12 dez 2012

Precisa-se de babás (?!)

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Gabi Miranda

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Sábado passado levamos Benzoca para ver uma contação de história na Livraria da Vila, no Shopping Cidade Jardim. A livraria ficou cheia. Adultos e crianças por todos os lados. Moças vestidas de branco a cada m² – as inconfundíveis babás. Fiquei impressionada…Primeiro, porque eu pensei que aqui no Brasil essa era uma profissão em extinção. Segundo, porque só o Brasil mesmo para cultuar esse lance do uniforme branco (tipo, essa não é a mãe do meu filho!). Terceiro, porque eu pensava que babá era mais no caso de ausência dos pais, ou seja, quando os pais estão trabalhando.

Se você procurar na internet o significado de babá, o Wikipedia traz: empregadas contratadas para cuidar de crianças menores de idade em períodos de ausência dos pais ou responsáveis.

Encontrei na livraria vários grupos: filhos acompanhados só dos pais; filhos acompanhados dos pais e babás; filhos acompanhados só de babás. Esse último me entristeceu um pouco. Uma tristeza bateu mais forte quando uma moça jovem, aparentemente da minha idade, chegou acompanhada de uma amiga, filho e babá. Clique e continue lendo!

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11 dez 2012

Cheia de Bossa

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Eu contei aqui que participei do brunch da campanha “Culpa, não”, promovida pela revista Pais & Filhos. O que não contei é que fui escolhida pela revista para dar uma entrevista para a seção “Família é tudo”. Exerci aí uma das coisas que aprendi durante a gestão: paciência – neste caso, paciência para esperar chegar a revista e compartilhar com os amigos e familiares. Por isso não contei nada antes.

Meu exemplar chegou sexta-feira (07/12) e foi uma grande surpresa! A gente sempre acha que vão publicar justamente a foto que não gostamos, um comentário que fizemos e depois achamos que não devíamos ter feito, ou seja, criamos uma expectativa enorme e depois ficamos um pouco frustrados.

Mas a expectativa superou. Amei a foto que ocupa metade da página. Amei todas as fotos que registram alguns detalhes da nossa casa. Amei demais o título: Cheia de Bossa. Nós amamos! Benjamin já entendeu que tem uma foto dele na revista, não sabe como, mas sabe que tem e aí quando vê a capa do mês quer a todo custo pegar a revista e fica olhando como se tivesse lendo. Maridão comprou alguns exemplares e já combinamos: vai ser mais uma lembrança… Avós, tias e tias-avós também já compraram. Quer dizer, o negócio já se estendeu para a família toda.  Clique e continue lendo!

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21 set 2012

De Mãe Para Mãe

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Gabi Miranda

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Olha aqui o meu conselho para o concurso “De Mãe Para Mãe”, da Johnson’s baby Brasil.

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18 set 2012

Era uma vez um bebê…

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Gabi Miranda

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Sábado passado fizemos um passeio diferente. Levamos Benjamin para ver avião! Minha mãe conta que seu pai sempre a levava para ver os aviões no aeroporto de Congonhas. Nós levamos Benjamin ao Memorial 17 de Julho, uma praça inaugurada esse ano, marcando os 5 anos da maior tragédia da aviação brasileira, quando 199 pessoas morreram no acidente da TAM. Se eu lembro dessa data como se fosse hoje, imagino as famílias…

O lugar apesar de tudo, é tranquilo e tem uma energia positiva. Enquanto via meu pequeno andando solto, ao longe,  fiquei a refletir naquela pequena de vida, naquela grande partícula de mim.

Pra mim ainda é muito louco olhar o Benjamin e saber que foi gerado por mim. Eu que não acreditava fervorosamente em Deus, quando vejo esse bebê – um menino que está virando um moleque, só penso: a natureza é muito sábia, extraordinária, mas essa coisa também tem dedo de Deus!

O pequeno curtiu o passeio. Curtiu o vento em seu rosto. Curtiu até música. Ouviu de longe as notas de um violão e foi ao encontro. Nunca vi, tão pequeno e gostar tanto de música. Clique e continue lendo!

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10 set 2012

Bom dia, bom humor!

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Gabi Miranda

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Uma das coisas que me deixa muito satisfeita é ver como meu filho é um bebê bem-humorado. O menino não nasceu sorrindo, muito pelo contrário, tinha uma cara de bravo e todas as enfermeiras diziam que ele era bravo. Isso me deixava morrendo de medo…Passei a gestação inteira fazendo prece para que Benjamin não fosse como a mãe: brava e emburrada. Todo mundo que não me conhece me acha brava. Ok, eu tenho cara de brava (e sou um pouco, vai). Desde bebê em todas as fotos apareço lá com a cara emburrada que hoje defino como desconfiada (isso eu sou, e muito!).

Chegamos em casa e poucos dias passados, Benjamin se revelou pura simpatia. Minhas preces foram ouvidas! Ele sempre sorriu com facilidade pra tudo e para todos. Sempre acordou sorrindo. Quando não sorri com os lábios, está sorrindo com os olhos. Algo assim inebriante.

Benjamin não compreende, mas vê graça em nossas piadas, nos encara com uma carinha de cúmplice quando eu e marido estamos um zuando ao outro, ri do Simpson, do Shrek, me imita quando dou bronca na Capitu, bate palmas quando algo o empolga. Ele possui uma das coisas que mais admiro nas pessoas: presença de espírito. Meu bebê é espirituoso! Clique e continue lendo!

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22 ago 2012

Preparativos para as futuras mamães

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Maternidade

Dia desses a Dani encaminhou a troca de e-mails que fizemos há 1 ano e pouquinho. Eu estava grávida de 8 meses do meu Ben. Enquanto todo mundo estava ansioso pelo nascimento do pequeno, eu seguia tranquila (por mais inacreditável que isso possa parecer), barriguda, pesada, cheia de dúvidas, mas sem muita noção do que estava por vir… e nós falávamos sobre os preparativos para as futuras mamães.

De: Dani
Enviada em: terça-feira, 3 de maio de 2011 11:37
Para: Gabi e Aline
Assunto: Preparativos para as futuras Mamães

Quais são os hábitos de uma mãe feliz?
É sobre isso que se trata um livro recém-lançado nos Estados Unidos pela pediatra Meg Meeker. Na obra, ela relata como a pressão das mulheres que são mães atrapalha a sua felicidade e as dez maneiras de resgatá-la. Confira entrevista exclusiva da CRESCER com a autora.

Você é uma mãe feliz? Não, não estamos de forma alguma questionando o quanto você é plena por ter tido filhos, mas, se como mulher, está realmente feliz. É sobre essa busca da realização na vida que a americana Meg Meeker, pediatra há 25 anos e mãe de quatro filhos já adultos, recém-lançou, nos Estados Unidos, o livro The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity (Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando Nossa Paixão, Propósito e Sanidade, em tradução livre). Em entrevista exclusiva à CRESCER, ela conta que tem percebido que, nos últimos anos, as mães estão mais estressadas do que nunca e pensou no livro não como um guia de como ser uma mãe melhor e, sim, uma reflexão para as mulheres serem mais felizes. Mas o que é preciso, então, para encontrar o equilíbrio perfeito entre a maternidade e a vida pessoal? Abaixo, você confere trechos do nosso bate-papo com a escritora.
Clique e continue lendo!

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02 ago 2012

Afinal, não dá pra fazer backup da vida…

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Gabi Miranda

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De repente lembrei: odeio celular de última geração e a frase que eu sempre dizia “nunca vou ter esses aparelhos” – assim como várias coisas que eu dizia que não faria quando fosse mãe, caiu por terra uma semana antes de o Benjamin nascer, quando comprei meu iPhone. E aí esse aparelhinho virou parte da minha vida como o ar que respiro. Nele eu tenho acesso a tudo: internet, e-mail, redes sociais, fotos e vídeos do meu Ben. Carimbo na testa, bum: Rendida!

Aí vem esse negócio de incluir o “9” na frente do seu número de celular. Descubro que tem um app que atualiza todos os contatos. Vou baixar e preciso atualizar o sistema operacional do iPhone. Ok. Nessas horas quem poderá me ajduar?! O maridão. Atualizado. Mas algo estranho aconteceu. No álbum apenas 243 fotos e 1 vídeo. Arquivos até os três meses do Benlindo.

Não vou me preocupar, está tudo no computador. Maridão revira e não acha nada. Na nuvem não tem nada. Perdi tudo. Perdi todos os arquivos de foto e vídeo do celular. Tudinho. Isso significa uma base de mil registros que tinha feito do meu Ben. Uma tristeza somada a outras coisinhas do cotidiano doméstico, toma conta do meu ser. Perguntam-me: você não fez backup??? Não… Mas quem nunca? Clique e continue lendo!

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23 jul 2012

Porque segunda-feira pode ser doce

por
Gabi Miranda

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Logo pela manhã, recebi um e-mail da Dani minha amiga mãe-já-de-dois, que adoçou minha segunda-feira. Fotos do dia do nascimento do meu Benzinho – o dia mais feliz da minha vida. E a Dani estava lá. Fotos da câmera dela que eu não tinha visto até então. E vi hoje um ano e 37 dias depois…Fui envolvida por um sentimento tão gostoso….

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13 jul 2012

Junho – a nostalgia passou por aqui

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Gabi Miranda

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Nunca gostei dos meses junho, julho e agosto porque eles andam acompanhados do inverno, estação que nunca me agradou. Eita período que sempre achei carregado, lento, um tormento pra mim. Mas passei a achar isso já na fase adulta.

Em algum lugar ficou escondido um sentimento bom pelo mês de junho e, outro dia numa fogueira de São João na casa da minha amiga Dani mãe-já-de-dois, bateu esse sentimento…

Lembrei de como gostava de participar das festas juninas da igreja, da escola, os correios elegantes, maça do amor, paçoca… Da fogueira que o vovô Roque sempre fazia na casa da vila. Tenho lembranças doces do mês junino. Saudades. Um nozinho no peito.

Mês que nasceu meu pequeno Ben, tão esperado, tão amado. Nesse dia, abracei o Benjamin e falei pra ele “filho, você nasceu num mês bonito, num mês de festas, vai gostar muito desse período”.

Quero sinceramente proporcionar momentos que se transforme em doces lembranças para meu pequeno. Clique e continue lendo!

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04 abr 2012

Almas perfumadas

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Gabi Miranda

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Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver. Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel. Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda. Tocando com os olhos os olhos da paz. Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração. Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos, Deus está conosco, juntinho ao nosso lado. E a gente ri grande que nem menino arteiro. Tem gente como você que nem percebe como tem a alma perfumada! E que esse perfume é dom de Deus. (Carlos Drummond de Andrade) Clique e continue lendo!

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