20 abr 2018

Julgamentos maternos

Julgamentos maternos existem e estão entre nós mães

Fala-se muito que mães são julgadas, mas as próprias mães vivem de julgar umas às outras. Com essa tecnologia avançada, blogs, redes sociais, ninguém, nenhuma mãe escapa dos julgamentos de outras pessoas, inclusive de mães. Há uma linha tênue entre preocupação em saber como você faz determinadas coisas com seus filhos (para que a pessoa experimente na sua vida também) e o tal julgamento.

Vamos ver o que o Wikipedia tem a dizer sobre julgamento:

O termo julgamento geralmente se refere a uma avaliação que considera uma série de fatores ou provas para a formação de uma decisão embasada. Esse termo possui diversas acepções, como a psicológica, que é usada em referência à qualidade das capacidades cognitivas e adjudicação de particulares, normalmente chamado sabedoria ou discernimento; a religiosa, que é utilizada no conceito de salvação para se referir ao julgamento decisivo de Deus na causa com recompensa ou punição para cada ser humano; e por fim, a mais conhecida, jurídica, que geralmente se refere a uma decisão justificada proferida pelo juiz.
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28 mar 2018

Trocas nutritivas que deixam a alimentação e a vida mais saudáveis

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque

Ninguém acredita quando digo que não como verduras. A reação é engraçadíssima: “mas Gabi, com esse corpinho, nunca ia imaginar que você não come verduras“. Eu só como porcaria. Ou melhor só comia. Agora eu alterno por trocas nutritivas. Rá! Uma das metas do meu novo estilo de vida, é cuidar do meu bem estar e minha saúde está totalmente ligada a isso. Qualidade de vida, sabe?! Já tinha escutado falar, mas nunca busquei muito isso não. Para isso, comecei a reeducar meu organismo e fazer trocas nutritivas na minha alimentação. O primeiro passo que dei foi começar as atividades físicas, depois tive a ajuda de uma nutricionista. Nessa jornada contou com a inspiração da Mari Brancatte, do blog Mami e Mais que além de amiga, se tornou uma espécie de conselheira, quem está me ajudando a fazer algumas trocas na alimentação e me dá várias dicas e receitas valiosas.

Uma coisa é fato na minha vida, não consigo comer verduras. Não rola. Também não queria fazer mudanças radicais, primeiro porque não estou fazendo dieta para emagrecer, segundo porque não gosto de sofrimento quando o assunto é comida. Mas a Mari me ensinou um segredo fundamental: escolher os produtos certos. Estou fazendo uma reeducação alimentar, isso quer dizer que não estou cortando alimentos, mas estou fazendo trocas inteligentes, digamos assim. Eu pensava que isso seria super difícil, mas não está sendo tanto quanto imaginei.
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23 mar 2018

A chegada de um irmãozinho

a chegada de um irmãozinho

Como ajudar os irmãos mais velhos a lidarem com a chegada de um irmãozinho, um novo bebê na família?!

Muitas crianças pedem um irmãozinho de presente, mas quando ele chega tudo o que ela quer é construir uma casinha de cachorro no quintal pro novo bebê morar lá, certo?

a chegada de um irmãozinho

É natural que a chegada de um novo bebê desencadeie uma série de comportamentos agressivos: bater, chutar, cuspir, morder – são sinais da frustração do irmão mais velho, que sente-se muitas vezes ameaçado pela presença de um novo membro na família. Embora isso seja perfeitamente normal, é importante que os pais sejam claros, reforçando que bater ou ferir o novo bebê não é permitido.

Além disso, comportamentos regressivos são muito comuns, como: a recusa de usar o banheiro quando a criança já está desfraldada, voltar a fazer xixi na cama, chupar o dedo, mudar a forma de falar para um jeito mais “de bebê”, demonstrar dificuldade de fazer tarefas simples sozinhas que antes eram rotineiras. Essa regressão é um meio para lidar e expressar a mistura de emoções que acontece quando um novo bebê invade sua casa.

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07 fev 2018

Como criar filhos empreendedores

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Viver esse processo de empreender, me fez enxergar o quanto o mercado e o modelo de trabalho estão diferentes. A tendência é se modificarem ainda mais, por isso ando refletindo na importância de ensinar nossos filhos a empreender. Mas como criar filhos empreendedores? Cada vez mais as empresas estão abrindo mão do modelo atual onde o funcionário vai até o local de trabalho e aderindo ao modelo de home office ou coworking. Não é só o mundo corporativo que promove mudanças. As novas gerações também. Eles buscam mais do que estabilidade e conforto num emprego. Os jovens querem cada vez mais evolução dentro da empresa para a qual trabalham e, principalmente, autonomia e liberdade.

a importância de ensinar nossos filhos a empreender

Mas como criar filhos empreendedores

Mas como ensinar nossos filhos a empreender? Há quem acredita que seja perfil de cada um, que ser empreendedor está na veia. A Dani Junco, da B2Mamy, uma vez disse algo que gostei.

“Empreender é comportamento”

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22 jan 2018

Descarte e organização do closet

Marie Kondo diz em seu livro “isso me traz alegria” que só começamos a transformar nossa vida quando queremos fazer isso de verdade. E o que precisamos fazer? Nos conhecer. Sim, autoconhecimento é fundamental para grandes mudanças e transformações em nossa vida. Há um ano, quando li “A mágica da arrumação” e em seguida assisti o documentário Minimalismo passei a me questionar muito sobre o que é importante na minha vida. Na época, fiz o primeiro grande descarte e organização do closet, mas ao longo do ano fui percebendo que não tinha sido suficiente.

Foi quando ganhei um sorteio, da personal organizer Viviane do Tudo Arrumado, para organizar as gavetas do meu closet que me dei conta que precisava de ajuda profissional para o closet inteiro. Passado alguns meses, voltei a falar com ela para colocar meu propósito em prática: realizar o descarte e organização do closet.

Já fui consumista pra caramba e precisei de muito autoconhecimento para descobrir que não posso comprar algo só pra ter. Que é essencial levar em consideração muitos fatores importantes até encontrar e comprar algum item que eu goste ou que seja necessário. Organizar nossa casa envolve bem mais do que decidir o que manter e o que desapegar. Como tenho dificuldade em desapegar… Sou dessas que sempre acho que poderei usar determinado item algum dia ou que algo poderá ser útil. A verdade é uma só: se o objeto em questão não foi usado nos últimos seis meses, nunca mais será. E ainda: você sempre pode se virar sem ele.
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04 jan 2018

12 dicas para um ano novo mais feliz

por
Gabi Miranda

Destaque, Entretenimento, Maternidade

ano novo mais feliz

Janeiro é aquele mês em que colocamos em prática aquela lista de mudanças que acreditamos ser essenciais para um ano novo mais feliz. Há dois anos, eu pratico algumas ações e percebi mudanças significativas na minha vida. Como, por exemplo, me afastar de pessoas que não me fazem bem ou não confiáveis. Ou ainda não reclamar. Eu tinha mania de fazer reclamações por pequenas coisas até que um dia resolvi parar com isso. Passei a enxergar o lado positivo até das situações negativas. Não quer dizer que passei a ser uma Pollyanna, mas que tento aceitar o inaceitável com  mais clareza. Porque não faz bem pra gente e para nossa vida reclamar. A melhor coisa é tentar resolver.

Aí que para me ajudar ainda mais nisso e em outras questões, entrou para minha lista de metas 2018 a meditação. Essa prática é ótima para nos ajudar a solucionar os problemas e escolher a melhor forma de resolvê-los. E foi pensando em ajudar outras pessoas, que relacionei no meu último vídeo do ano no canal, 12 dicas para um ano novo mais feliz. Algumas que já venho praticando na minha vida durante esses dois últimos anos e outras que quero praticar mais, como o caso de ficar menos nas redes sociais.
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01 jan 2018

Quais são suas metas para 2018?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque

E aí, já fez sua lista de metas para 2018?

metas para 2018

Eu sou a louca da meta! Assumidíssima. Adooooro me sentir desafiada. E adoro atingir metas! Sou assim desde sempre, mas acho que isso aumentou em mim quando no meu último emprego comecei a cuidar do maior prestador de serviço da empresa. Os caras faturavam alguns milhões. Logo, a minha meta se baseava nesse faturamento. Eu era conhecida no trabalho por alguns, pela moça da dancinha da meta. Porque meta batida, merece dancinha. E um bordão. O meu era: sou rycaaaaaaa…! Parafraseando uma famosa personagem da atriz Carolina Ferraz.

Mas nunca me referi a riqueza de dinheiro, isso tá longe. Me referia a riqueza de alegria, saúde, energia, otimismo, esperança…. mas voltando às metas. Também amo uma lista (que tem tudo a ver com metas). Meu Budaaaaa, como amo uma lista!!! Bater meta e ticar itens concluídos de uma lista, está para mim como um orgasmo.
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10 nov 2017

Perennials – Que tipo de mulher você quer ser aos 40 anos?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Perennials

Perennials! Esse é o tipo de mulher que eu gostaria de ser aos 40. Perennials vem de perene e é o termo criado pela empreendedora de tecnologia Gina Pell, no final de 2016, para definir as pessoas que cultivam um estilo de vida que combina hábitos e gostos de diversas idades. Ou seja, é um movimento que não se embasa no tempo e na sua idade marcada na certidão de nascimento. É algo ligado com sua identidade social. Em como você se sente em relação ao mundo.

Em primeiro lugar nesse topo, estão as mulheres a partir dos 40 anos. Idade em que atingimos certa maturidade e quando deixamos de nos importar tanto com a opinião alheia. Elas se tornam mais leves, mais donas de sua vida e assumem suas escolhas, mesmo que não agrade todo mundo.

Há quem julgue. Acham que nessa fase, as mulheres querem bancar de mocinhas. Mas não tem nada a ver. Muito pelo contrário. A verdade é que sim, muitas delas nem aparentam a idade que tem. Aceitam os anos, mas não se reconhecem na meia-idade. Cuidam da aparência sim, mas também da saúde. Sua forma de consumir já não é mais a mesma e reinventam a vida. Elas não tem medo do que muitas de nós temos. MUDANÇA! Elas não vivem uma vida por convenção. Se não estão felizes no casamento ou no trabalho, elas não tem medo de alterar e transformar tudo. E não importa a idade em que elas estão. Aliás, essa mulher não está nem um pouco interessada em se encaixar às promessas da idade.
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27 out 2017

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

No post anterior, sobre o desfralde da Stella, comentei que muitas pessoas me pediram ajuda. Fiquei pensando em como contribuir para que as famílias ficassem mais tranquilas. E pensei em compartilhar alguns sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda. Sinais que percebi aqui na prática com o Benjamin e agora com a Stella.

Aconselho iniciar o desfralde quando a família tiver certeza de que a criança está pronta para tirar a fralda. Não existe uma data certa, embora eu já tenha lido que a criança está realmente pronta para o desfralde a partir dos 3 anos de idade. O importante a saber é que cada criança tem seu desenvolvimento. E não é bacana comparar nosso filho com o da vizinha ou da blogueira que seguimos e adoramos.

Para saber se a criança está pronta para tirar a fralda, é preciso ficar atenta aos sinais cognitivos, físicos e comportamentais da criança. E quais são esses sinais?
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23 out 2017

Desfralde da Stella

desfralde

Dia 09/10 iniciamos o desfralde da Stella. Eu já tinha contado em quando chega a hora do desfralde que a escola anterior já havia sugerido iniciarmos esse processo. Na época, Stella estava com 1 ano e meio. Segundo a instituição, ela já vinha dando sinais de que estava preparada. Eu não acreditava muito nisso. Na minha cabeça, para iniciar o desfralde, não basta a criança  dar como sinal a vontade de arrancar as fraldas.

Eu queria que ela estivesse realmente pronta e não acreditava nisso naquela época. E se a mãe não acredita, acho que já é outro sinal de que é melhor esperar. Acredito muito que essa é uma fase que todos precisam estar prontos para começar. Decidi que ainda não começaríamos naquele momento.

Alguns meses se passaram e Stella começou a apresentar outros sinais da sua maturidade fisiológica. Além dos sinais físicos e cognitivos, ela começou a dar sinais de comportamento. Então ela começou a verbalizar que estava fazendo xixi, mesmo estando de fralda. A fralda dela ficava seca por muitas horas, e quando fazia xixi era uma quantidade grande de uma vez. Ficava incomodada com a fralda suja e já conseguia abaixar e levantar a calça.
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