21 jan 2013

Mãe na direção

por
Gabi Miranda

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Com o objetivo de ajudar de forma integrada e participativa as mães e filhos que passam bastante tempo a bordo, a Renault do Brasil desenvolveu um projeto chamado Mãe na Direção para as mães compartilharem ideias e soluções para os diferentes problemas enfrentados enquanto dirigem na companhia de seus filhos. Para essa ação foi criada uma página no Facebook onde a personagem Wanessa (verdadeira) divide os dilemas que ela enfrenta ao volante com sua filha, Bia. Foi criada também uma websérie que permitia acompanhar e participar através de sugestões. A comunidade tornou-se um espaço de interação entre mães de todas as regiões desse mundão de meu Deus. E eu estava lá no meio, trocando experiência, interagindo e ajudando a construir soluções para os problemas que a Wanessa encontrava.

Eu me tornei mãe na direção logo depois que Benjamin nasceu. Na verdade eu tinha carta, tinha aprendido a dirigir, mas não tinha prática, até que bati o carro, fiquei com medo, parei. Quando engravidei foi uma das coisas que coloquei como objetivo: pegar prática no volante. No primeiro dia de adaptação no berçário, era o primeiro dia que pegaria também a marginal sozinha ao volante e com o meu Ben. Foi tudo tranquilo até eu chegar em casa e bater o carro na lixeira (SIM!!! Só comigo acontece essas coisas) do vizinho e arregaçar o vidro de trás do carro (ninguém se machucou). Como se não bastasse ser o primeiro dia da minha separação com meu Ben, bati o carro da maneira mais babaca. Chorei, me descabelei, disse que não pegaria mais o carro. No dia seguinte, eu estava levando o carro pra arrumar e a vida seguiu. Clique e continue lendo!

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11 dez 2012

Cheia de Bossa

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Eu contei aqui que participei do brunch da campanha “Culpa, não”, promovida pela revista Pais & Filhos. O que não contei é que fui escolhida pela revista para dar uma entrevista para a seção “Família é tudo”. Exerci aí uma das coisas que aprendi durante a gestão: paciência – neste caso, paciência para esperar chegar a revista e compartilhar com os amigos e familiares. Por isso não contei nada antes.

Meu exemplar chegou sexta-feira (07/12) e foi uma grande surpresa! A gente sempre acha que vão publicar justamente a foto que não gostamos, um comentário que fizemos e depois achamos que não devíamos ter feito, ou seja, criamos uma expectativa enorme e depois ficamos um pouco frustrados.

Mas a expectativa superou. Amei a foto que ocupa metade da página. Amei todas as fotos que registram alguns detalhes da nossa casa. Amei demais o título: Cheia de Bossa. Nós amamos! Benjamin já entendeu que tem uma foto dele na revista, não sabe como, mas sabe que tem e aí quando vê a capa do mês quer a todo custo pegar a revista e fica olhando como se tivesse lendo. Maridão comprou alguns exemplares e já combinamos: vai ser mais uma lembrança… Avós, tias e tias-avós também já compraram. Quer dizer, o negócio já se estendeu para a família toda.  Clique e continue lendo!

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18 out 2012

Quando as primeiras palavras ganham forma

por
Gabi Miranda

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Sabe aquele lance das perguntas que acompanham o desenvolvimento da nossa cria e nos deixam quase neuróticas?
Depois de ter passado muito bem pela fase do Já anda???  Estamos na fase da seguinte: ele já fala?
Eu considero que sim e algumas vezes respondo: Sim!
Mas daí para o receptor entender já é outra coisa.
Benjamin fala a língua bebenhês que só os bebês e às vezes os pais entendem.
Das palavras que os pais entendem, estão:

mama = mamãe
papa = papai
xhsuTU = Capitu
caca = sujeira
nanananana = nananinanão
tatua
= estátua

E tem mais essa…


Para um bom entendedor, o vídeo basta.

E o que falar da dancinha do ombro? Se o Latino ver isso, a moda pega.

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16 out 2012

Alguém aqui gosta muito de música

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Gabi Miranda

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12 de outubro, 2012. Feriado. Dia das crianças.

Um bebê de um ano e quatro meses incompletos (até então), se deleita ao som de Palavra Cantada.
Na verdade esse bebezico curte qualquer show, peça teatral, passeio cultural.
E a mãe sempre a fazer uma prece: que se conseve assim, amém.

Ele gosta muito de música.
Tão pequeno e pegou gosto por violão.
Violão desses de verdade, não queiram enganá-lo.
Mas antes disso, ficou encantado por orquestra.
Ele gosta de música clássica.

Ficou encantado ao entrar no OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Ficou em êxtase ao ver aquele monte de instrumentos no palco.
Ele sempre repetindo os gestos:
De tocar violão
Reger orquestra.

Os pais, empolgados (e encantados), filmaram esse entusiamo.
Ao final, já com vários registros, descobriram que não podiam ter feito.
Ah, mas todo mundo fez.
Mas eles querem divulgar para família e amigos.
Esperam, sinceramete, não serem processados por isso.

(Ele também ficou encantado pela moça ao lado. Será que tão pequeno já encena para conquistar?! Não, a mãe prefere não cogitar essa hipótese)

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26 set 2012

O eBook do bebê

por
Gabi Miranda

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Toda mãe quer registrar cada momento da gestação. Eu me arrependo de na gravidez não ter feito mais registros da barriga. Morro de inveja quando vejo esses vídeos sequenciais que mostram a evolução da barriga de uma futura mamãe.

Toda mãe quer ter recordação do crescimento do seu filho do nascimento até os 18 anos primeiros passos, primeiras palavras, primeiras vezes de tudo. Algumas ainda conseguem manter o registro no antigo livro do bebê. Eu tenho esse livro, ganhei de presente da Dani, minha amigona-mãe-já-de-dois. Mas nos dias atuais são tantas atribuições: trabalho, casa, marido, amigos, família, o filho crescendo e você esquecendo de atualizar o tal livro.  Quem nunca?

A era digital modernizou nossas vidas. E foi pensando especialmente nas mamães contemporâneas que a Dermodex Prevent desenvolveu o Programa de Relacionamento Dermodex Prevent. Com 8 aplicativos, o programa é fácil de navegar e proporciona o registro do desenvolvimento do seu bebê da gestação até os dois anos de idade (ou mais). Clique e continue lendo!

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19 set 2012

1 ano, 3 meses e um bebê toddler

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Gabi Miranda

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Acho que já posso afirmar: tenho um bebê toddler em casa. Toddler são bebês acima de 15 meses. Meu Ben completou recentemente essa idade. Gosto da definição de Bebê Toddler, do Potencial Gestante, em Pra que serve um bebê toddler: “crianças que nem são mais aqueles bebês bebezicos e nem crianças totalmente crianças sabe? o toddler já sabe andar, mas não sabe falar direito, já sabe ouvir histórias e já roda, roda, roda.  deu pra entende né?”

Essa idade parece um marco no desenvolvimento dos bebês. É impressionante a transformação. Dia desses acordei e me dei conta, assim no susto: Benjamin está virando um moleque. Seu temperamento já se manifesta forte, meu Ben não gosta de ser contestado, não gosta que neguemos as coisas pra ele. No entanto, é obediente, não se atreve a pegar coisas quando dizemos “não” ou fica nos olhando como que pedindo permissão (balançando a cabeça num gesto de sim, apontando para o objeto). Clique e continue lendo!

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18 set 2012

Era uma vez um bebê…

por
Gabi Miranda

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Sábado passado fizemos um passeio diferente. Levamos Benjamin para ver avião! Minha mãe conta que seu pai sempre a levava para ver os aviões no aeroporto de Congonhas. Nós levamos Benjamin ao Memorial 17 de Julho, uma praça inaugurada esse ano, marcando os 5 anos da maior tragédia da aviação brasileira, quando 199 pessoas morreram no acidente da TAM. Se eu lembro dessa data como se fosse hoje, imagino as famílias…

O lugar apesar de tudo, é tranquilo e tem uma energia positiva. Enquanto via meu pequeno andando solto, ao longe,  fiquei a refletir naquela pequena de vida, naquela grande partícula de mim.

Pra mim ainda é muito louco olhar o Benjamin e saber que foi gerado por mim. Eu que não acreditava fervorosamente em Deus, quando vejo esse bebê – um menino que está virando um moleque, só penso: a natureza é muito sábia, extraordinária, mas essa coisa também tem dedo de Deus!

O pequeno curtiu o passeio. Curtiu o vento em seu rosto. Curtiu até música. Ouviu de longe as notas de um violão e foi ao encontro. Nunca vi, tão pequeno e gostar tanto de música. Clique e continue lendo!

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11 set 2012

Trabalho de reconhecimento pessoal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Eu já disse aqui que meu pai, avô do Benlindo mora na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro – Vista do Pão de Açúcar – Gabi e Piffer – Junho/2006

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Da penúltima vez que meu pai veio para São Paulo, no aniversário do pequeno, meu Ben estranhou um pouco. Atribuímos ao fato¹ de na época meu pai estar de bigode. Mas o fato² é que Benjamin passou a estranhar e olhar desconfiado as pessoas que não conhece. Benjamin passou a precisar analisar, ficar de olho e aos poucos vai se abrindo.

Senti que meu pai ficou um pouco chateado por não ter sido reconhecido pelo meu Ben. O vovô disfarçou, mas meu coração de filha não se engana, muito menos o de mãe.

Tudo marcado, meu pai voltaria no feriado 7 de setembro. Conversamos eu e marido o que poderíamos fazer para amenizar o estranhamento do Benjamin com relação ao avô materno. Surgiu uma ideia bacana. Marido preparou uma apresentação com várias fotos do meu pai e Benjamin juntos, em diversos momentos desde que meu Ben nasceu. Uma semana antes da chegada do meu pai, todas as noites ao chegar em casa, passamos a colocar a apresentação no computador. Algumas vezes a gente sentava com o Benjamin mostrando o vovô, outras deixava a apresentação rolar e perguntávamos “cadê o vovô, Ben?!” e ele apontava para o computador. Sim, o vovô estava lá dentro, em breve estaria ao vivo e a cores na nossa frente e parecia que o nosso plano estava dando certo. Clique e continue lendo!

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04 abr 2012

Almas perfumadas

por
Gabi Miranda

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Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver. Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel. Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda. Tocando com os olhos os olhos da paz. Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração. Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos, Deus está conosco, juntinho ao nosso lado. E a gente ri grande que nem menino arteiro. Tem gente como você que nem percebe como tem a alma perfumada! E que esse perfume é dom de Deus. (Carlos Drummond de Andrade) Clique e continue lendo!

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08 mar 2012

Ninguém segura esse bebê

por
Gabi Miranda

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Hoje foi um dia especial.

Já faz quase um mês que Benjamin ensaia engatinhar. Um mês que ele fica na posição balançado pra frente e pra trás. Há um mês quando ele começou esse ensaio, pensei: “nossa, daqui uma semana ele estará engatinhando!” Tudo é tão rápido que até faz a gente perder noção. Faz uma semana, por exemplo, que ele começou a levantar sozinho. Um dia ele levantou e acho que nem se deu conta do que fez. Ficou dois dias sem levantar e quando fez novamente não parou mais. Faz com a maior naturalidade.

Hoje o carro resolveu nos deixar na mão e não conseguimos levar o Ben para o berçário. Ele ficou aqui em casa com a avó. Estava a caminho de casa quando liguei pra minha mãe:

– Não deixa Benjamin sozinho na cama.

– Ah, eu sei, eu vi que ele está engatinhando.

– O que você disse, mãe?

– Ele está engatinhando! Clique e continue lendo!

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