25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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27 set 2012

Sentimentos partem do coração

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Como em toda casa: eu carrego muita herança da formação da minha família; o marido carrega herança da formação da família dele; além dessa herança cada um tem a formação de valores que a vida apresentou; e aí ficamos os dois tentando passar os valores que acreditamos ser essenciais para o nosso filho.

Eu não concordo com alguns valores/comportamentos que percebo da família dele; assim como não concordo com alguns valores da minha família. Mas isso não quer dizer que não são válidos.

Lembro da minha mãe nos forçando dar beijo em quem chegasse e/ou fosse embora; a mim, ela obrigava sorrir (!); e também de incitar agradecer um presente. Ai como eu odiava isso (não o ato de agradecer, mas o de dar beijo forçada e, principalmente, o de sorrir. Até beliscões ela me dava alertando pelo canto da boca “SOR-RIA”! Fala aí mamis, não é verdade isso?!…)!!!

Reparo algo curioso na família do meu marido. Ele com seus 31 anos e suas primas (uma pré e outra adolescente), ainda são lembrados e induzidos a ligarem para as tias em datas comemorativas ou para agradecer um presente que elas deixaram na casa de suas respectivas mães. Ai deles se não ligam, uma das tias fica de bico por tempos. Clique e continue lendo!

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24 set 2012

Porque toda mãe quer mudar o mundo / E toda mãe tem direito a informação (e apoio) de qualidade

por
Gabi Miranda

Uncategorized

E aí que me tornei mãe e de lá pra cá tenho pensado em mil e uma maneiras para formar um cidadão consciente, do bem, livre de preconceitos, de culpa e por que não livre de consumismo?! Tanto se fala sobre o assunto e eu não tinha opinião formada a respeito. Só “achismo” (ou talvez, pré-conceitos). Confesso: achava que era coisa de pais hipongas ou de grupos manifestantes que precisavam de uma causa. Achava que se eu fosse partidária da causa, não poderia comprar mais nada (praticamente uma ignorante no assunto). Mas depois de muita informação ali, outro monte de matéria lá, milhares de posts acolá, centenas de depoimentos e, um filho (!), minha opinião se formou diferente do meu “achismo”.

O assunto é sério. Precisamos dar fim à publicidade abusiva direcionada às crianças (nossa, me senti uma militante agora). É impressionante como as propagandas, principalmente, televisivas, tem poder sobre nossos filhos (as de revistas acho que o poder é sobre os pais). Meu Ben ainda é pequeno, ainda não fala, ainda não é influenciado pelo que vê na TV, mas basta ouvir um jingle de um comercial para demonstrar uma reação e aí, sinto o poder daquela comunicação. Clique e continue lendo!

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13 set 2012

Das coisas que me arrependo durante a gravidez

por
Gabi Miranda

Desabafo, Gravidez, Maternidade

De ter chorado os três primeiros meses inteiros e principalmente de ter desejado não estar grávida. Tudo porque no início eu não estava vendo graça em ser grávida, não eram as mil maravilhas que pensei que seriam, porque eu acordava passando mal e ia dormir passando mal. E vomitava tudo o que colocava pra dentro, por onde passava.

De não comer verduras. Eu nunca comi (e continuo sem comer) qualquer verde que seja. Não gosto, tenho aflição, não acho saboroso (e não preciso experimentar pra saber que não gosto e pronto). Quando engravidei o que mais ouvi foi “agora tem que comer verduras”. No início me esforcei, mas como passava mal pra caramba, as tentativas não tiveram sucesso. Com 7 meses e pouco de gestação entrei em paranoia. Achava que Benjamin teria algum problema e se tivesse a culpa era minha por não comer verduras. Foi um período horrível emocionalmente, pois imaginava coisas horríveis que podiam acontecer com Benjamin. Pensava a todo instante que se eu sou o que como, meu filho também seria e ele não comeria verduras porque ao invés de enviar esse tipo de alimento pra ele, eu enviava batatas fritas. Clique e continue lendo!

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06 jul 2012

Livro: São Paulo com crianças – Turismo, cultura e diversão na maior cidade do Brasil

por
Gabi Miranda

Livros

Eu havia comentado aqui o lançamento desse livro. Passou da hora de falar sobre ele, então vamos lá. Conferi cada página após o lançamento mesmo. O livro é uma graça, todo colorido e cabe na bolsa de pequeno e leve que ele é – ótimo para carregar a todo instante e recorrer quando estiver sem ideia do que fazer com as crianças em São Paulo.

Ele é dividido por categorias como: compras (dicas de lojas irresistíveis para os nossos ninos e ninas), restaurantes, passeios culturais (cinema, teatro, música, livrarias, museus, bibliotecas, etc), hotéis, parques, bichos, programas em família, enfim…tudo para fazer acompanhados dos pequenos.

Devo confessar que mesmo nascida aqui, não sou uma amante fervorosa da cidade de São Paulo (amo mesmo o Rio de Janeiro). Mas ao ver a dedicatória (simples) que Mariana fez ao Benjamin algo tocou em mim.

São Paulo é um centro cosmopolita, mesmo cinza nos dá tantas possibilidades, nos apresenta tanto do mundo… Despertou em mim o desejo de fazer com que meu pequeno curta e ame muito sua cidade. Percebi que cabe a mim, mais essa função. E farei com muito prazer. Clique e continue lendo!

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23 maio 2012

Entre, sente-se, pode ajudar sem pedir licença

por
Gabi Miranda

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Eu tenho dificuldades em pedir ajuda. Orgulho? Pode ser. Mas penso o seguinte: quem quer ajudar vai lá e faz, não fica só oferecendo ajuda. Por exemplo: se eu não quero lavar a louça na casa de alguém, não pergunto “quer que eu lave?”, nem me manifesto. Agora se eu quero lavar, levanto a bunda da cadeira e começo. Dá pra entender a diferença?!

(vale esclarecer que estou falando de pessoas íntimas, às quais EU acho que não precisaria ter que pedir certas ajudas e sim poder contar com elas espontaneamente)

Quando o filho está pra nascer todo mundo fala que vai ajudar, que se precisar fica com ele enquanto você trabalha, que tudo o que precisar é só falar, blá, blá, blá…quer dizer, você e todo mundo ao redor sabe que vai precisar de ajuda e mesmo assim você precisa falar?! Aí ao menor desentendimento, se prepare… É tipo a lei do retorno. Clique e continue lendo!

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12 abr 2012

Livro: Pais inteligentes enriquecem seus filhos

por
Gabi Miranda

Dinheiro, Livros, Maternidade

Eu já li Casais Inteligentes enriquecem juntos e recentemente o marido ganhou de presente de aniversário o Pais Inteligentes enriquecem seus filhos, ambos do autor Gustavo Cerbasi.

Há que não gosta da ideia de ter uma disciplina na escola sobre educação financeira. Embora, eu acho que essa é uma responsabilidade dos pais, acho interessante incluir o tema no currículo escolar das crianças. Afinal, é de pequeno que se aprende.

Os pais devem preparar os filhos para a vida e aprender sobre educação financeira é importante. Dinheiro implica fazer escolhas e é essencial que a criança aprenda isso. Sabemos que dinheiro não traz felicidade, mas ele gera bem estar, qualidade de vida, segurança, tranquilidade, etc.

Gostei muito do livro. Apesar de ainda não estar na época de aplicar as dicas que ele sugere, achei válido para começar a colocar – desde já – em prática algumas sugestões na minha vida de mãe. Porque como bem diz o autor “oferecer conhecimentos sem praticá-los (habilidades) não leva a lugar nenhum. Praticar sem ressaltar sua relevância (atitude) empobrece o aprendizado. Da mesma forma, a prática sem conhecimento induz a erros...”
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27 jan 2012

Dicas para escolha de um berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Como disse aqui e aqui, berçário tem seu lado positivo. Geralmente, é um lugar bem estruturado, com rotina e disciplina, incluem atividades físicas, brincadeiras, propõe interação, estimula a criatividade, sociabilidade e desenvolvimento do bebê. Sem dúvida, minha primeira escolha era Benjamin ter ficado sob cuidados da minha mãe, mas nem tudo pode ser do jeito que desejamos. Embora ainda sinta uma certa angústia e uma saudade imensa do meu Ben, estou gostando da forma como estou encarando a experiência, acho que amadureci muito.

Não sou PHD no assunto, mas para finalizar a saga sobre berçários vou deixar aqui algumas dicas sobre o que ficar atento na escolha de um berçário.

• O local deve ser completamente limpo e sem essa história que o chão está sujo porque é hora da comida. Tem que estar limpo o tempo todo;

• Iluminação: o lugar deve ter claridade natural da luz do dia;

• Ficar atento: a banheira, dormitórios, berços, roupa de cama;
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24 jan 2012

A escolha do berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Visitei vários berçários antes de optar por um. Como a escolha do berçário é difícil…! Primeiro que eu não tinha ideia do que precisava saber sobre um berçário. Mas depois da primeira visita (e algumas pesquisas) já soube.

Comecei a questionar tudo o que desejo para minha cria: conforto, segurança, cuidado, carinho. Pensei em seu desenvolvimento e na educação que quero para ele. Lógico, que a gente quer tudo isso do nosso jeito! Então começa a procurar algo que chegue pelo menos próximo dos nossos valores (de vida e $$$) e do que imaginamos ser o ideal.

Tem muito berçário/escolinha por aí. Diversos!!! Nas minhas visitas, sempre tinha algo que me incomodava somado ao fato de ser um pouco chata: o berço velho, o colchão com a espuma pra fora, o cheiro forte de comida, o chão de taco, um armário velho no cantinho do soninho, os gritos dos maiores que não era abafado por vidro (como o bebê descansa com aquela barulheira toda?!), a banheira descascada (teve um lugar que tinha uma hidromassagem!!!!), o espaço apertado, o chão sujo de comida, as tias descabeladas pisando descalças no local onde os bebês engatinhavam (pô, o que os bebês mais fazem é colocar a mão na boca! Aí esfregam na frieira e manda pra boca, não dá!!!), um colchão alto que era o lugar onde os bebês brincavam (???), o local das mamadeiras desorganizado, cozinha bagunçada, paredes fortemente coloridas, aff…!
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23 jan 2012

Sobre berçários

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Essa semana vou me dedicar a falar sobre berçários/escolinhas. Então senta, que lá vem história….

Enquanto estava de licença maternidade tudo parecia resolvido sobre os cuidados com Benjamin. Um mês antes de acabar minha licença nada estava resolvido e foi quando percebi que nem tudo era tão simples quanto parecia ser.

Quase enlouqueci pensando em como seria, sobre berçários, babás. Minha mãe sempre se dispôs a cuidar dele quando eu voltasse ao trabalho. Tenho certeza que ela faria com o maior amor do mundo. Mas minha mãe já tinha abdicado sua vida por duas filhas, agora que tem sua liberdade, faria o mesmo pelo neto?! Não achei justo. Sem contar na logística, eu moro na ZS, minha mãe na ZN, eu trabalho na ZO, o marido em Osasco, chegamos tarde em casa, enfim…não ia rolar!

Cuidar de um bebê requer paciência, disposição e disciplina. Minha mãe, apesar de avó (que geralmente mima nossa cria), seguiria meus pedidos. Se não fosse com ela a outra opção era o berçário. Ao contrário do que ouvia de outras mães, pensava que eu tiraria de letra, deixaria meu filho numa boa no berçário. Mas quando fui conhecer alguns lugares meu conceito mudou sobre berçários e o peito se encheu de angústia e insegurança. Demorou para encontrar um lugar que atendesse as minhas expectativas.
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