15 maio 2013

2º Workshop Fisher-Price

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Gabi Miranda

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De repente começou a surgir um monte de compromisso e acaba que eu – esposa, mãe, dona de casa, com emprego fixo, que ainda pega uns freelas por aí, blogueira, uma reles mortal, ufa… não dou conta de registrar tudo. Mas alguns desses compromissos são bem bacanas e vale o registro mesmo que um pouco atrasado.

Fui convidada para participar do 2º Workshop Fisher-Price. Realizado no espaço Kabanah Spa , o evento contou com a participação do Dr. Claudio Basbaum, ginecologista-obstetra, percursor e defensor do Parto de Cócoras. Foi ele também quem introduziu no Brasil, as técnicas como laparoscopia, videolaparoscopia e a massagem Shantala. Dr. Claudio falou da importância do parto natural tanto para o bebê quanto para mãe, da presença do pai na hora do parto, da amamentação logo após o nascimento do bebê e das mudanças na vida da mulher ao se tornar mãe.

Foi uma palestra bastante comovente, onde aquela vontade (eu disse pra vocês?! Não?! Outro hora eu conto) de ter outro bebê bateu forte novamente. Quando você ouve conselhos de uma pessoa tão experiente, você tem vontade de fazer várias coisas diferentes. O que eu faria de diferente? Primeiro eu amamentaria em livre demanda. Não tem coisa mais deliciosa que amamentar. É o momento mais íntimo entre você e o bebê, onde os laços entre vocês se fortalecem ainda mais. E da próxima vez eu vou amamentar sem livro ou celular na mão (eu tinha problemas com ansiedade, não conseguia ficar parada). Eu fiz muito isso e hoje sinto aquele gostinho de que podia ter aproveitado mais. Amamentar é uma das experiências mais incríveis da vida materna. Clique e continue lendo!

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14 maio 2013

Você já levou seu filho ao Odontopediatra?

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Gabi Miranda

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É essencial fazer acompanhamento com um odontopediatra desde cedo para cuidar da saúde bucal dos pequenos. Eu nunca levei Benjamin e descobri que os bebês, assim que nascem seus dentes, devem fazer acompanhamento a cada três meses.

Para evitar cáries usamos pasta dental com flúor, mas as crianças não podem usar creme dental com esse componente. E sabe por que? Porque quanto mais engolem flúor, mais risco correm de ter fluorose – um distúrbio que ocorre na formação dos dentes permanentes causado pela ingestão excessiva de flúor na infância. A fluorose faz com que os dentes permanentes nasçam com manchas brancas e opacas, é um problema de formação e não nasce apenas um dente assim, são vários.

Como nossos pequenos não sabem cuspir, eles ingerem o creme dental e o período de maior risco para o desenvolvimento de fluorose é justamente na primeira infância. Por isso a importância de usar um creme dental sem flúor até os 4 anos de idade. Clique e continue lendo!

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11 abr 2013

Conhecendo personagens infantis

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Gabi Miranda

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Eu sou tipo mãe alienada, não sei nada sobre personagens infantis. Pra você ter uma ideia, toda vez que Benjamin chegava próximo a geladeira da nossa casa, falava e apontava para o “hulio, hulio, hulio”. Ele me olhava com uma cara de “essa minha mãe não sabe de nada”. E não sei mesmo. A nossa geladeira é cheia de fotos de pessoas queridas e nenhuma delas chama-se Júlio. Eu ia lá saber o que significava o tal “hulio”. Pois bem caros leitores, o “hulio” que meu filho se referia é esse aqui:

Imagem do Google

Imagem do Google

Dois personagens que não simpatizo e, esses conheço, é a dupla Patati e Patatá. Não me condenem, mas não gosto de palhaços, gente. O único palhaço por quem tive uma simpatia na vida foi pelo palhaço do circo Tihany. Em casa não tem nada do Patati e Patatá, exceto um kit de artes que Benjamin ganhou em seu aniversário de um ano e abri recentemente porque agora ele tem interesse por pintar. Assim que abri, o pequeno Benjamin começa: “tati tataaa”. Filhos aprendem mesmo um monte de porcaria fora de casa. Clique e continue lendo!

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11 mar 2013

Porque meu filho não come chocolate

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Gabi Miranda

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Faço parte do grupo que não tem uma educação alimentar adequada. Legumes e vegetais são itens excluídos do meu cardápio. Não, não me orgulho em dizer isso, muito pelo contrário, tenho vergonha. Mas já tentei mudar isso, inclusive na gravidez, e não consegui. Aliás, na gestação sofri muito por isso, pois passei o período inteiro ouvindo de todos os lados que Benjamin não comeria nada saudável, uma vez que o paladar dele já era educado desde o útero. Meu médico era quem me tranquilizava. Benjamin nasceu e bom, três coisas que amo muito, ele ama na mesma medida que eu: pão (qualquer tipo), queijos e batata frita. Ele ama mais dezenas de alimentos que não fazem parte do meu cardápio: bróquis (brócolis), couve, inhame, pepino, ervilhas, abobrinha, beterraba (arghhh), lentilha, alface, cenoura, além de todo tipo de carnes e frutas.

Quando Benjamin entrou na transição das papas, eu já tinha conversado bastante com a pediatra, já tinha pesquisado e lido muito a respeito. Eu e marido fizemos uma espécie de pacto. Não oferecer doces e refrigerante até os dois anos de idade. Por que essa decisão? Porque segundo tudo que havia apurado a respeito, ficou claro que até os dois anos de idade, o paladar da criança está em desenvolvimento. É, inclusive, nesse período que também existe o risco de alergia alimentar. É claro que não sou expert no assunto, mas o doce e o refrigerante pra mim tinha um peso. Primeiro porque nosso paladar é mais chegado num doce. Então tinha medo de que se Benjamin experimentasse a partir daí só quisesse ficar no doce e tchau brócolis. Sempre temi fazer parte do grupo de mães que sofrem porque o filho não come (isso é terrível, um sofrimento para uma mãe!). E outro fator que me assusta é a obesidade infantil, um problema seríssimo dentro da casa de muitas famílias. Por essas neuras, Benjamin não conhece refrigerante, não come chocolate (mas uma vez experimentou um pedaço de brigadeiro, quase morri! foi a única vez). E por orientação de sua pediatra, ele não come iogurte, Danone e afins. Clique e continue lendo!

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21 jan 2013

Mãe na direção

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Gabi Miranda

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Com o objetivo de ajudar de forma integrada e participativa as mães e filhos que passam bastante tempo a bordo, a Renault do Brasil desenvolveu um projeto chamado Mãe na Direção para as mães compartilharem ideias e soluções para os diferentes problemas enfrentados enquanto dirigem na companhia de seus filhos. Para essa ação foi criada uma página no Facebook onde a personagem Wanessa (verdadeira) divide os dilemas que ela enfrenta ao volante com sua filha, Bia. Foi criada também uma websérie que permitia acompanhar e participar através de sugestões. A comunidade tornou-se um espaço de interação entre mães de todas as regiões desse mundão de meu Deus. E eu estava lá no meio, trocando experiência, interagindo e ajudando a construir soluções para os problemas que a Wanessa encontrava.

Eu me tornei mãe na direção logo depois que Benjamin nasceu. Na verdade eu tinha carta, tinha aprendido a dirigir, mas não tinha prática, até que bati o carro, fiquei com medo, parei. Quando engravidei foi uma das coisas que coloquei como objetivo: pegar prática no volante. No primeiro dia de adaptação no berçário, era o primeiro dia que pegaria também a marginal sozinha ao volante e com o meu Ben. Foi tudo tranquilo até eu chegar em casa e bater o carro na lixeira (SIM!!! Só comigo acontece essas coisas) do vizinho e arregaçar o vidro de trás do carro (ninguém se machucou). Como se não bastasse ser o primeiro dia da minha separação com meu Ben, bati o carro da maneira mais babaca. Chorei, me descabelei, disse que não pegaria mais o carro. No dia seguinte, eu estava levando o carro pra arrumar e a vida seguiu. Clique e continue lendo!

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