24 set 2012

A chupeta e a neura da mãe

por
Gabi Miranda

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Faz uma semana que Benjamin não usa chupeta para dormir. Eu não sou muito a favor da chupeta, mas confesso que fui eu que empurrei ela pra cima do Ben. Mas acho que chegou a hora de reparar isso. Em casa ele já a usava muito pouco, basicamente só para dormir. Porém, toda vez que eu buscava ele no berçário me devolviam o menino com a chupeta na boca. Conversei com a pediatra na última consulta. Resumidamente: ela explicou que chupeta acalma e para as tias do berçário era mais fácil, então se eu me sentisse segura, não precisava mandar a chupeta. E quem disse que eu me sentia segura?

Conversei com o marido. Dois dias depois, ele me revelou: não tinha enviado a chupeta. Bingo! Eu não sabia, logo não morri de preocupação. Benjamin ficou uma semana sem levar a chupeta. Há 7 dias, ele dormiu (sem querer) sem a chupeta. Dormiu a noite toda como sempre. Desde então ele está sem. Hoje ele achou a chupeta, colocou na boca e detou no meu colo. Eu disse que era feio, que a gente tinha que jogar fora. Ele tirou, me deu e ficou mordendo o prendedor da chupeta. Clique e continue lendo!

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20 set 2012

15 meses e as (temidas) vacinas

por
Gabi Miranda

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Todo mundo me falava que seria dolorido levar meu Ben para tomar vacina. Eu já imaginava que seria, pela dificuldade que eu tenho com agulhas. Sabe aquele filme “Jogos Mortais”?! Acho que é no dois que tem um momento em que a menina se joga num buraco onde tem várias seringas com agulhas. Então, nunca mais assisti nenhum filme da série.

Eu tenho um pavor imensurável. Não sei de onde veio. Não desmaio, não faço escândalo, só suo bastante, de escorrer pelo braço e pernas, tenho caganeira que começa no dia anterior à agulhada (se estiver marcado) e termina após a dita cuja. (Ok, não me lembro mais de ter tido esses sintomas após o nascimento do meu Ben. E olha que dia desses fui fazer exame de sangue e sozinha!)

Todo mundo falava que na gestação eu tomaria muitas agulhadas. Eu me programei para engravidar do Benjamin. Os planos eram para 2011. Tomei último mês de pílula em julho/2010. Teria uns 6 meses para me preparar psicologicamente para as tais agulhadas, tempo que meu médico disse que levaria para engravidar – já que eu tomava remédio há anos.  Mas aí veio a primeira lição da vida materna: as coisas não são do jeito que a gente programa. Setembro de 2010 estávamos grávidos! Isso me assustou imensamente e fui parar na terapia. Precisava exorcizar meu pânico de agulhas. Clique e continue lendo!

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21 ago 2012

Receitinha delícia de torta salgada

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Gabi Miranda

Receitas, Terapia do lar

Nessa vida de “faça você mesma” o que mais me surpreende é me ver cozinhando com prazer. Outro dia cheguei ao ponto de falar suspirando “meu sonho é ter uma batedeira planetária”. Alôooooo, Gabriela, acorda!!! Seu sonho sempre foi fazer viagens, comprar bolsas, sapatos e agora é uma batedeira?! É surpreendente como a maternidade transforma.

Mas eu descobri o motivo. Porque toda mãe tem dentro de si uma cabeleireira, uma enfermeira, médica, curandeira, uma contadora de histórias, motorista, uma rainha (e também uma bruxa), uma cantora (mesmo que cante mal como a mãe do Ben), professora, uma fera, uma cozinheira e vários et cetera…

E aí que outro dia me vi dentro de um curso (você que me conhece muito bem leu isso mesmo: num CURSO) de culinária, lá na Chocolândia. Foi um curso só de tortas salgadas e doces. Eu que achava mega difícil fazer esse tipo de comida, assim como achava difícil trocar fraldas (sem nunca ter trocado antes), tirei de letra. A receita é super prática.
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10 ago 2012

Livro: Soluções para disciplina sem choro

por
Gabi Miranda

Livros

Uma das maiores vilãs de todos os pais é, sem dúvida, a birra. Eu morro de medo do Benjamin fazer escândalos públicos

(e até em casa mesmo). Imagino que deve ser difícil controlar essas situações. Dizem que não tem jeito, a danada da birra aparece até os dois anos de idade e, se não aparecer até lá, ela surge aos 4 anos da criança. O negócio é você compartilhar experiências, ler sobre o assunto, se preparar e se munir de estratégias contra a chata da birra.

O lançamento “Soluções para disciplina sem choro”, de Elizabeth Pantley, traz as ferramentas necessárias que os pais precisam para desenvolver e estabelecer habilidades agradáveis que contribuam para o bom comportamento dos filhos. O livro mostra através de exemplos e depoimentos, que podemos disciplinar sem perder a ternura, a amabilidade, sem ser duros. Como diz logo no primeiro capítulo, “disciplina não tem a ver com punição e não precisa ter lágrimas como resultado”. Clique e continue lendo!

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28 maio 2012

Grávido, a comédia do pai moderno

por
Gabi Miranda

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Cheguei lá meio tristinha, desanimada por conta de alguns acontecimentos durante o dia e arrependida por ter comprado os ingressos antecipadamente. Não estava no clima. Mas fui. Fomos. Eu e o Marido assistir à peça Grávido. Sentamos lá na primeira fila e pensei “acho que vai ser sem graça e o maior clichê!!!”. Ledo engano. Foi ótimo ter ido. A peça é sensacional, demos muita risada e por instantes esquecemos o ocorrido desagradável.

É, pensamos que estaria vazio… quando compramos tinham poltronas e mais poltronas livres. Não ia vender tudo de um dia pro outro, né? Mas quando descemos as escadas, gente e mais gente. Ia encher e, se bobear, ia ficar gente de pé. Ponto positivo! Sentamos na 1ª fila, bem pertinho do palco. Risco iminente de levar baba dos atores, mas pelo menos não ia precisar dos meus óculos. E mais: também ia ter que rir de todas as piadas…chato ficar na frente e não rir, né? Justo eu que não acho graça em tudo que escuto, sinal de esforço pela frente. Mas nada disso, a peça foi super engraçada… superou de longe as expectativas, atores muito bons e esquetes super bem sacadas! Riso sem esforço, não precisou fazer média com ninguém. Clique e continue lendo!

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25 maio 2012

Livro: Nana, nenê

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Gabi Miranda

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Antes de sermos mães afirmamos que não vamos fazer certas coisas, que com nossos filhos faremos diferente…até agora sinto que errei em duas coisas. Ok, não acho que foi um EEEEErro, mas não me orgulho: do meu filho chupar chupeta; e de colocá-lo pra dormir em minha cama.

O primeiro eu sempre disse que não daria e na primeira oportunidade dei. Pior, insisti para meu filho pegar. E isso que me deixa com uma pulga atrás da orelha. Ele não tinha vontade nenhuma de pegar chupeta e eu insisti com medo dele acabar pegando o dedo. E como todos sabem, é pior fazer largar o dedo do que a chupeta.

O segundo culpo integralmente o marido (ele vai me matar!). Meu Ben dormia de boa no berço, algumas vezes demorava um pouco, precisávamos ficar ao lado, fazer carinho, outras vezes dormia sozinho. Mas nessas de demorar um pouco, o marido começou a levá-lo para nossa cama, pois era mais cômodo ficar ao lado do Ben. Pois então, hoje em dia Benjamin só dorme se for na cama. Clique e continue lendo!

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08 maio 2012

Livro: Eu era uma ótima mãe até ter filhos

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Gabi Miranda

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Comecei a ler esse livro e detestei. Primeiro que comprei entusiasmada por que vi a indicação na revista Pais e Filhos (que eu adoooro!), depois uma amiga de um grupo indicou, achei: deve ser ótimo, ainda mais com esse título. Sim, porque antes de ter filhos a gente pensa que vai ser ótima mãe. Na prática é que o negócio pega. Comigo foi um pouco diferente, eu achava que seria péssima mãe, além de chata e cheia de frescura. Até que não é bem assim, eu não sou o tipo de mãe que pensei que seria (!), acho que sou bem melhor! Mas voltando ao livro, comecei a ler e no primeiro momento me identifiquei, pois as autoras são duas amigas mães que batiam papo todos os dias por telefone. Desde que engravidei, eu e minha amiga Dani, mãe-já-de-dois, nos falamos TODOS os dias, impreterivelmente, de segundo a sexta (os finais de semana é nossa folga para juntar assunto para os 5 dias). Num segundo momento fiquei horrorizada pensando “que bando de mães neuróticas e depressivas”. Como se eu não fosse neurótica… Clique e continue lendo!

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