11 dez 2012

Cheia de Bossa

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Eu contei aqui que participei do brunch da campanha “Culpa, não”, promovida pela revista Pais & Filhos. O que não contei é que fui escolhida pela revista para dar uma entrevista para a seção “Família é tudo”. Exerci aí uma das coisas que aprendi durante a gestão: paciência – neste caso, paciência para esperar chegar a revista e compartilhar com os amigos e familiares. Por isso não contei nada antes.

Meu exemplar chegou sexta-feira (07/12) e foi uma grande surpresa! A gente sempre acha que vão publicar justamente a foto que não gostamos, um comentário que fizemos e depois achamos que não devíamos ter feito, ou seja, criamos uma expectativa enorme e depois ficamos um pouco frustrados.

Mas a expectativa superou. Amei a foto que ocupa metade da página. Amei todas as fotos que registram alguns detalhes da nossa casa. Amei demais o título: Cheia de Bossa. Nós amamos! Benjamin já entendeu que tem uma foto dele na revista, não sabe como, mas sabe que tem e aí quando vê a capa do mês quer a todo custo pegar a revista e fica olhando como se tivesse lendo. Maridão comprou alguns exemplares e já combinamos: vai ser mais uma lembrança… Avós, tias e tias-avós também já compraram. Quer dizer, o negócio já se estendeu para a família toda.  Clique e continue lendo!

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27 nov 2012

Tchau, Chupeta!

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Meu nome é Benjamin, tenho um ano e 6 meses e estou a 30 dias consecutivos sem usar a chupeta (mamãe vai chorar quando ler isso). O processo começou há pouco mais de dois meses e não posso mentir (é feio!), caí em tentação algumas vezes.

Não sei se você já ouviu falar que as mães sabem de tudo, isso é a mais pura verdade. Todas as vezes que tive recaída, mamãe sabia! Não sei como, mas ela descobriu que eu pegava a chupeta dos coleguinhas no berçário (assim rapidinho, só pra dar uma acalmada). Mamãe ficou bem brava porque regredi no processo – que exige muita paciência e ela, tadinha, quando pensou ter superado o sentimento de culpa – porque não sabia se estava fazendo certo ou não, teve que começar tudo de novo. Até pensou em desistir.

Ela ficava na dúvida se devia esperar eu entender um pouco mais o assunto ou falar que não queria por conta própria a chupeta. Pensou em esperar eu conhecer o Papai Noel, Fada do Dente, Coelhinho da Páscoa, enfim, esse monte de gente que me parece bem simpática e para quem eu podia dar a chupeta quando não quisesse mais (parece que eles sempre conhecem alguém menor que a gente que precisa mais da chupeta e quando entregamos, eles nos deixam um presentinho como forma de agradecimento). Clique e continue lendo!

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26 nov 2012

As mudanças do maternal

por
Gabi Miranda

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Participamos da primeira reunião da escolinha do Ben. O motivo da reunião era a mudança do Benzoca de berçário para maternal – o que eles chamam lá de início a Educação Infantil. A reunião estava marcada para às 08:00 da manhã, de um sabadão. Passamos a semana passada inteira preocupados em não perder a hora. O recado que convocava para a reunião era claro: Por favor, não se atrase, a reunião começará no horário!

Aqui em casa sempre tentamos cumprir os horários de nossos compromissos e estamos com problemas sérios para acordar cedo. Pra variar, eu acordei atrasada. Levantei no pulo, tomei banho e acreditem: saí de casa com pente, creme, sapato e bolsa na mão. Terminei de me arrumar no carro, a caminho da escolinha. E chegamos a tempo. Mas como não era esperado, a reunião começou atrasada.

Apesar de ir munida de caderno, caneta e um questionário, pensei que falaria pouco. Como se isso fosse possível vindo de mim. Mas como o marido disse, pensamos que teria outra mãe que falaria mais que eu. Engano. Sem dúvida Acho que fui a que falou mais. Descobri que existem três tipos de mães: as chatas exigentes, as moderadas, as mudas. Clique e continue lendo!

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07 nov 2012

Chupeta, o berçário, a mãe – lá vem história

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

A chupeta e mais um monte de coisas que estão acontecendo por aqui

chupeta

Há quase dois meses, iniciei o processo de tirar a chupeta do Benjamin. Eu sempre falei que meu filho jamais usaria chupeta (aquela velha história de quando não se é mãe “comigo vai ser diferente”. Conhece?) e na primeira oportunidade empurrei aquele trambolho boca a dentro.

Benjamin não pegava e eu insistia. Até hoje me pergunto por quê (?). Até que um dia ele pegou. Depois de um tempo comecei achar que ele estava usando demais aquilo e vi que era o sinal vermelho. Em casa já limitávamos o uso só para as sonecas e hora de dormir. Não tinha dúvidas com relação ao uso lá no berçário, pra mim era claro que ele ficava com ela o dia inteiro na boca.

Dois sinais me fizeram ter essa conclusão: 1. nas fotos da festinha de seu aniversário no berçário, Benjamin aparece em todas as fotos com a chupeta na boca e apático (eu não reconheci meu filho). 2. Todo santo dia eu entregava ele sem chupeta e todo santo dia ele era devolvido com a chupeta na boca. Eu até falava como quem não quer nada “mas de chupeta, não é hora de dormir”, “ah, de chupeta não dá pro bebê sorrir”…
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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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18 out 2012

Quando as primeiras palavras ganham forma

por
Gabi Miranda

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Sabe aquele lance das perguntas que acompanham o desenvolvimento da nossa cria e nos deixam quase neuróticas?
Depois de ter passado muito bem pela fase do Já anda???  Estamos na fase da seguinte: ele já fala?
Eu considero que sim e algumas vezes respondo: Sim!
Mas daí para o receptor entender já é outra coisa.
Benjamin fala a língua bebenhês que só os bebês e às vezes os pais entendem.
Das palavras que os pais entendem, estão:

mama = mamãe
papa = papai
xhsuTU = Capitu
caca = sujeira
nanananana = nananinanão
tatua
= estátua

E tem mais essa…


Para um bom entendedor, o vídeo basta.

E o que falar da dancinha do ombro? Se o Latino ver isso, a moda pega.

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25 set 2012

Toda mãe sente falta de alguma coisa

por
Gabi Miranda

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Toda mãe sente falta de alguma coisa da vida anterior à maternidade. Não precisa ter culpa, amiga. Confessa.

Tem mãe que sente falta de dormir. Essa deve estar no topo da lista. Eu que preciso dormir 19 9 horas por dia, até que não sinto muita falta.

Tem mãe que sente falta de tomar aqueles banhos demorados. Afinal, banho torna-se nosso único momento sozinha, de relaxamento do nosso eu comigo mesma.

Tem mãe que sente falta de ter tempo para fazer unha com calma, sem pressa, sem medo de borrar porque você foi enfiar a chupeta na boca da cria. Quem depois da maternidade não pulou uma semana sem fazer as unhas?

Tem mãe que sente falta de ficar em silêncio. Sem ouvir um piu de filho, de cachorro, de ninguém.

Tem mãe que sente falta de fazer sexo sem interrupções. Quem nunca?

Tem mãe que sente falta de ir ao shopping e consumir roupas só pra ela sem peso na consciência por não levar algo para o filho (a). Clique e continue lendo!

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24 set 2012

Porque toda mãe quer mudar o mundo / E toda mãe tem direito a informação (e apoio) de qualidade

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Gabi Miranda

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E aí que me tornei mãe e de lá pra cá tenho pensado em mil e uma maneiras para formar um cidadão consciente, do bem, livre de preconceitos, de culpa e por que não livre de consumismo?! Tanto se fala sobre o assunto e eu não tinha opinião formada a respeito. Só “achismo” (ou talvez, pré-conceitos). Confesso: achava que era coisa de pais hipongas ou de grupos manifestantes que precisavam de uma causa. Achava que se eu fosse partidária da causa, não poderia comprar mais nada (praticamente uma ignorante no assunto). Mas depois de muita informação ali, outro monte de matéria lá, milhares de posts acolá, centenas de depoimentos e, um filho (!), minha opinião se formou diferente do meu “achismo”.

O assunto é sério. Precisamos dar fim à publicidade abusiva direcionada às crianças (nossa, me senti uma militante agora). É impressionante como as propagandas, principalmente, televisivas, tem poder sobre nossos filhos (as de revistas acho que o poder é sobre os pais). Meu Ben ainda é pequeno, ainda não fala, ainda não é influenciado pelo que vê na TV, mas basta ouvir um jingle de um comercial para demonstrar uma reação e aí, sinto o poder daquela comunicação. Clique e continue lendo!

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20 set 2012

15 meses e as (temidas) vacinas

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Gabi Miranda

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Todo mundo me falava que seria dolorido levar meu Ben para tomar vacina. Eu já imaginava que seria, pela dificuldade que eu tenho com agulhas. Sabe aquele filme “Jogos Mortais”?! Acho que é no dois que tem um momento em que a menina se joga num buraco onde tem várias seringas com agulhas. Então, nunca mais assisti nenhum filme da série.

Eu tenho um pavor imensurável. Não sei de onde veio. Não desmaio, não faço escândalo, só suo bastante, de escorrer pelo braço e pernas, tenho caganeira que começa no dia anterior à agulhada (se estiver marcado) e termina após a dita cuja. (Ok, não me lembro mais de ter tido esses sintomas após o nascimento do meu Ben. E olha que dia desses fui fazer exame de sangue e sozinha!)

Todo mundo falava que na gestação eu tomaria muitas agulhadas. Eu me programei para engravidar do Benjamin. Os planos eram para 2011. Tomei último mês de pílula em julho/2010. Teria uns 6 meses para me preparar psicologicamente para as tais agulhadas, tempo que meu médico disse que levaria para engravidar – já que eu tomava remédio há anos.  Mas aí veio a primeira lição da vida materna: as coisas não são do jeito que a gente programa. Setembro de 2010 estávamos grávidos! Isso me assustou imensamente e fui parar na terapia. Precisava exorcizar meu pânico de agulhas. Clique e continue lendo!

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04 set 2012

Reeducação da hora de dormir

por
Gabi Miranda

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Há quase duas semanas comecei mudanças de hábito na hora de dormir lá em casa. Desde que Benjamin caiu da cama, tomei uma posição de general e decidi: não faríamos mais ele dormir em nossa cama, seria direto no berço.

Faz parte da estratégia:

  1. Colocá-lo para dormir mais cedo, entre as 22:00, 22:30 (e não às 23:00 como vinha acontecendo).
  2.  Meu Ben toma leite toda noite antes de dormir. Passei a dar a mamadeira sentada na poltrona do quarto dele. Após a mamada… Berço!

Pois bem…

Primeira noite. Quarta-feira. Horário fora do objetivo. Benjamin parecia bêbado de sono. Deitei-o no berço e ele se aconchegou. Uhuuu, não pensei que seria tão fácil, festejou meu inconsciente de mãe. Saí aos passos leves. Dois minutos depois ouço o tagarelinha. Quem disse que seria fácil assim?! Só meu inconsciente mesmo… Deixei-o sozinho por um tempo. Vendo que ninguém aparecia no quarto, ele usou sua arma mais valiosa: o choro. Subi, distraí-o um pouco, expliquei (sem tirá-lo do berço) que ali era a cama dele. O menino despertou de tal forma, parecia uma máquina de lavar roupa (sabe quando ela entra em processo de centrífuga?!). Levantava, sacudia as grades do berço, jogava o travesseiro longe. Enfim, saí do quarto. Uns 5 minutos depois ele voltou a chorar. Deixei por uns 15 minutos de mãe (aquele que equivale a 3 ou 4 minutos reais). Subi, acalmei, o fiz deitar. Desci. E o choro começou tudo novamente. Nessa altura, o marido não estava acreditando no que via: eu que não gosto de ver Benjamin chorar, não permito que ninguém o faça, estava deixando e, aparentemente, aquele choro não estava me tocando. Ele queria intervir, mas não deixei. Subi novamente. Dessa vez peguei Benjamin no colo, ele estava aos prantos, disparando lágrimas, parecia super sentido. Acariciei suas costas (e nesse momento ele começou a passar as pontas de seus dedinhos no meu braço, como ele sempre fez na hora de dormir) e fui falando que era a hora de dormir, que a partir daquela noite ele dormiria direto no berço, que não haveria problema uma vez que ele já passava a noite inteira em sua caminha. Ainda acordado, coloquei-o no berço, dei beijinho de boa noite. Desci e incrivelmente ele dormiu. Clique e continue lendo!

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