08 out 2012

Sorteio – Xalingo Brinquedos

por
Gabi Miranda

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Nessa semana, em comemoração ao dia das crianças, o Bossa Mãe vai sortear um kit da Xalingo Brinquedos.

Musiquinha dos Amigos

Da coleção Crescer Sorrindo com Fofura, a Musiquinha dos Amigos é um brinquedo Musical 100% seguro para o bebê. Com textura macia e diferente, tem cor vibrante. Basta puxar as argolinhas para ouvir uma música suave. Ótimo para acalmar o bebê na hora de dormir.

Amiguinhos da Fazenda

Adorei esse brinquedo por um motivo muito simples: ele não vem acompanhado de gravações musicais com os sons dos bichinhos ou musiquinhas chatas daquelas que não param nunca se a criança apertar, sabe (aqueles que enlouquecem os pais)?!

Basta movimentar o botão para aparecer um bichinho. Esse brinquedo estimula e contribui para o desenvolvimento da coordenação motora,  percepção de relação causa/efeito e a habilidade cognitiva.

É indicado para crianças a partir de 18 meses, mas Benjamin ganhou um e adorou. É muito fácil para criança manusear as ações (cada botão tem uma movimentação diferente). Clique e continue lendo!

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19 set 2012

1 ano, 3 meses e um bebê toddler

por
Gabi Miranda

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Acho que já posso afirmar: tenho um bebê toddler em casa. Toddler são bebês acima de 15 meses. Meu Ben completou recentemente essa idade. Gosto da definição de Bebê Toddler, do Potencial Gestante, em Pra que serve um bebê toddler: “crianças que nem são mais aqueles bebês bebezicos e nem crianças totalmente crianças sabe? o toddler já sabe andar, mas não sabe falar direito, já sabe ouvir histórias e já roda, roda, roda.  deu pra entende né?”

Essa idade parece um marco no desenvolvimento dos bebês. É impressionante a transformação. Dia desses acordei e me dei conta, assim no susto: Benjamin está virando um moleque. Seu temperamento já se manifesta forte, meu Ben não gosta de ser contestado, não gosta que neguemos as coisas pra ele. No entanto, é obediente, não se atreve a pegar coisas quando dizemos “não” ou fica nos olhando como que pedindo permissão (balançando a cabeça num gesto de sim, apontando para o objeto). Clique e continue lendo!

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13 set 2012

Das coisas que me arrependo durante a gravidez

por
Gabi Miranda

Desabafo, Gravidez, Maternidade

De ter chorado os três primeiros meses inteiros e principalmente de ter desejado não estar grávida. Tudo porque no início eu não estava vendo graça em ser grávida, não eram as mil maravilhas que pensei que seriam, porque eu acordava passando mal e ia dormir passando mal. E vomitava tudo o que colocava pra dentro, por onde passava.

De não comer verduras. Eu nunca comi (e continuo sem comer) qualquer verde que seja. Não gosto, tenho aflição, não acho saboroso (e não preciso experimentar pra saber que não gosto e pronto). Quando engravidei o que mais ouvi foi “agora tem que comer verduras”. No início me esforcei, mas como passava mal pra caramba, as tentativas não tiveram sucesso. Com 7 meses e pouco de gestação entrei em paranoia. Achava que Benjamin teria algum problema e se tivesse a culpa era minha por não comer verduras. Foi um período horrível emocionalmente, pois imaginava coisas horríveis que podiam acontecer com Benjamin. Pensava a todo instante que se eu sou o que como, meu filho também seria e ele não comeria verduras porque ao invés de enviar esse tipo de alimento pra ele, eu enviava batatas fritas. Clique e continue lendo!

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20 ago 2012

A arte de ser mãe

por
Gabi Miranda

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Essa noite levei o meu primeiro maior susto da vida materna. Como já disse aqui no blog, faço Benjamin dormir na minha cama e em seguida o coloco no berço. Noite passada eu peguei no sono junto com ele e às 2:00 da madrugada acordo com o pequeno aos prantos e no chão. Na verdade acordei quando ele já estava nos meus braços, pois antes disso apesar da lembrança de vê-lo no chão, não senti absolutamente nada. Foi como se meu coração tivesse parado. E parou. Por segundos. Eu me senti (e estou me sentindo hoje) uma péssima mãe. Nos olhos do meu pequeno percebi todo o susto e medo que sentiu. Queria dizer que eu estava lá. Mas o que isso adiantaria? Ele sabia que eu estava. E sabia também que eu tinha deixado aquilo acontecer. Só fiz prometer que aquilo não aconteceria mais.

Hoje pela manhã, sentimos Benjamin estranho e resolvemos não ficar na dúvida. Fomos ao proto-socorro. Quase chegando no hospital Sabará percebi que tinha esquecido a minha carteira – nela os meus documentos, os do Ben e as carteirinhas do convênio. Resumidamente: conseguimos passar. A médica – novíssima, como de costume agora nos hospitais -, me deu uma leve bronca com seu ar de superioridade medicinal: “agora já sabe mãe, não pode dormir com a criança na cama”. Pediu uma tomografia. Incrivelmente, Benjamin começou com suas traquinagens. Ele precisava dormir para realizar o exame ou tomaria anestesia. Clique e continue lendo!

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09 ago 2012

Leite é amor, Doar também é.

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Gabi Miranda

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Nunca vou esquecer quando amamentei o meu Ben pela primeira vez. Considero a primeira vez o terceiro dia após o parto, quando meu seio passou a encher, encher, encher de leite. Antes disso foi bem esquisito, porque saía só o tal do colostro e até o bebê pegar de jeito existe certo desconforto para mãe. A sensação de aninhar seu bebê em seus braços, amamentá-lo, o jeito como ele te olha, a forma como posiciona sua mãozinha tão pequena em seu seio, é indescritível e emocionante demais.

Durante o primeiro mês do meu Ben, pensei que ficaria sem leite. Fiquei com muito medo, mas não passou de um susto e fui muito bem orientada pela pediatra. Como descrevi aqui (Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna) tive bastante leite e por vezes pensei em doar. Não doei. E me envergonho disso, principalmente, quando lembro da minha volta ao trabalho: hora do almoço, peitões cheios, retirava 300ml de cada, não tinha aonde armazenar e qual era o destino dessas 2 latinhas de coca-cola…?! A segunda retirada eu não fazia, ficava segurando (peitão estourando) até chegar em casa, quando aí sim eu retirava e armazenava para mandar pro berçário. E então me entregava completamente para meu Ben, seguindo as habituais mamadas noturnas. Clique e continue lendo!

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03 ago 2012

Da série: Organização festa de aniversário – obrigada, pelo presente!

por
Gabi Miranda

Festas

Coloque na lista de organização festa de aniversário: agradecer os presentes

Organização festa de aniversário

Tem uma coisa que não gosto é dessa modernidade de chegar em festas e deixar o presente do aniversariante numa caixa, localizada estrategicamente na porta. Se eu comprei um presente para você, foi porque você realmente é uma pessoa querida. E sempre quando compro presentes, procuro buscar algo que eu acho tem a ver com a pessoa. Não compro presentes por comprar. Procuro algo especial. Ultimamente, tenho feito anotações de sugestões de coisas que vejo e me lembram alguém (porque quando precisamos, AQUELE presente, nunca surge).

Enquanto produzia a festa de um ano do Benzoca, me vi perguntando várias vezes ao marido como seria a logística dos presentes. Eu queria abrí-los na hora. Na frente do convidado. Se eu não gosto que façam isso, como poderia fazer o mesmo?! No mínimo, deselegante. Pensei, pensei e não chegava numa saída até que resolvi: vou abrir todos os presentes. Benzoca ainda é pequeno, dá para abrir, agradecer e guardar na tal caixa (ou saco), no próximo ano vejo como faço.
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02 ago 2012

Afinal, não dá pra fazer backup da vida…

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Gabi Miranda

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De repente lembrei: odeio celular de última geração e a frase que eu sempre dizia “nunca vou ter esses aparelhos” – assim como várias coisas que eu dizia que não faria quando fosse mãe, caiu por terra uma semana antes de o Benjamin nascer, quando comprei meu iPhone. E aí esse aparelhinho virou parte da minha vida como o ar que respiro. Nele eu tenho acesso a tudo: internet, e-mail, redes sociais, fotos e vídeos do meu Ben. Carimbo na testa, bum: Rendida!

Aí vem esse negócio de incluir o “9” na frente do seu número de celular. Descubro que tem um app que atualiza todos os contatos. Vou baixar e preciso atualizar o sistema operacional do iPhone. Ok. Nessas horas quem poderá me ajduar?! O maridão. Atualizado. Mas algo estranho aconteceu. No álbum apenas 243 fotos e 1 vídeo. Arquivos até os três meses do Benlindo.

Não vou me preocupar, está tudo no computador. Maridão revira e não acha nada. Na nuvem não tem nada. Perdi tudo. Perdi todos os arquivos de foto e vídeo do celular. Tudinho. Isso significa uma base de mil registros que tinha feito do meu Ben. Uma tristeza somada a outras coisinhas do cotidiano doméstico, toma conta do meu ser. Perguntam-me: você não fez backup??? Não… Mas quem nunca? Clique e continue lendo!

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10 jul 2012

Birras x carinho – abraço cura

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Gabi Miranda

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Benjamin andou fazendo show de manha nos dias em que estava doente. Nem está na fase, mas foi impressionante como o pequeno desempenhou o papel. Ele simplesmente berrava do nada, se jogava pra trás, se debatia, jogava objetos no chão. Uma coisa! Foram quatro dias assim. Fiquei em pânico pensando se seria daquele jeito dali pra frente. Eu não aguentaria.

Tentei diversas vezes conversar com o menino, dizia-lhe que não gostava de meninos birrentos (na verdade tenho pavor), ele só olhava sério pra mim. Não permiti que ninguém pegasse objeto que ele jogasse no chão. E também não dava atenção para os seus chiliques.

Ele melhorou e tudo passou. Tadinho. Ele estava doentinho. Benjamin só queria mais atenção, só queria se sentir acolhido, só não estava se sentindo bem e queria ser compreendido. E o que a mãe louca fazia para lhe transmitir segurança?! Brigava e proliferava “a mamãe não gosta de bebê birrento!!!”. Clique e continue lendo!

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15 jun 2012

Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna

por
Gabi Miranda

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Este post é um candidato ao Melhor post do Mundo, da Limetree

A maternidade me despertou para muitas coisas. Uma delas foi para a desaceleração. Eu sempre fui uma pessoa extremamente agitada, acelerada e ansiosa. Para meu desespero, o que se faz durante a gestação? Espera. Espera ansiosamente a barriga crescer, o bebê dar os primeiros chutes, chegar o dia da consulta e ainda espera na sala do consultório, espera…! Era preciso tranquilidade e calma para esperar. Aprendi com a maternidade o que não tinha aprendido em 30 anos e da forma mais prazerosa do mundo: amamentando.

Amamentar requer tempo e muita paciência por parte da mãe. Logo que o bebê vai para o quarto, após o parto, ele é colocado no peito da mãe para que possa “aprender” a mamar. Ele já tem um reflexo de sucção forte e a mãe precisa alinhá-lo no colo para ajudá-lo pegar corretamente o bico do seio. Aqui preciso abrir um parêntese. Ao longo da gestação percebemos que o bico do seio escurece, a razão é simples e incrível! Quando o bebê nasce, ainda tem dificuldade de focalizar imagens, então enxerga o bico do seio pelo contraste da pele, e se levado ao seio, suga-o imediatamente por reflexo. Não é o máximo?! Sábia essa mãe natureza… Obtive essa informação lendo o livro Quem Ama, educa – que dá um outro texto. Fecha parêntese. Clique e continue lendo!

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25 maio 2012

Livro: Nana, nenê

por
Gabi Miranda

Livros

Antes de sermos mães afirmamos que não vamos fazer certas coisas, que com nossos filhos faremos diferente…até agora sinto que errei em duas coisas. Ok, não acho que foi um EEEEErro, mas não me orgulho: do meu filho chupar chupeta; e de colocá-lo pra dormir em minha cama.

O primeiro eu sempre disse que não daria e na primeira oportunidade dei. Pior, insisti para meu filho pegar. E isso que me deixa com uma pulga atrás da orelha. Ele não tinha vontade nenhuma de pegar chupeta e eu insisti com medo dele acabar pegando o dedo. E como todos sabem, é pior fazer largar o dedo do que a chupeta.

O segundo culpo integralmente o marido (ele vai me matar!). Meu Ben dormia de boa no berço, algumas vezes demorava um pouco, precisávamos ficar ao lado, fazer carinho, outras vezes dormia sozinho. Mas nessas de demorar um pouco, o marido começou a levá-lo para nossa cama, pois era mais cômodo ficar ao lado do Ben. Pois então, hoje em dia Benjamin só dorme se for na cama. Clique e continue lendo!

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