30 maio 2016

A birra de todo dia

Não tem jeito, por mais que você ame, dê carinho e faça de tudo para evitar, a birra sempre aparece. Pode ser em menor ou maior intensidade, mas ela vem

birra

Os ataques de birra são comuns e fazem parte do desenvolvimento cerebral da criança. Dizem que tem hora para começar e terminar. Por aqui começou uma onda de birra(s) e às vezes é mega difícil manter o controle da situação. Benjamin, prestes a completar 5 anos, faz birra, pirraça, manha e algumas vezes chega a chorar – pra mim esse é o momento em que a situação perdeu mesmo o controle. Primeiro tento conversar, como quase nunca adianta naquele instante da birra que só aumenta, eu passo a ignorar e é quando ele não para de vir atrás de mim pedindo atenção. Faço um esforço enorme para ignorar, me dói pra caramba e quando vejo que ele realmente está disposto a dar fim ao show, paro, abraço, sento e converso com ele.
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12 nov 2015

Birra e os momentos que ninguém vê

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Imagem Google

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Sexta-feira passada comecei o dia bem. Acordei ao lado dos meus dois filhos amados, até postei uma foto nas redes sociais dizendo o quanto Benjamin é fofo com a irmã, o quanto é bacana ver a relação deles se construindo. Levantamos, preparei o café da manhã, tomamos, ajeitei as coisas e fui me arrumar. Benjamin sempre prestativo disse que ficaria brincando com a Stellinda. Era dia de pediatra e quando estava perto de sairmos, começou um daqueles momentos que ninguém vê. Benjamin começou fazer a maior birra dos últimos tempos. Benjamin é uma criança de ouro, muito comportada, boazinha, educada, mas ele tem tido momentos de birras. Ele nunca fez birra em público (meu maior pavor) e a birra aqui não é algo constante, no entanto, quando acontece dura um tempo interminável e nunca acaba como eu gostaria.

Geralmente, começam do nada e mesmo que eu o alerte sobre seu comportamento, ele continua. Não foi diferente na última sexta. Falei e respirei fundo uma, duas, três, quatro, cinco vezes e nada dele parar. Ele começou a gritar e eu perdi a paciência. Pareço boa mãe, mas fiz uma ameça horrível: “Benjamin, o prédio inteiro está ouvindo você gritar desse jeito, vão chamar a polícia pra mamãe. Quer que eu seja presa?!”. Obviamente ele disse que não, mas esse aviso não foi suficiente para ele parar. Pela primeira vez na vida, senti vontade de dar umas boas palmadas no Benjamin, mas eu continuava a respirava fundo. Stella só olhava atenta a tudo. Chegamos no carro e Benjamin continuava chorando e gritando. Foi terrível. Fiquei tão nervosa que mal conseguia dirigir. E nesse meio-tempo já havia dado a sentença a ele: sem televisão o final de semana inteiro, de sexta a domingo.
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15 jul 2013

Culpa dos Terrible Twos ou do desenvolvimento emocional?

por
Gabi Miranda

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Benjamin está numa fase chata pra caramba. Eu já disse que sou uma pessoa sem paciência e agradeço todos os dias pela cria a mim concedida, afinal, em geral, Benjamin é muito bonzinho. Pensei que tinha aprendido a ter paciência, mas era apenas a primeira etapa do processo da maternidade. A segunda etapa consiste em testar os limites de paciência da mãe.

Meu Ben é todo lindo, sorridente, carismático. Um anjo. Obediente. Parece o bebê uma criança perfeita. Mas o que as as pessoas de fora não imaginam é que esse mini-humano é capaz de levar você a loucura, em um clique.

Vivemos uma fase em que tudo é meu, ou melhor, é dele! Escuto diariamente 588 vezes, aproximadamente, o: é meu o controle, o tênis, a Capitu, o iPhone e o iPad da mãe, a touca, a mochila, o Woody, o Buzz, o Mickey, o Pluto, o prato de comida, a colher, o shampoo, o sabonete, o copo e mais uns 89 itens ao alcance do Benjamin. Detalhe, ele faz cara de mau, faz bico, tenta tomar da nossa mão. Clique e continue lendo!

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