03 out 2016

Mapa astral da maternidade

Mapa astral da matenridade
Texto de Denise Fraga, extraído do livro Travessuras de Mãe

mapa-astral

Mapa Astral da princesa Charlotte, por Glamurama

 

“Não aredita em Deus? Tenha filhos.” Era o que costumava dizer o ver o milagre cotidiano daqueles serzinhos crescendo ao meu lado.

Também voltei a rezar e a me comunicar com muito maior frequência com o pessoal lá de cima, porque, mesmo que você não tenha o hábito, quando vira mãe, acaba rezando. Tenho uma amiga às voltas com a escola do filho. Olho-a com compaixão, pois já passei pela angústia. Já depositei as minhas esperanças no “pedagogês” das coordenadoras, na doce ilusão de que teria uma trilha a seguir, um método novo de formação de um ser melhor para este mundo de meu Deus. Meus filhos estão agora co, doze e dez anos e, cada vez mais, acho que a melhor receita é mesmo rezar. É claro que a oração pode e deve estar acompanhada de todo o arsenal investigativo de mãe, incluindo até os cursos de shantala, as iogas para bebês e os livros de autajuda. Tenho quase um metro deles na minha prateleira, pois confesso que não resistia aos títulos cheios de promessa de que seria a melhor mãe do mundo se os lesse. Mas o tal manual, a receita, o caminho a seguir, acho que todas as escolas, os livros e até as religiões do mundo ficarão nos devendo. Ainda mais quando a matéria é a enigmática formação do caráter do cidadãozinho.
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29 set 2016

Um dia de madame, toda mãe merece ter!

Um dia de madame, um dia de ryca, um dia leve… dê o nome que quiser, toda mãe merece ter!

 

madame

Férias é sempre bom. Nos proporciona momentos agradáveis e que normalmente não fazemos no dia a dia. Passei os primeiros dias no Rio de Janeiro, na casa do meu pai, como havíamos combinado. Confesso que só me lembrava que estava de férias porque estava em outra cidade. O trabalho com a Stella foi tão grande quanto ir trabalhar no escritório. Voltamos e estou dois dias em casa. Dos quais fui ao salão fazer as unhas, li um pouco meu livro, levei as crianças na escola, fui ao shopping comprar uma sunga para o filho mais velho, tirei um tempinho para almoçar com o marido, levei a Capitu ao banho, fiquei de pernas pro ar, atualizei o blog. Vida de madame.

Madame no seu significado mais puro: mulher rica, casada que não precisa trabalhar e vive apenas para seus mimos. Não é o meu caso. Apesar de ser casada, preciso trabalhar e muito para manter alguns dos meus caprichos. Obviamente, também não é o caso de muitas mulheres mães que não trabalham fora. Nem todo mãe que não trabalha, é madame. Mas toda mãe, merece ter um dia de madame, um dia de ryca, um dia leve.
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05 set 2016

Escolhas

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

– Ben, você foi convidado para participar da corrida Cartoon Network e um adulto pode correr junto. Com quem você quer correr, com o papai ou com a mamãe?, perguntou o pai ao menino.

– Quero ir com a mamãe!, respondeu o menino.

– Por que com a mamãe???, questionou o pai um pouco decepcionado.

– Porque uma vez com cada um, ué…

– Mas quando a gente vai correr de novo?

– Numa outra oportunidade, uma vez cada um, primeiro a mamãe, depois com você.

 

E ontem, lá fomo nós, a convite da OMO, participar da primeira corrida juntos. #CorridaCN Cartoon Network.

Escolhas-bossa-mae

 

Tive um sobressalto ao ouvir esse diálogo. Eu tinha oferecido para o marido correr com o Benjamin e ele decidiu perguntar o que o menino preferia. Eu não teria feito Benjamin escolher entre eu e o pai. Primeiro porque acho que isso não se faz com uma criança, segundo porque sou ciumenta e ficaria mal caso a escolha dele não fosse eu – mesmo sabendo que nada e ninguém ocupa o espaço que tenho no coração e na vida dele, terceiro porque eu sempre imaginei que a escolha dele em primeiro lugar fosse o pai, principalmente para uma atividade assim que eles tem algo mais em comum. Portanto, eu não me atreveria (fazê-lo) passar por isso. Foi uma grande surpresa ao ouvi-lo me escolher. Meu eu interior pulou, dançou, deu gritinhos, puxou os cabelos, tudo de felicidade. Mas acho que foi uma grande surpresa para o marido também.
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29 ago 2016

Não sinto falta da minha vida antes da maternidade

É um tal de “filho cansa, não consigo ser a mãe que quero, estou exausta, sinto falta da vida sem filhos” e por aí vai… Não discordo de nada disso, mas não sinto falta da minha vida antes da maternidade

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Confesso, tenho meus momentos de baixo astral, mas prefiro sempre ver o lado bom da vida, seja ela materna ou não. Não sinto falta da minha vida antes da maternidade. Acho que tudo vivido antes dos filhos foi demais e aproveitei na intensidade necessária para deixar lembranças agradáveis, tanto que só tenho boas lembranças. Eu não trocaria nada nessa vida para voltar no tempo, não sinto saudade a ponto de me lamentar.

O contraditório disso tudo é que nunca me imaginei casada e com filhos. Sempre achei que essa tal de maternidade não era pra mim. Eu sonhava em desbravar o mundo. Mas a vida é muito louca e toma rumos inexplicáveis. E hoje eu não imagino a minha vida sem filhos. Casei com um cara que conheci num desses encontros às escuras. Quase isso. Eu trabalhava numa assessoria de imprensa que atendia a empresa para qual ele trabalha. Então nos falávamos todos os dias por telefone e e-mail, até que um dia ele começou a me chamar para sair. A história é longa… resumidamente, ao vê-lo, por nenhum segundo passou pela minha cabeça que viveríamos tudo o que já vivemos juntos. Nosso encontro virou uma paixão, que se transformou em amor e quando vimos não tínhamos mais para onde fugir, não adiantava resistir. O amor foi crescendo, crescendo, crescendo e… transbordou. Transbordou em forma de filhos. Estamos indo para um casamento de 8 anos. E quando olho para trás não consigo sentir falta da minha vida antes dele e de nossos filhos.
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16 ago 2016

Filhos: um é pouco, dois é bom, três…

Um filho é pouco, dois é bom, três… ensinam muito mais!

 

Filhos-um é pouco-dois é bom- três-bossa-mae

Imagem Google

Já faz algum tempo, conheci uma mamãe de muitos. Ela tem 7 filhos e esbanja um sorrisão de orelha a orelha. Pensei: para essa aí um é pouco, dois é bom, sete é melhor ainda! Conheço algumas mães de três. Além das amigas blogueiras Diiirce e Marina, no trabalho tenho uma colega mãe de três e, recentemente, minha melhor amiga, minha irmã de coração, madrinha da Stella, anunciou sua terceira gravidez – muito desejada já há algum tempo.

Aqui em casa, tínhamos um combinado: se a segunda gestação viesse um menino, teríamos o terceiro só para ver se vinha uma menina. Marido tremia na base até que nasceu Stella e ele deu por encerrado esse assunto. Mas a mamãe aqui, para assombro do papai, começou a dizer que precisava vir um desempate, que um terceiro filho fecharia o ciclo familiar. É comum tremular após o primeiro, quem dirá após o segundo filho. É claro, depois que passamos todo aquele perrengue de enjoos nos 4 primeiros meses de gestação, noites mal dormidas, fraldas, choro, dentes nascendo, os primeiros 6 meses de vacinas intermináveis, aquela ansiedade toda… quem quer enfrentar o terceiro filho?!
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15 ago 2016

Por que o bebê chora quando você sai do quarto?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Livros, Puericultura

Porque o bebê chora quando você sai do quarto?

 

por que o bebê chora

Imagem do Google

Do livro Bésame Mucho – Como criar seus filhos com amor
Dr. Carlos González

O imediatismo é uma das características do choro infantil que assombra e irrita algumas pessoas. “É deixá-lo no berço e ele começa a chorar como se o estivessem matando”. Para alguns especialistas em educação, essa é uma desagradável faceta da personalidade infantil, e o objetivo deve ser vencer o seu “egoísmo” e a sua “obstinação”, ensiná-los a atrasar a satisfação dos seus desejos. Por que não pode ter um pouco mais de paciência, por que não pode esperar um pouco mais?

Nossos filhos pequenos começam a chorar com todas as suas forças quando se separam da mãe. Choram ainda mais forte em cinco minutos e somente param de chorar por esgotamento. Não parece lógico! Mas, sim, é lógico. Começar a chorar de maneira imediata é o comportamento “lógico”, o comportamento adaptativo, o comportamento que a seleção natural favoreceu durante milhões de anos, porque facilita a sobrevivência do indivíduo. Naquela tribo de 100.ooo anos atrás, se um bebê separado de uma mãe chorasse de forma imediata e com toda a potência do seu pulmão, sua mãe provavelmente voltaria imediatamente para pegá-lo. Porque essa mãe não tinha cultura, nem religião, nem conhecia os conceitos de “bem, “caridade”, “dever” ou “justiça”. Não cuidava de seu filho porque pensava que era sua obrigação, nem porque tinha medo da prisão ou do inferno. O choro do bebê simplesmente desencadeava nela um impulso forte, irresistível, de acudi-lo e acalmá-lo.
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03 ago 2016

Amamentação: como manter com a volta ao trabalho

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, está a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

Instalações do Grupo O Boticário

Instalações do Grupo O Boticário

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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02 ago 2016

Sobre amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

amamentação 

Começou ontem e vai até o dia 07/08 a Semana Mundial do Aleitamento Materno

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado. Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras. Posso afirmar que para mim foi tranquilo com Benjamin e Stella, apesar de ter tido nas primeiras semanas rachaduras nos dois seios.

O desconforto mais comum entre as puérperas são os mamilos rachados, que geralmente são causados pela pega incorreta do bebê ou pela alta frequência de mamadas. Aqui, por exemplo, Stella pegou corretamente na primeira tentativa, logo após o parto, mas como se sabe, durante os dois/três primeiros dias nosso seio só produz colostro e, acredito, que isso faz com que o bebê sugue com mais ferocidade uma vez que não sai quantidade significativa como o leite materno que sai em jatinhos. Resultado, no terceiro dia meus mamilos estavam bem rachados e doloridos a cada mamada. O leite desceu no terceiro dia a noite e Stella já começou a sugar menos forte o que aliviou. Depois a amamentação foi fluindo melhor e os mamilos ficando menos rachados e doloridos. Ou seja, como tudo na vida, isso passou.
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21 jul 2016

O primeiro ano de vida

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

O primeiro ano de vida de um filho é um marco na vida da gente

 

o primeiro ano de vida

Stella, 28/07/15, 3,715Kg, 51cm

No próximo dia 28 Stella completará 1 ano. Há dias estou emotiva pensando nesse um ano que passou. O primeiro ano de vida, o primeiro aniversário tem um Q diferente, é especialmente importante, talvez porque seja o principal período para o desenvolvimento do bebê. Lembro-me, o primeiro aniversário do Benjamin foi igualmente emocionante. É como se o primeiro ano de vida fosse uma gestação extrauterina. Passamos os últimos doze meses tomando o máximo de cuidado com o bebê: consultas, atenção no peso, amamentação, vacinas, crescimento, alimentação,  e ao completar o primeiro ano de vida é como se tivéssemos completado a primeira prova mais importante da nossa vida. Ver o bebê se desenvolvendo bem, nutrido, explorando o mundo, tendo noção das suas capacidades é a prova de que tudo vem dando certo, de que damos conta e tudo continuará bem.
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12 jul 2016

A maternidade é um mito, mas…

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A maternidade é um mito, mas a vida é mehor com filhos

Imagem por Danielle Guenther

Imagem por Danielle Guenther

Sinto que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivia lhe perguntando: quando você vai ter um bebê? Coisa mais chata essa, né?! A sociedade sempre verbalizando e achando que é um dever a mulher procriar. E se ter filhos não é desejo da minha amiga? Talvez isso nem esteja em seus planos, talvez ela nem me fale nada justamente porque vivo cultuando a (minha) maternidade.

Sim, eu cultuo a minha maternidade. E a maternidade é um mito!

O mito da maternidade começa desde a gravidez. A mulher não pode nem reclamar da gestação. Tenho uma prima que não achou divertido estar grávida, mas ama ser mãe e já que ter mais filhos. Eu posso dividir minhas duas gestações em duas fases: o início que não foi nada divertido e que eu vomitava a cada 7 minutos. O meio da gestação em diante, quando enfim adorei estar grávida e vi um pouco de graça (fala que não é bom usar as filas e assentos preferenciais, ter todo mundo te paparicando?!). Pós-parto, pergunto-me se preciso mesmo listar os mitos?! Mas não resisto, vou citar o que não é mito: 25h cheirando a leite, cabelo despenteado, noites mal dormidas, aquela bendita cinta apertando nossos órgãos corpo, restrições alimentares, peso acima do normal, corpo bagunçado, seca sexual, etc, etc, etc….
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