21 ago 2013

Saúde no alvo azul

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Gabi Miranda

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Precisamos passar por determinadas coisas para ter um olhar novo do mundo. Muitas vezes isso está relacionado com um momento ruim. No meu caso, acho que Benjamin é esse meu olhar novo. Acho que não precisamos esperar um momento ruim para pensarmos sobre a vida. De fato a morte serve de confronto para nos fazer pensar sobre tudo. Mas porque não usar a vida para mudar o que é necessário, buscar os valores e sentido de tudo?

Escrevi isso, ano passado, no post “Outubro: mês da luta contra o câncer de mama. Cuide-se!”. Continuo pensando da mesma forma. Embora, eu tenha consciência de que devo cuidar melhor da minha alimentação, leia-se: comer mais frutas, verduras e legumes, por exemplo. 

Quando nos tornamos mães, parece que triplica nossas funções e consequentemente nossas tarefas. No entanto, na lista de afazeres de uma mulher, seja ela mãe ou não, tem que estar a prevenção, o cuidado com nosso corpo, com a nossa mente. Precisamos cuidar de nós para estarmos bem e então cuidarmos dos outros. Caso contrário, como vamos cuidar do outro?! Clique e continue lendo!

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08 ago 2013

Dica de Passeio – Utilidade Pública

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Gabi Miranda

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Domingo de Sol, família reunida e feliz, tudo mais-que-perfeito para passear. Pensa um pouquinho, sugere algumas opções, avalia o que é bom, bonito, barato, perto e que o Benjamin vá gostar e logo definimos nossa escolha… vamos ao Zoológico!

Então começam os preparativos. Separa a roupa que ele vai vestir, roupa leve porque tá calor. Separa muda de roupa para levar na mochilinha, vai que muda ou tempo ou ele vaza a fralda. Depois os apetrechos para a higienização/desinfecção , fralda, lenço, pomada, etc. Em seguida os mantimentos, lanchinhos, fruta, água, kit-leite, biscoitos. Por fim, as quinquilharias que variam de acordo com o tipo do passeio, como câmera fotográfica, boné, algum brinquedinho ou livro, CDs ou DVDs pro carro, carrinho do bebê. Armada toda essa estrutura de um show de rock, embarca tudo no carro e vamos embora.

A caminho, tudo perfeito, tudo maravilha… Até chegar à metade do trajeto. Cerca de uns 3km antes do parque, tudo para. Trânsito, trânsito, trânsito. Densidade demográfica alta, marcha do carro lenta. Começa a peregrinação rumo aos bichos. Quinze minutos depois, nem 100m à frente. Meia hora depois, mais uns 200m. Uma hora depois, nem sinal do tal parque, muito menos dos bichos. Não é possível que todo esse mundo de gente esteja indo pro Zoológico. Não é possível que não tenha mais vaga no estacionamento, são 2.000 vagas, consultei no site. Não é possível que não vamos entrar… Clique e continue lendo!

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07 ago 2013

Brincadeiras

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Gabi Miranda

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Engraçado que, não sei porque, mas minha relação com o Ben envolve muita brincadeira. Acho que é o jeito dele, só pode! Ele é uma pessoa feliz, de sorriso fácil e natural. Dono de uma gargalhada gostosa de ouvir, que não é nada difícil de aparecer.

Parei para pensar e rapidamente consegui eleger pouco mais de 10 ocasiões que costumam render boas brincadeiras:

  1. Hora de tomar banho: ele leva os brinquedos pra água e tome gargalhada;
  2. Ao acordar: não é sempre, mas tem dia que o sorriso aparece antes mesmo dele abrir os olhinhos;
  3. No almoço: o bocão para estacionar a colher cheia de arroz é uma festa;
  4. Entrar na escolinha: se tiver acordado, nem despede de você direito, já corre para brincar com os amiguinhos;
  5. Ir embora da escolinha: faz a farra lá mesmo, na frente do portão. Pula, grita, abraça, dá beijo, joinha, sorrisos;
  6. Ir à feira: além de sempre ganhar uma banana na barraca, tem o parquinho ao lado. Não precisa nem comentar, né?;
  7. Clique e continue lendo!

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21 jun 2013

De verde e amarelo, és mãe gentil #protestomaterno

por
Gabi Miranda

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protesto materno

O povo foi para as ruas. Alguns manifestar, outros para quebrar.

Sinceramente, não sou das que acham que é preciso quebrar para reconstruir. Não, não estou com dó do Itaú com seus vidros quebrados. Mas já vejo o Brasil como um país maltratado demais. Vandalismo nessas horas só piora a situação. Torna-se uma festa pobre e para essa prefiro não ser convidada e desejo que meu filho nunca faça parte.

Sou a favor da manifestação pacífica. Onde adultos, crianças, famílias inteiras podem sair às ruas tranquilos para reivindicar seus direitos. Como foi na última segunda-feira, 17/06.

O Brasil virou capa em diversos lugares do mundo.

As exigências são diversas, de PEC 37 a Estatuto do Nascituro.

Todos querem coisas em comum: transporte público de qualidade, trabalho, educação, saúde, segurança, direitos humanos, o uso correto dos nossos impostos, as pracinhas em boas condições (leite e fraldas num preço mais baixo é bem-vindo também)!

Acho bonito ver as pessoas lutando por seus direitos num país onde a corrupção e o juros altos reinam. Onde a desigualdade social é discrepante. Toda essa droga que já vem malhada antes de eu nascerClique e continue lendo!

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24 maio 2013

Vamos brincar! – Semana Mundial do Brincar (blogagem coletiva)

por
Gabi Miranda

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Eu tinha pensado em levar o Benjamin em um lugar diferente, que ele não tivesse ido ainda, como era a proposta da Aliança pela Infância para a Semana Mundial do Brincar. Mas não consegui cumprir. O máximo que consegui fazer foi levar Benjamin ao Shopping Garden – uma loja de paisagismo e jardinagem onde tem flores, plantas e acessórios. Parece estranho, eu nunca imaginei, mas é engraçado como um lugar como esse pode ser atraente para as crianças na idade dele. Benjamin adorou! Correu, viu diversas plantas, brincou dentro de um vaso gigante!


Aqui em casa valorizamos momentos de prazer com o Benjamin. Não gostamos muito de ficar trancados em casa, então sempre que podemos levamos Benzoca para passear, brincar fora, ter contato com o mundo.

O que percebo é que cada vez mais as crianças (e nós adultos) são bombardeadas com tecnologia. Isso desde muito novinhos. Percebam os brinquedos, cada vez mais barulhentos e cheios de botões. Clique e continue lendo!

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09 ago 2012

Leite é amor, Doar também é.

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Gabi Miranda

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Nunca vou esquecer quando amamentei o meu Ben pela primeira vez. Considero a primeira vez o terceiro dia após o parto, quando meu seio passou a encher, encher, encher de leite. Antes disso foi bem esquisito, porque saía só o tal do colostro e até o bebê pegar de jeito existe certo desconforto para mãe. A sensação de aninhar seu bebê em seus braços, amamentá-lo, o jeito como ele te olha, a forma como posiciona sua mãozinha tão pequena em seu seio, é indescritível e emocionante demais.

Durante o primeiro mês do meu Ben, pensei que ficaria sem leite. Fiquei com muito medo, mas não passou de um susto e fui muito bem orientada pela pediatra. Como descrevi aqui (Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna) tive bastante leite e por vezes pensei em doar. Não doei. E me envergonho disso, principalmente, quando lembro da minha volta ao trabalho: hora do almoço, peitões cheios, retirava 300ml de cada, não tinha aonde armazenar e qual era o destino dessas 2 latinhas de coca-cola…?! A segunda retirada eu não fazia, ficava segurando (peitão estourando) até chegar em casa, quando aí sim eu retirava e armazenava para mandar pro berçário. E então me entregava completamente para meu Ben, seguindo as habituais mamadas noturnas. Clique e continue lendo!

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08 ago 2012

O pai que ele é – Blogagem coletiva Mulher e Mãe

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Gabi Miranda

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Quando a gente casa, se junta, se enrola, conhecemos aquela pessoa como amante, amigo, companheiro. Criamos a expectativa de que será um bom pai. Pelo menos acreditamos “é essa pessoa que quero para pai dos meus filhos”. Desconhecemos-nos completamente como mãe e pai.

Antes dos filhos ministramos diferenças básicas: preferência por tampa da privada fechada, tubo de pasta de dente apertada por baixo, nada de manteiga cheia de furos, final do campeonato brasileiro de futebol ou último capítulo da novela (?), pizza ou lanche (?), no cinema: Batman ou Homem Aranha e assim vai…

Chegam os filhos. A casa cheia de fraldas, lenços umedecidos, brinquedos espalhados pela sala, noites mal dormidas e surgem outras tantas diferenças entre o casal (mãe e pai). Os primeiros meses da chegada do bebê é uma fase complicada. A mãe se torna um ser neurótico, quase uma máquina de cobranças e ordens: “pega aquela fralda” e um segundo depois “não precisa mais já peguei”, “faz a mamadeira”, “prepara o banho”, “já fez isso..e aquilo?” A mãe quer ser a melhor do mundo. O pai corre na tentativa de se tornar o melhor pai do mundo. Clique e continue lendo!

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04 jun 2012

Blogagem coletiva – Dia das Mães

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Gabi Miranda

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E o dia das mães continua rendendo presentes… Participei da blogagem coletiva Mulher e Mãe e ganhei esse lindo colar da Mari Vieira que faz um monte de jóias lindas! Recebi agora, não resisti e já estou usando.

Simplesmente adorei!

Obrigada, meninas!!!

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23 fev 2012

Ganhei, ganhei, ganhei!

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Gabi Miranda

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Lembram da blogagem coletiva do Mamatraca?! Então, o Bossa Mãe participou e ganhou 6 meses de NetFlix! É isso mesmo, vou ficar 6 meses assistindo a filmes e séries que eu quiser. Fiz as contas e vai dar pra curtir esse prêmio até o inverno. Ai que delícia! Adooooro…!

Obrigada às Mamatracas que me deram a notícia que só vi nessa quarta-feira de cinzas… Fiquei contente com a notícia inesperada.

Leia o Parto do Bossa Mãe, post da blogagem coletiva.

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09 fev 2012

Redes sociais x revistas x informação

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Gabi Miranda

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O Mamatraca essa semana está discutindo a maternidade na rede. Achei o máximo essa pauta, porque há alguns dias estava pensando em como fui envolvida com a blogosfera materna. Eu não tenho muitas referências maternas e por isso acho que me encantei tanto com a possibilidade de conhecer outras mães e trocar experiências. Acredito até que estou me tornando uma mãe melhor por isso, por ter acesso a esse leque de informações e possibilidades.

Gosto muito de ler e um ano antes de engravidar comecei a ler a revista Crescer. É uma excelente publicação. Outro dia, para conhecer, comprei a revista Claudia Bebê. E na semana passada adquiri a edição de fevereiro da revista Pais e filhos – adorei essa revista!

Cito as revistas porque após meu envolvimento com a rede materna, após ler livros sobre maternidade, além do meu dia a dia de mãe, comecei achar as publicações carentes de informação. Estou com a impressão de que as revistas são produzidas por pessoas que não são mães, ok até aí tudo bem, mas por profissionais que não vão a fundo às questões, não pesquisam, não vão a campo. Algumas matérias parecem incompletas e algumas dicas infundadas. Como a que vi outro dia, numa rede social: para matar a saudade enquanto seu filho está na escola, dê um celular a ele. Tá, mas e se seu filho tem três anos? Ou ainda: ligue para ele na escola. Imagina se toda mãe ligar na escola para falar um pouquinho com o filho… Clique e continue lendo!

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