24 jun 2015

Festas caseiras

por
Gabi Miranda

Festas, Scrap Bossa

Festas caseiras

Imagem do Google

No último domingo, 21/06, fizemos uma festinha para comemorar os 4 anos do Benzoca. No sábado, enquanto preparava os docinhos fui levada para uma doce viagem à minha memória afetiva. Lembrei das festas caseiras de aniversário que minha mãe sempre produzia com muito amor e empenho pra mim e para minha irmã Luana.

O dia da festa era um dia de alegria do começo ao fim. A música rolava solta enquanto minha mãe corria pra lá e pra cá preparando tudo. Era um agito só. Eu e minha irmã roubando docinhos enquanto minha mãe batia o bolo, aquele que durante anos fez parte dos nossos aniversários: floresta negra. Minha mãe lembrava que faltava um ingrediente e corria a ladeira até o Supermercado Ourinhos para comprar. Ela tinha mania de vestir eu e a Luana de roupa igual. Nunca entendi, afinal, não somos gêmeas… Acho que era para nenhuma ter ciúmes – só isso explica. Minha mãe preparava tudo sozinha, fiquei pensando como ela conseguia esse feito. E na hora da festa estávamos todas de banho tomado, com roupas novas, cabelos penteados, impecáveis. Inclusive, ela.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

25 mar 2015

{Vídeo patrocinado} O melhor sabor do mundo

por
Gabi Miranda

Publieditorial

Como diz minha amiga jornalista Patricia Cerqueira, Comida boa muda tudo:

“Comida boa tem poder. Poder de melhorar o humor, amenizar a dor, acalmar o coração. Comida boa tem poder de unir o que estava separado, amolecer o que era rígido, satisfazer o insatisfeito. Comida boa é tão poderosa que está nos versos de Vinicius de Moraes, na história de amor de qualquer um de nós, na nossa memória afetiva e na dos nossos filhos.Quem não tem no coração uma boa história de comida de infância, aquela que a vó, a mãe, a tia, a babá, a empregada fazia?“.

A comida tem poder afetivo. Conhecido como comfort food, termo existente no dicionário dos Estados Unidos, desde 1972, é aquela comida fácil de preparar, mas que carrega na lista de ingredientes pitadas generosas de amor, carinho, lembranças e histórias. Em meu coração tenho guardado boas lembranças com música, cheiros, comida. Na infância, eu não era fã de macarrão, mas minha avó paterna, Biga, fazia uma macarronada que eu não resistia. Comia de lambuzar os beiços. Esse prato era o que marcava os almoços dominicais de família, minha avó com seu avental amarrado na cintura, casa cheia, tios e primos reunidos sobre a mesa, aquele falatório alto, conversas (e até brigas), muitas risadas. Nunca mais comi um macarrão igual. Através da minha memória, volto à casa de meus avós toda vez que como algo semelhante, mas igual não há.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

26 jul 2013

Meus avós

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Considero-me uma pessoa de poucas lembranças de infância. Mas as que tenho são suficientes para saber que tive uma infância feliz e avós maravilhosos.

Minha memória é também mais olfativa do que outra coisa.

Lembro do sabor da água do filtro de barro da casa dos meus avós. Só existe em um lugar o mesmo sabor, na casa da tia Rosana, uma das filhas dos meus avós Biga e Roque.

Nunca fui fã de macarrão. Mas não esqueço das macarronadas famosas de Dona Biga. Os almoços de domingo com toda família reunida. E do meu avô trazendo sorvete Tablito para os netos antes do almoço e minha avó esbravejando “Roqueee, vai dar sorvete para as crianças!”.

Na casa deles tinham dois modelos de copos de plástico inesquecíveis. Um era o amarelo e o outro era o azul – o meu preferido. Se eu fecho os olhos, volto no tempo por um segundo e consigo sentir as borbulhas da coca-cola espirrando no meu nariz. Essa sensação, aquele cheirinho e gosto do refrigerante mais amado no mundo, o copo azul é um conjunto das lembranças mais fortes que tenho da casa dos meus avós paternos. Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

07 maio 2013

Sonhos, Morte e um livro

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Eu nunca sonho, ou melhor, se é verdade que todo mundo sonha todas as noites, eu nunca lembro dos meus sonhos. São raros os que lembro e esses são sempre os mais negativos.

Outro dia tive um sonho esquisito. Eu e marido tínhamos que fazer um exame de DNA no Benjamin. O mais esquisito é que todo mundo queria pegar o Benjamin como se ele fosse um ratinho de laboratório e eu tentava protegê-lo e fazer o exame secretamente, só eu, marido e Benzoca. O mais esquisito ainda era o motivo de realizar esse exame. Era algo como se tivessem descoberto que Benjamin não era nosso filho. O negócio me apavorava e por isso eu queria fazer o exame na surdina, pois eu temia que as pessoas estavam contra nós, queriam roubar o Benjamin de mim e, por isso, eles fossem forjar o resultado do exame. Além disso me atordoava pensar na hipótese dele não ser meu filho de sangue. Não porque ia ser colocado em xeque o amor que sinto por ele, porque na verdade o amor já estava construído. Mas em sonho, era estranho pensar que tudo o que via nele, pensando ser parte de mim e parte do marido, era na verdade um blefe. Mas mesmo assim eu não deixaria ninguém tirar ele de mim. Foi um sonho super confuso e estranho. Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!