01 jun 2018

Candytree: produtos indispensáveis para compor enxoval

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Candytree – possui produtos cheios de estilo e que levam praticidade e o conforto do lar para qualquer lugar

Quem me conhece sabe que eu teria 7 filhos, igual a minha avó paterna. Mas a vida é trem bala, parceiro!, então eu me contentaria só com mais um filho. Bastaria convencer o marido. Gostaria muito de viver novamente a experiência da gravidez e de acompanhar o desenvolvimento de 0 a 2 anos por inteiro, de corpo e alma. Acredito até que o momento de empreender tem a ver com isso também. Mas por que estou dizendo tudo isso?!

Porque toda vez que vejo os produtos da Mel, criadora da loja Candytree, esse desejo lateja. Fico com vontade de ter tudo o que ela oferece: bolsas, lancheiras, capas protetoras para bebê conforto, carrinho, cadeirinha do carro e mais um monte de coisas. E não é apenas porque os produtos dela são modernos, cheios de estilo e são pensados para trazer mais praticidade para quando estamos longe de casa com as crianças. Tem algo mais importante: conscientização.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

23 maio 2018

O mau comportamento do seu filho, é uma oportunidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Enxergue o mau comportamento do seu filho, como uma oportunidade“, disse Lorraine Thomas, referência número 1 em coaching familiar no Reino Unido e autora do livro “A mamãe coach – 10 habilidade essenciais para você ser uma ótima mãe“, em uma palestra que assisti recentemente. Então uma luz acendeu no fim do túnel. Eu vinha de dias complicados com meu filho primogênito em relação ao mau comportamento dele. E também da minha falta de tato, maturidade ou sei lá o quê para lidar com a situação. Lorraine disse também: que a maternidade tem que ser mais divertida. Não podemos perder a conexão emocional com nossos filhos.

mau comportamento

Eu estava perdendo com o meu filho mais velho. Quero estar errada, mas quando você para de trabalhar fora você deixa de ser a mãe de quando trabalhava fora. Sinto que antes era mais divertido e agora fico envolvida com as obrigações diárias e acabo perdendo a paciência muito rápido e sendo muito chata. Não estava divertido, leve como tinha que ser. Depois de assistir a palestra da Lorraine redescobri que eu precisava criar momentos de descontração dentro da rotina. Porque isso pode ajudar tudo a ficar mais leve e divertido. Assim como devemos ensinar nosso filho a descontrair, precisamos descontrair com ele.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

20 abr 2018

Julgamentos maternos

Julgamentos maternos existem e estão entre nós mães

Fala-se muito que mães são julgadas, mas as próprias mães vivem de julgar umas às outras. Com essa tecnologia avançada, blogs, redes sociais, ninguém, nenhuma mãe escapa dos julgamentos de outras pessoas, inclusive de mães. Há uma linha tênue entre preocupação em saber como você faz determinadas coisas com seus filhos (para que a pessoa experimente na sua vida também) e o tal julgamento.

Vamos ver o que o Wikipedia tem a dizer sobre julgamento:

O termo julgamento geralmente se refere a uma avaliação que considera uma série de fatores ou provas para a formação de uma decisão embasada. Esse termo possui diversas acepções, como a psicológica, que é usada em referência à qualidade das capacidades cognitivas e adjudicação de particulares, normalmente chamado sabedoria ou discernimento; a religiosa, que é utilizada no conceito de salvação para se referir ao julgamento decisivo de Deus na causa com recompensa ou punição para cada ser humano; e por fim, a mais conhecida, jurídica, que geralmente se refere a uma decisão justificada proferida pelo juiz.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

23 mar 2018

A chegada de um irmãozinho

a chegada de um irmãozinho

Como ajudar os irmãos mais velhos a lidarem com a chegada de um irmãozinho, um novo bebê na família?!

Muitas crianças pedem um irmãozinho de presente, mas quando ele chega tudo o que ela quer é construir uma casinha de cachorro no quintal pro novo bebê morar lá, certo?

a chegada de um irmãozinho

É natural que a chegada de um novo bebê desencadeie uma série de comportamentos agressivos: bater, chutar, cuspir, morder – são sinais da frustração do irmão mais velho, que sente-se muitas vezes ameaçado pela presença de um novo membro na família. Embora isso seja perfeitamente normal, é importante que os pais sejam claros, reforçando que bater ou ferir o novo bebê não é permitido.

Além disso, comportamentos regressivos são muito comuns, como: a recusa de usar o banheiro quando a criança já está desfraldada, voltar a fazer xixi na cama, chupar o dedo, mudar a forma de falar para um jeito mais “de bebê”, demonstrar dificuldade de fazer tarefas simples sozinhas que antes eram rotineiras. Essa regressão é um meio para lidar e expressar a mistura de emoções que acontece quando um novo bebê invade sua casa.

Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

13 dez 2017

Sobre colunistas e primeira infância

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Um dos meus sonhos em relação ao blog, sempre foi ter a contribuição de um time de colunistas

colunistas bossa mãe

Outro dia, assim, sem mais nem menos, uma ficha caiu. Meu filho Benjamin, 6 anos e meio, está saindo da primeira infância. Ele veio me mostrar com a alegria genuína que só as crianças possuem, que tinha começado a escrever com letra cursiva. Aonde eu estava que não vi o tempo passar? Meu coração parou de bater por um segundo. Então me dei conta. Meu primogênito está saindo da primeira infância…

Se o Benjamin está saindo da primeira infância, o blog está entrando na mesma transição. Esse espaço aqui só é 6 meses mais novo que a inspiração dele. Lembro-me quando entrei nesse mundo completamente desconhecido que é a maternidade e quando resolvi escrever sobre ele. A ideia surgiu para compartilhar minhas experiências. Nós mães, com a chegada do primeiro filho, somos como o bebê. Observamos, exploramos e desejamos alguém para nos apoiar. De preferência alguém com quem a gente se identifique.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

06 nov 2017

Como se planejar para viver o sonho de maternar

como se planejar

Até outro dia, estava escrevendo sobre a volta ao trabalho após a licença maternidade. Ou dicas para ser feliz no trabalho. E cá estou agora, exercendo algo que desejei por quase dois anos. A tal liberdade para maternar. O pedido que mais escuto nos últimos dias é para compartilhar ideias de como se planejar para viver o sonho de maternar. Parar de trabalhar fora, curtir mais os filhos e quem sabe até empreender.

Segundo a pesquisa “Licença-maternidade e suas consequências no mercado de trabalho do Brasil“, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 48% das mulheres entre 25 e 35 anos, ficam desempregadas 12 meses após o início da licença maternidade. E isso acontece por dois motivos: ou ela foi demitida ou ela decidiu largar o emprego. Que as empresas não valorizam a mãe no mercado de trabalho, é uma verdade. Mas acontece muito das mulheres ao se tornarem mães, darem uma banana para o mundo corporativo. Porque você percebe que seu filho precisa muito mais de você em casa do que a empresa de você lá para faturar.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

7

comente!

25 set 2017

Como otimizar o tempo das mães que trabalham fora

otimizar o tempo das mães que trabalham fora

Muitas pessoas me perguntam como dou conta de tudo. Afinal, são dois filhos, marido, casa, cachorra, trabalho fora, blog, programa de TV, curso, hobby, etc. Pra começar eu não dou conta de tudo. Ser mãe de dois e trabalhar fora é um desafio e tanto na minha vida (e de tantas outras mães). Abro mão de fazer muitas coisas. Tenho hobbys que amo, como o scrapbook que acabo sempre deixando de lado. São muitas atividades diárias e aprendi que tenho que priorizar o que é importante. Três itens são essenciais na minha vida: minha família, meu trabalho e o blog. Então meu dia é meio que dividido entre eles. Adoraria ter horas a mais no dia. Como não tem, o jeito é tentar potencializar o tempo que tenho. Mas como otimizar o tempo das mães que trabalham fora?

Tem dias que eu só quero um tempo para sentar no chão e brincar com as crianças. Nessas horas, abro mão de tudo o que tiver pra fazer. Deixo o cesto de roupa suja cheio mesmo. Durante a semana, não dá tempo de fazer muita coisa, pois chego em casa por volta das 20:30. Se as crianças estão acordadas, dedico um tempo a elas. Se não estão, é o momento de fazer algo pra mim. E isso inclui até ficar sem fazer nada, assistindo TV – o que é raro, confesso, pois assistir TV sem um propósito me faz ter a sensação de desperdiçar meu tempo. Aos finais de semana, acordamos cedo e tenho o costume de praticar pela manhã todas as atividades domésticas para que eu possa ficar com o dia livre depois.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

23 ago 2017

Ser mãe não basta pra mim

por
Gabi Miranda

Destaque

ser mãe não basta

Tem gente que não entende o que quero da vida quando falo que quero passar mais tempo com meus filhos, mas sem deixar de trabalhar. Até algum tempo atrás eu também não entendia. E não achava possível somar as duas coisas. Hoje tenho convicção de que ser mãe não basta pra mim. Eu não tenho a ilusão de que parar de trabalhar fora e cuidar dos filhos é sinônimo de felicidade. Basta um final de semana prolongado em tempo integral com filhos + casa para ter certeza de que ser mãe não basta pra mim. Não sei ficar em casa, embora tenha desejado muito isso nos últimos tempos.

E o que basta pra mim? Fazer o certo em doses que sejam boas para todos. Atualmente, meus filhos precisam de mim e eu preciso dedicar tempo a eles. Não só por uma necessidade, mas um desejo pessoal meu. Sinto que estou perdendo a melhor parte da vida deles. A relação mãe e filho é uma das mais poderosas, além de ser mágica. E como li outro dia, no blog Antes que eles cresçam, para acontecer a magia dessa relação você precisa estar presente.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

6

comente!

16 ago 2017

Como ser feliz no casamento com filhos

por
Gabi Miranda

Casamento, Destaque, Maternidade

Tenho pensado muito na relação do casal após os filhos. Como ser feliz no casamento quando se tem filhos. Penso, penso, penso e tento tomar cuidado para não cair na expressão que a maioria das pessoas afirmam: filhos estragam o casamento. A vida do casal muda completamente com a chegada dos filhos, mas dizer que filhos estragam o casamento é um tanto injusto. Com eles. A verdade é que quando temos filhos, a atenção acaba voltada para os filhos. Um perigo. O casal deixa de ser homem e mulher, para serem pai e mãe das crianças. Esquecemos de desempenhar junto os dois papeis: o de esposa (o) e pais.

Leia também: Como harmonizar maternidade com a vida sexual

Muitas pessoas comentam que acham incrível a minha relação com o marido. Nas redes sociais é tudo lindo! Eu não contei a vez que surtei esse ano e pela primeira vez saí de casa com mala e cuia. Era um domingo, estava fazendo almoço, Stella pendurada no meu pé chorando e pedindo colo. Até aquele dia, era sempre assim quando eu ia pra cozinha. Eu ficava brava porque acho a cozinha perigosa quando se tem fogão ligado, porque achava que não podia contar com a colaboração do marido. E ele pronunciou que eu sempre estragava o final de semana. Estourou uma linha tênue no meu cérebro e no coração. Já que eu sempre estragava o final de semana deles, não fazia sentido eu estar ali. Foi esse o raciocínio que me fez tomar a decisão de sair de casa.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

4

comente!

14 ago 2017

Big Little Lies – o que é melhor, o livro ou série?

Big Little Lies

Li recentemente o livro Pequenas Grandes Mentiras que originou a série da HBO mais falada do ano, Big Little Lies. O livro é tão bom, mas tão bom, que ao terminar de ler, fui ver a série. Ambos tem diferenças. A série muda partes das histórias e deixa de revelar algumas situações importantes, detalhes que podem até ser irrelevantes para alguns, mas que me incomodaram bastante e por isso me fez achar o livro bem melhor. No entanto, a série não deixa de ser boa tanto quanto o livro, tem características diferentes que não comprometem sua qualidade.

Big Little Lies conta a história de mulheres mães e os relacionamentos em torno de suas vidas. Mas não é só isso. É uma história sobre relacionamentos abusivos, bulling, formatos familiares, culpa, crises maternais e intrigas. Todas parecem ter vidas perfeitas, mas conforme a trama vai se desenrolando, percebemos que são tão comuns e reais ao ponto de nos identificarmos em vários aspectos ou de sentir muita empatia pelas personagens.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!