22 fev 2013

Rotina Compartilhada

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Aqui em casa não aderimos à cama compartilhada, mas recentemente adotamos a rotina compartilhada.

A rotina compartilhada consiste em dividir as rotinas do Ben entre os dois: pai e mãe.

Devo confessar que eu monopolizei duas das rotinas desde que Benjamin nasceu: banho e hora do sono. Sempre fui eu que dei banho e o fiz dormir. SEMPRE! Claro que algumas vezes deixei o marido fazer, mas era uma vez a cada 30 dias.

No início do ano propus ao marido:

– Vamos compartilhar algumas rotinas?

Ao que ele respondeu de bate–pronto, sem ao menos ouvir a proposta:

– Vamos!!! Você vai acordar mais cedo um dia sim outro não para cuidar dele?

(é SEMPRE o marido quem acorda mais cedo para arrumar o Benjamin antes de sairmos durante a semana)

Respondi: – Calma, não precisa radicalizar…

Bom, o que o marido não sabia era que a intenção da minha proposta era beneficiá-lo. Em segundo plano, juro, estava a minha intenção de ter uns breves momentos livres.
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13 fev 2013

O que seu filho quer ser hoje? (vídeo patrocinado por OMO)

por
Gabi Miranda

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Eu já quis ser executiva, bailarina, guia turística (porque não tem coisa melhor que conhecer história e lugares), atriz, psicóloga até que um dia decidi ser jornalista!

O marido já quis ser lixeiro, dentista, guerrilheiro (estilo Rambo), astronauta, fotógrafo de águas vivas (e essa é uma longa história) até que um dia decidiu ser publicitário.

Ultimamente tenho observado Benjamin brincar e penso: o que será que ele vai ser quando crescer?

Nesse momento de sua infância, o que posso fazer é proporcionar momentos que o faça desejar alguma profissão, provocá-lo a sonhar, além é claro, de participar efetivamente desse processo criativo.

Aqui em casa uma das coisas que permitimos é a brincadeira livre, ou seja, não colocamos impedimentos como: não mexer na terra, não andar descalço, não brincar com água, etc. Não tem coisa mais chata que alguém impedir você de experimentar, principalmente quando se é criança, quando já não temos permissão para muita coisa. 

O que vale é se sujar! E uma das coisas que Benzoca curte é brincar com tinta (brincadeira que a mamãe aqui também adora!). Clique e continue lendo!

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05 fev 2013

Mãe na direção – episódio final

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Gabi Miranda

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Daquelas coisas que não deixam a gente esquecer os momentos singulares com nossos filhos, as pessoas especiais que conhecemos…

Esse dia foi excelente!

 

Mãe na direção

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29 jan 2013

Da série lições de vida: as pessoas quebram

por
Gabi Miranda

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O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

Uma das coisas que mais temo e que me entristece ao pensar e olhar meu Ben, é que um dia ele vai se quebrar e eu não poderei fazer nada para evitar isso. Assim como ele vai cair inúmeras vezes e se machucar. É inevitável. Vai doer em mim também. Apesar de sermos super heróis aos olhos de nossos pequenos, não passamos de seres frágeis. Dói mais ainda pensar que alguém pode quebrá-lo e eu na minha insignificância e impotência não poderei quebrar a cara desse alguém.

Mas durante esses meses de existência do meu maior Ben, aprendi uma coisa. Existe algo que posso fazer. Posso ensiná-lo princípios e valores – os recebidos de seus avós e os que a vida me presenteou. Posso lhe ensinar que tudo na vida tem um sentido, que a existência humana tem sentido. Que um gesto de gentileza, por menor que seja, tem sentido. Clique e continue lendo!

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17 jan 2013

Sobre mimo, limites e coerência

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Gabi Miranda

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Outro dia fiz uma pequena nota sobre manha, onde falei que os pais estragam os filhos. Uma amiga-mãe-leitora-super-mega-querida comentou e me pediu para aprofundar mais o assunto. Cá estou (vou tentar). 🙂

Sinceramente, acho que me expressei mal quando disse isso. É claro que pais não estragam os filhos, mas assim como os avós e tios, os pais mimam demais. Só que diferente de avós e tios (que “estragam” porque é a “função” deles), os pais fazem isso de maneira inconsciente. Por exemplo, não ficamos com Benjamin o dia todo e quando ficamos – finais de semana e férias – fazemos tudo para agradar: beijamos e abraçamos a todo instante, deixamos algumas rotinas de lado (que foi o caso agora nas férias), abrimos mão de dizer tantos “nãos”, ou damos atenção demais ou de menos – e aí queremos recuperar o que foi perdido e até por não falarmos mutuamente a mesma língua (pais x bebê) acabamos exagerando na atenção. Penso que é o que acontece aqui em casa. Clique e continue lendo!

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14 jan 2013

Férias para a mamãe

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Gabi Miranda

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Hoje Benjamin iniciou uma nova fase. Marido voltou ao trabalho, aproveitei e mandei meu Ben para a escolinha. Parece falta de apego?! É eu queria um tempo só pra mim, sem marido, sem filho.

Organizei tudo para seu retorno ontem: mochila, lancheira, roupa. Chegou uma época do berçário em que eu não aguentava mais arrumar a bolsa dele, muito menos escrever (e olhar) na agenda. Mas desde quando soubemos que Benjamin começaria educação infantil, fiquei entusiasmada para arrumar a mochila e, principalmente, a lancheira.

Compramos tudo agora nas férias. O uniforme que consiste em bermuda/calça azul e camiseta branca. A mochila demorei para achar, não queria de tema (e isso você encontra em qualquer loja, impressionante, para todos os gostos: Carros, Galinha Pintadinha, Madagascar, Homem Aranha, Barbie, Toy Story…uma infinidade!). Como Benjamin ainda não se liga nessas coisas, optei por algo de mais qualidade, espaço e neutro (que não desse margem para o consumismo). Adorei a mochila porque além de preencher todos os requisitos que eu buscava, ela é bem bonita (a carinha ficou por nossa conta, é aquele cartão de identificação, atrás tem espaço para dados da criança). Olha só, coube tudo o que ele precisava levar: Clique e continue lendo!

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04 jan 2013

Férias e manha – uma combinação nada perfeita

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Gabi Miranda

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Estamos de férias no Rio de Janeiro. Passar o dia inteiro com o Benzoca nos possibilita conhecer um pouco mais o nosso pequeno. E ele testar nossa paciência, além de nos dobrar. Se a mãe interior que mora dentro de mim deixar, eu faço tudo que ele quer. Ainda bem que ela existe e policia.

Sempre achei que meu filho fosse bonzinho. E é. Ele é bem humorado, alegre, faz suas palhaçadas – até demais para um bebê de apenas um ano e meio. Mas ele não foge à regra e chegou, definitivamente, na sua fase de manha. E quanta manha.

O pequeno Benjamin faz jus ao signo que tem: Gêmeos. Uma hora está tudo bem e na hora seguinte, o menino esperneia. Está muito genioso. Quer de qualquer jeito os objetos que não pode mexer (principalmente: iPhone, iPad e câmera fotográfica), se joga delicadamente deita no chão e chora finge chorar (ainda não se debate), não come mais na hora certa, ou seja, na hora que oferecemos e sim na hora que ele quer, não tem comido frutas, exceto banana. Ao menos tem bebido bastante água e suco. Clique e continue lendo!

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03 jan 2013

Feliz 2013

por
Gabi Miranda

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Sempre passei a virada do ano em Copacabana. Adoro. Há dois anos isso não acontecia, um porque passamos em Paris (com meu Ben na barriga) e o outro porque Benzoca tinha apenas 6 meses e optamos por ficar em casa. Dessa vez emendamos férias e viemos para o Rio de Janeiro.

Quem conhece sabe que é impossível ir de carro à praia na noite do dia 31. O esquema é de metrô. Já estava tudo combinado: se não chovesse – como é de praxe no final do ano, íamos para a praia com o Benzoca. Eu só não lembrava o quanto era desagradável pegar o metrô: a fila para entrar é enorme, mas isso é o de menos. O pior mesmo é o que está por vir após a fila: vagão extremamente cheio de gente, uns moleques  gritando e degradando batendo no teto do trem e muito, muito calor.

Meu Ben estava estrategicamente em seu carrinho, confortável até que de repente começou a suar, ficar incomodado e quando vimos já estava berrando incontrolavelmente. Nem tirar do carrinho o fez acalmar. Aquilo cortou meu coração, me senti uma mãe irresponsável e sem um pingo de bom senso. Onde já se viu submeter o bebê de um ano e meio àquela situação. (ao engravidar todos achavam que eu seria cheia de frescura com o bebê, diziam que ele seria o “bebê da bolha”, eu também achei isso. Mas eu e todo mundo fomos surpreendidos, me tornei uma mãe cuidadosa, mas sem muita frescura. Só que às vezes eu acho que exagero no lance de ser desencanada). Clique e continue lendo!

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06 dez 2012

E assim nascem novas histórias, todos os dias

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Gabi Miranda

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A vida está corrida. Eu sei que a de todo mundo está. Mas nos últimos dias não sei como consegui me envolver em tanta coisa, tanta atividade profissional e pessoal. Não sei como tenho conseguido estar em tantos lugares e com pessoas diferentes em tão pouco tempo….

No meio de tanto compromisso, correria e um pouco de stress, quinta-feira passada (30/11), presenciei um momento único na vida da minha amiga Mislene. O nascimento do seu segundo filho.

Eu já tinha tudo programado para essa data, mas o dia tinha sido pesado, cansativo, corrido ao extremo. Além do meu humor que não estava legal, eu estava vestida de preto (para alguns não tem nada a ver, mas eu não acho uma cor bacana para assistir uma vida chegando ao mundo) e não conseguiria ir pra casa tomar um banho, colocar uma roupa mais clara. Ao sair do trabalho, liguei para minha amiga Dani-mãe-já-de-dois e após desabafar toda minha tragédia grega do dia, ela me fez acreditar que ir assistir o parto da Mislene mudaria minha visão de mundo, principalmente a que estava naquele dia. Encorajada, lá fui eu.  Clique e continue lendo!

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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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