01 jul 2013

Festa Junina e uma reflexão sobre ansiedade e expectativa dos pais

por
Gabi Miranda

Livros, Uncategorized

Sábado passado foi a Festa Junina da escolinha do Ben. Há semanas as crianças estavam ensaiando e há dias eu ouvia a mesma coisa ao deixar o Ben na escola: “ele é um dançarino; dança direitinho; ele adora dançar; blá, blá, blá”, aquilo tudo que deixa qualquer mãe toda prosa.

Em casa eu comprovava isso, pois Benjamin sempre gostou de dançar. Principalmente a música da apresentação. Ele já conhecia e nós dançávamos muito em casa, mas eu não sabia que seria essa.

Passei a semana meio ansiosa. Na infância eu fui muito tímida, embora me apresentasse nessas ocasiões, sempre me permiti ficar encolhida. Mas no geral eu era muito tímida, mais quieta. Benjamin tem outro comportamento. Ele é extrovertido, alegre, sorridente, sem vergonha, li-te-ral-men-te. E esse sempre foi um dos meus desejos enquanto estava grávida. Eu desejava ter um filho sorridente, solto, extrovertido.

A apresentação da turminha dele foi a terceira e as duas anteriores o deixou empolgado, batendo palmas para os coleguinhas. Quando chegou sua vez ele se agarrou no meu pescoço. Eu sabia que isso podia acontecer, pois Benjamin tem demonstrado um pouco de vergonha em público. Subi com ele no palco, agachei e ali ele ficou comigo até que chegou o refrão da música e….vocês poderão ver com os próprios olhos (estamos à esquerda do vídeo): Clique e continue lendo!

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28 jun 2013

Castigo: pensar na vida ou consequência?!

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Site da Revista Pais & Filhos

Site da Revista Pais & Filhos

Há 6 meses, exatamente desde quando Benjamin saiu do berçário para o maternalzinho, reflito sobre esse negócio de colocar a criança para pensar na vida.

O método é famoso e transmitido pela babá mais conhecida do mundo: Super Nanny. Antes mesmo de ser mãe, eu assistia e gostava dos programas dela. Mas não tinha opinião formada sobre esse método específico.

Sempre me incomodou receber recado na agenda do tipo: Benjamin mordeu o coleguinha e “pensou na vida”. Na escolinha dele, a criança que morde é “orientada” a passar pomada no local da mordida e depois vai pensar no erro que cometeu. Um dia ele cometeu alguma arte e perguntei: “quer pensar na vida?”. Ao que ele respondeu rapidamente: “Não, mamãe!”. Aquilo cortou meu coração. Coitado, ele nem entende o porquê de ser isolado num canto.

Não estava achando nada funcional, já que toda semana o recado se repetia. Pra mim não faz sentido colocar uma criança de dois anos para pensar no seu erro. Diversas vezes recebi o mesmo recado, até que um dia eu respondi: vocês acham mesmo que o método “pensar na vida” adianta? (veio lá uma resposta meia boca de quem faz algo sem saber se realmente acredita naquilo) Clique e continue lendo!

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26 jun 2013

Sobre brincar, educação e limites

por
Gabi Miranda

Entrevista, Livros

Olha ela aqui de novo. Não tem jeito, eu adoro Beth Monteiro! Sou tipo fã de carteirinha. Gostei muito do seu último lançamento “Criando filhos em tempos difíceis”, Editora Summus. Gostei, principalmente, porque é um livro direto, sem rodeios, a leitura corre rápida e de fácil compreensão. Parece uma palestra da autora. Ela é breve, mas vai direto ao ponto. E isso pra mim tem sido algo primordial, já que ultimamente ando sem tempo para ler.

Beth é defensora da infância e no livro ela destaca a importância do brincar. Ela afirma que as brincadeiras contribuem para que as crianças se tornem adultos criativos e até bem-sucedidos. É através das brincadeiras que as crianças são preparadas para assumir alguns papéis na vida. A obra traz um capítulo com dicas de brincadeiras para pais e cuidadores curtirem com as crianças. Brincadeiras, inclusive, com objetivo ligado ao desenvolvimento motor e psíquico da criança.

Esse livro não é um manual, não traz receitas, mas traz uma lição: é determinante a nossa participação na infância dos nossos filhos. Isso significa reservar um tempo só para a criança e fazer coisas do interesse dela. Não importa se é uma hora do seu dia, mas o tempo reservado para o seu filho deve ser um tempo de qualidade.
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04 fev 2013

Patrimônio para os filhos: gentileza, generosidade, educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Seu filho fala “obrigado”? Tem atitudes de carinho inesperado? Divide comida ou o brinquedo com outras crianças? Ele é generoso? Usa de gentileza?

Um estudo da Universidade da Califórnia, realizado com 400 crianças, confirmou que criança habituada com comportamentos de gentileza, como ser carinhosa e dividir, se sente mais feliz.

Ou seja, gentileza gera gentileza e felicidade! É só pensar: quando praticamos a gentileza não somos tomados por um estado de plenitude, bem estar?! Isso também é felicidade e não só o estado de euforia e conquista.

Nunca me esqueço de uma matéria, de Eugênio Mussak, que li já faz um bom tempo, na revista Vida Simples, sobre generosidade. O autor usava duas expressões muito dignas para diferenciar as pessoas: “mundo do mais” e “mundo do menos”. O mundo do mais é o mundo que tem uma propriedade que dignifica o ser humano, e esse é, exatamente, a marca da generosidade, do compartilhamento, da disponibilidade. O mundo do menos é mesquinho, isolador, egoísta.
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31 jan 2013

Respeito também tem sabor

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Gabi Miranda

Uncategorized

“Cuidado com o sabor da autoridade”.

“Nunca me esqueci dessa frase. Não acho que corra exatamente o risco de me deixar seduzir pelo poder da autoridade que a maternidade me dá, pois sou até meio banana, mãe facilmente dobrada por olhinhos pedintes, mas sinto que corremos, todas nós, o grande perigo de automatizar o “faça o que eu digo” na força implácavel do cotidiano. “Não mastiga de boca aberta!” “Tomou banho direito” “Dá a descarga!” “Amarra o cadarço!” Se não cuidarmos, passamos o dia, literalmente o dia inteiro, assim. Não há quem aguente. Nem nós.”

A dica foi de uma amiga e a lembrança é de Denise Fraga. Eu também nunca esqueci esse relato, na crônica “Calo de mãe”, em seu livro Travessuras de Mãe.

Acho que o conselho vai além do automatizar o “faça o que eu digo”, mas também ao respeito que devemos ter pelo filho e a forma como falamos com ele na frente dos outros – e aí acho que inclui a escolha de limites aplicável. Clique e continue lendo!

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17 jan 2013

Sobre mimo, limites e coerência

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Gabi Miranda

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Outro dia fiz uma pequena nota sobre manha, onde falei que os pais estragam os filhos. Uma amiga-mãe-leitora-super-mega-querida comentou e me pediu para aprofundar mais o assunto. Cá estou (vou tentar). 🙂

Sinceramente, acho que me expressei mal quando disse isso. É claro que pais não estragam os filhos, mas assim como os avós e tios, os pais mimam demais. Só que diferente de avós e tios (que “estragam” porque é a “função” deles), os pais fazem isso de maneira inconsciente. Por exemplo, não ficamos com Benjamin o dia todo e quando ficamos – finais de semana e férias – fazemos tudo para agradar: beijamos e abraçamos a todo instante, deixamos algumas rotinas de lado (que foi o caso agora nas férias), abrimos mão de dizer tantos “nãos”, ou damos atenção demais ou de menos – e aí queremos recuperar o que foi perdido e até por não falarmos mutuamente a mesma língua (pais x bebê) acabamos exagerando na atenção. Penso que é o que acontece aqui em casa. Clique e continue lendo!

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10 jan 2013

A proliferação do “não”

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Gabi Miranda

Uncategorized

Eu sou contra falar “não” para as crianças, mas também já me vi perguntando como não falar “não”?. Fiz várias leituras sobre o assunto. O correto, resumidamente, ao invés do adulto dizer “NÃO!!!” quando ver a criança mexendo na tomada,  é explicar para ela que se mexer vai levar um choque. Ok?! Como explicar o que é um choque. Esquece esse exemplo e leia outros dois melhores aqui. O ideal é explicar “o porque não pode “sem pronunciar a palavra “não”. É amiga-mãe, é difícil. Eu sei!

É difícil, mas o melhor é aprender, testar novas formas e colocar essa teoria em prática. (“Não” tem mesmo uma conotação negativa. Outro dia numa festinha, um rapaz gritou com outro “NÃÃÃÃO”, Benzoca que estava no meio do salão paralisou atônito. Tadinho, pensou que era com ele). Vai chegar o dia, lá por um ano e meio de idade, aproximadamente, que seu filho não vai parar de falar “não” para você (e pra todo mundo que conhecer). Acredite, ele vai pronunciar, por dia, mais “nãos” do que você disse a sua vida inteira ele até então. E serão “nãos” de diferentes tons: “não” (calmo), “não, não, não” (desesperad0), “NÃO” (bravo), “nananinanão” (bem certo do que quer), “nããããããããããão” (do tipo eu já disse “não, quero e ponto final”). E para todas as perguntas que você fizer: Clique e continue lendo!

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04 jan 2013

Férias e manha – uma combinação nada perfeita

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Gabi Miranda

Uncategorized

Estamos de férias no Rio de Janeiro. Passar o dia inteiro com o Benzoca nos possibilita conhecer um pouco mais o nosso pequeno. E ele testar nossa paciência, além de nos dobrar. Se a mãe interior que mora dentro de mim deixar, eu faço tudo que ele quer. Ainda bem que ela existe e policia.

Sempre achei que meu filho fosse bonzinho. E é. Ele é bem humorado, alegre, faz suas palhaçadas – até demais para um bebê de apenas um ano e meio. Mas ele não foge à regra e chegou, definitivamente, na sua fase de manha. E quanta manha.

O pequeno Benjamin faz jus ao signo que tem: Gêmeos. Uma hora está tudo bem e na hora seguinte, o menino esperneia. Está muito genioso. Quer de qualquer jeito os objetos que não pode mexer (principalmente: iPhone, iPad e câmera fotográfica), se joga delicadamente deita no chão e chora finge chorar (ainda não se debate), não come mais na hora certa, ou seja, na hora que oferecemos e sim na hora que ele quer, não tem comido frutas, exceto banana. Ao menos tem bebido bastante água e suco. Clique e continue lendo!

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08 out 2012

Sorteio – Xalingo Brinquedos

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Nessa semana, em comemoração ao dia das crianças, o Bossa Mãe vai sortear um kit da Xalingo Brinquedos.

Musiquinha dos Amigos

Da coleção Crescer Sorrindo com Fofura, a Musiquinha dos Amigos é um brinquedo Musical 100% seguro para o bebê. Com textura macia e diferente, tem cor vibrante. Basta puxar as argolinhas para ouvir uma música suave. Ótimo para acalmar o bebê na hora de dormir.

Amiguinhos da Fazenda

Adorei esse brinquedo por um motivo muito simples: ele não vem acompanhado de gravações musicais com os sons dos bichinhos ou musiquinhas chatas daquelas que não param nunca se a criança apertar, sabe (aqueles que enlouquecem os pais)?!

Basta movimentar o botão para aparecer um bichinho. Esse brinquedo estimula e contribui para o desenvolvimento da coordenação motora,  percepção de relação causa/efeito e a habilidade cognitiva.

É indicado para crianças a partir de 18 meses, mas Benjamin ganhou um e adorou. É muito fácil para criança manusear as ações (cada botão tem uma movimentação diferente). Clique e continue lendo!

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07 out 2012

Leia para uma criança

por
Gabi Miranda

Livros

Começou no dia 03/10 a campanha da Fundação Itaú Social de incentivo à leitura para crianças. Você pode receber gratuitamente três volumes da Coleção Itaú para ler para seus filhos, sobrinhos, alunos ou para as crianças de uma instituição que você ajuda.

Os títulos são:

‘Poesia na varanda”, de Sônia Junqueira, Editora Autêntica.
“Lino”, de André Neves, Editora Callis.
“O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado”, de Don e Audrey Wood, Editora Brinque-Book)

Essa iniciativa faz parte do programa Itaú Criança, que integra ações para melhorar a educação e oferecerá gratuitamente 7 milhões dos livros citados. Para receber seus exemplares basta realizar o cadastro no site do programa.

Eu já solicitei a minha coleção. Faça sua escolha e contribua para um mundo melhor: leia para uma criança! Participe você também.

“Ler para uma criança é um gesto simples e muito importante. Por meio dele, contribuímos para a educação, a cultura e o lazer das crianças e ajudamos a mudar para melhor o futuro do Brasil.”

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