23 fev 2018

Luto infantil – Perda de um animal de estimação

luto infantil

Então eu sou convidada para escrever mensalmente pro Bossa Mãe e o segundo tema que abordo é luto infantil? Sim. É. Mas por que não falar de algo mais fofinho, um tema mais leve? Porque essa sou eu. Eu gosto de “chegar chegando”! E também porque não dá pra gente continuar fingindo que as crianças não vivenciam perdas desde muito pequenas. Não dá pra cair na fantasia de que podemos protegê-las de tudo – muito menos da morte.

luto infantil

Eu sei… é forte, né? Mas quando tomamos consciência disso, conseguimos ficar ainda mais próximos dos pequenos. Isso porque, quando fingimos que a finitude não atinge as crianças, isso é sentido como abandono, pois elas ficam vivenciando sentimentos tão dolorosos, sozinhas. Então, essa é uma oportunidade pra você se reconectar com seu filho, estar realmente ao seu lado, validando suas emoções – por mais dolorosas que sejam!

Engana-se quem pensa que os pequenos nunca ouviram falar de morte. O pai de Simba, no filme O Rei Leão, morreu. O peixinho Nemo perde sua mãe no início da história. As princesas Bela, a Jasmine e a Ariel não tem mais a mãe. Na vida real, a morte de um animal de estimação é, com frequência, a primeira grande perda que a criança passa na vida.
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07 fev 2018

Como criar filhos empreendedores

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Viver esse processo de empreender, me fez enxergar o quanto o mercado e o modelo de trabalho estão diferentes. A tendência é se modificarem ainda mais, por isso ando refletindo na importância de ensinar nossos filhos a empreender. Mas como criar filhos empreendedores? Cada vez mais as empresas estão abrindo mão do modelo atual onde o funcionário vai até o local de trabalho e aderindo ao modelo de home office ou coworking. Não é só o mundo corporativo que promove mudanças. As novas gerações também. Eles buscam mais do que estabilidade e conforto num emprego. Os jovens querem cada vez mais evolução dentro da empresa para a qual trabalham e, principalmente, autonomia e liberdade.

a importância de ensinar nossos filhos a empreender

Mas como criar filhos empreendedores

Mas como ensinar nossos filhos a empreender? Há quem acredita que seja perfil de cada um, que ser empreendedor está na veia. A Dani Junco, da B2Mamy, uma vez disse algo que gostei.

“Empreender é comportamento”

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04 jan 2018

12 dicas para um ano novo mais feliz

por
Gabi Miranda

Destaque, Entretenimento, Maternidade

ano novo mais feliz

Janeiro é aquele mês em que colocamos em prática aquela lista de mudanças que acreditamos ser essenciais para um ano novo mais feliz. Há dois anos, eu pratico algumas ações e percebi mudanças significativas na minha vida. Como, por exemplo, me afastar de pessoas que não me fazem bem ou não confiáveis. Ou ainda não reclamar. Eu tinha mania de fazer reclamações por pequenas coisas até que um dia resolvi parar com isso. Passei a enxergar o lado positivo até das situações negativas. Não quer dizer que passei a ser uma Pollyanna, mas que tento aceitar o inaceitável com  mais clareza. Porque não faz bem pra gente e para nossa vida reclamar. A melhor coisa é tentar resolver.

Aí que para me ajudar ainda mais nisso e em outras questões, entrou para minha lista de metas 2018 a meditação. Essa prática é ótima para nos ajudar a solucionar os problemas e escolher a melhor forma de resolvê-los. E foi pensando em ajudar outras pessoas, que relacionei no meu último vídeo do ano no canal, 12 dicas para um ano novo mais feliz. Algumas que já venho praticando na minha vida durante esses dois últimos anos e outras que quero praticar mais, como o caso de ficar menos nas redes sociais.
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13 dez 2017

Sobre colunistas e primeira infância

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Um dos meus sonhos em relação ao blog, sempre foi ter a contribuição de um time de colunistas

colunistas bossa mãe

Outro dia, assim, sem mais nem menos, uma ficha caiu. Meu filho Benjamin, 6 anos e meio, está saindo da primeira infância. Ele veio me mostrar com a alegria genuína que só as crianças possuem, que tinha começado a escrever com letra cursiva. Aonde eu estava que não vi o tempo passar? Meu coração parou de bater por um segundo. Então me dei conta. Meu primogênito está saindo da primeira infância…

Se o Benjamin está saindo da primeira infância, o blog está entrando na mesma transição. Esse espaço aqui só é 6 meses mais novo que a inspiração dele. Lembro-me quando entrei nesse mundo completamente desconhecido que é a maternidade e quando resolvi escrever sobre ele. A ideia surgiu para compartilhar minhas experiências. Nós mães, com a chegada do primeiro filho, somos como o bebê. Observamos, exploramos e desejamos alguém para nos apoiar. De preferência alguém com quem a gente se identifique.
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27 out 2017

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

No post anterior, sobre o desfralde da Stella, comentei que muitas pessoas me pediram ajuda. Fiquei pensando em como contribuir para que as famílias ficassem mais tranquilas. E pensei em compartilhar alguns sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda. Sinais que percebi aqui na prática com o Benjamin e agora com a Stella.

Aconselho iniciar o desfralde quando a família tiver certeza de que a criança está pronta para tirar a fralda. Não existe uma data certa, embora eu já tenha lido que a criança está realmente pronta para o desfralde a partir dos 3 anos de idade. O importante a saber é que cada criança tem seu desenvolvimento. E não é bacana comparar nosso filho com o da vizinha ou da blogueira que seguimos e adoramos.

Para saber se a criança está pronta para tirar a fralda, é preciso ficar atenta aos sinais cognitivos, físicos e comportamentais da criança. E quais são esses sinais?
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23 out 2017

Desfralde da Stella

desfralde

Dia 09/10 iniciamos o desfralde da Stella. Eu já tinha contado em quando chega a hora do desfralde que a escola anterior já havia sugerido iniciarmos esse processo. Na época, Stella estava com 1 ano e meio. Segundo a instituição, ela já vinha dando sinais de que estava preparada. Eu não acreditava muito nisso. Na minha cabeça, para iniciar o desfralde, não basta a criança  dar como sinal a vontade de arrancar as fraldas.

Eu queria que ela estivesse realmente pronta e não acreditava nisso naquela época. E se a mãe não acredita, acho que já é outro sinal de que é melhor esperar. Acredito muito que essa é uma fase que todos precisam estar prontos para começar. Decidi que ainda não começaríamos naquele momento.

Alguns meses se passaram e Stella começou a apresentar outros sinais da sua maturidade fisiológica. Além dos sinais físicos e cognitivos, ela começou a dar sinais de comportamento. Então ela começou a verbalizar que estava fazendo xixi, mesmo estando de fralda. A fralda dela ficava seca por muitas horas, e quando fazia xixi era uma quantidade grande de uma vez. Ficava incomodada com a fralda suja e já conseguia abaixar e levantar a calça.
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04 set 2017

Autonomia no chuveiro: quando a criança pode tomar banho sozinha

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

tomar banho sozinha

Até outro dia era um bebê e nos sentíamos inseguros para dar banho. Quem não tem medo de segurar um recém-nascido na hora do banho? Mas o tempo passa, e passa bem rápido, e quando nos damos conta, estamos brigando para a criança ir pro banho. Afinal, com 6 anos, acreditamos que a criança pode tomar banho sozinha. Não demora muito para nos pegarmos falando como nossos pais “você já tem 6 anos, precisa aprender a tomar banho sozinho, como vai ser quando for dormir na casa de um amiguinho?”.

A verdade é uma só, nossos filhos vão crescendo e se tornam independentes para algumas tarefas, mas só passam a se virar sozinhos em algumas situações quando de fato são incentivados e se sentem preparados. A gente passou semanas tentando fazer o Benjamin tomar banho sozinho, até pensar em pagá-lo para realizar tal tarefa, eu já estava pensando. Aí ele chega um belo dia e disse que queria tomar banho sozinho. Assim, sem crise. No dia seguinte, não acreditei ao chegar em casa e vê-lo indo pro banho sozinho. O menino ainda afirmou: mãe, quando tomo banho sozinho sou mais rápido e economizo água.
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07 jun 2017

Quando está na hora do desfralde?

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque

Dúvida comum entre as mamães: quando chega a hora do desfralde?

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Recebemos dois bilhetes da escola da Stella indicando que estava na hora do desfralde dela. O primeiro eu fingi que não vi (quem nunca?) e o segundo eu não pude mais evitar. Lembro até hoje quando recebi o bilhete falando da hora do desfralde do Benjamin. Essa é uma notícia que chega inesperadamente, pega a gente de surpresa. O bebê cresceu!

Já me peguei ansiosa pensando no desenvolvimento infantil das crianças, mas para a hora do desfralde nunca tive pressa nenhuma. Com o Benjamin foi um processo muito tranquilo que correu sem pressa e muito bem quando iniciamos.

Embora a escola acredite que Stella esteja preparada, eu não tenho muita convicção. Stella já avisa há algum tempo que fez cocô, mas não acho que esse indício seja o suficiente para concluirmos que é a hora do desfralde e que ela está pronta para passar por esse processo. Não sou especialista no assunto, mas tenho um case de sucesso com o Benjamin e quais foram os sinais que me fizeram ter certeza que era a hora do desfralde dele?
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07 fev 2017

A bebê está virando menina

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella, Stellinda, Amora. Minha bebê está virando menina! Ela completou 1 ano e 6 meses! Isso significa 18 meses, 547 dias, 13.128 horas, 787.680 minutos, 47.260.800 segundos. Nesse período todo, são muitas mudanças, aprendizados, medos, ansiedade, maturidade.

Ontem fui visitar uma grande amiga na maternidade. Ah! É a madrinha da própria personagem desse post. Ao contemplar um bebê no berçário e a nova condição da minha amiga, mãe de RN, é claro que me bateu a nostalgia. Já me parece tão distante o dia em que a Stella era um RN e quando paro pra pensar, lembro exatamente do dia em que me dei conta que precisava aproveitar ao máximo aquele bebezinho que adorava dormir no colo 24h ao invés de ficar em seu berço. Quando redescobri a maternidade.

Olhando a pitica, percebo o quanto ela desenvolveu nesse tempo, já está virando menina. Comecei despretensiosamente a listar na nota de blocos do celular, tudo o que ela anda fazendo. Porque muitas coisas ela já faz há meses e já não lembro quando começou. E nesse momento eu queria mesmo é ter uma memória de elefante para não esquecer cada detalhe do seu desenvolvimento e guardar para sempre todas as sensações que me causam ao vê-la fazendo algo novo, cada sorriso, o som da sua gargalhada. Porque parar o tempo, é impossível e nem teria graça né?! Pararia-se o tempo e também o andar dos acontecimentos.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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