30 set 2016

Hora de dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

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Toda noite na hora de dormir, passo no quarto das crianças para dar uma espiada nelas. No Benjamin sempre dou um beijinho. Mentira. Dou uma cafungada no pescoço dele, cheiro e beijo muito. Na Stella só verifico se está coberta e se não estiver, a cubro com o maior cuidado do mundo – não ouso encostar nela, pois sei quanto me custa fazê-la chegar nos sonos dos Deuses. É diferente o hábito que tenho com cada um. A Stella ainda dou de mamar (ela toma mamadeira) e a faço dormir no colo. Esse é o nosso momento de paz, tranquilidade, quando antes de colocá-la no berço ainda dou um beijinho, fico bem pertinho dela para sentir aquele cheiro de bebê. Uma vez colocada no berço, me limito a chegar perto novamente.

O Benjamin chega em casa na maioria das vezes dormindo, marido que coloca pijama e o leva pra cama. Por isso, sempre dou uma passada pelo quarto na hora de dormir, para lhe dar um beijo e sentir aquele cheirinho, o melhor do mundo. Chego a deitar ao lado dele. Fico bem pertinho para sentir aquele cheiro delicioso, reparo naquela boquinha aberta transmitindo aquele hálito gostoso que só os nossos filhos tem. Gosto também de sentir o coração deles enquanto eles dormem. E lembrar que aquele mesmo coração já bateu dentro de mim.
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14 set 2016

Entre amor e… paciência!

 

Tenho vivido entre amor e ódio com meu filho mais velho, quando na verdade preciso viver entre amor e paciência

 

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Imagem Google

Passei 4 anos mãe de um filho só. Algumas vezes achei que era difícil, como também achei que tirei de letra. É aquela coisa, as fases vão passando, nós ganhamos experiência, aprendemos a lidar com as situações e comportamentos da criança e de alguma forma vai ficando mais fácil mesmo. Fica tão fácil que a gente decide ter outro filho, porque não tem como complicar mais. Ou tem? Só um pouquinho.

Quando temos dois (ou mais) filhos, vivemos aquela situação de ter que dar atenção simultaneamente para ambos. Sim, porque se isso não acontecer, vai chegar uma hora que um dos filhos vai se sentir abandonado e estou com a impressão que acontece com o filho mais velho. Porque ele depende pouco menos dos pais, tem mais autonomia e a gente acha que ele está indo bem. Amor não falta. Mas paciência… Amor e paciência não andam juntos, obrigatoriamente, o tempo todo.
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06 set 2016

Os primeiros passos da Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella começou a andar firme e segura de si, no seu tempo como deve ser
Deu os primeiros passos e agora ninguém segura esse bebê

 

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Existe uma expectativa entre os pais quando o bebê começa a dar sinais dos primeiros passos. É também um estágio de desafio para o bebê e marca uma grade fase do desenvolvimento dele. Stella estava há mais de semanas andando segurando pelos móveis. Ou pegava uma cadeira e saía empurrando de modo a andar pela casa. Ela demonstrava certa insegurança para se soltar. Deu os primeiros passos livres dia 29 de julho de 2016, um dia após ter completado um ano de idade e um dia antes de sua festa de aniversário. Depois disso deu outros passos e parou, ficou só ensaiando. Voltou a andar cheia de segurança depois de 15 dias dos seus primeiros passos.

É preciso ter paciência, incentivar, mas sem fazer comparações. Cada individuo ao seu tempo. O Benjamin andou com um ano e um mês todo seguro e quando começou também não parou mais. Assim como no dia que aconteceu com ele, foi muito emocionante ver Stella dar seus primeiros passos em minha direção enquanto eu chegava da rua. É uma alegria vê-la indo e vindo pela casa, percorrendo todos os cômodos. Ao mesmo tempo que eu não quero deixar de ter um bebê em casa, tenho um sentimento de felicidade genuíno e gratificante ao vê-la adquirir equilíbrio, independência e liberdade – algo que para conquistar, começamos batalhar desde cedo.
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05 set 2016

Escolhas

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

– Ben, você foi convidado para participar da corrida Cartoon Network e um adulto pode correr junto. Com quem você quer correr, com o papai ou com a mamãe?, perguntou o pai ao menino.

– Quero ir com a mamãe!, respondeu o menino.

– Por que com a mamãe???, questionou o pai um pouco decepcionado.

– Porque uma vez com cada um, ué…

– Mas quando a gente vai correr de novo?

– Numa outra oportunidade, uma vez cada um, primeiro a mamãe, depois com você.

 

E ontem, lá fomo nós, a convite da OMO, participar da primeira corrida juntos. #CorridaCN Cartoon Network.

Escolhas-bossa-mae

 

Tive um sobressalto ao ouvir esse diálogo. Eu tinha oferecido para o marido correr com o Benjamin e ele decidiu perguntar o que o menino preferia. Eu não teria feito Benjamin escolher entre eu e o pai. Primeiro porque acho que isso não se faz com uma criança, segundo porque sou ciumenta e ficaria mal caso a escolha dele não fosse eu – mesmo sabendo que nada e ninguém ocupa o espaço que tenho no coração e na vida dele, terceiro porque eu sempre imaginei que a escolha dele em primeiro lugar fosse o pai, principalmente para uma atividade assim que eles tem algo mais em comum. Portanto, eu não me atreveria (fazê-lo) passar por isso. Foi uma grande surpresa ao ouvi-lo me escolher. Meu eu interior pulou, dançou, deu gritinhos, puxou os cabelos, tudo de felicidade. Mas acho que foi uma grande surpresa para o marido também.
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29 ago 2016

Não sinto falta da minha vida antes da maternidade

É um tal de “filho cansa, não consigo ser a mãe que quero, estou exausta, sinto falta da vida sem filhos” e por aí vai… Não discordo de nada disso, mas não sinto falta da minha vida antes da maternidade

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Confesso, tenho meus momentos de baixo astral, mas prefiro sempre ver o lado bom da vida, seja ela materna ou não. Não sinto falta da minha vida antes da maternidade. Acho que tudo vivido antes dos filhos foi demais e aproveitei na intensidade necessária para deixar lembranças agradáveis, tanto que só tenho boas lembranças. Eu não trocaria nada nessa vida para voltar no tempo, não sinto saudade a ponto de me lamentar.

O contraditório disso tudo é que nunca me imaginei casada e com filhos. Sempre achei que essa tal de maternidade não era pra mim. Eu sonhava em desbravar o mundo. Mas a vida é muito louca e toma rumos inexplicáveis. E hoje eu não imagino a minha vida sem filhos. Casei com um cara que conheci num desses encontros às escuras. Quase isso. Eu trabalhava numa assessoria de imprensa que atendia a empresa para qual ele trabalha. Então nos falávamos todos os dias por telefone e e-mail, até que um dia ele começou a me chamar para sair. A história é longa… resumidamente, ao vê-lo, por nenhum segundo passou pela minha cabeça que viveríamos tudo o que já vivemos juntos. Nosso encontro virou uma paixão, que se transformou em amor e quando vimos não tínhamos mais para onde fugir, não adiantava resistir. O amor foi crescendo, crescendo, crescendo e… transbordou. Transbordou em forma de filhos. Estamos indo para um casamento de 8 anos. E quando olho para trás não consigo sentir falta da minha vida antes dele e de nossos filhos.
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16 ago 2016

Filhos: um é pouco, dois é bom, três…

Um filho é pouco, dois é bom, três… ensinam muito mais!

 

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Imagem Google

Já faz algum tempo, conheci uma mamãe de muitos. Ela tem 7 filhos e esbanja um sorrisão de orelha a orelha. Pensei: para essa aí um é pouco, dois é bom, sete é melhor ainda! Conheço algumas mães de três. Além das amigas blogueiras Diiirce e Marina, no trabalho tenho uma colega mãe de três e, recentemente, minha melhor amiga, minha irmã de coração, madrinha da Stella, anunciou sua terceira gravidez – muito desejada já há algum tempo.

Aqui em casa, tínhamos um combinado: se a segunda gestação viesse um menino, teríamos o terceiro só para ver se vinha uma menina. Marido tremia na base até que nasceu Stella e ele deu por encerrado esse assunto. Mas a mamãe aqui, para assombro do papai, começou a dizer que precisava vir um desempate, que um terceiro filho fecharia o ciclo familiar. É comum tremular após o primeiro, quem dirá após o segundo filho. É claro, depois que passamos todo aquele perrengue de enjoos nos 4 primeiros meses de gestação, noites mal dormidas, fraldas, choro, dentes nascendo, os primeiros 6 meses de vacinas intermináveis, aquela ansiedade toda… quem quer enfrentar o terceiro filho?!
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20 jul 2016

A importância dos amigos para seu filho

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Todo mundo sabe a importância dos amigos em nossa vida, mas saiba, é fundamental cultivar a amizade dos filhos enquanto eles ainda são pequenos

 

a importância dos amigos

Imagem Google

Em tempo de redes sociais, todo mundo é amigo de todo mundo. A palavra “amigo” se desvirtuou e anda perdendo o sentido, esta aí o facebook, local ótimo para manter relações, mas onde todo mundo se considera amigo. Sabemos que existem diferentes tipos de amigos e em vários níveis. Mas os amigos verdadeiros são aqueles com quem queremos dividir todos os momentos de nossas vidas, com quem temos prazer de estar junto. Amigos podem até ser divididos em grupos: os da escola, os do condomínio, os do trabalho, os da faculdade, os da blogosfera… Mas convenhamos, os 378 amigos do facebook não são todos amigos. Amizade é algo preciso demais para se perder com a modernidade e tecnologia, portanto precisamos ensinar o verdadeiro valor e conceito de amigo para nossos filhos.
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12 jul 2016

A maternidade é um mito, mas…

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A maternidade é um mito, mas a vida é mehor com filhos

Imagem por Danielle Guenther

Imagem por Danielle Guenther

Sinto que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivia lhe perguntando: quando você vai ter um bebê? Coisa mais chata essa, né?! A sociedade sempre verbalizando e achando que é um dever a mulher procriar. E se ter filhos não é desejo da minha amiga? Talvez isso nem esteja em seus planos, talvez ela nem me fale nada justamente porque vivo cultuando a (minha) maternidade.

Sim, eu cultuo a minha maternidade. E a maternidade é um mito!

O mito da maternidade começa desde a gravidez. A mulher não pode nem reclamar da gestação. Tenho uma prima que não achou divertido estar grávida, mas ama ser mãe e já que ter mais filhos. Eu posso dividir minhas duas gestações em duas fases: o início que não foi nada divertido e que eu vomitava a cada 7 minutos. O meio da gestação em diante, quando enfim adorei estar grávida e vi um pouco de graça (fala que não é bom usar as filas e assentos preferenciais, ter todo mundo te paparicando?!). Pós-parto, pergunto-me se preciso mesmo listar os mitos?! Mas não resisto, vou citar o que não é mito: 25h cheirando a leite, cabelo despenteado, noites mal dormidas, aquela bendita cinta apertando nossos órgãos corpo, restrições alimentares, peso acima do normal, corpo bagunçado, seca sexual, etc, etc, etc….
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16 jun 2016

Feliz 5 anos, filho!

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Feliz aniversário, feliz 5 anos filho!

5 anos

São 43.800 horas.
1.825  dias.
260 semanas.
60 meses.
5 anos. CINCO anos!

São cinco anos, filho.
Em cinco anos, as pessoas pagam financiamentos de carro, fazem planos a médio prazo, se formam na faculdade. Nesses cinco anos, você aprendeu a andar, a falar, a comer sozinho, a se socializar, a dobrar suas roupas, a tomar banho, escrever seu nome, o alfabeto inteiro, a soletrar, a desenhar, a jogar vídeo-game, andar de bicicleta, a falar inglês melhor que eu e mais um monte de coisas… já viajou bastante e se tornou um irmãozão. E são só 5 anos, filho.

Você gosta de dançar, de fazer gracinhas, assistir filmes, ir ao cinema, escutar música (e cantar), de pular e anda pelo apartamento como se fosse um macaquinho.

Você já faz perguntas difíceis e conexões incríveis que me fazem pensar “como não pensei nisso antes?!”. Mas eu sei porque. Porque você me convida a olhar o mundo com calma e com outros olhos, com outro frescor. Eu te apresento o mundo, mas é você quem me mostra o quanto ele é bonito.
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31 maio 2016

Escreva uma carta à mão para seu filho

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade

Carta de amor é escrita não para dar notícias, não para contar nada, mas para que mãos separadas se toquem ao tocarem a mesma folha de papel.
Rubem Alves

carta-escrita-a-mão-bossa-mãe

Pinterest

Em tempos de tecnologia avançada, onde não usamos mais papel e caneta, e correspondência são só contas (e olhe lá, porque até isso chega por códigos de barra no celular), resolvi escrever cartas à mão para meus filhos. A ideia é produzir algumas coisas como causos engraçados, histórias de família, textos pequenos, lembranças e até reunir alguns textos do blog mais destinado a eles. O blog já tem centenas de textos e duvido que um dia meus filhos leiam tudo o que está aqui. No entanto, acredito que se encontrarem um caderno ou um envelope, assim com a letra da mãe, talvez isso tenha uma força maior e desperte a curiosidade deles.

Esse desejo surgiu ao mexer numas coisas guardadas da minha mãe. Faltavam alguns dias para meu aniversário de 35 anos, há um mês, e precisava sentir a presença dela de alguma forma. Fui lá fuçar e revi várias coisas escritas por ela. A letra da minha mãe. Não sei explicar, mas é bom ter a letra dela estampada ali. Pensar que ele pegou naquele papel, que tem as impressões digitais dela. Mesmo que isso me faça pensar nas impossibilidades…
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