31 mar 2013

Domingo de Páscoa e o primeiro passeio sem os pais

por
Gabi Miranda

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Começou assim. Minha irmã se convidou para almoçar em casa no sábado, véspera da Páscoa. Eu disse que almoço não ia rolar, mas um lanche da tarde podia ser. Ela queria passar o dia com seu sobrinho/afilhado. Resolvi o problema falando que ela podia pegá-lo em casa pra passar o dia com ela e não ficarem trancados na minha casa.

O fato é que não aguento mais receber na minha casa, não estava com vontade de cozinhar no feriado e que já estava na hora da minha irmã começar a exercer plenamente sua função de tia/madrinha.

A escolhi como madrinha por motivos óbvios. Para alguns, o papel dos padrinhos já não tem tanta força assim. Mas eu acho que esse título é importante na vida dos filhos, sou da opinião que os padrinhos tem papel fundamental na vida dos afilhados, acredito mesmo que são os segundos pais. Então escolhi minha irmã, porque sempre intuí que ela desempenharia muito bem esse papel: o de segunda mãe. Porque confio nela acima de tudo. Além disso, temos um vínculo eterno que sabemos não vai romper a qualquer discussão boba. Minha irmã também tem personalidade firme, não cede facilmente, não é de fazer todas as vontades, não é permissiva. Ou seja, ela contribui para a educação do Benjamin e não somente o mima. Clique e continue lendo!

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