22 maio 2017

Porque é importante apresentar novos alimentos às crianças

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque

Acredito que não tenha nada mais trabalhoso na criação de uma pessoa do que fazê-la se alimentar corretamente, afinal, nem a gente consegue evitar cair em tentações como chocolates, frituras, etc. Então, como exigir de um serzinho que está começando a descobrir novos sabores, que acredite que as verduras sejam realmente deliciosas?

comida delivery

A melhor resposta para esta questão é: fazendo com que a hora da refeição seja uma experiência divertida – e para isso, existem alguns truques que podem ser utilizados. E não se desespere! Pois em alguns dias vai dar certo, em outros, nem tanto. Só não pode desistir!

Uma boa dica, se a pessoa for boa na cozinha, é fazer com que a criança participe do momento de preparar o alimento – mesmo que seja um simples sanduíche. Afinal, se ela fizer parte de sua confecção, vai se sentir especial, mais adulta – principalmente se for pequenininha – e isso vai animá-la.
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25 abr 2017

Canal no Youtube e mais coisas sobre mim

por
Gabi Miranda

Entretenimento, Maternidade

Eis que a pessoa tomou coragem e lançou o canal no Youtube. Mas posso falar? Tá horrível! Não consigo me soltar, tô travada e pra ajudar o negócio tá bem caseiro. Por que estou lançando hoje? Porque é meu aniversário e achei que o tema Tag 36 coisas sobre mim cairia como uma luva já que estou completando 36 aninhos. Mas acontece que eu não treinei antes, respondi as perguntas tudo na hora e com medo do vídeo ficar longo, fui respondendo com a primeira coisa que me vinha à cabeça. O vídeo ficou longo do mesmo jeito, Rá! Poxa, mas aqui é vida real! Acho que vale uma passada lá pra confirmar o que digo e só pra dar um apoio moral para essa humilde blogueira. E como sou definitivamente péssima em frente às câmeras, resolvi fazer o que acredito fazer melhor: escrever. Ao invés de 36 coisas, pro texto também não ficar longo, vou dizer 10 coisas sobre mim que não foram ditas no vídeo.
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12 abr 2017

A mãe dedicada

Não basta ser a mãe dedicada, você também tem que seguir tudo do jeito que os outros falam

 

a mãe dedicada

O bebê nasce e ao nosso lado estão avós, vizinhos, tias, médicos, enfermeiras, todo mundo palpitando em como você deve cuidar do seu filho. A criança cresce mais um pouquinho e sempre tem um palpiteiro de plantão dizendo “ah, ela tá com fome”. “está com sono”. “coloca ela pra dormir”. “essas crianças não saem de frente da televisão”. “ixi, o nariz está escorrendo, ele está ficando gripado”. “compra comida pra essa criança”. “essa criança vai ficar mal acostumada” e blá blá blá. Claro, as pessoas tem a melhor intenção do mundo! Parece que a mãe é que não tem.

É sempre mais fácil alguém apontar o dedo do que levar seu filho mais velho para passear, enquanto você fica com o recém-nascido. Ou palpitar em como você deveria cuidar melhor dos seus filhos, quando poderiam oferecer-lhe ajuda. Há algo que as pessoas não se dão conta! Mães, de primeira viagem ou não, sabem cuidar de seus filhos e o fazem muito bem. Porque a mãe se dedica a essa tarefa. Ela se prepara durante 9 meses e quando seu filho chega em seus braços, a mãe está pronta, embora não pareça, para dedicar-se à missão que tem pela frente.
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31 mar 2017

Sobre dar exemplos

por
Gabi Miranda

Destaque

Quais exemplos você dá para seus filhos?

Imagem Google

Dia desses, recebi por engano algo (gostoso pra caramba) que era para outra Gabi. Percebi a confusão e não cheguei a pensar: e agora, vou comer ou vou avisar? Avisei. Combinamos que eu deixaria na portaria para que pudessem retirar. Um horinha depois a pessoa me contatou dizendo que eu podia ficar com o presente alheio, pediu-me outro favor e agradeceu imensamente por eu ter avisado. Mas agradeceu muito mesmo. Agradeceu demais. Por eu ter avisado e por ser tão querida.

Oras, como assim? Meu peito até estufou de alegria. Pela gratidão da moça, por eu ter ganhado um presente por acaso, que nem era pra mim. Mas ela não tinha nada que agradecer tanto. Porque é assim que tem que ser. Eu estava só fazendo o meu dever como cidadã. Só estava exercendo a educação e exemplos que recebi da mamis. Se não me pertence, devolvo. Pra mim é algo natural.
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20 mar 2017

Como ser feliz no trabalho

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Quando eu era criança sonhava o que eu seria quando crescesse. Não pensava no trabalho como algo negativo. E vivia brincado de secretária. Por muito tempo, quando era bem pequena, eu pensava que seria secretária. Eu era feliz no trabalho! Já crescida, eu tinha dúvida entre duas profissões: psicologia e jornalismo. Escolhi a segunda opção e não fui muito bem sucedida. Eu tinha uma visão romântica da profissão. E por ter um pai jornalista, isso reforçava meus sentimentos. No fim, nunca exerci a profissão, embora tenha sempre trabalhado no ramo editorial e feito alguns freelas, o que talvez não me deixa cair numa frustração.

Mas a verdade, é que quando somos crianças, não pensamos no trabalho como algum ruim. Nem imaginamos que um dia estaremos torcendo para hora passar rápido para então chegar ao fim do expediente.  Só quando crescemos temos uma visão real do que é trabalhar. É responsabilidade na veia. Muitas vezes é chato pra caramba. É como tudo na vida. Não é perfeito, mas também não é a pior coisa que pode nos acontecer. Percebo que muitas pessoas não gostam do que fazem. Outras vivem insatisfeitas com o seu trabalho. Tem as que trabalham e odeiam. Já falei aqui que adoraria passar mais tempo com meus filhos, mas eu não conseguiria parar de trabalhar, por exemplo. Eu não me vejo cuidando da casa e das crianças. O trabalho me completa. E por vários motivos.
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08 mar 2017

A mãe, o menino e a quaresma

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

quaresma

A quaresma lembra o período de 40 dias que Jesus passou no deserto sendo tentado. É conhecido como um período de reflexão, de valorizar o silêncio, avaliar os nossos comportamentos. É um tempo favorável para nossa renovação. Durante 40 dias o exercício é resistir a vontade da carne. É fazer um sacrifício pela vida de Jesus.  Não se faz promessa, não se faz pedido, é um compromisso interno consigo mesmo. Eu nunca fiz quaresma, nem mesmo quando frequentava a igreja na adolescência. Mas resolvi que esse ano faria. Daí surgiu a conversa entre eu e o Benjamin.

-Por que vc não vai mais tomar Coca-Cola, mãe?!

– Porque vou seguir a Quaresma, filho.

– O que é quaresma?!

– Depois te explico melhor, basicamente não pode comer carne, mas estou deixando de tomar Coca-Cola no período de hoje, fim do Carnaval, até a Páscoa.

– Pra quê?

– Pra realizar um pedido.

– Que pedido?

– Que aconteça o que for melhor para todos.
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23 jan 2017

Por que a gente quer ter filho?

Quanto mais penso nos problemas, mais problemas acho. Poderia listar uma infinidade de coisas que poderiam me fazer achar a maternidade um eterno cansaço. Nós (digo nós, eu e marido), por exemplo, não temos ajuda de ninguém com as crianças e com a casa. Corrigindo, com a casa temos uma ajudante a cada 15 dias. Claro que não ter ajuda dificulta um pouco mais a nossa vida de pais, mas também já me acostumei com a emoção. Adoraria ter ajuda com as crianças, mas não temos porque falta avó-tia-vizinho-pessoas-de-fé-e-camaradas-pau-pra-toda-obra porque cada um tem a sua vida, porque moramos distantes, porque eu também não sei pedir e aceitar ajuda. Enfim, por n motivos e eu poderia falar um post inteiro sobre isso

Já ouvi que não tenho ajuda em casa porque não quero. Carinha pensativa… Sim, poderia ter uma ajudante diariamente ou três vezes por semana. Seria até um sonho. É uma mão-de-obra cara, um investimento que eu e marido após alguns estudos e análises decidimos não bancar. É uma escolha como tantas outras. Assim como tem gente que tem ajudante diariamente mesmo passando aperto. Enfim, cada um com suas escolhas.
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25 nov 2016

Como desenvolver o hábito de leitura nas crianças

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Livros infantis

Recentemente comecei a ler um livro com capítulos grandes para o Benjamin. Temos o costume de ler sempre livros de histórias curtas, dessas que se lê em minutos. E nos últimos tempos, três pessoas me falaram que começaram a ler livros com histórias grandes para os filhos. Primeiro uma colega me pediu uma dica para começar a fazer isso com o filho, eu não tinha como ajudá-la. Depois uma amiga disse que iniciou esse hábito. E uma das minhas primas comentou que está lendo Monteiro Lobato para a filha dela de 4 anos. Benjamin tem a coleção completa de Monteiro Lobato e eu não tinha pensado que podíamos começar a lê-los, achei que ele ainda fosse muito novo.

Comecei a refletir sobre isso. Em tempos de tecnologia avançada, as crianças nessa idade só querem ficar grudadas no celular ou ipad. Se tem idade para ficar jogando, assistindo filmes e até ouvindo histórias nesses aparelhos, tem idade para desenvolvermos o hábito de leitura também. Principalmente, com livros de histórias grandes. Além disso, dia desses li no site da revista Crescer, 4 dicas para seu filho aprender a esperar e uma delas é sobre contar histórias em capítulos, um pouco cada dia, como uma forma da criança aprender a esperar, ter paciência, já que faz ela aguardar o desfecho da história (rá! não me contaram histórias grandes quando pequena).
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07 nov 2016

Teleton – Somos todos iguais

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Qual o tamanho do seu problema?
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teleton

Nesse final de semana, Participei do Teleton junto de outros influencers. Foi uma experiência comovente. Estar ali perto de pessoas que nunca vi na vida, com histórias de superação, carregando no coração um amor imenso pela vida. Anos atrás, talvez não me sensibilizasse tanto com o que vi no SBT. Mas agora, meu olhar de mãe, enxerga além do que vejo a um palmo de distância. Teleton, todos sabem, é uma maratona de programação exclusiva, cuja finalidade é arrecadar dinheiro para assistência de pessoas que se tratam na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).

No dia em que participei do Teleton, conheci a Vitória, uma menininha de dois anos e meio, que nasceu sem os dois braços. Espoleta que só, fiquei admirada com a alegria e energia daquela garotinha. E impressionada com a força de sua mãe. Fiquei um bom tempo conversando com as duas, até que finalmente Vitória ficou minha amiga. Abracei e beijei tanto essa menina que ela deve dar graças a Deus que talvez nunca mais me veja nessa vida. Naquele breve instante, eu a abraçava por dois motivos. Por sentir um carinho inundar meu coração e por vontade de abraçar meus filhos que não estavam comigo naquele instante.
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17 out 2016

Deixando os filhos com a babá pela primeira vez, e agora?

Pesquisa Bossa Mãe afirma: casais que saem sozinhos deixando os filhos com babá são ótimos pais

baba

Algo corriqueiro entre muitas famílias, por aqui nunca tinha saído deixando os filhos com a babá. Consequentemente eu e marido não saímos muito sozinhos. Antes eu contava com a ajuda da minha mãe. Mas como não tenho mais ela, acabou que não tinha pensado outras soluções. Essa é mais uma dificuldade dos pais de dois ou mais filhos. Um filho você ainda arruma um jeito, é possível encontrar uma pessoa familiar e de confiança para ficar com ele durante algumas horas. Lembro que uma tia minha já ficou com o Benjamin. Já dois filhos é mais difícil porque é necessário que o cuidador, seja ele familiar ou não, tenha disponibilidade e disposição. E quando tem um bebê envolvido, facilita quando ele fica em seu ambiente com tudo o que ele já conhece.

Mas nem sempre é fácil encontrar alguém disponível. Muito menos pra ir até sua casa. Cada individuo possui uma rotina de vida e mesmo que pareça ter tempo livre, precisamos estar preparados para receber não como resposta. Precisamos nos colocar no lugar da pessoa, principalmente quando ela não tem responsabilidades do tamanho de um filho. A princípio chateia um pouco receber negativas, ainda mais quando os nossos pedidos são raros. Sou a favor de usar a empatia, mesmo que não usem pensando o meu lado. É comum uma pessoa que não tem filhos não se colocar no lugar de quem os tem, não imagina a realidade em que vivemos, as necessidades que temos. Entre elas, a de que mães e pais precisam de ajuda.
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