02 jul 2014

Mudanças a gente vê por aqui

por
Gabi Miranda

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Eu adoro mudança em qualquer âmbito da vida, seja pessoal ou profissional. É claro que como todo ser humano normal, sinto receio, afinal todos nós somos resistentes a mudanças até nos acostumarmos ou até enxergarmos o lado positivo – e toda mudança tem! Até as mudanças inesperadas se tornam o estímulo necessário para darmos o salto mais importante de nossas vidas. E das mudanças tristes e desagradáveis, podemos tirar grandes lições.

Iniciei o ano 2013 com alguns objetivos, entre eles a mudança de casa e profissional. Eu tinha uma meta e precisava alcançar. De repente tudo começou a se movimentar no último trimestre do ano. Mudei de casa. Virou o ano e com ele várias mudanças, algumas inesperadas, tristes e desagradáveis.  A melhor, foi a mudança de função e cargo no trabalho – o que tem me dado grande satisfação profissional e pessoal. Eu nunca fui de fazer por muito tempo a mesma coisa e já estava com meu prazo de validade vencendo na mesma função. Sou o tipo de pessoa que precisa estar em movimento e aprendizado constante. Clique e continue lendo!

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02 jun 2014

Estimulando a coordenação motora

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Na primeira reunião desse ano na escolinha do Benjamin, a professora mencionou o que seria trabalhado junto às crianças nos próximos seis meses. Um dos itens a ser trabalhado era a coordenação motora dos pequenos, com exercícios específicos como pintar dentro dos desenhos, cobrir traços pontilhados, recortar e colar. Ela sugeriu que os pais também trabalhassem em casa com atividades. Então fui pesquisar.

Sempre escutei falar na coordenação motora fina. Descobri que são dois tipos: coordenação motora grossa e fina. A diferença: na primeira, a criança desenvolve o equilíbrio do corpo e suas primeiras habilidades como sentar, gatinhar, levantar, andar, correr, subir, descer, pular. É tudo que envolve o uso dos músculos grandes do nosso corpo.

Na segunda, a criança desenvolve o controle dos movimentos mais sensíveis e que exigem mais delicadeza. Como pegar uma peça minúscula com as pontas dos dedos, segurar o lápis, manusear uma tesoura, recortar, desenhar dentro do espaço limitado, montar um quebra-cabeça ou com aqueles brinquedos de construção (tipo lego ou tijolinhos). Todos os movimentos que envolvem controlar e manipular mãos e olhos.
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19 fev 2014

Exigências e alternativas na hora das refeições

por
Gabi Miranda

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“As pessoas se comunicam melhor quando comem: as reuniões e festas são sempre acompanhadas de alimentos e bebidas, que nos dão prazer, nos relaxam e permitem um bom diálogo e o interesse pelo outro. Nos reunimos em um bar para conversar ou almoçarmos para fechar negócios. Recebemos as visitas com uma comida gostosa ou compartilhamos uma bebida com os amigos. Comer não é apenas uma questão alimentar, mas uma forma de estar com os demais”. (Laura Gutman)

Tenho escutado com certa frequência, nos horários das refeições, que mimo o Benjamin e faço tudo o que ele quer. Isso porque costumo aceitar com facilidade o fato dele não querer comer naquele exato momento.

Na infância, nunca gostei de ser obrigada a comer, permanecer à mesa até comer tudo, era um fardo, principalmente, quando esse tudo era um copo de leite. Não é a toa que quando me vi na condição de autônoma da minha vida alimentar, nunca mais ingeri um gole de leite. Clique e continue lendo!

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17 jan 2014

Benjamin – 2 anos e 7 meses

por
Gabi Miranda

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E meu Ben completou nessa semana 2 anos e 7 meses e já avisa: “não é bebê da mamãe, é quiança da mamãe”.

Nos últimos seis meses, o menino deu um salto no desenvolvimento. Impressionante, como de um dia para o outro eles deixam de ser bebês e viram de fato crianças. Já entende tudo o que dizemos e como funcionam as regras, inclusive como burlá-las de um jeitinho faceiro que não tem mãe e pai que resistam.

Algumas mudanças e coisas que ele tem feito:

  • Dorme na caminha;
  • Está desfraldado por completo;
  • Aprendeu a pedir desculpas;
  • Aprendeu a dizer sim;
  • Organiza seus brinquedos;
  • Pergunta sempre se pode fazer algo;
  • Pede ajuda quando precisa e recusa quando acha desnecessário;
  • Repete 3 vezes ou mais alguma explicação nossa;
  • Agradece;
  • Deseja boa noite antes de dormir;
  • Adora Sol e já sabe a diferença ente ele e a lua;
  • Passou a reclamar para tomar banho;
  • É espirituoso;
  • Continua um músico! Ama música, acompanha a letra cantando e dança muito;
  • Fica dançando e fazendo careta em frente o espelho;
  • Clique e continue lendo!

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19 dez 2013

O desfralde noturno, cama compartilhada e a independência

por
Gabi Miranda

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Há dois meses e meio, marido iniciou o desfralde noturno do Benzoca. Digo o marido porque foi iniciativa dele sem eu nem saber. Foi assim: sem nenhum motivo aparente, Benjamin começou a querer dormir na nossa cama. Ele que dorme a noite inteira desde um mês de vida e no berço, do nada começou a acordar de madrugada chorando e pedindo para ir pra nossa.

Algumas vezes ele dormia na nossa cama e em seguida o colocávamos no berço, mas de repente ele começou a acordar de madrugada berrando. Eu e marido para evitar acordar (eu assumo que a culpa é toda dos pais!), passamos a deixar Benjamin dormir conosco.

Quando eu levava Benjamin para dormir, colocava fralda nele normalmente. O que eu não sabia é que marido não estava colocando (e que corria o risco de acordar toda molhada de xixi). Um dia eu descobri! Ele simplesmente começou o desfralde noturno sem me avisar e teve a ousadia de me revelar seu plano: desfraldar Benjamin sozinho e postar um texto aqui no blog contando seu feito. Posso com isso? Clique e continue lendo!

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04 dez 2013

2 anos e 6 meses – desenvolvimento

por
Gabi Miranda

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Foi ótimo ter ido à reunião da escolinha. Aliás, sábado, apesar da correria, foi um dia de pequenas e grandes alegrias. Benjamin foi destacado em reunião e eu quase morri de sei lá o quê quando a prô de inglês falou “gostaria de falar em particular só de uma criança, o Benjamin”. Jesuis! O que esse menino no auge de seus dois anos aprontou(?!). Na verdade, quando ela falou isso, logo imaginei o que era.

Eu já disse aqui que Benjamin não falava até completar dois anos. Não é que ele não falava nada! Ele falava, apenas palavras soltas, nomes dos bichos, objetos, etc e coisas incompreensíveis. Também cantava (sabíamos que era uma canção, mas a música já era outra história). Eu sou uma mãe bem realista, não faço parte do grupo de mães que os filhos falam “quhermaskfir” e a mãe entende “quero passear, mamãe”. Ok, talvez me falte imaginação. Mas eram apenas palavras. Recentemente, ele desembestou a falar, formar frases, contar histórias e cantar de forma compreensível.  Agora ele realmente ganhou forma gramatical. Clique e continue lendo!

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25 nov 2013

A boa mãe é aquela que se torna desnecessária

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Gabi Miranda

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” ‘A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo…’

Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha… até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo.

Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria debaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.

Uma batalha interna hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta pra controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. Clique e continue lendo!

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31 out 2013

A fala e as formas gramaticais preferidas do Benjamin

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Gabi Miranda

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Quando Benzoca completou dois anos, o levei para uma consulta de praxe na pediatra. Na ocasião, ela fez várias perguntas para saber como estava o desenvolvimento dele. Uma das minhas dúvidas era com relação à fala. Enquanto marido achava normal, eu acreditava que ele falava poucas palavras.

A pediatra do Ben sempre deu ouvidos para o que eu falo, embora achasse que o desenvolvimento dele estava ótimo e conforme o esperado, pediu para remarcar a consulta dali a dois meses a fim de avaliar como estaria a fala dele. Quatro meses se passaram desde essa consulta e não voltamos mais. Primeiro porque Benjamin passou bem esses meses, segundo porque ele começou a falar repentinamente.

É surpreendente a transformação de uma criança em tão curto tempo. Não é que Benjamin não falasse anteriormente. Ele falava, mas só algumas palavras. Não formava frases. De repente, não sei quando, como, em que lugar, aumentou o repertório de palavras e esse menino começou a falar, construir frases, usar verbos corretamente, repetir o que falamos, dizer o nome dos amigos e fazer perguntas. Eu pensava, por exemplo, que a fase do “que isso?” demoraria. Mas não demora! Quando você menos espera o pequeno humano começa “que isso?, que isso?, que isso?”. São aproximadamente 378 “que isso?” por dia. Clique e continue lendo!

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24 out 2013

Negociação x Chantagem

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Gabi Miranda

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Outro dia marido me chamou a atenção:

“Para de fazer chantagem com o menino!!!”

Ele se referia ao seguinte diálogo entre eu e Benjamin:

Eu: Vamos tomar banho?
Benzoca: Não!
Eu: Vamos tomar banho SENÃO não tem mais DVD!
Benzoca: tá bom, tá bom, vamos! Mas depois tem, né?

Eu não estava fazendo chantagem, ao menos não era essa a minha intenção. Eu estava tentando negociar. Mas depois de pensar no assunto, concluí que sim, estava fazendo chantagem, mas de forma inconsciente.

Por Wikipédia:

Chantagem: é um ato ou prática imoral ou criminosa que consiste em ameaçar revelar coisas ou informações sobre uma pessoa, um grupo, etc, a não ser que a pessoa ameaçada cumpra exigências, geralmente para proveito próprio, feitas pelo ameaçador. Pode-se definir a chantagem como sendo uma situação onde a primeira parte (quem faz a chantagem) exerce um processo de pressão e/ou tortura mental sobre a segunda parte (quem sofre a chantagem) a fim de receber dessa algo de seu interesse, visto que a segunda pessoa não poderá (ou terá vontade de) consentir, senão a coisa ou informação guardada pelo chantagista será revelada para um determinada pessoa, ou até mesmo corporações, polícia ou público em geral. Clique e continue lendo!

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17 out 2013

2 anos e 4 meses

por
Gabi Miranda

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Ai os dois anos….Como é deliciosa essa fase. Ok, todas as fases tem suas peculiaridades, suas delícias e são maravilhosas. Mas essa é a fase em que estamos vivendo no momento e tem sido incrível para todos nós. Algumas transformações e vivências que estamos passando, algumas até derretem esse coração de mãe coruja:

  • Benjamin já sabe distinguir medo, frio, calor, se está chovendo, se está sol (e fala que gosta mais de sol!!!), gelado, quente;
  • Aprende todos os dias novas palavras, constrói frases e se interessa pelo significado;
  • Conjuga verbos e nem ficamos em cima para ensinar as regras gramaticais, afinal ele só tem 2 anos. Mas ele conjuga alguns verbos e usa o plural. Também fala errado como toda criança de sua idade, outro dia falou pela primeira vez “eu sabo”. Achamos lindo! Mas nunca mais repetiu…;
  • Pede para fazer xixi, mas já faz sozinho;
  • O desfralde é algo que deu muito certo aqui. Também já não tem mais feito coco nas calças. Até no shopping ele já pediu pra fazer e fez no banheiro;
  • Clique e continue lendo!

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