11 out 2013

Pra sonhar

por
Gabi Miranda

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Ele me convidou para sair. Era um dia da semana qualquer e de repente começou uma chuva torrencial, mas não inibiu a empolgação dele de atravessar a cidade.

Trocamos telefones e decidimos nos encontrar outras vezes. Saímos durante uns 8 meses entre idas e vindas até que em 01/10/2005 ele me pediu em namoro da forma tradicional: “Quer namorar comigo”.

Dois anos depois, também no dia 01/10 ele chegou em casa e me presenteou com dois chocolates Kinder Ovo (esse mesmo!). Achei meio estranho. Não abri naquela hora e saímos para comemorar o aniversário da mãe dele. Na volta, ele me perguntou se eu não abriria o chocolate. Estava satisfeita de tanto comer, mas para não fazer desfeita, combinei que abriria e montaríamos a surpresa, mas que comeria o chocolate depois.

Abri um e não lembro a surpresa que veio, pois a surpresa do outro foi muito maior: duas alianças enroladas numa fita de cetim e um bilhetinho: “Quer casar comigo?”. Clique e continue lendo!

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14 ago 2013

Chegou a hora da vistoria no apartamento

por
Gabi Miranda

Organização, Terapia do lar

Em janeiro desse ano, anunciei aqui a VENDA da casa em que moramos e falei da nossa aquisição: a casa o apartamento próprio.

Pois é, 7 meses se passaram, a casa ainda está a venda e nós ainda moramos nela.

A novidade é que estamos bem próximos de nos mudarmos. Dias atrás numa ligação, isso ficou evidente. Era chegada a hora da vistoria do apartamento.

Pode parecer bobo, mas gente, ninguém tem noção da ansiedade, alegria e emoção que tomou conta de mim. Tudo junto e misturado. Data e horário marcado estávamos os três lá: eu, Marido e Benjamin. Ah, a Ana, arquiteta também.

Quando vi Benjamin andando pela área da piscina, quadra de futebol, quase tive uma parada cardíaca causada por forte emoção. Ok, exageros a parte, fiquei bem emocionada. Uma sensação de tarefa sendo cumprida. Porque agora, depois do meu Ben na minha vida, é diferente o sonho da casa própria. É por ele, é para ele.

Ao entrar no apartamento….sei lá, passou um milhão de coisas na minha cabeça – das quais vou registrando por aqui ao longo das próximas semanas. Clique e continue lendo!

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09 ago 2013

A Homenagem

por
Gabi Miranda

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Em plena antevéspera do Dia dos Pais, o tema da postagem de hoje é uma homenagem à mãe, também conhecida como a editora chefe do blog. Contradição? Não, eu chamaria de merecimento…

Então resolvi fazer uma tabela de “prós e contras”, com os termos “qualidades e defeitos”, para construir esta dedicatória. Acho que o resultado vai ser bom…

QUALIDADES

  1. Determinação: Gabi é uma pessoa bastante determinada, desde que a conheci. Para ela, os sonhos são realizáveis.
  2. Escreve bem: ela consegue, como ninguém, transformar sentimentos em palavras escritas.
  3. Ama infinitamente o Benjamin: estimo que ela nem tinha ideia de que poderia amar alguém tanto assim. Além de mim, é claro.
  4. Romântica: ela é bastante romântica, como à moda antiga. Hoje em dia, poucas pessoas são assim.
  5. Feliz: ela emana felicidade, principalmente sob o Sol.
  6. Sonhadora: ela sonha, acredita e realiza.
  7. Bonita: sou suspeito de falar, não preciso nem comentar, né?
  8. Popular: Gabi tem habilidade de atrair amigos, de se enturmar facilmente. Queria eu ter essa habilidade.
  9. Clique e continue lendo!

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26 jul 2013

Meus avós

por
Gabi Miranda

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Considero-me uma pessoa de poucas lembranças de infância. Mas as que tenho são suficientes para saber que tive uma infância feliz e avós maravilhosos.

Minha memória é também mais olfativa do que outra coisa.

Lembro do sabor da água do filtro de barro da casa dos meus avós. Só existe em um lugar o mesmo sabor, na casa da tia Rosana, uma das filhas dos meus avós Biga e Roque.

Nunca fui fã de macarrão. Mas não esqueço das macarronadas famosas de Dona Biga. Os almoços de domingo com toda família reunida. E do meu avô trazendo sorvete Tablito para os netos antes do almoço e minha avó esbravejando “Roqueee, vai dar sorvete para as crianças!”.

Na casa deles tinham dois modelos de copos de plástico inesquecíveis. Um era o amarelo e o outro era o azul – o meu preferido. Se eu fecho os olhos, volto no tempo por um segundo e consigo sentir as borbulhas da coca-cola espirrando no meu nariz. Essa sensação, aquele cheirinho e gosto do refrigerante mais amado no mundo, o copo azul é um conjunto das lembranças mais fortes que tenho da casa dos meus avós paternos. Clique e continue lendo!

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24 jul 2013

Entrevista especial com uma avó adorável

por
Gabi Miranda

Entrevista, Uncategorized

Ela tem nove netos e ressalta no início da conversa: tem uma cadeira de balanço, adora fazer crochê, tricô e bordar, mas não assumiu a imagem da famosa Dona Benta.

Começa o dia fazendo aula de balé clássico (todos os dias!!!), antes de ir para o computador escrever ou responder perguntas de jornalistas. Depois ela vai trabalhar em seu consultório onde atende até às 19:00 e só depois ela vai para cozinha fazer o jantar e se preparar para o programa da noite (que pode ser um concerto, um futebol ou um jantar entre amigos). Com todos esses afazeres, afirma: não é diferente de muitas outras avós que conhece.

Estou falando da psicanalista Lidia Aratangy Rosenberg, autora do Livro dos Avós – Na casa dos avós é sempre domingo?. Conversamos só por e-mail, mas a empatia foi grande. Lidia é daquelas pessoas que você tem vontade de conhecer e ficar horas proseando (e aprendendo!) com ela. Clique e continue lendo!

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22 jul 2013

Na casa dos avós é sempre domingo?

por
Gabi Miranda

Livros

No próximo dia 26, comemora-se o dia dos avós. Por isso, essa será uma semana especial aqui no Bossa Mãe.

Para começar, quero dar uma dica de presente para essa data: O livro dos avós – na casa dos avós é sempre domingo?

livro

Nesse livro, a psicanalista Lidia Rosenberg e o pediatra Leonardo Posternak, abordam a trajetória dos avós e as relações entre eles, seus filhos e netos. O livro surgiu após um questionamento de um amigo: “Onde a gente aprende ser avô?”. Existem inúmeros manuais que trazem dicas de como lidar com os filhos, nenhum era destinado aos avós. Esse surgiu pela necessidade que os autores encontraram em orientar os avós nos primeiros passos de relacionamento com seus netos.

Segundo os autores, vivemos no “século dos avós”. Com o aumento de expectativa de vida, muitos avós conhecem seus netos bebês e os acompanham até a vida adulta. Pesquisas comprovaram que as pessoas se tornam avós mais cedo, em média entre os 50 e 60 anos, o que as permitem curtir esse papel por mais tempo. Clique e continue lendo!

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12 jul 2013

Minha mãe é uma peça

por
Gabi Miranda

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peça

Dona Hermínia, mãe de três filhos, Marcelina, Juliano e Garib, resolve dar um basta aos insultos dos filhos e vai passar um tempo na casa de uma tia. Mas como toda mãe amorosa, ela não para de se preocupar e pensar nas crias.

Começa aí uma sucessão de lembranças desde quando os filhos eram pequenos até os dias atuais. Os filhos querem se livrar da chatice da mãe, enquanto ela só pensa em protegê-los.

O filme é sim cheio de piadas, chega a ser um pouco forçado, talvez exagerado, mas garante boas risadas. Vale lembrar, que o filme é baseado em uma peça de teatro cuja linguagem é diferente do cinema.

Inspirado na mãe do próprio autor (e ator) Paulo Gustavo (ótimo!) e quem interpreta Dona Hermínia, o filme narra os conflitos dessa família, mas principalmente da mãe, que cria os filhos sozinha e foi trocada pelo marido (Herson Capri) por uma moça mais jovem (a queridíssima Ingrid Guimarães que merecia mais destaque no filme). Clique e continue lendo!

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26 jun 2013

Sobre brincar, educação e limites

por
Gabi Miranda

Entrevista, Livros

Olha ela aqui de novo. Não tem jeito, eu adoro Beth Monteiro! Sou tipo fã de carteirinha. Gostei muito do seu último lançamento “Criando filhos em tempos difíceis”, Editora Summus. Gostei, principalmente, porque é um livro direto, sem rodeios, a leitura corre rápida e de fácil compreensão. Parece uma palestra da autora. Ela é breve, mas vai direto ao ponto. E isso pra mim tem sido algo primordial, já que ultimamente ando sem tempo para ler.

Beth é defensora da infância e no livro ela destaca a importância do brincar. Ela afirma que as brincadeiras contribuem para que as crianças se tornem adultos criativos e até bem-sucedidos. É através das brincadeiras que as crianças são preparadas para assumir alguns papéis na vida. A obra traz um capítulo com dicas de brincadeiras para pais e cuidadores curtirem com as crianças. Brincadeiras, inclusive, com objetivo ligado ao desenvolvimento motor e psíquico da criança.

Esse livro não é um manual, não traz receitas, mas traz uma lição: é determinante a nossa participação na infância dos nossos filhos. Isso significa reservar um tempo só para a criança e fazer coisas do interesse dela. Não importa se é uma hora do seu dia, mas o tempo reservado para o seu filho deve ser um tempo de qualidade.
Clique e continue lendo!

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13 maio 2013

Minha primeira festa de Dia das Mães

por
Gabi Miranda

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Sexta-feira peguei o Benjamin na escolinha e lá vem ele segurando a flor de papel mais linda do mundo (pintada por ele!). Veio falando “oia, mamãe” e não queria me entregar de jeito nenhum. Ele queria pra ele.

foto 1-2

Sábado tive minha primeira festinha de Dia das Mães na escolinha do Ben. Pra quem espera que vou dizer que teve uma apresentação linda de morrer, não se decepcione. Eu não esperava isso, afinal a turminha dele ainda é de pequenininhos para esse tipo de coisas. Todas as mães dessa turminha foram acomodadas na sala de aula deles. Engraçado como todos os pequenos, ao chegar ficaram tímidos, agarrados à barra da saia da mamãe e depois, aos poucos, iam se soltando.

Sentamos em roda com as crianças e foi proposta uma atividade de colagem, algo quase parecido com scrap. Cada mãe e filho ganharam uma cartolina e no chão foram espalhados vários recortes de revista. Eu me surpreendi com a habilidade do Benjamin. Na verdade, me surpreendi com a minha capacidade de subestimar meu filho e, principalmente, a escola. Tudo eu acho que Benjamin ainda é pequeno pra fazer, vide o começo desse texto. E várias vezes me peguei na dúvida sobre o tipo de atividades que a escola propõe a ele. Clique e continue lendo!

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06 maio 2013

Filho de peixe – mistérios da genética, acasos da vida

por
Gabi Miranda

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Meu pai escreveu assim em seu último livro:

“se mistérios existem, acasos também, como o estranho bebê chegando à família”.

Antes mesmo do livro sair, eu estava grávida do Ben e meu pai teve uma conversa dessas comigo na praia. Eu entendia perfeitamente o que ele queria dizer, por diversos momentos na gravidez refleti sobre isso. Estava mega feliz com a chegada de um bebê e, principalmente, com a ideia de gerá-lo – o que pra mim sempre foi uma coisa muito louca e extraordinária: gerar um indivíduo…! Só que essa pessoinha era mesmo um indivíduo, metade de mim, outra metade do meu marido, que resultaria sabe-se lá em que tipo de ser humano.  Um estranho.

Benzoca nasceu e começaram as especulações. “Nossa, é a cara do pai” (ainda bem, né?!), “ah, mas tem os olhos da mãe” (só pra mãe não ficar chateada). Ele de fato nasceu com a cara do pai adulto, mas eu sempre enxerguei nele a minha cara de quando eu era bebê. Do marido ele não tinha nada de bebê. Se você pegasse uma foto antiga do pai não os reconheceria um no outro, já olhando para o marido adulto, Benjamin era de fato a cara dele e não tinha nada de mim. Clique e continue lendo!

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