20 mar 2015

501 atividades para crianças longe da TV

por
Gabi Miranda

Livros

Quantas horas seu filho passa em frente à televisão?
Conheça outras atividades para crianças

Na minha infância eu brincava na rua de amarelinha, esconde-esconde, pega-pega, corre cotia, esbarra manteiga, bola… Em casa não faltavam atividades como jogos, pinturas (no papel, quadros e gesso), brincadeiras de casinha, comidinha, banho de mangueira, sombras de animais na parede, entre tantas outras. Ao contrário dos pequenos atualmente, as crianças ficavam menos em frente à televisão. Devido à presença cada vez mais forte da tecnologia, do mundo virtual e até parte do nosso comodismo, nossos filhos deixam de lado atividades para crianças que promovem a integração, estimulam a criatividade e o melhor aproveitamento do tempo.

atividades para crianças

Foi pensando nisso que a autora Di Hodges produziu o livro 501 atividades para crianças longe da TV, da editora Girassol. A obra, em formato de fichário, reúne 501 atividades para os pequenos, de diversas faixas etárias, se distraírem de forma mais saudável. O livro é dividido em 8 partes: 1. Dentro de casa; 2. Ao ar livre; 3. Fazendo arte; 4. Aula de ciências; 5. Brincar com números; 6. Letras e sons; 7. Trabalhos manuais; 8. Culinária, Jardinagem. As atividades vem com dicas de material que seu filho vai precisar usar em cada uma delas, com explicação de como fazer e indicação de idade, lembrando que é apenas uma sugestão, visto que cada criança tem suas habilidades e dificuldades para determinada coisa. Ótimo para nos ajudar a descobrir as áreas que nosso filho precisa de mais tempo e ajuda.
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26 fev 2015

5 livros para contar a chegada de um irmãozinho (a)

por
Gabi Miranda

Gravidez, Livros, Maternidade

A notícia da chegada de um irmãozinho transforma a vida de toda família, em especial da criança que já existe na casa. Se ela for a única até aquele momento, é normal que sinta medo, insegurança, sofra mudanças no comportamento e não entenda muito bem o que está por acontecer. O melhor que os pais tem a fazer é encontrar uma forma delicada para abordar a chegada do novo integrante da casa. E mostrar quanto será bom para a criança a chegada de um irmãozinho (a). Mostrar que todos passarão por uma transformação e que é normal sentir aquele turbilhão de sentimentos.

A família reunida vai encontrar um jeito de lidar e entender juntos esse momento que será novo para todos. Um jeito que encontrei para compartilhar com o Benjamin a chegada do seu irmãozinho (a), foi lhe presenteando com um livro que explicava um pouco todo esse processo. Para ajudar outras famílias, reuni 5 dicas de livros que servem para presentear os pequenos que serão promovidos a irmão (a) mais velho.
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29 set 2014

Vida Organizada

por
Gabi Miranda

Livros, Organização, Terapia do lar

Há alguns anos acompanho o blog Vida Organizada, da Thais Godinho. Mas só com a maternidade comecei a colocar algumas ideias dela em prática. Não sou nenhuma obcecada, mas admito que esse ano adquiri certa mania de limpeza. Organização. Arrumação da casa. Imagino que seja o modo que encontrei de fugir do inevitável, uma forma de sentir que tenho controle de pelo menos alguma coisa na vida, um jeito de amenizar a minha ansiedade.

Tem o lado negativo e o positivo nisso. O primeiro é que acabo parecendo meio louca colocando tudo no lugar quando estou em casa, ficando nervosa quando vejo o chão sujo e querendo controlar tudo. Isso acaba prejudicando a minha paz interior e a relação familiar, principalmente, quando se tem uma criança em casa – aí é preciso ser tolerante com os brinquedos espalhados pela casa. O lado positivo é que a casa, de certa forma, vive limpa e funcional. No entanto, precisa encontrar um equilíbrio para viver em harmonia.
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22 set 2014

Crianças francesas dia a dia – 100 dicas para educar seus filhos

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

Crianças francesas dia a dia

Recebi o livro “Crianças francesas dia a dia“, exatamente há seis meses, quando ele foi lançado. Ele estava lá na minha cabeceira somado a outros tantos livros esperando meu ânimo voltar. Quando o peguei, não larguei mais. É daqueles livros fáceis e delícia de ler. Eu já tinha lido “Crianças francesas não fazem manha” (e falei do livro AQUI e AQUI, da mesma autora, a jornalista Pamela Druckerman). Quem conhece, sabe que ela foi morar na França e por lá teve seus filhos, e foi onde aprendeu a educá-los. A educação na França é muito baseada por conceitos da psicanalista francesa Françoise Dolto, profissional admirada e mais famosa em criação de filhos na França. Gostei muito do primeiro livro, embora tivesse coisas que não concordava, com várias outras concordei e aprendi.

Alguns princípios norteadores dos pais franceses são:

  • a crença de que os bebês são racionais e conseguem aprendem coisas se forem ensinados;
  • combinam rigidez com liberdade;
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03 set 2014

A difícil arte de ser mãe e fazer escolhas

por
Gabi Miranda

Livros

Menino de ouro

A decisão de ter filhos está ligada a um desejo que nem sempre temos a consciência plena do que significa se tornar mãe. Ter filhos é totalmente diferente de como imaginamos. Ser mãe significa fazer escolhas e tomar decisões importantes e muitas vezes definitivas. Não dá para viver pensando nas coisas possíveis e sem priorizar coisas que antes a gente nunca havia pensado.

menino de ouro

Um livro e suas reflexões sequestraram minhas horas de sono durante alguns dias. Foi o livro “Menino de ouro“, da escritora britânica Abigail Tarttelin, de apenas 27 anos, dona de uma narrativa invejável. Nessa obra, ela conta a história de Max Walker e sua família. Max é um garoto de 16 anos que guarda um segredo – que revelarei aqui porque é algo dito nas primeiras páginas e não estraga o enredo. Ele é interssexual, conhecido também como hermafrodita – pessoa que possui os dois órgãos sexuais: feminino e masculino.

A trama é toda envolvente, impossível o leitor não se comover e se colocar no lugar de cada personagem (narrado em primeira pessoa, deixando clara a identidade de cada um): a mãe, o pai e o irmão de 9 anos. O livro me fez refletir muito sobre vários aspectos, inclusive sobre a questão de gêneros – sempre tão em voga. Existe um conflito entre a mãe e o pai do menino. Um acha que devia ter tomado a decisão pelo filho. O outro não. Mas ambos se questionam se podem ter atribuído ao filho o sexo errado.
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17 jul 2014

7 livros maternos que toda mãe deve ler

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

Imagina se os filhos viessem com manual de instruções… A maternidade seria até mais fácil, mas também mais sem graça. Afinal, a graça está na descoberta e aprendizado diário. E  criar filhos é viver em constante mudança, transformação e diferentes fases. Diferente da época das nossas bisas, avós e mães, hoje temos pitacos sendo atirados de todos os lados, até da vizinha que nunca te disse “oi”, como também a informação que transborda da internet, blogs e centenas de livros sobre o tema puericultura. Tudo com o intuito de contribuir positivamente (é o que acreditamos) para a convivência familiar e a educação das crias.

Adoro livros, leio-os não com a ideia de encontrar o caminho do sucesso da mãe perfeita, nem soluções práticas para a minha vida materna, muito menos um guia de A a Z de como lidar com as birras do meu filho. Muitos livros trazem sim ensinamentos pertinentes que podem ou não dar certo na prática. Porém, mais importante que isso, é que alguns apresentam princípios orientadores para encontrarmos o nosso próprio jeito de maternar. Hoje compartilho os meus 7 livros preferidos. De todos tirei ensinamentos valiosos tanto do que vale para minha família e o que não vale. E, assim, sigo descobrindo a minha forma, o meu jeito de ser a melhor mãe do Benjamin.
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25 fev 2014

Desfralde: o controle natural dos esfíncteres e o autoritarismo dos adultos

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Há 6 meses quando iniciamos o desfralde do Benjamin, fiz uma série de posts dizendo como foi o processo por aqui, além de algumas dicas. Na época queria ter postado um texto que acho interessante, do livro “A Maternidade e o encontro com a própria sombra”, de Laura Gutman. A obra traz um capítulo inteiro dedicado ao que é prazer das crianças e censurado pelos adultos: o controle das esfíncteres (diurno e noturno), sucção (chupeta/dedo), o banho cotidiano nos primeiros meses, alimentação. A parte que eu queria compartilhar aqui era sobre o controle das esfíncteres. Não coloquei antes porque o livro foi encaixotado junto com outros e não o encontrava. Talvez um sinal, porque o livro caiu novamente em minha mão num momento que eu precisava resgatar outros assuntos, uns até relacionados nesse capítulo (alimentação), que comentei num post semana passada – exigências e alternativas na hora das refeições.

O texto a seguir é grande, até cortei alguns trechos que não interferem no entendimento e na mensagem que a autora quis transmitir. Mas acho que vale a pena ler até o final. É uma ótima reflexão para quem está (ou pretende entrar) na fase do desfralde. Talvez encontre nesse texto o estímulo que precisa para tomar (ou voltar atrás de) alguma decisão. Boa leitura, boa reflexão! Clique e continue lendo!

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08 jan 2014

101 coisas que você precisa fazer com seus filhos antes que eles cresçam

por
Gabi Miranda

Livros

Um dia fiz um blog materno. Um ano depois conheci um monte de brogueiras mães. Com algumas falo quase que diariamente. Mulheres, esposas e mães que são mega especiais e se tornaram pessoas que quero compartilhar sempre alguma coisa. Entre elas, está a Nanna Preto, autora do blog Dica de Mãe e colunista da revista Pais & Filhos.

Não sei se é porque ela é jornalista como eu ou porque compartilhamos a mesma opinião sobre algumas coisas ou porque o filho dela tem um nome lindo (Gabriel) ou porque colaboramos com a revista Pais & Filhos ou porque é a simpatia em pessoa. Um bocado de semelhanças (rá!). Só sei que gosto muito dela. É aquela coisa de empatia mesmo.

Dia desses ela lançou o livro: 101 coisas que você precisa fazer com seus filhos antes que eles cresçam.

foto 1 (2)

Fui lá conferir de pertinho. Encontrei umas loucas:

foto 3 (2)

Eu, Mari Belém, Nanna Preto e Barbara Saleh

Quando cheguei na minha casa comecei a ler e terminei assim num piscar de olhos. Livro gostoso de ler, com carisma, jeitinho e carinho de mãe. Cheio de ilustração que traz ainda mais leveza para apresentar o único objetivo dele: incentivar pais e filhos passarem momentos de qualidade juntos.   Clique e continue lendo!

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19 nov 2013

Qual o segredo dos pais franceses? (parte 2)

por
Gabi Miranda

Livros

As mães francesas não se importam com o tipo de parto que terão. “Na França, o modo como você dá à luz não insere você em um sistema de valores nem define o tipo de mãe que você será. É, de um modo geral, um meio de tirar o bebê em segurança do útero e colocar em seus braços.” Acho interessante esse ponto de vista quando penso o quanto as mães de parto cesárea são “condenadas” por sua escolha. É claro que tem casos e casos. Tem as mães que marcam mesmo o parto como se fossem no salão de beleza. Tem as mães que simplesmente sentem medo.  As que não tem conhecimento nenhum sobre o assunto. E tem aquelas que precisam fazer cesárea por necessidade, que foi inclusive o meu caso, e preferem sentir a certeza de que logo estará com o bebê em seu colo e em segurança.

Bebês/crianças franceses são alimentados em horários certos. Existe um planejamento para as refeições, logo as crianças não comem fora de horário. Os finais de semana aqui em casa são tão irregulares que cheguei até a sentir vergonha disso. Mas o que mais me chamou a atenção nessa área é que, na França, não existe frescura na alimentação. Logo que introduzem os alimentos na vida dos bebês, os fazem experimentar todos os alimentos, numa variedade invejável e, detalhe, não começam a alimentação do bebê com grãos sem gosto, sabor e cor.
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18 nov 2013

Qual o segredo dos pais franceses?

por
Gabi Miranda

Livros

livro crianças francesas

Quando comecei a ler “Crianças Francesas não fazem manha” me identifiquei de cara. Primeiro porque os pais franceses não se ajustam à chegada do bebê, acontece justamente o contrário. Aqui em casa tratamos de fazer o Benjamin se acostumar com barulhos, luz, inclusive com os ambientes que frequentávamos – desde cedo ele nos acompanhou para todo canto, claro, sempre com muito bom senso.

Segundo, porque as crianças francesas dormem a noite inteira a partir de seis semanas de vida. Benjamin levou exatamente cinco semanas para passar a dormir a noite toda, sem interrupções. Dormia por volta das 22:00 e acordava só às 9:00 para mamar. Mas no primeiro mês senti na pele o que todas as recém mães sentem.

Além disso, aprendi e passei a aplicar desde cedo a pausa – como chamam os franceses. Mas não foi uma técnica que aprendi lendo algum livro, foi na prática mesmo. Quando ouvia Benjamin resmungar, dar um suspiro ou até mesmo choramingar, não saía correndo para acudi-lo. Eu esperava um tempinho antes de atender ao seu chamado. Isso porque muitas vezes o bebê pode estar dormindo ou voltar a dormir sozinho – geralmente eles fazem mesmo muitos movimentos enquanto dormem.
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