12 mar 2012

Música para criança

por
Gabi Miranda

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A música tem papel fundamental no desenvolvimento cognitivo da criança. Dizem que desde o útero os bebês tomam conhecimento e respondem aos estímulos sonoros. Cabe a nós – pais, incentivar o gosto pela música dos filhos. O que mais tenho aprendido nos últimos tempos, é que os pais é a maior referência de todos os exemplos, bons ou ruins, para os filhos. Logo também é nosso papel ajudá-los na construção de seu repertório musical.

Agora, envolvida um pouco com cultura infantil, fiquei encantada com a forma de como a música pode ser apresentada aos pequenos. Por exemplo, muitos dos clips de músicas infantis estão voltados para os detalhes, chamam atenção à letra, estimulando a sensibilidade e criatividade. Além de a música ser uma forma de estimular e desenvolver a capacidade de aprendizagem, é também um denominador para desenvolvimento afetivo.

Tenho percebido que a música está presente em diversos segmentos no mundo infantil, vai dos filmes aos desenhos, roupas a acessórios. E nas canções podemos encontrar vários elementos e situações já vivenciadas pelos pequenos: chuva, vento, caderno, animais, diversos sons. Tem CD com histórias contadas e músicas representando a história! Clique e continue lendo!

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08 mar 2012

Ninguém segura esse bebê

por
Gabi Miranda

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Hoje foi um dia especial.

Já faz quase um mês que Benjamin ensaia engatinhar. Um mês que ele fica na posição balançado pra frente e pra trás. Há um mês quando ele começou esse ensaio, pensei: “nossa, daqui uma semana ele estará engatinhando!” Tudo é tão rápido que até faz a gente perder noção. Faz uma semana, por exemplo, que ele começou a levantar sozinho. Um dia ele levantou e acho que nem se deu conta do que fez. Ficou dois dias sem levantar e quando fez novamente não parou mais. Faz com a maior naturalidade.

Hoje o carro resolveu nos deixar na mão e não conseguimos levar o Ben para o berçário. Ele ficou aqui em casa com a avó. Estava a caminho de casa quando liguei pra minha mãe:

– Não deixa Benjamin sozinho na cama.

– Ah, eu sei, eu vi que ele está engatinhando.

– O que você disse, mãe?

– Ele está engatinhando! Clique e continue lendo!

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25 fev 2012

Bater não é forma de educar!

por
Gabi Miranda

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Estou no meu quarto tranquila, brincando com meu Ben quando ouço uma mulher gritando e dando várias palmadas numa criança dentro de um carro. Ela não parava de sentar a mão num bebê, de um pouco mais de um ano, quando eu gritei chamando sua atenção, mandando ela parar. A mulher permaneceu um instante no carro sem se mover. Fora do carro uma senhora que acompanhava a mulher me explicava “ele jogou seu sapatinho pela janela, pode ficar calma que a mãe sempre faz isso”. Mas isso não era motivo pra mulher bater no menino! Fiquei quieta só olhando. A mulher saiu do carro e começou a procurar o sapato pelo chão. Para minha surpresa a mulher estava grávida. Incomodada com a minha observação ela indagou porque eu estava olhando e falou que eu podia entrar (estava na sacada do meu quarto) e ficar tranquila. Eu disse que não entraria e que ficaria ali e que se ela batesse no menino novamente, eu iria até lá. Começou uma discussão entre nós duas. Ela disse que havia dado só umas palmadas e “estou educando meu filho”. Essa frase ecoou na minha cabeça. Uma mulher pronta para colocar mais um filho no mundo e dar aquela educação! Com a confusão, os vizinhos foram saindo na rua e a mulher ficou toda constrangida. No fundo quero acreditar que ela sabia que estava errada. Clique e continue lendo!

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10 fev 2012

Atividades educativas já!

por
Gabi Miranda

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Eu e muitas mães por aí faço parte da era do papel, já meu Ben é da era tecnológica por completo. Desconfio até que quando ele começar a frequentar a escola não precisará de caderno, fichários, lápis, estojos e sim de um iPad (que vai ser mega atualizado). E hoje em dia quem consegue viver sem a sensacional internet?! Com ela temos acesso a (quase) tudo e de qualquer lugar – a mobilidade que a tecnologia nos oferece hoje em dia é incrível! E nossos filhos também, desde muito cedo! Se não controlar, as crianças passam horas a fio em frente ao vídeo game e computador. Mas como controlar, se muitas vezes os pais trabalham o dia inteiro? E como controlar o conteúdo que nossos filhos vão consumir? Como protegê-los? Eis aí um dilema…

Meu Ben ainda é muito pequeno, mas já me preocupo com essas questões. Acredito que deve haver um limite para o uso de eletrônicos como TV, vídeo game e computador. Acho que deveríamos limitar por idade e, obviamente, por conteúdo. É difícil, eu imagino. Mas não tem porque uma criança de 3, 4 ou 5 anos ficar presa em frente a um vídeo game, por exemplo. Criança tem que brincar! Brincadeiras que estimulem seu desenvolvimento intelectual, cutural, criativo, que o faça gastar energia, enfim. Cadê as brincadeiras tradicionais como esconde esconde, pega pega, mímica, ciranda (corre Cotia na casa da tia, lencinho na mão, caiu no chão…quem lembra?), jogo da velha, da memória, tabuleiros, cadê o Lego?! Clique e continue lendo!

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