11 nov 2014

TV pra que TE VER?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desenvolvimento, Filhos

Fico tentando lembrar quando começou minha relação com a TV. Se me lembro bem, nunca fui fanática por desenho. Já a minha irmã caçula passava tardes inteiras com a TV ligada em canais infantis. Sempre gostei muito de novela. Fui uma noveleira incorrigível. Um dia, meu Ben me pediu para colocar a TV no quarto dele. Achei um pedido muito avançado para a idade dele. Isso porque algumas vezes ele queria dormir no sofá assistindo desenho – algo nada legal. Acredito que a luz da TV atrapalha a gente a pegar no sono e impede um sono tranquilo.

TV

Há três meses, passamos a manter a TV desligada lá em casa. O motivo principal foi o fato de achar que Benjamin ficava muito tempo em frente à TV, mesmo fazendo outras atividades, e, perdia atenção facilmente com outras coisas. A professora dele chegou a conversar comigo, dizendo que estava achando ele muito disperso. Foi a deixa para eu culpar o aparelho. Na escola sei que ele já tem o momento da TV, então foi tranquilo manter a nossa desligada. Outros dois fatores decisivos: i) a enxurrada de publicidade, principalmente nos canais infantis; ii) conteúdos impróprios para crianças. Aqui não falo de programas com sexo, por exemplo, mas diálogos inadequados para a idade do Benjamin que está numa fase de repetir tudo o que ouve ou vê.
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05 ago 2014

Família e Educação: O conflito entre ser permissivo e dizer não ao filho

Família e Educação

A pergunta que mais ouvi nos últimos dias “você viu o vídeo do menino que teve o braço arrancado por um tigre?”. Só vi o vídeo ontem cedo, ao chegar no trabalho, porque a TV próxima à minha mesa estava ligada, caso contrário não teria visto porque me permito não procurar tragédias, afinal, são muitas diariamente. Só que após ver o vídeo fui ler sobre o caso e fiquei mais indignada e impressionada.

Eu não quero julgar esse pai. Mas infelizmente, não tem como falar desse assunto sem julgar os pais dessa criança, que devem estar sofrendo muito, óbvio, pelo ocorrido e pela própria falta de discernimento. Além do fato de o menino ter ficado sem o braço, me comove também, nessa história, a falta de limite e autoridade que nós pais impomos cada vez menos aos nossos filhos. O vídeo que assisti, foi ao ar no programa do Fantástico, dia 03 de agosto, no qual em determinado momento o pai diz “as pessoas (em volta) estavam achando bacana, curtindo”. Impressiona-me as pessoas em volta assistirem (e filmarem!) e não chamarem a atenção desse pai e dessa criança. Não, não tem a menor graça, não é nada bonitinho e bacana ver uma criança alimentando e atentando animais selvagens não domesticados, ultrapassar a passagem proibida pelos visitantes onde visivelmente se vê a placa “PERIGO! Não ultrapasse”. Se eu tivesse no local, com certeza seria candidata forte a brigar com esse pai. Aí vem um oportunista, ops, um advogado e diz que a culpa é do Zoológico.
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10 dez 2013

Reflexão sobre apresentações escolares

por
Gabi Miranda

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Esse post também poderia levar o título: O judoca mais lindo da mamãe. Mas por razões de “vou parar de babar”, optei por um título menos coruja.

Sábado foi a festa de encerramento na escolinha do Benjamin. Teve toda aquela parafernália de apresentação com crianças pequenas fantasiadas, música alta, tias pagando o mico de dançar sozinhas e claro, crianças chorando. O meu foi um deles no início das apresentações. Sei lá, acho que vê um, dois, três chorando, começa a não entender nada e acha que o melhor a fazer é chorar também.

Eu não sei lidar muito com essas situações e sempre, toda vez me pergunto: será que faço certo em mandar o Benjamin? Qual a necessidade de fazer o menino passar por isso? Será que não vai causar trauma?

Gente, eu fico com vontade de arrancar ele de lá e alinhá-lo nos meus braços. Mas isso seria o certo? Não vai parecer o menino mimado que tem a mamãe sempre ao lado para protegê-lo? Mas isso seria proteger? Também não poderia causar algum trauma? Clique e continue lendo!

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04 dez 2013

2 anos e 6 meses – desenvolvimento

por
Gabi Miranda

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Foi ótimo ter ido à reunião da escolinha. Aliás, sábado, apesar da correria, foi um dia de pequenas e grandes alegrias. Benjamin foi destacado em reunião e eu quase morri de sei lá o quê quando a prô de inglês falou “gostaria de falar em particular só de uma criança, o Benjamin”. Jesuis! O que esse menino no auge de seus dois anos aprontou(?!). Na verdade, quando ela falou isso, logo imaginei o que era.

Eu já disse aqui que Benjamin não falava até completar dois anos. Não é que ele não falava nada! Ele falava, apenas palavras soltas, nomes dos bichos, objetos, etc e coisas incompreensíveis. Também cantava (sabíamos que era uma canção, mas a música já era outra história). Eu sou uma mãe bem realista, não faço parte do grupo de mães que os filhos falam “quhermaskfir” e a mãe entende “quero passear, mamãe”. Ok, talvez me falte imaginação. Mas eram apenas palavras. Recentemente, ele desembestou a falar, formar frases, contar histórias e cantar de forma compreensível.  Agora ele realmente ganhou forma gramatical. Clique e continue lendo!

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04 nov 2013

Linhas pedagógicas

por
Gabi Miranda

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Com a aproximação do novo ano, chega o momento de repensar sobre a instituição que o nosso filho vai estudar. Sempre achei que a escolha da escola é uma das mais importantes na nossa vida e, principalmente, na vida dos pequenos. É na escola que inicia também um processo de formação em vários aspectos: caráter, pessoal, intelectual, moral… Portanto, é na escola que serão vividas experiências que marcarão também parte do que o indivíduo se tornará ao longo da vida.

Até hoje não tinha me aprofundado sobre o tema, até porque Benjamin não estava nessa fase e acredito que agora esteja mais próximo, então fui pesquisar sobre linhas pedagógicas. Que existem várias formas de educar eu sabia, mas achava que existiam 3  linhas pedagógicas e para minha surpresa descobri que são 6 as mais conhecidas: tradicional, montessoriana, waldorfiana, construtivista, freiriana, democrática.

Todas essas linhas tem até uma natureza parecida, mas com diferenças que podem ser determinantes para a formação dos pequenos. O que se deve levar em consideração na escolha? As crenças e valores da família são pontos importantes a serem considerados, além, é claro, da personalidade da criança. Por exemplo, se seu filho é mais extrovertido ou o contrário, é uma característica importante a ser analisada. É importante escolher uma escola/linha pedagógica que tem a ver com a criança e atenda as necessidades dela. Clique e continue lendo!

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24 out 2013

Negociação x Chantagem

por
Gabi Miranda

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Outro dia marido me chamou a atenção:

“Para de fazer chantagem com o menino!!!”

Ele se referia ao seguinte diálogo entre eu e Benjamin:

Eu: Vamos tomar banho?
Benzoca: Não!
Eu: Vamos tomar banho SENÃO não tem mais DVD!
Benzoca: tá bom, tá bom, vamos! Mas depois tem, né?

Eu não estava fazendo chantagem, ao menos não era essa a minha intenção. Eu estava tentando negociar. Mas depois de pensar no assunto, concluí que sim, estava fazendo chantagem, mas de forma inconsciente.

Por Wikipédia:

Chantagem: é um ato ou prática imoral ou criminosa que consiste em ameaçar revelar coisas ou informações sobre uma pessoa, um grupo, etc, a não ser que a pessoa ameaçada cumpra exigências, geralmente para proveito próprio, feitas pelo ameaçador. Pode-se definir a chantagem como sendo uma situação onde a primeira parte (quem faz a chantagem) exerce um processo de pressão e/ou tortura mental sobre a segunda parte (quem sofre a chantagem) a fim de receber dessa algo de seu interesse, visto que a segunda pessoa não poderá (ou terá vontade de) consentir, senão a coisa ou informação guardada pelo chantagista será revelada para um determinada pessoa, ou até mesmo corporações, polícia ou público em geral. Clique e continue lendo!

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16 set 2013

Quintal e sua felicidade

por
Gabi Miranda

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Domingo de sol. Ao lavar o quintal me dei conta que nunca morei numa casa sem quintal. Tudo bem que as casas em que morei não tinham quintais como dos meus avós Roque e Biga, mas garantiram boas lembranças também.

Sempre sonhei em morar numa casa com quintal enorme, daquelas com mangueira (que dessem mangas bem docinhas), goiabeira (embora não goste de goiaba), árvores que pudessem ser escaladas e quiçá construir uma casa.

Um jardim com lindas flores: rosas, girassóis, violetas…

Um quintal que tivesse piscina, mas se não fosse possível, que fosse  espaçoso suficiente para montar uma piscina de plástico como minha mãe fez inúmeras vezes na minha infância. Nosso cachorro, com suas unhas, ia lá e furava a piscina durante a noite, mas isso não nos entristecia porque sempre tinha uma segunda opção: o banho de mangueira.

Sim, quintal deve ser espaçoso para um banho de mangueira, daqueles que fazem a gente sentir frio na barriga de tão gelada que a água parece estar num primeiro momento, daqueles que eternizam a infância. Clique e continue lendo!

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12 set 2013

Um mês de desfralde e algumas dicas

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Livros

Hoje completa um mês que começamos o desfralde do Benjamin. Um mês que quase surtei com a notícia recebida cheia de orientações da escolinha, um mês em que vários sentimentos contraditórios tomaram conta de mim, afinal era uma conquista e tanto, mas também sinal de que meu filho está crescendo muito rápido.

Faz um mês e parece que já faz um tempão, pois todos nós assmilamos muito rápido a nova fase, principalmente o Benjamin. Após o primeiro dia, pensei que daria um trabalho danado, mas que nada…três dias depois do início, ele já ia e voltava da escola com a mesma roupa. Com 6 dias de processo ele começou avisar que queria fazer xixi, como contei no Diário do Desfralde.

O cocô é mais difícil, mas também não tem sido nada complexo por aqui. Desde que começou o desfralde, Benjamin deixou de ser um reloginho. Antes ele fazia cocô todo santo dia, agora tem feito a cada dois dias e só à noite em casa. Agora ele começou a entender a diferença de cocô e xixi, pois percebi que ele não entendia e muitas vezes queria fazer cocô, falava que era xixi e como aprendeu fazer xixi em pé ele não queria sentar de jeito nenhum no penico. Mas agora já tem avisado também, porém com direito a esquecimento.
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12 ago 2013

O Desfralde

por
Gabi Miranda

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Sabe notícia inesperada? Então, recebi sexta-feira passada. Chegou a fase mais temida pela mãe aqui, o desfralde!

O mais engraçado é que nesse mesmo dia, uma colega da faculdade, também mãe, me perguntou sobre o desfralde do Benjamin. Respondi toda relax que ainda demoraria.

Nesse ano já havia conversado com a escola sobre o assunto e fui informada que ainda demorava, que Benjamin precisava dar mais sinais, além de saber falar, que provavelmente o desfralde aconteceria só no segundo semestre.

Interpretei a mensagem da seguinte forma: só quando Benjamin construir frases literárias, lá com 2 anos e 6 meses. Ou seja, final do segundo semestre.

Mas o segundo semestre começa em julho, Benjamin já completou 2 anos, já fala, já compreende o que falamos, algumas vezes arranca a fralda, faz xixi no vaso quando vai pro banho, reconhece o penico, e por mais que seja díficil para mãe assumir, o bebê já se tranformou numa criança, um moleque arteiro.

Receber notícia que você não espera, na maioria das vezes te pega de supetão. Eu que quase nunca abro a agenda do Benjamin, encasquetei de abrir na sexta-feira passada e me deparei com um comunicado extra oficial e gigante: Clique e continue lendo!

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01 ago 2013

Reunião de pais (participativos)

por
Gabi Miranda

Maternidade

Sábado passado teve reunião de pais na escolinha. Imagina meu sofrimento na semana anterior. Tinha marcado um curso de scrapbook, agendado há 2 semanas, e que acontece a cada 15 dias. Não tinha conseguido ir no anterior e não queria abrir mão de ir nesse sábado (fazer scrap me acalma e eu precisava muito disso).

Acontece que era a reunião semestral, os pais receberiam os trabalhos dos seus pequenos, no meu caso, saberia como anda o desenvolvimento do Benjamin na sua nova turma (há 3 meses meu bebezico mudou para o maternal). Não queria abrir mão de ir na reunião da escolinha também.

A vida é cheia de escolhas, mas vida de mãe é uma escolha só: filho!

Mas se o filho tem pai, e um pai participativo, porque não dar espaço para ele?

Conversei com o marido e ele não viu problemas em ir no compromisso escolar do nosso filho. Senti que ele até gostou da ideia – confirmação que tive ao encontrá-lo após a reunião.
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