14 dez 2018

Tal Ben-Shahar – o que aprendi com o “Doutor da Felicidade”

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas

 

Em setembro passado estive na palestra do Dr. Tal Ben-Shahar, professor de Psicologia Positiva na Harvard University, com mais de 1.000 alunos inscritos em 2017. Assisti a vários vídeos e publicações dele ao longo dos anos. Mas nada se compara a vê-lo, ao vivo, compartilhando os seus conceitos e interagindo com a platéia.

Uma das primeiras coisas que ele falou quando começou a explicar o que afeta a felicidade é a falta de compreensão das pessoas sobre sentimentos como tristeza, raiva, ansiedade e por elas quererem evitá-los. Estes sentimentos fazem parte da vida e só não sentem essas emoções pessoas mortas e psicopatas!

“Felicidade não significa estar sorrindo o tempo todo”, afirmou.

Lutar contra esses sentimentos buscando momentos de felicidade permanentes é uma batalha perdida.

Então, a partir do momento que aceitamos que somos humanos, passamos a viver melhor! E entender que vamos nos frustrar e sentir emoções que tentamos evitar por medo da experiência. Segundo Tal Ben-Shahar, isso não significa que estamos nos resignando. Mas sim que estamos no modo de aceitação ativa ou aceitando a nossa humanidade.
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16 abr 2015

26 semanas de gestação e a organização dos sentimentos

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Estamos com 26 semanas!

26 semanas

Outro dia uma amiga que ainda nem é mãe cobrou de mim “está na hora de atualizar o blog, contar mais sobre esse novo bebê”. Não é só ela que cobra. Outras amigas e leitores também cobram. Eu também me cobro. Mas eu estava sentindo certa dificuldade para estabelecer uma conexão com esse meu estado interessante, o que mexia com meu estado emocional. Esse bebê, assim como Benjamin (e quase tudo na minha vida) foram planejados. No entanto, as duas gestações me pegaram não de surpresa, mas de supetão. A primeira, prevista para 6 meses após parar os métodos conceptivos, chegou no primeiro mês. A segunda, chegou no terceiro mês de tentativa, mas quando eu já estava pensando em desencanar um pouco e focar em uma viagem de férias dessas com duração de 30 dias.

Em ambas, passei muito mal no início. Dessa segunda vez acho até que foi pior e atribuo ao meu estado de saúde e físico, o abalo no estado emocional. Entre idas e vindas ao pronto-socorro, também fiquei de licença médica por quase 15 dias, o que me afastou do trabalho e me deixou isolada em casa, sozinha. Tudo isso mexeu muito com meu emocional. Eu pensava muito em como seria a gravidez, ter dois filhos, pensava na possibilidade de passar mal a gestação inteira (porque a gente acha que não vai passar nunca aquilo tudo, que os hormônios não vão se estabilizar), e, principalmente, sentia muita falta da minha mãe não estar por perto me apoiando, me acompanhando no hospital, segurando a minha mão e sofria ao pensar que ela também não estaria por perto após o nascimento do bebê.
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14 abr 2015

Qual o significado de felicidade para você?

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Vivemos desejando que nossos filhos sejam felizes. Mas qual é a nossa concepção de felicidade? Fazemos parte daquele grupo que espera para ser feliz (quando eu trocar de carro, quando eu viajar, quando eu me formar, quando eu tiver dinheiro…)?

Esse tema é discutido há milhares de anos por filósofos, astrólogos, psicólogos, curiosos e todos concordam que muitas pessoas vivem equivocadas ao pensar que a felicidade está ligada ao bel prazer físico e ao dinheiro. A pessoa pode ser rica e estar desfrutando de uma viagem à Grécia, enquanto o outro está acordando às 5h para enfrentar condução cheia para chegar ao trabalho onde ganha um salário mínimo por mês com o qual tem que sustentar uma família de 7 pessoas. Mas essa pessoa pode ser feliz, enquanto a que está na Grécia está passando por um luto. Eu, por exemplo, não tenho dinheiro, mas há um ano, estava na Colômbia, desfrutando de um paraíso, mas estava de luto.
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06 maio 2014

Arte de ser feliz

por
Gabi Miranda

Livros

Arte de ser feliz

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louca azul. Nesse ovo costumava ousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa, e sentia-me completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém minha alma ficava completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que participava do auditório imaginava os assuntos e suas peripécias – e me sentia completamente feliz.
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16 set 2013

Quintal e sua felicidade

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Domingo de sol. Ao lavar o quintal me dei conta que nunca morei numa casa sem quintal. Tudo bem que as casas em que morei não tinham quintais como dos meus avós Roque e Biga, mas garantiram boas lembranças também.

Sempre sonhei em morar numa casa com quintal enorme, daquelas com mangueira (que dessem mangas bem docinhas), goiabeira (embora não goste de goiaba), árvores que pudessem ser escaladas e quiçá construir uma casa.

Um jardim com lindas flores: rosas, girassóis, violetas…

Um quintal que tivesse piscina, mas se não fosse possível, que fosse  espaçoso suficiente para montar uma piscina de plástico como minha mãe fez inúmeras vezes na minha infância. Nosso cachorro, com suas unhas, ia lá e furava a piscina durante a noite, mas isso não nos entristecia porque sempre tinha uma segunda opção: o banho de mangueira.

Sim, quintal deve ser espaçoso para um banho de mangueira, daqueles que fazem a gente sentir frio na barriga de tão gelada que a água parece estar num primeiro momento, daqueles que eternizam a infância. Clique e continue lendo!

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24 maio 2012

“felicidade se acha em horinhas de descuido”

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Ontem os diálogos entre eu e o marido estavam mais ou menos assim:

Eu: Ai, olha como esse menino (Benjamin) é feliz!
Marido: É porque estar próximo dos pais o deixa feliz, a pesquisa diz isso.
Eu: Ele não quer mais ficar no berço, quer ficar com a gente!
Marido: É porque agora ele quer curtir mais os momentos com os pais, a pesquisa diz isso.
Eu: Você viu o que ele aprendeu comigo? Fazer carinho. Faz na mamãe, mostra pro papai. (Benjamin faz carinho) Comigo ele só aprende as coisas amorosas, então vou deixar pra você ensiná-lo assoprar a velinha.
Marido: É claro. Os filhos gostam 87% mais da mãe e 78% do pai. Está comprovado. A pesquisa diz isso. Então não precisa mais ficar com ciúmes quando ele estiver comigo.

HÁ!

Eu não tenho ciúmes do marido com meu Ben. Aliás, não tenho ciúmes nem de desconhecidos. Outro dia fui deixá-lo no berçário e agora que ele me dá abraço direto, pedi um de despedidas. Quando ele estava me dando avistou a tia e abriu os braços pra ela. Enfim, não tenho ciúmes. No início até tinha, mas agora desencanei porque amadureceu a ideia de que sou a MÃE, eu sou a imprescindível! hihihi Clique e continue lendo!

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