31 jan 2013

Respeito também tem sabor

por
Gabi Miranda

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“Cuidado com o sabor da autoridade”.

“Nunca me esqueci dessa frase. Não acho que corra exatamente o risco de me deixar seduzir pelo poder da autoridade que a maternidade me dá, pois sou até meio banana, mãe facilmente dobrada por olhinhos pedintes, mas sinto que corremos, todas nós, o grande perigo de automatizar o “faça o que eu digo” na força implácavel do cotidiano. “Não mastiga de boca aberta!” “Tomou banho direito” “Dá a descarga!” “Amarra o cadarço!” Se não cuidarmos, passamos o dia, literalmente o dia inteiro, assim. Não há quem aguente. Nem nós.”

A dica foi de uma amiga e a lembrança é de Denise Fraga. Eu também nunca esqueci esse relato, na crônica “Calo de mãe”, em seu livro Travessuras de Mãe.

Acho que o conselho vai além do automatizar o “faça o que eu digo”, mas também ao respeito que devemos ter pelo filho e a forma como falamos com ele na frente dos outros – e aí acho que inclui a escolha de limites aplicável. Clique e continue lendo!

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