11 set 2014

Só se Deus quiser (Benjamin vai ao passeio)

por
Gabi Miranda

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Peço permissão para pegar emprestado o título da coluna de Tiago Leifert, na sessão Diálogos, da revista GQ. Em seu texto ele fala que os jogadores de futebol, usam a religião para terceirizar a culpa. Ele diz que a maioria dos atletas agradecem a Deus, mas também o responsabilizam pela qualidade de suas habilidades.

Tiago fala sobre “atribuição”, um campo de estudo da psicologia. Explica: “é uma tentativa de entender o processo pelo qual uma pessoa explica um resultado de um acontecimento. Exemplo de uma atribuição interna, logo benéfica, e que fará a pessoa mudar seu comportamento numa próxima vez: “Fui mal na prova”. Por quê? “Porque eu não estudei”. Exemplo de uma atribuição externa, onde começa o problema: “Fui mal na prova porque meu professor ensina mal”. Essa pessoa terá problema para se motivar na próxima prova, pois acredita não fazer nada.

Resumindo: os atletas entram em campo achando que o fator externo, no caso, Deus, determina o resultado. O resultado sempre está atrelado à sorte ou ao azar do cara. Então fica assim: quando o atleta cobra uma falta que traz um resultado positivo, foi Deus que tocou na bola. E quando eles erram? Segundo Leifert, o problema está aí, quando erram, não querem assumir a responsabilidade. Ou seja, usam a religião para escapar da responsabilidade. Leifert se aprofunda e fala sobre um psicólogo alemão chamado Erich From que dizia que o humano tem medo da liberdade, porque quando você é livre, se torna responsável pelo resultado das suas ações e isso assusta. Clique e continue lendo!

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10 jul 2014

2014 – A Copa do Mundo não é nossa

por
Gabi Miranda

Entretenimento, Maternidade

Essa foi a primeira Copa do Mundo do Benjamin. E foi aqui na nossa casa, Brasil. O país ficou em festa, torceu, vibrou, encheu o mundo de emoção cantando o Hino à Capela. Benjamin até aprendeu a reverenciar e cantar trechos do Hino.

Mas na última terça-feira, dia 08 de julho, o Brasil perdeu de 7 x 1 para a Alemanha. Foi uma goleada histórica para a nação. O mundo inteiro noticiou e muitos brasileiros ficaram com vergonha. Eu não fiquei. Muito pelo contrário. O mundo não acaba com isso. Inclusive, achei muito feio o comportamento do brasileiro desde o começo da Copa. Na abertura, todos que estavam no estádio vaiaram a presidenta Dilma. No jogo contra o Chile, vaiaram o Hino alheio. Falta, literalmente, muita educação para o nosso país.

Aí quando o Brasil está perdendo de lavada cadê a torcida?

Está vaiando os jogadores brasileiros, está saindo do estádio. É igual vida pessoal, quando a gente mais precisa cadê os amigos?! Poucos ficam do lado. Senti vergonha disso, da falta de amor verdadeiro, da falta de consideração. Ficar decepcionado todo mundo fica, mas é nas horas difíceis que mais precisamos um do outro.
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11 jun 2014

Copa do mundo, herança e aprendizado

por
Gabi Miranda

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Não sou fanática por futebol. Para falar a verdade mal entendo do assunto. Sei pouca coisa: o que é um pênalti, um cartão vermelho, amarelo, uma falta, um impedimento, o nome do goleiro mais fofo do mundo (Júlio César) e de alguns outros jogadores também, para que serve o bandeirinha e o juiz. O meu conhecimento de futebol está como o pretinho para toda mulher: BÁSICO!

Mas assim como milhões de pessoas, adoro Copa. Adoro o clima que envolve as relações, os ambientes de trabalho, a vizinhança. Não, não estou falando desse clima #nãovaitercopa, manifestações e greves. Estou falando da euforia, de todo mundo empolgado torcendo por um só time (ou não, mas sem rivalidades), de alegria e bandeirinhas verdes e amarelas espalhadas por todo canto.

Tenho boas lembranças de Copa. Minha mãe amava e vibrava a cada jogo do Brasil. Quando crianças, eu e minha irmã Luana, nos juntávamos com outras crianças da vizinhança para fechar a rua e pintar o chão de bandeiras, estrelas, bolas, pendurar bandeirinhas. Passávamos madrugadas inteiras decorando nossa rua. Coisa que Benjamin talvez nem faça. Na adolescência nos juntávamos na casa de amigos para fazer um churrasco. Já na época do trabalho, íamos para a casa do colega que morava mais próximo ou nos juntávamos na redação ou num bar de esquina. Clique e continue lendo!

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07 ago 2013

Brincadeiras

por
Gabi Miranda

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Engraçado que, não sei porque, mas minha relação com o Ben envolve muita brincadeira. Acho que é o jeito dele, só pode! Ele é uma pessoa feliz, de sorriso fácil e natural. Dono de uma gargalhada gostosa de ouvir, que não é nada difícil de aparecer.

Parei para pensar e rapidamente consegui eleger pouco mais de 10 ocasiões que costumam render boas brincadeiras:

  1. Hora de tomar banho: ele leva os brinquedos pra água e tome gargalhada;
  2. Ao acordar: não é sempre, mas tem dia que o sorriso aparece antes mesmo dele abrir os olhinhos;
  3. No almoço: o bocão para estacionar a colher cheia de arroz é uma festa;
  4. Entrar na escolinha: se tiver acordado, nem despede de você direito, já corre para brincar com os amiguinhos;
  5. Ir embora da escolinha: faz a farra lá mesmo, na frente do portão. Pula, grita, abraça, dá beijo, joinha, sorrisos;
  6. Ir à feira: além de sempre ganhar uma banana na barraca, tem o parquinho ao lado. Não precisa nem comentar, né?;
  7. Clique e continue lendo!

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