11 dez 2012

Cheia de Bossa

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Eu contei aqui que participei do brunch da campanha “Culpa, não”, promovida pela revista Pais & Filhos. O que não contei é que fui escolhida pela revista para dar uma entrevista para a seção “Família é tudo”. Exerci aí uma das coisas que aprendi durante a gestão: paciência – neste caso, paciência para esperar chegar a revista e compartilhar com os amigos e familiares. Por isso não contei nada antes.

Meu exemplar chegou sexta-feira (07/12) e foi uma grande surpresa! A gente sempre acha que vão publicar justamente a foto que não gostamos, um comentário que fizemos e depois achamos que não devíamos ter feito, ou seja, criamos uma expectativa enorme e depois ficamos um pouco frustrados.

Mas a expectativa superou. Amei a foto que ocupa metade da página. Amei todas as fotos que registram alguns detalhes da nossa casa. Amei demais o título: Cheia de Bossa. Nós amamos! Benjamin já entendeu que tem uma foto dele na revista, não sabe como, mas sabe que tem e aí quando vê a capa do mês quer a todo custo pegar a revista e fica olhando como se tivesse lendo. Maridão comprou alguns exemplares e já combinamos: vai ser mais uma lembrança… Avós, tias e tias-avós também já compraram. Quer dizer, o negócio já se estendeu para a família toda.  Clique e continue lendo!

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23 nov 2012

Inspiração de Natal

por
Gabi Miranda

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Luzes, enfeites, cheirinho do pinheiro, ceia, família reunida, música, correria, trânsito, lojas lotadas, consumo exagerado é Natal! Amo. Amo esse clima de Natal! Não curto a correria, o trânsito, nem o stress da geral – vamos combinar que o povo esquece de colocar em prática aquele sermão de “união, paz e amor no coração, é Natal”. Eu amo ver a cidade enfeitada. Chega essa época e fico ansiosa para ver a 23 de Maio (caminho que fazemos para ir à casa da minha mãe) iluminada.

Tudo tinha perdido um pouco o sentido. Acho que ficamos adultos e alguns detalhes passam despercebidos, algumas datas viram apenas datas comerciais. Mas com a chegada do meu Ben tudo voltou a ter o mesmo gostinho mágico da minha infância. Resgatei minha criança interna. E criança tem esse poder de atribuir magia a tudo.

Minha infância é repleta de lembranças doces dessa época de final de ano. Lembro-me que todo ano minha mãe montava árvore (natural) e enfeitava a casa toda. Já tivemos árvore com bolinhas coloridas, depois só vermelha (minha mãe conta que minha avó enfeitava sempre dessa cor) e depois amarela e vermelha. A véspera de Natal sempre era muito esperada por mim e pela minha irmã Luana. Sempre estávamos reunidas nessa data, exceto quando minha mãe trabalhava e aí tínhamos que ficar com meu pai. Clique e continue lendo!

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20 nov 2012

Feriado com vovô e mais uma palavra

por
Gabi Miranda

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Nesse feriado fomos até o Rio de Janeiro, na casa do meu pai. Fomos na quinta e voltamos no domingo. Assim bem rapidinho. O tempo não ajudou muito, não deu nem para levarmos Benzoca para conhecer a praia.

Benzinho chegou todo tímido e em menos de meia hora estava desbravando a casa. Esse menino está tão moleque e tão sapeca.

Como disse, foi uma viagem rápida, mas deu para curtir a família. E Benjamin aprendeu mais uma palavra, a mais esperada por meu pai:

VOVÔ

Tão pequenininha, mas tão cheia de significado…

Aos poucos vamos proporcionando esses agradáveis momentos para que meu Ben encha a bagagem de memórias afetivas que leva junto ao coração.

Quero que meu filho tenha uma caixa enorme de doces recordações e saiba apreciar as pequenas felicidades. #infância

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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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23 out 2012

Campos de Jordão fora de temporada

por
Gabi Miranda

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Todo ano nós damos um pulo em Campos de Jordão. Ano passado não fomos porque foi o ano que Ben nasceu, estávamos em processo de mudanças e tals. Final de semana passada fomos lá e me surpreendi. A cidade não é só favorável para namorar, mas também para ir com as crianças, principalmente agora fora de época.

Outro dia estava procurando uma foto sozinha com Benzoca e percebi que tenho pouquíssimas. Reclamei para o marido e ele aproveitou para fazer um book nosso.

(Esses abraços do meu Ben são meu porto seguro, pra onde quero voltar todos os dias após o expediente….)

A cidade está tranquila, sem aquela multidão da temporada, o clima agradável, os preços (de tudo) mais baixo, dá para curtir um bocado.

Fomos com os avós paternos do Benzoca, o que foi ótimo, pois deu para aproveitarem um pouco mais do netinho.

Eu e marido temos uma foto nessa mesma esquina. O endereço indicado na placa era o mesmo endereço que morávamos logo quando nos casamos. Aproveitamos para fazer um registro da família que cresceu. Clique e continue lendo!

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11 out 2012

Bodas de flores e frutas

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Gabi Miranda

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Engana-se quem acha que casamento é fácil e um mar de rosas infinito. É difícil a convivência diária. Duas pessoas diferentes, cada um com suas manias, costumes, seu jeito e modo de pensar. Casamento requer muita paciência e tolerância por ambas as partes. Quem está fora não quer entrar e quem está dentro não quer sair porque apesar de tudo, a vida a dois – quando existe amor (e respeito) – é muito prazerosa. Já disse Robert Frost: as melhores coisas e as melhores pessoas nascem da diferença.

Hoje faço 4 anos de casada com o marido. Levei um susto ao fazer as contas: ao todo estamos completando em outubro, 7 anos juntos. O tempo passa muito rápido mesmo… Quando nos conhecemos, em 2005, nenhum de nós imaginava o que estava por vir. Nunca passou pela minha cabeça que ele seria o homem responsável pelas maiores (e melhores) transformações da minha vida.

Marido, eu não sou ímpar como você costuma dizer. Ímpar foi aquele primeiro encontro. Ímpar é a família que construímos. Ímpar é a pessoa que você é. Ímpar é a vida que levo junto a você. Ímpar somos nós três juntos (+ a Capitu). Clique e continue lendo!

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10 out 2012

Buenos Aires para todos (Parte 2 – Fim dessa, mas o começo de várias outras aventuras)

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Gabi Miranda

Maternidade, Viagem

Então, vamos aos lugares que conhecemos em Buenos Aires…

1º dia: fizemos o reconhecimento territorial do bairro em que ficamos, almoçamos no restaurante Brasas Argentinas, caminhamos e quando demos conta estávamos na Plaza de Mayo, em frente à casa Rosada, a catedral, o Banco de La Nacion. Dali fomos até o Obelisco, a Calle Florida (florida de flor e não Flórida de geografia – piada interna). Voltamos caminhando para o hotel, foi quando passamos por San Telmo.

2º dia: pela manhã fizemos o city tour incluso no pacote, então andamos em todo o centro que já havíamos passado (só que dessa vez debaixo da chuva) e passamos por Palermo, La Boca, conhecemos o estádio La Bombonera, fomos em Caminito.

Os Smurfs vulgo Los Pitufos, na Argentina

À tarde fomos até o El Ateneo Grand Splendid – um lugar que já foi teatro, depois virou cinema e que agora é uma livraria lindíssima, a mais linda do mundo! e ponto turístico de Buenos Aires.  Eu me deparei com essa livraria na Calle Florida e me decepcionei pensando que não era o que eu havia pesquisado. O marido entrou lá e se informou. Aquela era a matriz da livraria. Em 2000 a Grand Splendid foi comprada por uma rede de livrarias. Mas a história do local começa bem antes disso, em 1919, quando o austríaco Max Glücksmann construiu o teatro que se tornou uma grande casa de espetáculos de tango até 1926 quando virou um cinema e permaneceu assim por uns 70 anos. Por lá passaram grandes artistas do tango como Carlos Gardel, Ignacio Corsini e Roberto Firpo. Clique e continue lendo!

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09 out 2012

Buenos Aires para todos (parte 1)

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Gabi Miranda

Maternidade, Viagem

Até agora estou pensando como os brasileiros podem falar tão mal dos argentinos, só pode ser rixa de futebol mesmo. Eita povo mais agradável, atencioso, simpático, macanudo, como se diz por lá. Comparado aos franceses, os argentinos são pessoas bem mais agradáveis. Há um ano e pouquinho estivemos em Paris e posso dizer que as pessoas lá são bem menos hospitaleiras que os argentinos. O que falar dos garçons? Não sei se por conta da propina = gorjeta (que recebem ao final do atendimento), mas os caras são excepcionais nos quesitos gentileza e atenção. Ok, que alguns taxistas acham que a nossa presidenta Dilma é terrorista e que Maradona e Messi são os melhores jogadores do mundo. A gente não vai brigar por conta disso, né?! Deixa-os sonhando…

Pra não dizer que não vimos nenhuma grosseria, um taxista, apenas um, gritou conosco. Lá eles levam apenas 4 passageiros porque pagam seguro de vida para cada um que levam no carro. Uma noite o hotel chamou pra gente um táxi e esqueceu de avisar que estávamos em cinco, afinal o pequeno Ben contava. O taxista ficou bravo e deu seus berros, o mandamos embora e pegamos outro motorista. Mas foi o único que nos rejeitou e a única vez que pegamos dois táxis e nos dividimos. Todas as outras vezes pegamos apenas um táxi e os cinco foram muito bem recebidos. Antes desse episódio, um desses taxistas havia nos informado que isso era de praxe, mas que ele não recusaria passageiros com um bebê de colo, pois segundo ele aquela vida valia bem mais que todas as nossas juntas. Eu afirmei: sim, como vale…! Clique e continue lendo!

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27 set 2012

Sentimentos partem do coração

por
Gabi Miranda

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Como em toda casa: eu carrego muita herança da formação da minha família; o marido carrega herança da formação da família dele; além dessa herança cada um tem a formação de valores que a vida apresentou; e aí ficamos os dois tentando passar os valores que acreditamos ser essenciais para o nosso filho.

Eu não concordo com alguns valores/comportamentos que percebo da família dele; assim como não concordo com alguns valores da minha família. Mas isso não quer dizer que não são válidos.

Lembro da minha mãe nos forçando dar beijo em quem chegasse e/ou fosse embora; a mim, ela obrigava sorrir (!); e também de incitar agradecer um presente. Ai como eu odiava isso (não o ato de agradecer, mas o de dar beijo forçada e, principalmente, o de sorrir. Até beliscões ela me dava alertando pelo canto da boca “SOR-RIA”! Fala aí mamis, não é verdade isso?!…)!!!

Reparo algo curioso na família do meu marido. Ele com seus 31 anos e suas primas (uma pré e outra adolescente), ainda são lembrados e induzidos a ligarem para as tias em datas comemorativas ou para agradecer um presente que elas deixaram na casa de suas respectivas mães. Ai deles se não ligam, uma das tias fica de bico por tempos. Clique e continue lendo!

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18 set 2012

Era uma vez um bebê…

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Gabi Miranda

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Sábado passado fizemos um passeio diferente. Levamos Benjamin para ver avião! Minha mãe conta que seu pai sempre a levava para ver os aviões no aeroporto de Congonhas. Nós levamos Benjamin ao Memorial 17 de Julho, uma praça inaugurada esse ano, marcando os 5 anos da maior tragédia da aviação brasileira, quando 199 pessoas morreram no acidente da TAM. Se eu lembro dessa data como se fosse hoje, imagino as famílias…

O lugar apesar de tudo, é tranquilo e tem uma energia positiva. Enquanto via meu pequeno andando solto, ao longe,  fiquei a refletir naquela pequena de vida, naquela grande partícula de mim.

Pra mim ainda é muito louco olhar o Benjamin e saber que foi gerado por mim. Eu que não acreditava fervorosamente em Deus, quando vejo esse bebê – um menino que está virando um moleque, só penso: a natureza é muito sábia, extraordinária, mas essa coisa também tem dedo de Deus!

O pequeno curtiu o passeio. Curtiu o vento em seu rosto. Curtiu até música. Ouviu de longe as notas de um violão e foi ao encontro. Nunca vi, tão pequeno e gostar tanto de música. Clique e continue lendo!

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