26 out 2015

10 Dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Seu médico te afastou do trabalho e agora você está em casa só esperando o bebê resolver nascer. As malas já estão prontas, a casa está em ordem, você está sozinha em casa e não sabe muito o que fazer?! Anote essas 10 dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

Dica 1: Coloque um hobby em prática

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Deve ter alguma coisa que você gosta de fazer. Eu adoro scrapbook. Então aproveitei para fazer alguns projetos e relaxar. Pinte, borde, costure.

Dica 2: Blog

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Se você tem um blog aproveite para escrever e deixar algumas coisas no gatilho para o período após o nascimento do bebê, pois com certeza não será possível atualizar diariamente.

Dica 3: Livros e revistas

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Coloque a leitura em dia. Ler também ajuda a distrair e deixar a espera menos angustiante.

Dica 4: Filmes

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22 out 2015

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Gravidez, Maternidade

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê.

Você sabia que ao engravidar é importante saber seu tipo sanguíneo para evitar a formação de anticorpos que ataquem o sangue do bebê?

Imagem Google

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Funciona assim, quando a mulher engravida, um dos primeiros exames solicitados é o de tipagem sanguínea para descobrir qual o grupo sanguíneo que ela faz parte. Na superfície de cada célula do corpo há um grande número de antígenos que tem uma função que se assemelha à de uma antena. Um desses antígenos é o fator Rh. Cada pessoa possui um fator Rh que poderá ser positivo (fator Rh dominante) ou negativo (ausência do fator). Quando as células da mãe não contém o fator Rh e as do feto contém (tornando-o Rh positivo), o sistema imunológico da mãe entende o feto e suas células com Rh positivo, como um corpo estranho. Isso faz com que o sistema imunológico da mãe desenvolva anticorpos para se defender. Isso é conhecido como incompatibilidade sanguínea.
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09 out 2015

Livro: O Diário de Bordo do Parto

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

livro

Recentemente foi lançado o livro o Diário de Bordo do Parto, da autora Luciana Herrero, pediatra e educadora perinatal com mais de 20 anos de experiência no atendimento de mães,  família, grávidas. Para minha agradável surpresa recebi a obra em casa autografada pela Dra. e adorei o trabalho dela. Nesse livro, o tema principal é a escolha de um parto feliz e consciente.

Trata-se de um guia prático, resultado de anos de estudo, onde encontramos entrevistas com diferentes profissionais que lidam diariamente com parto e relatos dos mais diversos tipos de partos. É bem diferente de alguns livros que já vi sobre o assunto, é ilustrado, leve, cheio de dicas para que as gravidinhas e a família se sintam mais confiáveis e com menos medo. Apresenta e explica muitas práticas confiáveis baseadas em evidências científicas e descarta, com informações claras e objetivas, os mitos e “achimos” que podem confundir ou iludir as gestantes.
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08 out 2015

11 Regras de etiqueta para visita ao recém-nascido

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

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Quando estava grávida do Benjamin, minha mãe, marido e irmã Luana, falavam que ele seria o bebê da bolha, que eu seria chata e não deixaria as pessoas chegarem perto, pegar no colo, essas coisas. Confesso, tinha um pouco de receio disso, até que ele nasceu e para surpresa de todos (até minha) fui super sossegada e desencanada em relação às visitas e contato com o recém-nascido. Fazia questão que as pessoas fossem nos visitar na maternidade.

Dessa vez não foi diferente, quis que todos os familiares e amigos próximos fossem a maternidade para conhecer o novo membro da família. Para mim, nascimento é motivo de celebração e não entra na minha cabeça uma pessoa querida não fazer parte do momento. Ainda brinquei com várias pessoas ameaçadoramente: só vai saber o sexo quem for até a maternidade.

Foram muito bem vindas as visitas na maternidade e em nosso lar também. Mas sabemos que o dia após o parto e os primeiros dias em casa são exaustivos e servem para mãe e bebê estreitarem seus vínculos, além da nova família se adaptar às mudanças que não serão poucas. Por exemplo, no dia após o parto devia ser proibido visita de horas a fio. Pode visitar, mas tem que ter bom senso, gente! A recém-parida pode estar com dor, como foi o meu caso, não conseguir andar e ainda receber muitas visitas dos médicos para ser examinada e a paciente pode não ficar à vontade com pessoas no quarto.
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28 ago 2015

É uma menina!

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Quem nos acompanha sabe que não tínhamos conhecimento do sexo do bebê e expliquei minhas razões.

Leia qual o sexo do bebê

Tanto eu quanto marido e Benjamin, tínhamos uma intuição. Menina. Eu sentia isso muito forte dentro de mim, assim como senti que era menino quando esperava meu Ben. Mas ao contrário do que aconteceu na gestação do Ben – que eu sonhava ser menina quando não era, nessa sonhei 3 vezes que era menina e parecia sonho confirmação. Sabe esses sonhos que parecem avisos?! Benjamin além de ter sido o primeiro a falar que tinha um bebê na minha barriga sem mesmo eu desconfiar, falou desde sempre que teria uma irmãzinha. Dizia isso pra todo mundo e em nenhum momento titubeou. Ele já tinha até nome para ela: Smarfa.

Em uma das ultrasons que fizemos, o bebê estava de pernocas abertas e a médica aconselhou olharmos para o lado caso não quiséssemos mesmo saber o sexo. A Dra. após ter visto, perguntou se já tínhamos nome e comentei que só tínhamos opção para menina, ao que ela retrucou “é bom pensar opções para o sexo oposto também”. Pronto! A sementinha da dúvida foi plantada. E passei o restante da gravidez questionando minha intuição “será que é ou não?!”.
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17 ago 2015

12 Orientações para os primeiros dias do bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Os primeiros dias do bebê são difíceis, mas com orientações de profissionais tudo pode ser mais tranquilo

primeiros dias do bebê

Eu não lembro de ter recebido tais orientações quando Benjamin nasceu e acredito que esclareceria algumas dúvidas como o motivo do bebê espirrar e ter tantos soluços nos primeiros dias de vida – o que é normal e uma mãe de primeira viagem nem sempre sabe. Dessa vez, na maternidade Pró-Matre, recebemos uma lista com orientações para os primeiros dias do bebê, elaboradas pela equipe de neonatologia. Dicas que podem contribuir para a vida das mamães iniciantes e agora compartilho com vocês:

1. O seu leite é o melhor alimento para o bebê;

2. Nos primeiros dias só ha a produção de colostro – muito rico e importante para o bebê. A quantidade é pequna mas suficiente para os 2 ou 3 primeiros dias de vida. A chegada do leite (apojadura) será 48 a 72 horas após o parto;
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05 ago 2015

Relato de parto: o dia que a estrela brilhou

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Prepare-se, vai começar o meu relato de parto!

Há 8 dias, às 20:00, eu entrava em trabalho de parto sem ainda saber que era trabalho de parto. Naquele mesmo dia pela manhã, havíamos ido à consulta de rotina com o obstetra e saí de lá muito arrasada com a possibilidade de realizar mais uma cesárea marcada para sexta-feira, 31/07, às 22:00. Data já limite para o bebê nascer. Chorei com o meu médico, com o marido. Era um sonho indo embora, mas havia a possibilidade de acontecer algo durante a semana, quem sabe…Além de não me agradar a ideia de fazer outra cesárea, não me agradava nada ter que escolher o dia e hora do nascimento do meu filho(a). A história mais uma vez parecia se repetir, pois na gestação do Benjamin foi quase a mesma coisa. O dia passou arrastado e eu carregando certa tristeza no peito.

A noite chegou, preparei o jantar sentindo uma cólica, jantamos e então as dores chegaram. Uma dor que me abraçava pelas costas num indo e vindo infinito. Mal sabia que infinitos, seriam os números dos segundos, minutos e horas daquela noite e do dia seguinte. Por volta das 00:30 decidimos ir para a maternidade. Deixamos Benjamin nos pais do marido e lá fomos nós. Eu sentia dor e outro sentimento que não sei bem definir, não era exatamente medo, mas passava pela minha cabeça que eu não queria morrer. Desejei imensamente que minha mãe estivesse ali segurando minha mão e, por incrível que pareça, senti que ela estava ali e me assegurava que tudo daria certo. Percorri o caminho analisando o tamanho da minha dor, pois eu sabia que na maternidade me perguntariam “de zero a dez” que número eu daria para o que sentia. Cheguei à conclusão que daria nota seis e meio, pois embora a dor viesse aumentando, uma nota máxima só poderia ser atribuída para dores que não aguentamos, como aquelas que atingem a alma ao perdermos alguém e eu estava ganhando um outro alguém, eu daria à luz a uma outra vida, estava trazendo outro ser ao mundo, outras possibilidades, alegrias, outras histórias.
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22 jul 2015

Planejando o pós-parto

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Gravidez, Maternidade

Pós-parto precisa de planejamento

pos-parto

Passei a gestação inteira pensando no que precisava deixar organizado para o pós-parto e em como seria quando estivesse com o bebê em casa. Coisas como ter alguém para ajudar, fazer comida, cuidar da casa. Quando Benjamin nasceu tínhamos a minha mãe que além de ajudar com tudo isso, ajudava com Benjamin e me fazia companhia. Essa gravidez passou num piscar de olhos e essa questão ficou só no pensamento mesmo, não consegui decidir e planejar nada para o pós-parto. Quem já teve o primeiro filho sabe que não é fácil os primeiros dias com um bebê em casa. Imagino que com o segundo não deve ser diferente e todos deverão passar por uma grande adaptação, afinal a família já está acostumada com uma rotina – e essa será totalmente modificada.

Pensa num lar com uma mãe, um pai, um filho e um cachorro. Agora pensa nesse mesmo lar, com todas essas pessoas mais um bebê recém-nascido. Prevejo uma rotina meio caótica nas primeiras semanas. Um RN tem a atenção da mãe toda voltada para ele e a gente até tem a ilusão de que faremos várias coisas na licença maternidade e será mais fácil por ser o segundo, mas não tenho tanta fé nisso não! As necessidades de um RN são bem maiores do que imaginamos.
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21 jul 2015

Hora de parir: o que fazer com o filho mais velho?

Chegou a hora do parto! O que fazer com o filho mais velho?

filho mais velho

Desde o início da gravidez, decidi envolver o Benjamin em tudo relacionado ao bebê. Então, ele me acompanha em todas as consultas, exames, desde o início quando eu passava muito mal. Sinto-me melhor tendo ele por perto e acredito que ele sente o mesmo. Acho que como filho mais velho, pra ele é importante participar para não se sentir abandonado ou menos querido com a chegada do bebê. Por isso, desde o começo não passou pela minha cabeça ser diferente quando chegasse a hora do bebê nascer.

Em muitas maternidades é possível ter o filho mais velho por perto, porém é preciso considerar alguns fatores: 1. se terá um adulto disponível e de confiança para ficar com a criança na maternidade enquanto os pais estão na sala de parto; 2. a idade da criança; 3. o interesse que a criança tem em assistir o parto.
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20 jul 2015

Fotos de gestante: muito amor flagrado

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Nessa gravidez não estava empolgada para fazer essas fotos de gestante, não sei se é a idade que chega, mas mudei um pouco minha opinião em relação a esse tipo de coisa. Eu gosto, acho bonito, mas prefiro algo mais próximo a realidade, ao contrário do que tenho visto desses ensaios por aí: grávidas produzidas de anjos (com direito a asas e tudo!), bailarinas, poses artísticas e cenográficas, estúdio, ventilador fazendo vento no cabelo (essa até eu fiz na gestação do Benjamin, mas abafa o caso), enfim…nada contra, mas não é a minha praia.

Por outro lado, comecei a sentir o que toda mãe de dois deve sentir: culpa. Do tipo “fez na gestação do primeiro filho e agora não fará para o segundo (a)?!”. Fui conversar com uma super amiga, a Mislene, do blog Céu de Borboletas, que está entrando nesse mundo fotográfico e perguntei se ela não queria uma cobaia grávida para fazer um ensaio fotográfico cheio de fotos de gestante. Ela aceitou e, com 37 semanas, lá foi a grávida e a família para um dos cenários mais lindos ao ar livre, de São Paulo, o Jardim Botânico.
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