22 mar 2012

Livro: A maternidade e o encontro com a própria sombra

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

Enfim, terminei de ler o livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”, de Laura Gutman. Essa foi uma sugestão de livro que peguei no blog Duas Linhas Paralelas, da linda Isis, mãe de Amelie. Eu simplesmente adorei o livro, a começar pela capa e contracapa – achei de uma sensibilidade e delicadeza sem fim. A divisão dos capítulos permite iniciarmos a leitura do assunto que mais nos interessa, ou seja, não precisa obrigatoriamente seguir a sequência do livro. Eu fui lendo aleatoriamente capítulo por capítulo e fazendo anotações, rabiscando, refletindo.

Laura Gutman é psicoterapeuta familiar e se especializou em temas sobre maternidade, lactância, relações familiares. Natural de Buenos Aires, foi lá que fundou e dirige o Crianza, uma instituição onde funciona uma escola de capacitação de profissionais, que desenvolve um trabalho voltado ao tratamento de crianças e casais, grupos de apoio à maternidade, seminários, acompanhamentos, terapias e debates. Pareceu-me um trabalho lindo. Clique e continue lendo!

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18 mar 2012

Como não falar “NÃO”?

por
Gabi Miranda

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Sou contra falar a palavra “não” para crianças. Acho que essa palavra assusta e não inibe em nada a criança a fazer determinada coisa, muito pelo contrário, quanto mais você fala “não“, mais ela quer puxar aquele fio, colocar o dedinho naquela tomada, levar o objeto à boca. Ela sabe que você não quer que ela faça aquilo, porque a criança te olha com uma carinha de sapeca como quem pensa “vou por a mão ali só pra ver o que vai acontecer“.

Lembro de ter lido uma vez na biblioteca da faculdade, parte de um livro de psicologia que falava sobre a importância de deixar de falar “não” às crianças. Já faz muito tempo isso e nem me lembro exatamente a explicação. O “não” tem sentido negativo e ao invés de repelir as ações “proibidas” acaba causando (inconscientemente) marcas no comportamento do indivíduo.

E aí entra um método que eu pensei ser super fácil: ao invés de falarmos repetidas vezes “não”, “NÃO”, nããããão”, podemos dizer de forma diferente que determinada ação não pode ser feita. Exemplo 1: a criança vai colocar o dedo na tomada, você pode dizer: “filho, se colocar a mão aí vai levar um choque“. Exemplo 2: colocando objeto na boca “esse objeto está sujo e contém germes, vai dar dor de barriga“. Exemplo 3: puxando o cabelo do coleguinha “assim é feio, faça carinho no seu colega”. Blá, blá, blá… Clique e continue lendo!

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12 mar 2012

Música para criança

por
Gabi Miranda

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A música tem papel fundamental no desenvolvimento cognitivo da criança. Dizem que desde o útero os bebês tomam conhecimento e respondem aos estímulos sonoros. Cabe a nós – pais, incentivar o gosto pela música dos filhos. O que mais tenho aprendido nos últimos tempos, é que os pais é a maior referência de todos os exemplos, bons ou ruins, para os filhos. Logo também é nosso papel ajudá-los na construção de seu repertório musical.

Agora, envolvida um pouco com cultura infantil, fiquei encantada com a forma de como a música pode ser apresentada aos pequenos. Por exemplo, muitos dos clips de músicas infantis estão voltados para os detalhes, chamam atenção à letra, estimulando a sensibilidade e criatividade. Além de a música ser uma forma de estimular e desenvolver a capacidade de aprendizagem, é também um denominador para desenvolvimento afetivo.

Tenho percebido que a música está presente em diversos segmentos no mundo infantil, vai dos filmes aos desenhos, roupas a acessórios. E nas canções podemos encontrar vários elementos e situações já vivenciadas pelos pequenos: chuva, vento, caderno, animais, diversos sons. Tem CD com histórias contadas e músicas representando a história! Clique e continue lendo!

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07 mar 2012

Parto – Pode sentir medo, mas sem deixar de viver o que tem que viver

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Embora eu faça parte do grupo de pessoas mais medrosas do mundo, gostaria muito de ter um parto natural. Por vários motivos. Por ser medrosa demais, eu prefiro sentir dor a ser cortada de 10 a 15 centímetros sete camadas de tecido da minha barriga. E não me venha com o papo de que “hoje a cesárea é a melhor coisa do mundo, não sente dor nenhuma, após o parto é tudo tranquilo”, etc, etc, etc. Odeio quando alguém vem com esses papos pra cima de mim. Geralmente, são pessoas que fizeram cesáreas ou pessoas que não tem ideia nenhuma do que estão falando (essas me deixam mais puta da vida ainda).

Antes de continuar, vale fazer aqui uma ressalva: sou a favor da cesárea quando se é necessária.

Mas atualmente virou convencional. A gestante negocia com seu médico a data e hora do parto do seu filho. Os bebês nascem em horários comerciais. E a maioria das mulheres marca cesárea por comodidade e não necessidade. Elas não querem sentir dor nenhuma! O sexo denominado frágil, mas conhecido por aguentar mais que os homens simplesmente não quer sentir a dor do parto! Contraditório isso. Você carrega o bebê durante 40 semanas, passa por sensações maravilhosas, únicas e chega na hora “H” não quer sentir dor?! Clique e continue lendo!

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27 fev 2012

Ser mãe é…

por
Gabi Miranda

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Ser mãe é a coisa mais maravilhosa do mundo. É uma experiência louca, inexplicável, contagiante, feliz, surreal. A gente ama tanto que chega a doer. Vivemos com um pisca alerta ligado de preocupação. Desde que me tornei mãe parece que conectaram um cabo elétrico na minha mente que fica ligado 25horas por dia. A qualquer hora ele pode emitir um alarme ou um choque, qualquer sinal que transmita: PE-RI-GO! Mãe não desliga nunca, está sempre preocupada (e a quem diga que assim será para sempre)!

Ontem surgiu um monte de manchas vermelhas nas pernas e braços do meu Ben. Concluímos que era o calor. Benjamin é muito branquinho e sente calor master. Passei o dia achando que estava melhorando e todo mundo que via diagnosticava: “é brotoeja, fique tranquila”. Anoiteceu e quando fui dar banho no meu Ben levei um susto! Benjamin estava com o corpo tomado pelas manchas vermelhas que começavam a se espalhar pelo rosto dele. Tadinho! Clique e continue lendo!

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09 fev 2012

Redes sociais x revistas x informação

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Gabi Miranda

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O Mamatraca essa semana está discutindo a maternidade na rede. Achei o máximo essa pauta, porque há alguns dias estava pensando em como fui envolvida com a blogosfera materna. Eu não tenho muitas referências maternas e por isso acho que me encantei tanto com a possibilidade de conhecer outras mães e trocar experiências. Acredito até que estou me tornando uma mãe melhor por isso, por ter acesso a esse leque de informações e possibilidades.

Gosto muito de ler e um ano antes de engravidar comecei a ler a revista Crescer. É uma excelente publicação. Outro dia, para conhecer, comprei a revista Claudia Bebê. E na semana passada adquiri a edição de fevereiro da revista Pais e filhos – adorei essa revista!

Cito as revistas porque após meu envolvimento com a rede materna, após ler livros sobre maternidade, além do meu dia a dia de mãe, comecei achar as publicações carentes de informação. Estou com a impressão de que as revistas são produzidas por pessoas que não são mães, ok até aí tudo bem, mas por profissionais que não vão a fundo às questões, não pesquisam, não vão a campo. Algumas matérias parecem incompletas e algumas dicas infundadas. Como a que vi outro dia, numa rede social: para matar a saudade enquanto seu filho está na escola, dê um celular a ele. Tá, mas e se seu filho tem três anos? Ou ainda: ligue para ele na escola. Imagina se toda mãe ligar na escola para falar um pouquinho com o filho… Clique e continue lendo!

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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

por
Gabi Miranda

Comportamento, Família, Maternidade

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
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04 fev 2012

Ainda sobre autoconfiança

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Gabi Miranda

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Li a matéria da revista Crescer, comentada no post de ontem. Gente, me identifiquei com a matéria tanto no meu papel atual de mãe, quanto no de filha!!! Eu tinha medo do escuro, medo de espírito (e minha mãe sempre dizia que medo tinha que ter dos vivos), medo de me perder da minha mãe (e por isso não soltava da barra de sua saia), medo dela morrer (ficava aos prantos quando ela atrasava 10 minutos do horário que costumava chegar em casa após o trabalho), medo da loira do banheiro, medo de cair e me machucar, medo de uma lagartixa cair na minha boca enquanto eu estivesse dormindo, medo de puxarem meu pé por baixo da cama, medo de barulhos altos como fogos, medo de bexiga estourar na minha mão, medo, medo, medo… Enquanto a minha irmã caçula me consolava e me protegia dos meus medos.

N-O-O-O-O-OS-S-A, dei conta de como eu fui uma criança medrosa!!! Tá explicado tanta terapia! Como posso ter me tornado a pessoa de hoje se sentia tantos medos?! Mãe, diz aí, como você conseguiu contornar isso e me tornar nessa mulher corajosa, porém cagona? Minha mãe é uma mulher porreta, que criou sozinha duas filhas e merece toda a minha admiração. Eita mulher forte essa! Minha irmã caçula, sempre foi uma criança danada de feliz, pulava de um lado pro outro (não é a toa que dos animais do zoológico ela era o macaco) não tinha medo de N-A-D-A! Clique e continue lendo!

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03 fev 2012

Mães precisam de amigas mães

por
Gabi Miranda

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Você está se torturando pensando em como é uma péssima mãe e de repente uma amiga do peito te fala “nossa Gabi, nem parece a pessoa que comentou ontem no facebook sobre a capa da revista Crescer”. A revista traz esse mês um menino lindo com o texto AUTOCONFIANÇA. Achei tudo a ver, pois a imagem captada do menino demonstra isso mesmo: belezinha de menino autoconfiante!

Imagino que é mais ou menos assim: Filhos confiantes = mães autoconfiantes. Mas nem sempre a mãe é tão autoconfiante quanto parece ser. Eu pareço muito mais do que sou. Ontem fui levar o pequeno Ben ao berçário, estava de boa, cantando, quando ao chegar em frente a escolinha comecei a chorar. Entreguei meu filho – que sorria – chorando para a tia da escola que tratou de pegá-lo rapidinho do meu colo. Não entendi nada do meu choro. Estou mais vulnerável.

Pensei em ligar para o marido. Sem desmerecê-lo, acho que os pais não entendem tanto esses sentimentos contraditórios que invadem nossos corações de mãe. Porque só quem é mãe entende outra mãe. Então enviei mensagem para a minha mega master amiga Dani-mãe-já-de-dois. Por que eu chorei? Porque o Ben é o meu bem mais precioso, porque tenho medo de perdê-lo, porque agora tenho um medo estúpido de morrer, porque depois do Ben a vida se tornou mais linda, e meus medos maiores ainda, porque hoje eu queria ter ficado com ele, porque ele está com sapinho, porque esse amor de mãe chega a doer. Clique e continue lendo!

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27 jan 2012

Dicas para escolha de um berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Como disse aqui e aqui, berçário tem seu lado positivo. Geralmente, é um lugar bem estruturado, com rotina e disciplina, incluem atividades físicas, brincadeiras, propõe interação, estimula a criatividade, sociabilidade e desenvolvimento do bebê. Sem dúvida, minha primeira escolha era Benjamin ter ficado sob cuidados da minha mãe, mas nem tudo pode ser do jeito que desejamos. Embora ainda sinta uma certa angústia e uma saudade imensa do meu Ben, estou gostando da forma como estou encarando a experiência, acho que amadureci muito.

Não sou PHD no assunto, mas para finalizar a saga sobre berçários vou deixar aqui algumas dicas sobre o que ficar atento na escolha de um berçário.

• O local deve ser completamente limpo e sem essa história que o chão está sujo porque é hora da comida. Tem que estar limpo o tempo todo;

• Iluminação: o lugar deve ter claridade natural da luz do dia;

• Ficar atento: a banheira, dormitórios, berços, roupa de cama;
Clique e continue lendo!

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