17 set 2018

Ser demitida foi a melhor coisa que me aconteceu em 2017

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

No dia 15 de setembro de 2017, fui demitida da empresa para qual trabalhei há mais de 8 anos. Na época, meu marido também estava desempregado, meu atual chefe sabia e me demitiu alegando corte da maior despesa da área. Não vou mentir. Apesar de ter desejado muito ser demitida, naquele momento, eu fiquei puta da vida. Não fiz tentativa nenhuma para ser forte. Chorei. Desabei. Fui tomada por muitos sentimentos. Contraditórios até. Era uma sexta-feira. E me dei o direito de sentir todos os sentimentos ruins naquele final de semana. Eu ainda não tinha certeza que ser demitida seria a melhor coisa que podia me acontecer.

ser demitida foi a melhor coisa

Na segunda-feira, acordei e decidi virar a página. Enfim, comecei a pensar em todas as possibilidades que estavam à minha frente. Antes de qualquer decisão, a primeira coisa que fiz, foi aproveitar as minhas férias na Itália com a minha família. E fui feliz em ver quantas coisas fascinantes o mundo oferece.
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10 ago 2018

Paixão pelo trabalho

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

Lembro que em uma das empresas onde trabalhei se falava muito em descobrir a paixão pelo trabalho. A paixão para trabalhar naquilo que realmente gostamos. Que se não estávamos apaixonados pelo que fazíamos não seríamos bons profissionais. Eu ouvia de forma cética porque não sentia essa paixão toda (pelo menos a que eu imaginava que precisava sentir) naquilo que fazia. Apesar de gostar muito do meu dia a dia, aprender constantemente, ter desafios intelectuais e conviver com um time de profissionais excelentes. E também não tinha nenhuma outra paixão escondida que eu estivesse “abafando”, então essa história de paixão me assombrava. Sempre que se falava no assunto eu pensava: pronto, vão descobrir que eu não tenho sou apaixonada pelo meu trabalho!

paixão

O tempo foi passando e me dei conta de que talvez a palavra que eu usaria fosse outra, e não “paixão”. Vocês devem estar pensando: mas qual palavra você usaria? Já vou contar…
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20 jul 2018

Uma das minhas histórias de vida

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

uma das minhas histórias de vida

Houve momentos na minha vida que senti que as coisas fugiam ao meu controle. E hoje vou contar uma das minhas histórias de vida.

Como executiva mentalmente “formatada” para ter tudo planejado, controlado e dando resultados, me deparei em 2016 com a notícia de que tinha um melanoma (câncer de pele metastático). Absorvi a informação de forma muito equilibrada, segui os passos recomendados pela dermatologista e cirurgião oncológico (meus anjos da guarda!) e agendei a primeira cirurgia para 10 dias após o diagnóstico. Praticidade ao máximo! Se tenho que resolver, vamos lá.

Leia também: equilíbrio na vida

Até o pós-operatório tudo estava sob controle. No entanto, a surpresa veio quando, na biópsia que fizeram dos linfonodos (gânglios) da axila, o resultado foi positivo. Ou seja, o melanoma do braço havia passado para os linfonodos e seria necessário fazer uma nova cirurgia para retirá-los. Nesse momento, senti que “as coisas fugiam ao meu controle”. Mistura de medo, susto, “alguém me ajuda, o que mais pode vir”? Sabe quando falam em vulnerabilidade? Pois é, isso mesmo. Sentimento de “perdi o controle da minha vida”.
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12 jul 2018

Coisas que você dizia antes da maternidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos, Maternidade

dizia antes da maternidade

Conta pra mim, coisas que você dizia antes da maternidade e acabou fazendo com a chegada dos filhos?

Falamos que não vamos dar chupeta, muito menos oferecer doce antes dos dois anos. Jamais ficaremos descabeladas ou sem fazer as unhas  após o parto. Criança que faz manha, faz por culpa dos pais. Meu filho, vai comer de tudo! Filho meu nunca vai dormir sem banho e sem escovar os dentes. Perder a paciência e gritar com meus filhos? Jamais!

Porém, a verdade é uma só! A antes de ter filhos julgamos o que é certo ou errado, do nosso ponto de vista. No entanto, quando a maternidade bate na porta, ela dá um soco na nossa cara, joga um balde de cuspe em nossa cabeça. E assim, como diz o ditado: pagamos a língua. Nesse vídeo, eu e a Mari, compartilhamos algumas coisas que a gente dizia que nunca faria na maternidade e acabamos fazendo. Até tem um item ou outro que mantivemos a palavra… mas são tão poucos.
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28 maio 2018

O poder do abraço e seus benefícios

O poder do abraço: já diz a música do Jota Quest, o melhor lugar do mundo, é dentro dentro de um abraço….

o poder do abraço

Abraço é o melhor remédio. A melhor terapia. A melhor forma de curar uma dor ou demonstrar afeto. Abraço é cura para doenças da alma. Taí um método que deveria virar hábito em todos os lares: abraço todo dia. Porque o poder do abraço é sem limites. Ter dois corações batendo um contra outro traz inúmeros benefícios, assim como o sorriso:

  1. estabelece relação de confiança
  2. contribui para auto estima
  3. reduz a irritação
  4. relaxa os músculos
  5. fortalece o sistema imunológico
  6. equilibra o sistema nervoso
  7. nos traz para o momento presente
  8. rejuvenesce o corpo
  9. reduz pressão arterial
  10. melhora o humor
  11. enfim, contribui para o nosso bem estar e traz felicidade!

Você experimentou o poder do abraço em alguém hoje?

Não vale abraço falso, tem que ser dado de corpo e alma, sincero. Não precisamos abraçar só quem a gente ama ou conhece, pode ser até um desconhecido. Embora, eu acredito também na energia transmitida nesse ato. Por exemplo, abraçar uma pessoa com uma energia não tão favorável, pode ter um efeito contrário. Nossa energia pode ser roubada. Há pesquisas que confirmam: quando não gostamos de determinada pessoa, ao abraçá-la, nosso corpo libera o hormônio do estresse, o cortisol. E um abraço dado com amor e honestidade, nem que seja por breves segundos, tem o poder de diminuir os níveis desse hormônio. Ou seja, contribui para diminuir o estresse.
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25 maio 2018

A felicidade dos Brasileiros

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas

A descoberta da Fórmula da Felicidade Sustentável

Ao longo da minha vida me questionei várias vezes como poderia alcançar a felicidade. E quem não? De forma instintiva, fui desenvolvendo as minhas atividades naquilo que gostava e que me dava prazer ou satisfação intelectual. Trabalhei duro gostando do que fazia, estudei, vivi em outros países, tive uma filha, mudei de emprego, trabalhei duro de novo, me divorciei, mudei de carreira e ainda me pergunto como faço para ser mais feliz.

Esse questionamento me fez entrar no projeto da Felicidade dos Brasileiros, um estudo que a CVA Solutions conduziu com o apoio da TheWill2Grow. Descobrimos várias informações interessantes sobre a nossa população e como as pessoas cultivam a felicidade.

Do total de 5.200 entrevistados em março de 2016, 33% estão insatisfeitos (nota de 1 a 6) com a vida, 41% estão felizes (notas 7 e 8) e 26% estão plenamente felizes (notas 9 e 10). A média da felicidade dos brasileiros é de 7,12, considerando notas de 0 a 10. Pessoas com mais de 55 anos são mais felizes do que jovens de 18 a 24 anos e, mais ainda, do que pessoas entre 35 e 44 anos das quais 34,7% declaram estarem insatisfeitas com a vida. Principal motivo: stress com o trabalho e com a falta de trabalho, renda ou sustento da família, falta de tempo para aproveitar as coisas boas da vida, entre outros fatores.
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23 maio 2018

O mau comportamento do seu filho, é uma oportunidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Enxergue o mau comportamento do seu filho, como uma oportunidade“, disse Lorraine Thomas, referência número 1 em coaching familiar no Reino Unido e autora do livro “A mamãe coach – 10 habilidade essenciais para você ser uma ótima mãe“, em uma palestra que assisti recentemente. Então uma luz acendeu no fim do túnel. Eu vinha de dias complicados com meu filho primogênito em relação ao mau comportamento dele. E também da minha falta de tato, maturidade ou sei lá o quê para lidar com a situação. Lorraine disse também: que a maternidade tem que ser mais divertida. Não podemos perder a conexão emocional com nossos filhos.

mau comportamento

Eu estava perdendo com o meu filho mais velho. Quero estar errada, mas quando você para de trabalhar fora você deixa de ser a mãe de quando trabalhava fora. Sinto que antes era mais divertido e agora fico envolvida com as obrigações diárias e acabo perdendo a paciência muito rápido e sendo muito chata. Não estava divertido, leve como tinha que ser. Depois de assistir a palestra da Lorraine redescobri que eu precisava criar momentos de descontração dentro da rotina. Porque isso pode ajudar tudo a ficar mais leve e divertido. Assim como devemos ensinar nosso filho a descontrair, precisamos descontrair com ele.
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20 abr 2018

Julgamentos maternos

Julgamentos maternos existem e estão entre nós mães

Fala-se muito que mães são julgadas, mas as próprias mães vivem de julgar umas às outras. Com essa tecnologia avançada, blogs, redes sociais, ninguém, nenhuma mãe escapa dos julgamentos de outras pessoas, inclusive de mães. Há uma linha tênue entre preocupação em saber como você faz determinadas coisas com seus filhos (para que a pessoa experimente na sua vida também) e o tal julgamento.

Vamos ver o que o Wikipedia tem a dizer sobre julgamento:

O termo julgamento geralmente se refere a uma avaliação que considera uma série de fatores ou provas para a formação de uma decisão embasada. Esse termo possui diversas acepções, como a psicológica, que é usada em referência à qualidade das capacidades cognitivas e adjudicação de particulares, normalmente chamado sabedoria ou discernimento; a religiosa, que é utilizada no conceito de salvação para se referir ao julgamento decisivo de Deus na causa com recompensa ou punição para cada ser humano; e por fim, a mais conhecida, jurídica, que geralmente se refere a uma decisão justificada proferida pelo juiz.
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02 abr 2018

Minhas prioridades para 2018, o que realmente importa pra mim

O ano começou, o primeiro trimestre já foi embora e como estamos? Estamos dando prioridade para aquela lista de metas que fizemos para 2018? Quando eu pensava em parar de trabalhar fora, pensava também nas mudanças que gostaria de fazer no meu estilo de vida. Minha intenção nunca foi parar de trabalhar fora para cuidar de casa e filhos. Eu queria sim mais flexibilidade e tempo para me dedicar as esses dois fatores, mas queria principalmente mudar meu estilo de vida, cuidar das minhas prioridades. Seria possível conciliar e atingir um potencial profissional, ter uma vida familiar harmoniosa e uma vida equilibrada? Detalhe: sem o acúmulo de estresse e ansiedade que se tem quando se trabalha fora.

Eu queria muito conciliar trabalho e vida pessoal sem aquela sensação que me consumia de cansaço, pressão, regras. Meu desejo era, e continua sendo, o de aproveitar meu tempo da melhor maneira possível, fazendo coisas que me deixassem mais feliz e satisfeita. Ser produtiva e não ocupada. Mas como? Como dar conta dos inúmeros compromissos profissionais e familiares, administrar uma enxurrada de informações, e-mails, grupos de whats, blog, redes sociais, vontades pessoais, estado de espírito, saúde, etc? Eu não dou conta de tudo e isso já descobri faz tempo. Nesses 5 meses empreendendo, trabalhando home office descobri outra coisa, o segredo é ter equilíbrio.
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28 mar 2018

Trocas nutritivas que deixam a alimentação e a vida mais saudáveis

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque

Ninguém acredita quando digo que não como verduras. A reação é engraçadíssima: “mas Gabi, com esse corpinho, nunca ia imaginar que você não come verduras“. Eu só como porcaria. Ou melhor só comia. Agora eu alterno por trocas nutritivas. Rá! Uma das metas do meu novo estilo de vida, é cuidar do meu bem estar e minha saúde está totalmente ligada a isso. Qualidade de vida, sabe?! Já tinha escutado falar, mas nunca busquei muito isso não. Para isso, comecei a reeducar meu organismo e fazer trocas nutritivas na minha alimentação. O primeiro passo que dei foi começar as atividades físicas, depois tive a ajuda de uma nutricionista. Nessa jornada contou com a inspiração da Mari Brancatte, do blog Mami e Mais que além de amiga, se tornou uma espécie de conselheira, quem está me ajudando a fazer algumas trocas na alimentação e me dá várias dicas e receitas valiosas.

Uma coisa é fato na minha vida, não consigo comer verduras. Não rola. Também não queria fazer mudanças radicais, primeiro porque não estou fazendo dieta para emagrecer, segundo porque não gosto de sofrimento quando o assunto é comida. Mas a Mari me ensinou um segredo fundamental: escolher os produtos certos. Estou fazendo uma reeducação alimentar, isso quer dizer que não estou cortando alimentos, mas estou fazendo trocas inteligentes, digamos assim. Eu pensava que isso seria super difícil, mas não está sendo tanto quanto imaginei.
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