22 dez 2015

Árvore de Natal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Imagem do Google

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Nessa época do ano é comum ficarmos mais nostálgicos. Eu sou por natureza e fico ainda mais em fim de ano. Começo a pensar em tudo o que passou no ano, faço balanço das metas atingidas, começo a pensar nos objetivos para o próximo ano. Lembranças da vida, em geral, como a infância e das pessoas que amamos, ficam mais persistentes. Duas músicas antigas, sempre me fazem refletir sobre essa coisa louca que é viver e, recentemente, ao escutá-las, o coração ficou do tamanho de uma ervilha. Uma delas é do Lulu Santos, na qual ele fala que nada será como foi um dia. A outra é da Cássia Eller,  “Por enquanto”, e mexe comigo porque eu já cheguei a acreditar que tudo era pra sempre.

Nada do que foi será
de novo do jeito que já foi um dia
tudo passa, tudo sempre passará,
a vida vem em ondas como o mar,
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23 set 2015

Promovido a irmão mais velho

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Irmão juntos

Todos perguntam como tem reagido o Benjamin desde a chegada da irmã. O irmão mais velho sente muito ciúmes?, querem saber. Parece mentira quando respondo, mas é a mais pura verdade, Benjamin não sente ciúmes. Não sei se por termos inserido ele em todo processo de gestação, ou porque Stella trouxe um presente para ele quando nasceu, ou se porque todos a nossa volta lembrou dele ao visitar Stella trazendo-lhe também um presente.

Nós também fomos surpreendidos com o comportamento dele. Durante a gestação toda ele vinha fazendo manha para chamar mais a minha atenção, o que me fazia imaginar o tamanho da encrenca que estava por vir. Logo nos primeiros dias em casa com a Stella, tivemos dois episódios de manha, o segundo me tirou do sério de me fazer dar um tapa na bunda dele. Foi um choque em mim. Eu, principalmente, a adulta da casa, precisava compreender a situação e sentimentos dele, um menino de apenas 4 anos que acabava de perder todo seu espaço tendo agora que dividir com uma bebê pentelha que só queria o colo da mãe que até então era só dele.
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31 ago 2015

Vida materna: por que não registramos o caos em vez de buscar a cena perfeita?

O que mais vemos na TV, revistas e redes sociais maternas são cenas de fotos posadas, com filhos arrumadinhos e de fundo a casa sempre em ordem. Ou pelo menos esse é o sonho de toda família. E porque não registramos o caos da vida materna em vez de buscar a cena perfeita? A fotógrafa americana Danielle Guenther está ganhando espaço com seu novo trabalho, a série Best Case Scenario, algo como “O melhor cenário”, no qual ela busca o oposto do que costumamos ver nas redes sociais: famílias e ambientes perfeitos. Ao invés disso, ela busca registrar cenas reais da vida materna, como crianças bagunçadas, casa com móveis fora do lugar e os pais desesperados tentando conter o pandemônio. Segundo a fotógrafa, o que a atrai no trabalho com as crianças, é justamente o lado bagunçado da rotina que raramente é exposto. O resultado é bárbaro e consegue revelar um pouco desse prazeroso caos que é a vida de mães e pais.
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16 abr 2015

26 semanas de gestação e a organização dos sentimentos

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Estamos com 26 semanas!

26 semanas

Outro dia uma amiga que ainda nem é mãe cobrou de mim “está na hora de atualizar o blog, contar mais sobre esse novo bebê”. Não é só ela que cobra. Outras amigas e leitores também cobram. Eu também me cobro. Mas eu estava sentindo certa dificuldade para estabelecer uma conexão com esse meu estado interessante, o que mexia com meu estado emocional. Esse bebê, assim como Benjamin (e quase tudo na minha vida) foram planejados. No entanto, as duas gestações me pegaram não de surpresa, mas de supetão. A primeira, prevista para 6 meses após parar os métodos conceptivos, chegou no primeiro mês. A segunda, chegou no terceiro mês de tentativa, mas quando eu já estava pensando em desencanar um pouco e focar em uma viagem de férias dessas com duração de 30 dias.

Em ambas, passei muito mal no início. Dessa segunda vez acho até que foi pior e atribuo ao meu estado de saúde e físico, o abalo no estado emocional. Entre idas e vindas ao pronto-socorro, também fiquei de licença médica por quase 15 dias, o que me afastou do trabalho e me deixou isolada em casa, sozinha. Tudo isso mexeu muito com meu emocional. Eu pensava muito em como seria a gravidez, ter dois filhos, pensava na possibilidade de passar mal a gestação inteira (porque a gente acha que não vai passar nunca aquilo tudo, que os hormônios não vão se estabilizar), e, principalmente, sentia muita falta da minha mãe não estar por perto me apoiando, me acompanhando no hospital, segurando a minha mão e sofria ao pensar que ela também não estaria por perto após o nascimento do bebê.
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10 fev 2015

Vou ganhar um irmãozinho

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

Uma pergunta constante e que me deixa feliz – sinal de que se preocupam com o primogênito – é a seguinte: “como Benjamin está reagindo, gostou de saber que vai ganhar um irmãozinho (a)?”. Respondo que foi ele o portador da notícia. Duas semanas antes de confirmamos a gravidez, Benjamin foi até meu quarto onde me encontrou deitada e afirmou “mamãe, tem um neném aqui na sua barriga”.

Nos dias que se passaram, essa afirmação foi virando algo constante. Ele falava até publicamente, o que me deixava um pouco sem graça (devo estar acima do peso, né?!). Numa visita ao meu ginecologista para levar exames de rotina que havia realizado, Benjamin que me aguardava na sala de espera com o pai, ao me ver sair da sala do Dr., perguntou ao médico “cadê meu irmãozinho?”. Todos rimos e o doctor respondeu “é cara, eu também estou achando que já está aí na barriga da sua mãe”.
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18 nov 2014

Lembranças: Férias na vovó

por
Gabi Miranda

Família, Maternidade

A escola do Benjamin só fecha na semana do Natal e Ano Novo, mas iniciamos as férias dele uma semana antes do recesso, em 16/12. Fiz uma coisa que tinha vontade, mas faltava coragem. Liberei Benjamin para passar a semana toda com a avó Salete – minha mãe. Montei uma malinha e lá foi ele todo contente.

Benjamin é todo desprendido. Assim como a tia Luana e ao contrário de mim quando éramos pequenas. Ele vai com as pessoas, fica de boa e esquece da vida. Durante essa semana ele se dividiu em ficar na casa da vovó e na casa da tia Luana. Não fiquei pensando muito no assunto, ligava apenas uma vez por dia, isso quando minha mãe não ligava. O que me ajudou a não pensar nesse período foi que a casa estava uma bagunça por conta da mudança e eu e marido estávamos colocando ordem.

Minha mãe queria muito que ele fosse. Pra mim ainda é difícil me separar ou fazer qualquer coisa sem ele. Qualquer coisa mesmo! Nesse período dele fora, só ouvia: aproveita a vida de casal. Mas eu fico completa e feliz quando estamos os três juntos. E sem Benjamin é como se faltasse uma parte nossa como casal.
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11 nov 2014

TV pra que TE VER?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desenvolvimento, Filhos

Fico tentando lembrar quando começou minha relação com a TV. Se me lembro bem, nunca fui fanática por desenho. Já a minha irmã caçula passava tardes inteiras com a TV ligada em canais infantis. Sempre gostei muito de novela. Fui uma noveleira incorrigível. Um dia, meu Ben me pediu para colocar a TV no quarto dele. Achei um pedido muito avançado para a idade dele. Isso porque algumas vezes ele queria dormir no sofá assistindo desenho – algo nada legal. Acredito que a luz da TV atrapalha a gente a pegar no sono e impede um sono tranquilo.

TV

Há três meses, passamos a manter a TV desligada lá em casa. O motivo principal foi o fato de achar que Benjamin ficava muito tempo em frente à TV, mesmo fazendo outras atividades, e, perdia atenção facilmente com outras coisas. A professora dele chegou a conversar comigo, dizendo que estava achando ele muito disperso. Foi a deixa para eu culpar o aparelho. Na escola sei que ele já tem o momento da TV, então foi tranquilo manter a nossa desligada. Outros dois fatores decisivos: i) a enxurrada de publicidade, principalmente nos canais infantis; ii) conteúdos impróprios para crianças. Aqui não falo de programas com sexo, por exemplo, mas diálogos inadequados para a idade do Benjamin que está numa fase de repetir tudo o que ouve ou vê.
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30 out 2014

Família Feliz e mãe na direção em segurança

por
Gabi Miranda

Maternidade

Adooooro ser mãe na direção

mãe na direção

Sabe aquele adesivo de famílias para carro? Virou febre, depois parecia bunca, todo mundo tinha. Eu achei o máximo quando laçaram e colocamos no nosso carro: eu, Piffer e Capitu. A família cresceu e incluímos Benjamin.

Atualmente, se vê pouco esses adesivos nos automóveis. Ou eu parei de reparar. Já quis arrancar o nosso, até porque comecei a entrar numa paranóia do quanto isso é positivo ou negativo mostrar que no nosso carro tem uma criança. A gente vê tanta tragédia acontecer e me passei a questionar: será que inibe ou atrai ladrões, sequestradores, gente maldosa?!

As opiniões são diversas. Especialistas em segurança, alertam: esses adesivos oferecem dados específicos sobre sua vida pessoal e acaba expondo sua família.

Na dúvida deixamos no carro. Eu prefiro acreditar que inibe, pois criança dá trabalho, imagine assaltar um carro com mãe e criança? Sem contar que hoje em dia, as coisas acontecem tão rápido que nem sei se bandido leva o tal adesivo em consideração.
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03 set 2014

A difícil arte de ser mãe e fazer escolhas

por
Gabi Miranda

Livros

Menino de ouro

A decisão de ter filhos está ligada a um desejo que nem sempre temos a consciência plena do que significa se tornar mãe. Ter filhos é totalmente diferente de como imaginamos. Ser mãe significa fazer escolhas e tomar decisões importantes e muitas vezes definitivas. Não dá para viver pensando nas coisas possíveis e sem priorizar coisas que antes a gente nunca havia pensado.

menino de ouro

Um livro e suas reflexões sequestraram minhas horas de sono durante alguns dias. Foi o livro “Menino de ouro“, da escritora britânica Abigail Tarttelin, de apenas 27 anos, dona de uma narrativa invejável. Nessa obra, ela conta a história de Max Walker e sua família. Max é um garoto de 16 anos que guarda um segredo – que revelarei aqui porque é algo dito nas primeiras páginas e não estraga o enredo. Ele é interssexual, conhecido também como hermafrodita – pessoa que possui os dois órgãos sexuais: feminino e masculino.

A trama é toda envolvente, impossível o leitor não se comover e se colocar no lugar de cada personagem (narrado em primeira pessoa, deixando clara a identidade de cada um): a mãe, o pai e o irmão de 9 anos. O livro me fez refletir muito sobre vários aspectos, inclusive sobre a questão de gêneros – sempre tão em voga. Existe um conflito entre a mãe e o pai do menino. Um acha que devia ter tomado a decisão pelo filho. O outro não. Mas ambos se questionam se podem ter atribuído ao filho o sexo errado.
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28 jul 2014

O primeiro desenho da família

por
Gabi Miranda

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blog-fotos

 

A vida com filhos realmente é uma surpresa todos os dias. Feita de fases, assim como a Lua. Num período você se vê com aquele pacotinho pequenino, precisando de cuidados básicos. Amamentação, troca de fraldas, coloca para arrotar, faz nana nenê. Meses depois, entramos com a papinha e logo o pequeno está explorando a casa, fazendo gracinhas. Começa a falar e que música para nossos ouvidos ouvir as primeiras palavras. Logo está na escola fazendo seus primeiros amigos, rabiscos, pintando fora e dentro do desenho, seguindo pontilhados.

Quando a gente já está acostumado, achando que a vida materna ficou monótoma, quem sabe um segundo filho agitaria um pouco mais (?!), vem seu filho e mostra que sua vida nunca mais será igual, seja ela com um, dois, três ou quatro filhos. Em toda parte que vai e encontra a letra do seu nome, ele repete sem cansar “B de Benjamin” ou a letra do nome do amigo “M de Murilo” e “também de mamãe”. Faz perguntas que você não sabe como responder e afirmações que você não sabe de onde tirou. Como pode? Se ele acabou de completar apenas 3 anos!!! Clique e continue lendo!

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