12 abr 2013

Meu Ben

por
Gabi Miranda

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Use seu tempo livre para fazer coisas boas. Ocupe a mente com pensamentos bons. Busque realizar trabalhos voluntários. Escute uma boa música. Arrume seu guarda-roupa. Brinque. Limpe a casa. Arrume sua cama. Faça uma oração. Assista seu programa de TV preferido. Seja obediente. Se faça de tolo quando for preciso. Estude. Curta simplicidade. Surpreenda. Leia um bom livro. Aproveite seus avós. Sorria. Chore. Cultive suas amizades. Cultive a família. Sonhe. Apaixone-se. Seja arteiro. Faça bastante arte. Veja fotos antigas. Relembre. Cozinhe. Dance. Escute música. Ouça 100 vezes sua música preferida. Cante. Curta o sol, mas use protetor. Pratique o desapego. Respeito o outro. Escolha. Ouse. Tolere. Faça as pazes. Não queira ter razão. Ame seu irmão ou irmã (que você ainda vai ter). Faça um curso de pintura, culinária, dança. Vá ao cinema. Ao teatro. Viaje. Arisque-se. Mergulhe. Leve o cachorro para passear. Admire a paisagem. Use seu tempo livre para doar-se. Ame. Ajude. Colabore. Compartilhe. Seja generoso. Comemore. Dê sentido à vida. Viva. Construa. Seja feliz. Clique e continue lendo!

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14 mar 2013

Caos e ordem

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Gabi Miranda

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Outro dia me perguntaram: como você arruma tempo para ler? Imediatamente não soube responder. Refleti sobre a pergunta e resgatei os meus momentos de leitura. Leio antes de dormir; leio no banheiro – uma prática que não tinha, mas que passei estabelecer quando percebi que não conseguia tempo livre para ler, e no carro quando saio com motorista para algum trabalho externo. Parece muito, mas não é. Se somar em horas, devo ler 30 minutos por dia, talvez nem isso.

Atualmente, estou lendo “O Jogo do Anjo”, de Zafón e tentando terminar  “A criança mais feliz do pedaço“. Mas um tempo atrás não consegui tocar no livro. Andei envolvida com uma pesquisa e só li coisas sobre maternidade – o que AMO. O fato é que estava lendo muito sobre maternidade e decidi intercalar com romances.

Mas tem diversas outras coisas que gosto de fazer e que não tenho conseguido.

Quando temos filhos fica mais difícil fazer as coisas de nosso interesse. Por outro lado, passei a reparar que tenho realizado muito mais coisas agora que tenho o Benjamin do que antes. Porém, sinto a vida um pouco desorganizada. A casa vive uma bagunça. Uma vez ou outra organizo um canto dela. Começo algo, deixo pela metade e termino semanas depois. No trabalho as coisas estão a mil. Pesquiso. Escrevo. Tenho os compromissos pessoais. Tenho os meus compromissos como blogueira. Meto-me a besta como artesã ao fazer scrap. Às vezes me enfio na cozinha para preparar uma comidinha gostosa pra família. Agora passei a dar uma de arquiteta amadora, pesquisando e estudando coisas para o apartamento. Tenho feito várias coisas ao mesmo tempo. E vou indo… Clique e continue lendo!

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29 jan 2013

Da série lições de vida: as pessoas quebram

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Gabi Miranda

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O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

Uma das coisas que mais temo e que me entristece ao pensar e olhar meu Ben, é que um dia ele vai se quebrar e eu não poderei fazer nada para evitar isso. Assim como ele vai cair inúmeras vezes e se machucar. É inevitável. Vai doer em mim também. Apesar de sermos super heróis aos olhos de nossos pequenos, não passamos de seres frágeis. Dói mais ainda pensar que alguém pode quebrá-lo e eu na minha insignificância e impotência não poderei quebrar a cara desse alguém.

Mas durante esses meses de existência do meu maior Ben, aprendi uma coisa. Existe algo que posso fazer. Posso ensiná-lo princípios e valores – os recebidos de seus avós e os que a vida me presenteou. Posso lhe ensinar que tudo na vida tem um sentido, que a existência humana tem sentido. Que um gesto de gentileza, por menor que seja, tem sentido. Clique e continue lendo!

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24 jan 2013

Vende-se essa casa

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Gabi Miranda

Terapia do lar

(Esse post vai ser grande, pode ser lido em doses homeopáticas)

Era uma vez…

Sempre morei de aluguel, não por essa ser a minha maior aspiração. Em minha existência de 30 anos, morei em 5 casas. Foram períodos bem longos em duas delas, sendo que nas três primeiras foi com minha mãe e minha irmã. Uma das maiores lembranças da minha vida é o dia em que chegamos (eu e minha mãe) na primeira casa. Antes, pelo que entendo das lembranças, morávamos de favor na casa de parentes de 2º grau da minha mãe. Minha irmã, bem pequena, ficou nessa casa enquanto eu e minha mãe passamos a primeira noite na casa nova, só nossa, da minha mãe.

Era a maior conquista dela…

Conseguir alugar uma casa para morar com suas filhas, construir sua vida. A casa até era espaçosa: dois quartos, sala, cozinha, banheiro (que ficava na parte externa) e um quintal. Não tínhamos nada, nenhum móvel, eletrodoméstico, utensílio, NA-DA! Acompanhou-nos apenas um colchão de casal – onde dormimos a primeira noite e o eco das nossas vozes e dos nossos passos. Compreendi o motivo da Luana, minha irmã, tão pequena, não estar ali com a gente.
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21 jan 2013

Mãe na direção

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Gabi Miranda

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Com o objetivo de ajudar de forma integrada e participativa as mães e filhos que passam bastante tempo a bordo, a Renault do Brasil desenvolveu um projeto chamado Mãe na Direção para as mães compartilharem ideias e soluções para os diferentes problemas enfrentados enquanto dirigem na companhia de seus filhos. Para essa ação foi criada uma página no Facebook onde a personagem Wanessa (verdadeira) divide os dilemas que ela enfrenta ao volante com sua filha, Bia. Foi criada também uma websérie que permitia acompanhar e participar através de sugestões. A comunidade tornou-se um espaço de interação entre mães de todas as regiões desse mundão de meu Deus. E eu estava lá no meio, trocando experiência, interagindo e ajudando a construir soluções para os problemas que a Wanessa encontrava.

Eu me tornei mãe na direção logo depois que Benjamin nasceu. Na verdade eu tinha carta, tinha aprendido a dirigir, mas não tinha prática, até que bati o carro, fiquei com medo, parei. Quando engravidei foi uma das coisas que coloquei como objetivo: pegar prática no volante. No primeiro dia de adaptação no berçário, era o primeiro dia que pegaria também a marginal sozinha ao volante e com o meu Ben. Foi tudo tranquilo até eu chegar em casa e bater o carro na lixeira (SIM!!! Só comigo acontece essas coisas) do vizinho e arregaçar o vidro de trás do carro (ninguém se machucou). Como se não bastasse ser o primeiro dia da minha separação com meu Ben, bati o carro da maneira mais babaca. Chorei, me descabelei, disse que não pegaria mais o carro. No dia seguinte, eu estava levando o carro pra arrumar e a vida seguiu. Clique e continue lendo!

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31 dez 2012

Retrospectiva 2012 Bossa Mãe

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Gabi Miranda

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28 dez 2012

A vida precisa de sonho, magia e encanto

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Gabi Miranda

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Ontem levamos Benzoca no circo Tihany. Há anos eu não ia ao circo. A última vez, se não me engano, tinha sido na infância quando o Sergio Malandro tinha um circo (alguém lembra disso?). Ele fez uma temporada lá perto de casa e nós não fomos só uma vez, mas algumas vezes. Na época o circo ainda tinha uma espécie de picadeiro. Os palhaços não tinham graça (na verdade, eu nunca gostei de palhaço). E traziam os pobres animais para impressionar o respeitável público.

O circo Tihany não tinha um picadeiro e sim um palco. Um palhaço cheio de bossa, cheio de carisma. E apenas um cachorro lindo estilo Priscila da TV Colosso e pombas brancas. O circo virou um show, um espetáculo (lindo, por sinal!)!!!! Intitulado “Abrakadabra”, Tihany é um show de um pouco mais de duas horas de mágicas, acrobacias, danças, contorcionismos, luzes, cores, ilusionismos, interação com o público, muita vibração e humor. Clique e continue lendo!

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20 dez 2012

Fim de ano

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Gabi Miranda

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Entrei no meu momento Gabrielice de final de ano. Sabe quando você faz um balanço do ano que passou e começa a fazer as promessas para o ano que se aproxima?! Então…

Bom, mas o que pensei muito foi sobre o tempo e sobre a necessidade das pessoas em dizer o tempo inteiro como estão corridas. Percebi que também faço parte desse grupo que vive falando “como o tempo passou rápido” ou “estou trabalhando muito, está tudo muito corrido”. Sim, o tempo está passando e nossas vidas também.

Refleti: o que estou fazendo do meu tempo? Fiquei surpresa com as respostas que encontrei. Acho que estou aproveitando bem o meu. Após a chegada do meu Ben é que dei conta de como o tempo é valioso. Só uma criança mesmo para nos mostrar o essencial da vida e nos ensinar como aproveitar cada momento. Criança tem esse poder, né? De dar significado às coisas mais simples. Você vê aquele ser tão cheio de brilho (e curiosidade) nos olhos e sabe que aquela fase da infância vai passar tão rápido que você tem que sugar cada minutinho com ele. Clique e continue lendo!

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19 dez 2012

Então é Natal…

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Gabi Miranda

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Não sou religiosa fiel, mas amo Natal e todo clima envolvente do final de ano. Sinceramente, acho que não precisamos viver a data em sua totalidade religiosa, mas que todos podem gostar e compartilhar dessa comemoração independente da sua religião. Li um texto interessante dia desses, onde a executiva Elisabeth Cornwell, fala que família e amigos são os que criam a celebração dessa época. Fez todo sentido pra mim – que de um lado tenho um pai ateu e do outro a minha mãe que acredita num Deus.

Gosto de acreditar em algo. Acredito nesse mesmo Deus da minha mãe. Nesse que está nas pequenas coisas da vida, nos pequenos gestos, na trilha das formiguinhas que estão preparando sua casa para o inverno, na lagarta que vira borboleta, nesse Deus que está no horizonte infinito do mar, na água quentinha que molha o meu corpo depois de um longo dia, no sorrido do meu filho, nesse Deus que promove o milagre da vida. Clique e continue lendo!

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18 dez 2012

Neste Natal…DIY (Do it Yourself = faça você mesmo)

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Gabi Miranda

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Amo presentear! Mas chega final de ano se você for presentear todos da sua lista (isso significa: familiares, amigos, colegas de trabalho e professoras dos filhos), esquece! Além do 13º, vai embora o salário do mês, das férias e ainda ficam dívidas para o próximo ano. Tô fora! Esse ano as coisas aqui em casa estão sendo bem diferentes.

Já faz algum tempo adotei a febre do faça você mesmo.  É Páscoa, dias das avós, dias das mães, nasceu o filho de amiga, lá vou eu preparar uma lembrancinha. E não está sendo diferente nesse fim de ano.

De certa forma isso freia o consumo nessas datas comemorativas. Um presentinho aqui outro acolá e quando você vê já gastou todo o 13º. Desde que Benjamin nasceu tenho refletido muito sobre o consumo. Eu sempre fui consumista, confesso. Sempre adorei fazer compras. Houve um tempo em que eu comprava um par de sapatos por mês! Absurdo!!! Clique e continue lendo!

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