05 set 2018

Como os livros infantis podem ajudar na educação do seu filho

por
Gabi Miranda

Educação, Filhos, Livros, Livros infantis

Além de ser muito prazeroso, o hábito da leitura traz diversos benefícios para adultos e crianças, tais como: aumento do vocabulário e do repertório cultural, fortalecimento dos vínculos familiares e estímulo da empatia e do senso crítico. Mas, além disso, a literatura também é uma ótima aliada de pais e educadores(as) na educação dos pequenos. Com toda a sua ludicidade e linguagem leve e acessível, os livros infantis são ideais para auxiliar na rotina das crianças – alimentação, higiene e desfralde – e para tratar temas difíceis – como medo, bullying, perdas, separação e saudade.

Pensando nisso, o Blog Leiturinha listou 7 livros infantis que abordam questões como essas, mostrando que, além de ser fundamental para o desenvolvimento infantil e para a vida, a literatura também pode ser um ótimo apoio na educação dos pequenos. Confira!

7 Formas como os livros infantis podem ajudar na educação do seu filho

1. Conversando sobre bullying

O bullying é caracterizado por qualquer ato de violência, seja física, psicológica ou emocional, direcionada, repetidamente, a alguém, podendo gerar consequências na formação da personalidade do indivíduo. Confira, então, um livro para conversar com seu filho sobre o tema:

Morcego Bobo
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10 jul 2018

Malala – a moça da coragem e do Prêmio Nobel da Paz

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Ontem fui conferir o debate sobre educação e empoderamento feminino com Malala Yousafza. Um evento promovido pelo Itaú, cujo objetivo era debater a seguinte reflexão: Como os livros e a educação podem mudar a história de uma pessoa?

Malala

Malala, a ativista paquistanesa, estudante e a mulher mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz, defende em seus discursos e em seu livro, “O lápis mágico de Malala”, que “uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo”. Livro, inclusive, que escolhi para presente de aniversário de 3 anos da Stella, no próximo 28 de julho. Desde o ano passado, minha ideia é: em todo aniversário da Stella lhe presentear com um livro que pode mudar ou tocar a vida dela de alguma forma. Por isso, em 2017, escolhi uma edição especial de “O diário de Anne Frank”.

malala

O evento

Mas voltando ao evento de ontem, foi incrível estar tão perto de Malala e sentir sua energia. Eu olhava aquela moça de apenas 20 anos e só conseguia pensar: ela é um milagre. Por defender o direito à educação das meninas, Malala sofreu, em 2102 um ataque terrorista do Talibã. Foi baleada na cabeça. Ela ficou entre a vida e a morte. E podemos dizer que renasceu. Enfim, tornou-se símbolo da luta por um mundo onde mulheres tenham os mesmos direitos e igualdades que os homens. Ao ser questionada sobre como ela lida com a raiva, Malala respondeu:

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16 nov 2017

Certificado de bom comportamento

Chegou a época do ano em que mais falamos (e ouvíamos): “se não se comportar direito, o Papai Noel não vai trazer presente de Natal”. Rá! Quem nunca? Atire a primeira mamadeira! E para incentivar as boas condutas das crianças, resolvi fazer um certificado de bom comportamento. Mas o que é ter bom comportamento?

A gente vive falando para nossos filhos “seja um menino (a) bonzinho (a)”. E você já parou para pensar no que isso  significa? Existe uma linha tênue entre se comportar bem e ser bonzinho. O conceito de bom comportamento está relacionado a forma como reagimos diante do meio em que vivemos. Ou seja, a nossa interação com o ambiente implica num comportamento e espera-se que esse comportamento seja dentro de ações aceitáveis. Exemplos: ser educado, dizer as palavras mágicas “obrigado”, “de nada”, “por favor”, bagunçar e arrumar, respeitar as pessoas, os animais, etc.

Já “ser bonzinho”, em minha humilde opinião, está relacionado com aceitar as coisas do jeito que são impostas, ser explorado pelas pessoas, não saber dizer “não” mesmo a quem te magoa. E pra mim isso é um problema. Eu quero muito que meus filhos comportem-se bem, mas não quero que sejam bonzinhos. Quero que eles sejam bondosos e generosos, qualidades despretensiosas e que não farão mal a eles.
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03 abr 2017

Criando meninas

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Puericultura

Criando meninas

Li recentemente o livro “Criando meninas”, do psicólogo Steve Biddulph, mesmo autor de “Criando meninos”, e a obra me trouxe bastante reflexões. A leitura me fez pensar muito sobre a criança que fui, sobre algumas experiências que tive na infância, o quanto estou me conhecendo melhor através do convívio com a Stella, sobre a minha responsabilidade em criar uma menina – pois sabemos, os perigos de ser uma mulher é grande!, na mulher que eu desejo que ela se torne, no quanto precisamos ensinar as meninas se defenderem e expressar claramente suas necessidades e opiniões, no quanto terá de mim dentro da minha filha (nós somos muito parecidas com as nossas mães, embora possa não parecer), na importância de ter por perto mulheres fortes que exerçam outras formas de influências (e aí sinto muito por minha mãe não estar aqui e ser uma dessas mulheres). E me fez pensar, sobretudo, outra coisa: que oportunidade maravilhosa essa tal de maternidade.
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25 nov 2016

Como desenvolver o hábito de leitura nas crianças

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Livros infantis

Recentemente comecei a ler um livro com capítulos grandes para o Benjamin. Temos o costume de ler sempre livros de histórias curtas, dessas que se lê em minutos. E nos últimos tempos, três pessoas me falaram que começaram a ler livros com histórias grandes para os filhos. Primeiro uma colega me pediu uma dica para começar a fazer isso com o filho, eu não tinha como ajudá-la. Depois uma amiga disse que iniciou esse hábito. E uma das minhas primas comentou que está lendo Monteiro Lobato para a filha dela de 4 anos. Benjamin tem a coleção completa de Monteiro Lobato e eu não tinha pensado que podíamos começar a lê-los, achei que ele ainda fosse muito novo.

Comecei a refletir sobre isso. Em tempos de tecnologia avançada, as crianças nessa idade só querem ficar grudadas no celular ou ipad. Se tem idade para ficar jogando, assistindo filmes e até ouvindo histórias nesses aparelhos, tem idade para desenvolvermos o hábito de leitura também. Principalmente, com livros de histórias grandes. Além disso, dia desses li no site da revista Crescer, 4 dicas para seu filho aprender a esperar e uma delas é sobre contar histórias em capítulos, um pouco cada dia, como uma forma da criança aprender a esperar, ter paciência, já que faz ela aguardar o desfecho da história (rá! não me contaram histórias grandes quando pequena).
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16 maio 2016

Bebês são detetives emocionais

Bebês – detetives emocionais

bebês

A revista ÉPOCA da semana passada (9 de maio, nº934), trouxe uma entrevista com o psicólogo americano Andrew Meltzoff, uma das maiores autoridades mundiais no estudo da infância, sobre o desenvolvimento infantil. Achei muito interessante algumas coisas ditas por ele, como o fato da criança ser capaz de assimilar os preconceitos mais sutis de seus pais e de perceber ambientes hostis. Eu, por exemplo, vivo em busca da melhor forma e jeito de falar, pois um volume de voz mais alto ou um tom pouco mais alterado, meu filho Benjamin já acha que estou brava. Acredito muito em tudo o que psicólogo diz na entrevista, inclusive que os bebês são detetives emocionais, até porque nosso humor reflete também no dele. Essa entrevista também me fez refletir na importância da escolha com quem deixamos nossos filhos, seja um cuidador ou escola. Compartilho agora com vocês.

ÉPOCA – Por que o senhor privilegia em suas pesquisas a importância da fase entre o nascimento e os 5 anos de idade?Andrew MeltzoffHá evidências científicas de que o desenvolvimento da criança no começo de sua vida ajuda a determinar o adulto que ele será. O cérebro do bebê é esculpido pelas experiências. Ele é profundamente afetado pelas interações sociais e físicas que tem com o mundo. Nesse período o bebê aprende mais do que aprenderá em qualquer outro período cronológico similar.
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15 out 2015

Manifesto para o Consumo Consciente – ZooMoo

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

O canal infantil ZooMoo, com apoio da Hubme, lança um manifesto para o Consumo Consciente.

Voce-sabia_

Vivemos numa sociedade onde tudo está voltado para o consumo. Somos incentivados a consumir a todo instante. Perceba. Não precisamos sair de casa, basta ligar a TV, o rádio, conectar a internet. Se colocarmos o pé para fora de casa então, na própria calçada somos bombardeados pela comercialização. As crianças, ainda sem noção dessa realidade, são alvos fáceis. Pedem tudo o que veem na televisão, o que o amiguinho da escola tem, o que viu numa loja de brinquedo. E o nosso papel como adultos e pais, é educar e dar bons exemplos.

Não sou perfeita e falho em muitas coisas, particularmente no que diz respeito a consumo consciente. Mas tento fazer o meu papel, especialmente porque educo pequenos seres que espero se tornem grandes homens. Portanto, aqui em casa, praticamos alguns itens que julgo serem importantes passarem de pais para filhos.
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17 jun 2015

Ensina-me a ser pai

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

ser pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, mal criação. Deve ser bom ser pai. Ele sempre consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, a base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Venho há dias avaliando os comportamentos lá em casa e me pergunto: quem está certo?

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele tem um jeito de ser pai que admiro. Ele com sua leveza, jogo de cintura. Eu com punho de aço. Eu já sabia desde os primórdios da minha vida materna que seria a tirana da casa, a pessoa que faria o papel da chata. Mas ambos, somos inseguros. Eu porque carrego a fama de chata e isso me chateia um pouco porque na verdade meu intuito é apenas dar uma boa educação ao Benjamin e isso inclui apresentar-lhe limites. Marido porque desconfio que ele tem um medidinho de carregar esse peso de ser pai chato. Não sei, estou aqui com meus devaneios… Só sei que seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida  de educação ao Benjamin.
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10 nov 2014

O valor da educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Quanto vale hoje educar um filho com os princípios do bom costume?

educação

Imagem do Google

Minha mãe sempre repetia a antiga frase “educação vem de berço”. Toda vez que reparo o comportamento das pessoas, essa frase faz ainda mais sentido.

Recentemente, num determinado lugar, peguei no flagra uma criança batendo no Benjamin. Com habilidade em demasia para uma criança de uns 5 anos, o menino segurava a nuca do Benjamin e batia a cabeça dele numa parede de vidro. Meu impulso foi na mesma hora separar e dar uma bronca na criança, enquanto num giro de 360° procurava a mãe dela. Ainda bem que não a encontrei de imediato, pois acho que no calor da emoção, sairia um barraco.

Depois, brava, falei para o Benjamin que ele tinha que se defender, que se batessem nele, ele tinha que dar o troco. Aonde eu estava com a cabeça?! Imagina, cadê a máxima de ser sempre superior? Benjamin me olho como quem dizia  “e aquele seu papo de que é feio bater, não pode revidar, não pode ser vingativo…?” Perdi a noção e a razão. Assim, como acho que falta noção de limite para o agressor mirim.
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22 set 2014

Crianças francesas dia a dia – 100 dicas para educar seus filhos

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

Crianças francesas dia a dia

Recebi o livro “Crianças francesas dia a dia“, exatamente há seis meses, quando ele foi lançado. Ele estava lá na minha cabeceira somado a outros tantos livros esperando meu ânimo voltar. Quando o peguei, não larguei mais. É daqueles livros fáceis e delícia de ler. Eu já tinha lido “Crianças francesas não fazem manha” (e falei do livro AQUI e AQUI, da mesma autora, a jornalista Pamela Druckerman). Quem conhece, sabe que ela foi morar na França e por lá teve seus filhos, e foi onde aprendeu a educá-los. A educação na França é muito baseada por conceitos da psicanalista francesa Françoise Dolto, profissional admirada e mais famosa em criação de filhos na França. Gostei muito do primeiro livro, embora tivesse coisas que não concordava, com várias outras concordei e aprendi.

Alguns princípios norteadores dos pais franceses são:

  • a crença de que os bebês são racionais e conseguem aprendem coisas se forem ensinados;
  • combinam rigidez com liberdade;
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