27 fev 2012

Ser mãe é…

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Gabi Miranda

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Ser mãe é a coisa mais maravilhosa do mundo. É uma experiência louca, inexplicável, contagiante, feliz, surreal. A gente ama tanto que chega a doer. Vivemos com um pisca alerta ligado de preocupação. Desde que me tornei mãe parece que conectaram um cabo elétrico na minha mente que fica ligado 25horas por dia. A qualquer hora ele pode emitir um alarme ou um choque, qualquer sinal que transmita: PE-RI-GO! Mãe não desliga nunca, está sempre preocupada (e a quem diga que assim será para sempre)!

Ontem surgiu um monte de manchas vermelhas nas pernas e braços do meu Ben. Concluímos que era o calor. Benjamin é muito branquinho e sente calor master. Passei o dia achando que estava melhorando e todo mundo que via diagnosticava: “é brotoeja, fique tranquila”. Anoiteceu e quando fui dar banho no meu Ben levei um susto! Benjamin estava com o corpo tomado pelas manchas vermelhas que começavam a se espalhar pelo rosto dele. Tadinho! Clique e continue lendo!

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09 fev 2012

Redes sociais x revistas x informação

por
Gabi Miranda

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O Mamatraca essa semana está discutindo a maternidade na rede. Achei o máximo essa pauta, porque há alguns dias estava pensando em como fui envolvida com a blogosfera materna. Eu não tenho muitas referências maternas e por isso acho que me encantei tanto com a possibilidade de conhecer outras mães e trocar experiências. Acredito até que estou me tornando uma mãe melhor por isso, por ter acesso a esse leque de informações e possibilidades.

Gosto muito de ler e um ano antes de engravidar comecei a ler a revista Crescer. É uma excelente publicação. Outro dia, para conhecer, comprei a revista Claudia Bebê. E na semana passada adquiri a edição de fevereiro da revista Pais e filhos – adorei essa revista!

Cito as revistas porque após meu envolvimento com a rede materna, após ler livros sobre maternidade, além do meu dia a dia de mãe, comecei achar as publicações carentes de informação. Estou com a impressão de que as revistas são produzidas por pessoas que não são mães, ok até aí tudo bem, mas por profissionais que não vão a fundo às questões, não pesquisam, não vão a campo. Algumas matérias parecem incompletas e algumas dicas infundadas. Como a que vi outro dia, numa rede social: para matar a saudade enquanto seu filho está na escola, dê um celular a ele. Tá, mas e se seu filho tem três anos? Ou ainda: ligue para ele na escola. Imagina se toda mãe ligar na escola para falar um pouquinho com o filho… Clique e continue lendo!

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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

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Gabi Miranda

Comportamento, Família, Maternidade

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
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04 fev 2012

Ainda sobre autoconfiança

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Gabi Miranda

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Li a matéria da revista Crescer, comentada no post de ontem. Gente, me identifiquei com a matéria tanto no meu papel atual de mãe, quanto no de filha!!! Eu tinha medo do escuro, medo de espírito (e minha mãe sempre dizia que medo tinha que ter dos vivos), medo de me perder da minha mãe (e por isso não soltava da barra de sua saia), medo dela morrer (ficava aos prantos quando ela atrasava 10 minutos do horário que costumava chegar em casa após o trabalho), medo da loira do banheiro, medo de cair e me machucar, medo de uma lagartixa cair na minha boca enquanto eu estivesse dormindo, medo de puxarem meu pé por baixo da cama, medo de barulhos altos como fogos, medo de bexiga estourar na minha mão, medo, medo, medo… Enquanto a minha irmã caçula me consolava e me protegia dos meus medos.

N-O-O-O-O-OS-S-A, dei conta de como eu fui uma criança medrosa!!! Tá explicado tanta terapia! Como posso ter me tornado a pessoa de hoje se sentia tantos medos?! Mãe, diz aí, como você conseguiu contornar isso e me tornar nessa mulher corajosa, porém cagona? Minha mãe é uma mulher porreta, que criou sozinha duas filhas e merece toda a minha admiração. Eita mulher forte essa! Minha irmã caçula, sempre foi uma criança danada de feliz, pulava de um lado pro outro (não é a toa que dos animais do zoológico ela era o macaco) não tinha medo de N-A-D-A! Clique e continue lendo!

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03 fev 2012

Mães precisam de amigas mães

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Gabi Miranda

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Você está se torturando pensando em como é uma péssima mãe e de repente uma amiga do peito te fala “nossa Gabi, nem parece a pessoa que comentou ontem no facebook sobre a capa da revista Crescer”. A revista traz esse mês um menino lindo com o texto AUTOCONFIANÇA. Achei tudo a ver, pois a imagem captada do menino demonstra isso mesmo: belezinha de menino autoconfiante!

Imagino que é mais ou menos assim: Filhos confiantes = mães autoconfiantes. Mas nem sempre a mãe é tão autoconfiante quanto parece ser. Eu pareço muito mais do que sou. Ontem fui levar o pequeno Ben ao berçário, estava de boa, cantando, quando ao chegar em frente a escolinha comecei a chorar. Entreguei meu filho – que sorria – chorando para a tia da escola que tratou de pegá-lo rapidinho do meu colo. Não entendi nada do meu choro. Estou mais vulnerável.

Pensei em ligar para o marido. Sem desmerecê-lo, acho que os pais não entendem tanto esses sentimentos contraditórios que invadem nossos corações de mãe. Porque só quem é mãe entende outra mãe. Então enviei mensagem para a minha mega master amiga Dani-mãe-já-de-dois. Por que eu chorei? Porque o Ben é o meu bem mais precioso, porque tenho medo de perdê-lo, porque agora tenho um medo estúpido de morrer, porque depois do Ben a vida se tornou mais linda, e meus medos maiores ainda, porque hoje eu queria ter ficado com ele, porque ele está com sapinho, porque esse amor de mãe chega a doer. Clique e continue lendo!

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27 jan 2012

Dicas para escolha de um berçário

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Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Como disse aqui e aqui, berçário tem seu lado positivo. Geralmente, é um lugar bem estruturado, com rotina e disciplina, incluem atividades físicas, brincadeiras, propõe interação, estimula a criatividade, sociabilidade e desenvolvimento do bebê. Sem dúvida, minha primeira escolha era Benjamin ter ficado sob cuidados da minha mãe, mas nem tudo pode ser do jeito que desejamos. Embora ainda sinta uma certa angústia e uma saudade imensa do meu Ben, estou gostando da forma como estou encarando a experiência, acho que amadureci muito.

Não sou PHD no assunto, mas para finalizar a saga sobre berçários vou deixar aqui algumas dicas sobre o que ficar atento na escolha de um berçário.

• O local deve ser completamente limpo e sem essa história que o chão está sujo porque é hora da comida. Tem que estar limpo o tempo todo;

• Iluminação: o lugar deve ter claridade natural da luz do dia;

• Ficar atento: a banheira, dormitórios, berços, roupa de cama;
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24 jan 2012

A escolha do berçário

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Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Visitei vários berçários antes de optar por um. Como a escolha do berçário é difícil…! Primeiro que eu não tinha ideia do que precisava saber sobre um berçário. Mas depois da primeira visita (e algumas pesquisas) já soube.

Comecei a questionar tudo o que desejo para minha cria: conforto, segurança, cuidado, carinho. Pensei em seu desenvolvimento e na educação que quero para ele. Lógico, que a gente quer tudo isso do nosso jeito! Então começa a procurar algo que chegue pelo menos próximo dos nossos valores (de vida e $$$) e do que imaginamos ser o ideal.

Tem muito berçário/escolinha por aí. Diversos!!! Nas minhas visitas, sempre tinha algo que me incomodava somado ao fato de ser um pouco chata: o berço velho, o colchão com a espuma pra fora, o cheiro forte de comida, o chão de taco, um armário velho no cantinho do soninho, os gritos dos maiores que não era abafado por vidro (como o bebê descansa com aquela barulheira toda?!), a banheira descascada (teve um lugar que tinha uma hidromassagem!!!!), o espaço apertado, o chão sujo de comida, as tias descabeladas pisando descalças no local onde os bebês engatinhavam (pô, o que os bebês mais fazem é colocar a mão na boca! Aí esfregam na frieira e manda pra boca, não dá!!!), um colchão alto que era o lugar onde os bebês brincavam (???), o local das mamadeiras desorganizado, cozinha bagunçada, paredes fortemente coloridas, aff…!
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23 jan 2012

Sobre berçários

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Essa semana vou me dedicar a falar sobre berçários/escolinhas. Então senta, que lá vem história….

Enquanto estava de licença maternidade tudo parecia resolvido sobre os cuidados com Benjamin. Um mês antes de acabar minha licença nada estava resolvido e foi quando percebi que nem tudo era tão simples quanto parecia ser.

Quase enlouqueci pensando em como seria, sobre berçários, babás. Minha mãe sempre se dispôs a cuidar dele quando eu voltasse ao trabalho. Tenho certeza que ela faria com o maior amor do mundo. Mas minha mãe já tinha abdicado sua vida por duas filhas, agora que tem sua liberdade, faria o mesmo pelo neto?! Não achei justo. Sem contar na logística, eu moro na ZS, minha mãe na ZN, eu trabalho na ZO, o marido em Osasco, chegamos tarde em casa, enfim…não ia rolar!

Cuidar de um bebê requer paciência, disposição e disciplina. Minha mãe, apesar de avó (que geralmente mima nossa cria), seguiria meus pedidos. Se não fosse com ela a outra opção era o berçário. Ao contrário do que ouvia de outras mães, pensava que eu tiraria de letra, deixaria meu filho numa boa no berçário. Mas quando fui conhecer alguns lugares meu conceito mudou sobre berçários e o peito se encheu de angústia e insegurança. Demorou para encontrar um lugar que atendesse as minhas expectativas.
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20 jan 2012

Que tipo de mãe você quer ser?

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Gabi Miranda

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Estou impressionada com blogosfera materna. Quanta coisa e quantas mães admiráveis encontrei! Sinto que além da nossa referência familiar, a internet nos proporciona conhecer e compartilhar experiências interessantes, que fomentam nossos valores.

Acredito que nos tornamos pessoas melhores após a maternidade. Passamos por uma transformação incrível internamente. Questionamos nossos valores e despertamos em nós sentimentos como paciência,  tolerância, abnegação, altruísmo e o tal amor incondicional – até então desconhecido.

Descobri que não é só uma preocupação minha, mas universal, sobre qual educação vamos passar, que ser humano nosso filho vai se tornar. É uma incógnita. Nos basta transmitir, desde muito cedo, todos os exemplos positivos que acreditamos.

Depois do nascimento do meu Ben eu me policio para não cometer algo que possa influenciá-lo de forma negativa. Quero ser um bom exemplo para ele. Descobri que Benjamin é uma lição de vida para mim. Uma das coisas que eu percebi, é que venho manifestando em maior proporção a gentileza. Assim que voltei ao trabalho, grudei na mesa um post-it com a mensagem: praticar mais gentileza. Quando você faz bem ao próximo, automaticamente faz bem à você e todos a sua volta. Isso é fato. Clique e continue lendo!

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