Dói mais ainda pensar que alguém pode quebrá-lo e eu na minha insignificância e impotência não poderei quebrar a cara desse alguém.

Mas durante esses meses de existência do meu maior Ben, aprendi uma coisa. Existe algo que posso fazer. Posso ensiná-lo princípios e valores – os recebidos de seus avós e os que a vida me presenteou. Posso lhe ensinar que tudo na vida tem um sentido, que a existência humana tem sentido. Que um gesto de gentileza, por menor que seja, tem sentido. Clique e continue lendo!

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23 jan 2013

Passa rápido…mesmo!

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Gabi Miranda

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“Aproveita que passa rápido…” é que o você mais ouve dizer quando o bebê o nasce. Ele chega pequenininho, cabe no seu antebraço, você passa meses embalando e num picar de olhos passou-se um ano e sete meses.

Eles passam meses limitados a várias coisas e de repente eles começam a andar, correr, pular…não param desde a hora que acordam até adormecerem.

Apesar de ser exaustivo, foi também incrível passar as férias com o Benzoca e acompanhar mais de perto, 24 horas, sua evolução. É impressionante como nessa idade os bebês aprendem, todos os dias, uma coisa nova. Nessas férias Benzoca aprendeu:

– Atender e falar ao telefone: foi indescritível quando liguei em casa, ele atendeu o telefone e começou a conversar comigo;
– A pronunciar o nome de seu primeiro amigo (nosso vizinho): ele passa na frente da casa dele e fala “João”;
– Tomar no canudinho: e nem precisamos ensinar, numa tentativa eu ofereci e ele sugou. Empolgação dos pais; Clique e continue lendo!

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10 jan 2013

A proliferação do “não”

por
Gabi Miranda

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Eu sou contra falar “não” para as crianças, mas também já me vi perguntando como não falar “não”?. Fiz várias leituras sobre o assunto. O correto, resumidamente, ao invés do adulto dizer “NÃO!!!” quando ver a criança mexendo na tomada,  é explicar para ela que se mexer vai levar um choque. Ok?! Como explicar o que é um choque. Esquece esse exemplo e leia outros dois melhores aqui. O ideal é explicar “o porque não pode “sem pronunciar a palavra “não”. É amiga-mãe, é difícil. Eu sei!

É difícil, mas o melhor é aprender, testar novas formas e colocar essa teoria em prática. (“Não” tem mesmo uma conotação negativa. Outro dia numa festinha, um rapaz gritou com outro “NÃÃÃÃO”, Benzoca que estava no meio do salão paralisou atônito. Tadinho, pensou que era com ele). Vai chegar o dia, lá por um ano e meio de idade, aproximadamente, que seu filho não vai parar de falar “não” para você (e pra todo mundo que conhecer). Acredite, ele vai pronunciar, por dia, mais “nãos” do que você disse a sua vida inteira ele até então. E serão “nãos” de diferentes tons: “não” (calmo), “não, não, não” (desesperad0), “NÃO” (bravo), “nananinanão” (bem certo do que quer), “nããããããããããão” (do tipo eu já disse “não, quero e ponto final”). E para todas as perguntas que você fizer: Clique e continue lendo!

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04 jan 2013

Férias e manha – uma combinação nada perfeita

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Gabi Miranda

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Estamos de férias no Rio de Janeiro. Passar o dia inteiro com o Benzoca nos possibilita conhecer um pouco mais o nosso pequeno. E ele testar nossa paciência, além de nos dobrar. Se a mãe interior que mora dentro de mim deixar, eu faço tudo que ele quer. Ainda bem que ela existe e policia.

Sempre achei que meu filho fosse bonzinho. E é. Ele é bem humorado, alegre, faz suas palhaçadas – até demais para um bebê de apenas um ano e meio. Mas ele não foge à regra e chegou, definitivamente, na sua fase de manha. E quanta manha.

O pequeno Benjamin faz jus ao signo que tem: Gêmeos. Uma hora está tudo bem e na hora seguinte, o menino esperneia. Está muito genioso. Quer de qualquer jeito os objetos que não pode mexer (principalmente: iPhone, iPad e câmera fotográfica), se joga delicadamente deita no chão e chora finge chorar (ainda não se debate), não come mais na hora certa, ou seja, na hora que oferecemos e sim na hora que ele quer, não tem comido frutas, exceto banana. Ao menos tem bebido bastante água e suco. Clique e continue lendo!

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30 out 2012

Da série: relação com o berçário x mudanças

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Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Eu adoro o berçário que meu Ben fica. Óbvio né?! Se eu não gostasse já tinha tirado ele de lá. Em novembro vai fazer um ano que Benjamin foi para o berçário. Sempre achei que acertei de primeira. Mas existe sim uma coisa que me incomoda um pouco: a falta de comunicação da escola com os pais dos bebês do berçário. Pelo que sei com os pais das crianças já em educação infantil, tem as reuniões periódicas e tal. Mas com os pais do berçário, que é o meu caso, fica só uma relação superficial.

Eu já disse que uma vez Benjamin foi mordido no berçário e simplesmente veio um recado na agenda. Aquilo me deixou furiosa. O mínimo que eu esperava era alguém me ligar para avisar ou conversar comigo quando eu fosse buscar o Benjamin. Eu não ia fazer escândalo na porta, entendo perfeitamente que essas coisas acontecem, mas gostaria de ser preparada verbalmente e não por um aviso frio na agenda (ou como foi: perceber a mordida sem ler o aviso).
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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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