11 jun 2014

Copa do mundo, herança e aprendizado

por
Gabi Miranda

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Não sou fanática por futebol. Para falar a verdade mal entendo do assunto. Sei pouca coisa: o que é um pênalti, um cartão vermelho, amarelo, uma falta, um impedimento, o nome do goleiro mais fofo do mundo (Júlio César) e de alguns outros jogadores também, para que serve o bandeirinha e o juiz. O meu conhecimento de futebol está como o pretinho para toda mulher: BÁSICO!

Mas assim como milhões de pessoas, adoro Copa. Adoro o clima que envolve as relações, os ambientes de trabalho, a vizinhança. Não, não estou falando desse clima #nãovaitercopa, manifestações e greves. Estou falando da euforia, de todo mundo empolgado torcendo por um só time (ou não, mas sem rivalidades), de alegria e bandeirinhas verdes e amarelas espalhadas por todo canto.

Tenho boas lembranças de Copa. Minha mãe amava e vibrava a cada jogo do Brasil. Quando crianças, eu e minha irmã Luana, nos juntávamos com outras crianças da vizinhança para fechar a rua e pintar o chão de bandeiras, estrelas, bolas, pendurar bandeirinhas. Passávamos madrugadas inteiras decorando nossa rua. Coisa que Benjamin talvez nem faça. Na adolescência nos juntávamos na casa de amigos para fazer um churrasco. Já na época do trabalho, íamos para a casa do colega que morava mais próximo ou nos juntávamos na redação ou num bar de esquina. Clique e continue lendo!

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30 maio 2014

Pensamentos soltos

por
Gabi Miranda

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Se o marido não está em casa as pessoas perguntam “você está sozinha?”. A resposta é sempre a mesma: não, estou com o Ben. Desde quando engravidei não fiquei mais sozinha. E acho que vai ser assim. Bom, pelo menos enquanto ele depender de mim, não ficarei mais só. Pensando nisso, outros devaneios preencheram essa tarde. Na verdade já faz alguns dias que ando me dando conta de como a minha vida mudou e o quanto ainda vai mudar. É impactante esse negócio de se tornar mãe. Agora eu sei que vivo para meu filho. Hoje senti saudades de mim. Algumas pessoas não gostam de sentir saudades. Eu gosto. Afinal, sentimos saudades de coisas boas. É nostálgico. Mas nostalgia, algumas vezes, faz bem pra alma. Diversas pessoas já me falaram para aproveitar muito esse período do Ben porque passa rápido. Acho mesmo que devemos aproveitar todos os momentos da vida, principalmente com os nossos filhos – porque após tê-los o tempo realmente passa mais rápido (e olha que o meu está com um pouco mais de um mês). Percebo que senti saudades de mim porque o meu futuro chegou rápido demais. O ano, por exemplo, mal começou e já está terminando… Clique e continue lendo!

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23 maio 2014

Defina alegria

por
Gabi Miranda

Sem categoria

Alegria definida em um curto texto, sobre as pequenas coisas boas da vida. O que te traz alegria? Defina Alegria pra você…

alegria

Defina Alegria…

Você acordar numa segunda-feira e lembrar que não precisa ir trabalhar.
Morar numa praça.
Ouvir o canto dos pássaros.
Poder apreciar um lindo céu azul.
Flagrar o sorriso mais lindo do mundo: do seu filho.
Ser gentil. Receber gentileza.
Construir, buscar, atingir.
Flores em casa. Vale cactos.
Ter seu melhor amigo, seu cão, sempre fiel ao seu lado.
Passar mais dias livres com sua mãe.
O descompromisso.
O sol batendo na cara.
Até uma chuvinha.
Poder sonhar. Dormindo ou acordado.
Ouvir sua música preferida.
Ler um livro.
Ver um filme. Em casa ou no cinema.
Caminhar no parque, no clube ou na preça.
Ter amigos. Bons e verdadeiros amigos.
Ficar a toa. De boa.
Gozar de saúde.
Aproveitar.
Viver. Apesar de tudo e por tudo, viver…

*
Texto escrito em 08 de agosto de 2011.

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20 fev 2014

Enfeite de porta maternidade cheio de bossa

por
Gabi Miranda

Scrap Bossa, Scrapbook

Eu queria algo bem diferente para colocar como enfeite na porta do meu quarto na maternidade. Já tinha visto uma ideia de árvore genealógica, quando uma amiga me indicou o Ateliê Scrap Time, da Vanessa, uma moça muito simpática com quem me dei bem logo de cara. Não foi nada difícil escolher o tema do quadro, tinha que ter uma girafa – meu animal de zoo preferido e parte do tema do quarto do meu bebê. Fiz o pedido ainda no sétimo mês de gestação, em dois dias de conversa eu e Vanessa acertamos tudo por e-mail. Ela fez um esboço, enviou para aprovação, fizemos um ajuste ali outro aqui e pronto aprovado.

O quadro ficou lindo demais e foi difícil não mostrar para a família antes da hora. Como minha gestação foi até o limite mesmo, fiquei com o quadro guardado por um bom tempo. Enquanto isso, eu acompanhava os posts no Facebook do Ateliê Scrap Time: um monte de gente pedia o quadro com a Girafa e o Macaco – fez o maior sucesso. A Vanessa um dia mandou um recadinho para o Ben dizendo que ele deu sorte para o Ateliê. Fico muito feliz com isso. O trabalho dela é lindo, feito com carinho e merece todo sucesso do mundo, dá gosto de ver. Clique e continue lendo!

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14 fev 2014

Se ele chora, eu choro

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

choro

Já tinham me avisado que o primeiro mês com o bebê em casa seria difícil. Assim como também avisaram que eu não teria tempo para mais nada. Achava que isso era carregado de exagero. O ser humano tem certa tendência de não acreditar até que tire a prova. Todos estavam certos. Eu mal tenho tempo pra lavar os cabelos – talvez eu corte careca e lance moda. Se escrevo aqui nesse momento é porque estou do celular (que agora acho a coisa mais incrível do mundo). A primeira semana com o bebê em casa chorei todas as noites, a segunda semana fiquei maravilhada por estar conseguindo fazê-ló acordar apenas uma vez a noite – isso aconteceu por quatro noites consecutivas.

Essa semana já mudou tudo, ele passou a não dormir a noite, ou melhor, passou a dormir só se estivesse no meu colo. E isso porque cometi o erro de dormir com ele uma noite dessas que estava muito frio. Como saber o que é certo ou errado? Existe uma fórmula para não errar? Com seu choro, o bebê tem o poder de nos manipular*, eles nos vencem pelo cansaço e também pelo amor, pois esse nos move a agir com o coração.
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10 fev 2014

Herança materna

por
Gabi Miranda

Família, Maternidade

Herança materna

Meu Ben, você vai ter um avô admirável… assim como eu tive.

Data: 13 de fevereiro de 2011
De: Alvaro
Para: Gabi

Gabi filhota,

O torvelinho da vida. Só assim as coisas acontecem. Se planejar muito, pode crer que dá zebra. Claro que temos que ter um mínimo de projeto, mas chamaria isso não de projeto, e sim de linha mestra. E esta é composta de muitos valores e desejos imprevisíveis, dependendo da formação de cada um. No nosso caso, da nossa família, origens, formação et cetera, diria que, entre esses valores, poderíamos destacar a simplicidade, a honestidade, o amor, a alegria da festa, o trabalho inevitável, o respeito aos outros e a solidariedade, aquilo de nunca querermos ficar bem dando rasteira nos outros. E muito mais… E depois precisamos viver esse instante, fazendo tudo… Se não der, corrigimos a rota. Mas o tempo é tão louco na sua velocidade, que, quando nos damos conta, já fizemos e concluimos tudo, tudo que achávamos que não conseguiríamos fazer…
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09 jan 2014

Herdei da vovó

por
Gabi Miranda

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A casa da minha avó paterna era literalmente casa de avó, lugar cheio de objetos de uma vida inteira dela, netos crescendo no meio daquilo tudo, lugar com cheiro (e até sabores) que não existe igual no mundo. A casa dos meus avós ficava numa vila onde só tinha a casa deles. Ainda existe, ainda é da minha avó, mas ela já não vive mais lá. A casa também já não é e nem contém os objetos, o perfume de antes, a família já não compartilha mais momentos naquele lugar.

Quando a família decidiu que a vovó não viveria mais ali, todos os seus pertences foram compartilhados entre os familiares. Cada um foi lá e pegou um móvel ou um objeto de lembrança. Eu peguei alguns simples objetos que guardo de recordação, mas confesso não ter pego nada que de fato era o que preencheria a lembrança guardada no coração (eu trocaria as poucas coisas que peguei pelos sininhos que ficavam na porta de entrada da casa e que anunciava a chegada de alguém. Fico com a lembrança daquele barulhinho bom). Clique e continue lendo!

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16 set 2013

Quintal e sua felicidade

por
Gabi Miranda

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Domingo de sol. Ao lavar o quintal me dei conta que nunca morei numa casa sem quintal. Tudo bem que as casas em que morei não tinham quintais como dos meus avós Roque e Biga, mas garantiram boas lembranças também.

Sempre sonhei em morar numa casa com quintal enorme, daquelas com mangueira (que dessem mangas bem docinhas), goiabeira (embora não goste de goiaba), árvores que pudessem ser escaladas e quiçá construir uma casa.

Um jardim com lindas flores: rosas, girassóis, violetas…

Um quintal que tivesse piscina, mas se não fosse possível, que fosse  espaçoso suficiente para montar uma piscina de plástico como minha mãe fez inúmeras vezes na minha infância. Nosso cachorro, com suas unhas, ia lá e furava a piscina durante a noite, mas isso não nos entristecia porque sempre tinha uma segunda opção: o banho de mangueira.

Sim, quintal deve ser espaçoso para um banho de mangueira, daqueles que fazem a gente sentir frio na barriga de tão gelada que a água parece estar num primeiro momento, daqueles que eternizam a infância. Clique e continue lendo!

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26 jul 2013

Meus avós

por
Gabi Miranda

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Considero-me uma pessoa de poucas lembranças de infância. Mas as que tenho são suficientes para saber que tive uma infância feliz e avós maravilhosos.

Minha memória é também mais olfativa do que outra coisa.

Lembro do sabor da água do filtro de barro da casa dos meus avós. Só existe em um lugar o mesmo sabor, na casa da tia Rosana, uma das filhas dos meus avós Biga e Roque.

Nunca fui fã de macarrão. Mas não esqueço das macarronadas famosas de Dona Biga. Os almoços de domingo com toda família reunida. E do meu avô trazendo sorvete Tablito para os netos antes do almoço e minha avó esbravejando “Roqueee, vai dar sorvete para as crianças!”.

Na casa deles tinham dois modelos de copos de plástico inesquecíveis. Um era o amarelo e o outro era o azul – o meu preferido. Se eu fecho os olhos, volto no tempo por um segundo e consigo sentir as borbulhas da coca-cola espirrando no meu nariz. Essa sensação, aquele cheirinho e gosto do refrigerante mais amado no mundo, o copo azul é um conjunto das lembranças mais fortes que tenho da casa dos meus avós paternos. Clique e continue lendo!

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03 jul 2013

Festa Infantil Baby Guide

por
Gabi Miranda

Festas, Na Mídia, Scrap Bossa

Estamos na revista Festa Infantil Baby Guide

Fico impressionada quando alguém lembra detalhes da sua infância. Minha memória da infância não é lá tão cheia de arquivos, mas as lembranças que tenho são suficientes para saber que tive uma infância feliz. Tenho várias lembranças das festas de aniversários, por exemplo. Todas sempre preparadas pela minha mãe. Da bexiga ao docinho. Da decoração ao bolo. Sim, minha mãe era quem preparava o bolo. Todo ano era o mesmo sabor: floresta negra! Mas era delicioso!

Sinto que hoje em dia se perdeu um pouco aquele gostinho que se tinha antigamente as preparações das festas caseiras. Todo mundo compra tudo pronto. Talvez até pela praticidade. Muitas festas são realizadas em Buffet. Talvez também pela praticidade.

Acho que por ter visto minha mãe preparar a cada ano nossos aniversários, tenho tanto prazer em produzir a festa do meu Ben. Sem contar aquele clima que envolve todo mundo. Avós, tios, pais, todos mobilizados para organizar a festa do ano! É uma forma de viver a festa antes mesmo de ela acontecer. Os preparativos é tão gostoso quanto o dia D…
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