12 ago 2012

Dia dos Pais – por Roberto Piffer (o marido)

por
Gabi Miranda

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Hoje, dias dos pais, e algumas palavras para explicar como eu me sinto. Logo de início transcrevo o trechinho de um texto que recebi nesta semana, por e-mail, e que fez muito sentido para mim: “Você sabe que se tornou um pai de verdade quando percebe que todo mundo pode ter um filho, mas é preciso muito esforço, mas muito esforço, todos os dias, para ser um Pai, e você está super feliz com isso.”

Pode soar pessimista por causa do “muito esforço”, e não deixa de ser verdade. Mas é um esforço pra lá de gratificante. Aliás, esforço, responsabilidade, dedicação e várias outras coisas mais…

E porque vale tão a pena? Todo mundo pode imaginar e pode até parecer piegas demais repetir tudo isso, mas aí vai: um sorriso, um abraço recebido, um carinho, um bocejo, uma espreguiçada, ou até mesmo um punzinho que seja do seu filho, já faz ver o dia de forma diferente. Hoje de manhã, por exemplo, quando ele acordou não fui eu quem pegou-o no berço, como de costume. Mas quando ele me viu, esticou seus bracinhos e quis vir comigo… ah!, já ganhei o dia! Acho que foi o jeito que ele encontrou de dizer “feliz dia dos pais”. Clique e continue lendo!

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08 ago 2012

O pai que ele é – Blogagem coletiva Mulher e Mãe

por
Gabi Miranda

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Quando a gente casa, se junta, se enrola, conhecemos aquela pessoa como amante, amigo, companheiro. Criamos a expectativa de que será um bom pai. Pelo menos acreditamos “é essa pessoa que quero para pai dos meus filhos”. Desconhecemos-nos completamente como mãe e pai.

Antes dos filhos ministramos diferenças básicas: preferência por tampa da privada fechada, tubo de pasta de dente apertada por baixo, nada de manteiga cheia de furos, final do campeonato brasileiro de futebol ou último capítulo da novela (?), pizza ou lanche (?), no cinema: Batman ou Homem Aranha e assim vai…

Chegam os filhos. A casa cheia de fraldas, lenços umedecidos, brinquedos espalhados pela sala, noites mal dormidas e surgem outras tantas diferenças entre o casal (mãe e pai). Os primeiros meses da chegada do bebê é uma fase complicada. A mãe se torna um ser neurótico, quase uma máquina de cobranças e ordens: “pega aquela fralda” e um segundo depois “não precisa mais já peguei”, “faz a mamadeira”, “prepara o banho”, “já fez isso..e aquilo?” A mãe quer ser a melhor do mundo. O pai corre na tentativa de se tornar o melhor pai do mundo. Clique e continue lendo!

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05 jul 2012

Das coisas que são inexplicáveis

por
Gabi Miranda

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Outro dia conversando com o marido sobre o pequeno Benjamin, ele disse “agora que estou mais próximo dele, me sinto mais pai, sabia? Fiquei olhando ele enquanto mamava e me deu uma vontade de chorar, de tão bonitinho que ele é…”

Essa semana fui atacada por uma conjuntivite, o que me fez afastar do Ben para evitar que ele pegue também. Então maridão está mostrando o paizão que tem dentro de si. Não que ele já não faça isso diariamente. Eu sempre achei que faz. Mas ele pegou pra si todas as tarefas que eu exercia como dar banho, mamadeira, fazer dormir… Acho até que eu monopolizava um pouco meu Ben (até no jeito carinhoso que o chamo passei achar que o monopolizo).

Entendo exatamente esse sentimento que o marido teve. Eu por diversas vezes senti (e ainda sinto) vontade de chorar (e chorei) olhando o pequeno. Carrego esse sentimento desde a gravidez, período que pra mim foi muito inexplicável gerar outro alguém. Eu pensava “como a natureza é sábia”. É uma coisa de louco: nós geramos pessoas!!!! Eles entram em nós pequenininhos e vão crescendo, formando pernas, braços, dedinhos, cabeça, cabelo… Clique e continue lendo!

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19 jun 2012

Coisas pra fazer com seus filhos antes que eles cresçam

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Desafio: Coisas pra fazer com seus filhos antes que eles cresçam

Alguém aí acompanhando o desafio “100 coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam”?! É assim, a Gelatina Royal convidou 5 mães/pais blogueiros para inspirar você a transformar pequenos momentos com seus filhos em momentos inesquecíveis.

Estou achando a iniciativa da Royal incrível porque tem ideias simples e que podem fazer a diferença no nosso dia a dia, além de eternizar o tempo em forma de lembranças.

desafio

O desafio vai rolar ao logo de 20 semanas, todo dia tem texto com uma ideia bacana. Os blog participantes são: Meu projetinho de vida; A vida como a vida quer; Coisa de Mãe; Potencial Gestante e Dica de Mãe.

Todos os blogs estão de parabéns. Sério, gosto de todos. Mas gostei de dois posts, que achei particularmente especial, da Roberta Lippi: A árvore e a régua de crescimento; e Por trás das lentes.

O site do desafio ainda trás receitas deliciosas e fáceis de preparar.
Clique e continue lendo!

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11 jun 2012

Um ano de paternidade: coadjuvância premiada (por Roberto Piffer – o marido)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Um ano de paternidade merece ser comemorado

Nessa semana não só o pequeno Ben completa seu 1º aniversário. “Coincidentemente” também completo um ano, mas como pai. Engraçado que a Gabi já é mãe desde que ouviu o coraçãozinho do Benjamin palpitando dentro da barriga. Ou seja, ela é mãe há um pouco mais de tempo que eu.

Mas voltando ao tema, a paternidade é algo muito diferente, engraçado, complexo. Demanda, acima de tudo, muita responsabilidade, mas também muita disposição, energia e amor. Certa vez ouvi dizer que só se tornando pai, para um homem (finalmente) se tornar um homem de verdade.

E não é que dei toda razão a esta frase! Confesso que, se não fosse pai, duvidaria por completo dessa afirmação e sei bem porque. Mas na condição de pai, com o “enorme” peso de criar uma nova pessoa e conduzir uma família, entendi perfeitamente essa história.

Além disso, descobri também uma nova coisa neste um ano que se passou (e não se assuste com o que vou dizer). O pai não passa de coadjuvante dessa vida em família. É, e alguns pontos nos fazem entender melhor esta visão. O pai surge depois da mãe. A mãe já tem o contato com o bebê desde o interior da barriga e já se sente mãe bem antes do pai (como eu disse antes). O pai só vai ser pai mesmo do parto pra frente.
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07 jun 2012

Navegando no mundo paterno

por
Gabi Miranda

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Outro dia estava com um tempo livre (coisa rara) e resolvi conhecer alguns blogs paternos que tinha visto por cima (há tempos) no Pais Modernos. Fiquei impressionada. Se você já ouviu isso, acredite, é verdade: os pais estão cada vez mais participativos.

Fiquei encantada com alguns blogs e adorei ver o outro lado. Até então eu só estava acompanhando blogs maternos, o único paterno era o Pais Modernos, do Caio, que eu particularmente gosto muito.

Relaciono aqui os que mais gostei.

Diário Grávido

Você já deve ter escutado falar do livro “Diário de um grávido”. É do Renato Kaufmann, pai da Lúcia, autor do blog e também de um outro livro, o “Como nascem os pais”. Eu sabia desse segundo livro, mas não sabia do blog e conheci pesquisando sobre os livros. De cara você vê que Renato é muito bem humorado. Adorei o blog e se eu já estava ansiosa para ver o livro, fiquei ainda mais. Kaufmann estreou esse mês sua coluna “Diário de pai” na revista Crescer. Clique e continue lendo!

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28 maio 2012

Grávido, a comédia do pai moderno

por
Gabi Miranda

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Cheguei lá meio tristinha, desanimada por conta de alguns acontecimentos durante o dia e arrependida por ter comprado os ingressos antecipadamente. Não estava no clima. Mas fui. Fomos. Eu e o Marido assistir à peça Grávido. Sentamos lá na primeira fila e pensei “acho que vai ser sem graça e o maior clichê!!!”. Ledo engano. Foi ótimo ter ido. A peça é sensacional, demos muita risada e por instantes esquecemos o ocorrido desagradável.

É, pensamos que estaria vazio… quando compramos tinham poltronas e mais poltronas livres. Não ia vender tudo de um dia pro outro, né? Mas quando descemos as escadas, gente e mais gente. Ia encher e, se bobear, ia ficar gente de pé. Ponto positivo! Sentamos na 1ª fila, bem pertinho do palco. Risco iminente de levar baba dos atores, mas pelo menos não ia precisar dos meus óculos. E mais: também ia ter que rir de todas as piadas…chato ficar na frente e não rir, né? Justo eu que não acho graça em tudo que escuto, sinal de esforço pela frente. Mas nada disso, a peça foi super engraçada… superou de longe as expectativas, atores muito bons e esquetes super bem sacadas! Riso sem esforço, não precisou fazer média com ninguém. Clique e continue lendo!

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24 maio 2012

“felicidade se acha em horinhas de descuido”

por
Gabi Miranda

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Ontem os diálogos entre eu e o marido estavam mais ou menos assim:

Eu: Ai, olha como esse menino (Benjamin) é feliz!
Marido: É porque estar próximo dos pais o deixa feliz, a pesquisa diz isso.
Eu: Ele não quer mais ficar no berço, quer ficar com a gente!
Marido: É porque agora ele quer curtir mais os momentos com os pais, a pesquisa diz isso.
Eu: Você viu o que ele aprendeu comigo? Fazer carinho. Faz na mamãe, mostra pro papai. (Benjamin faz carinho) Comigo ele só aprende as coisas amorosas, então vou deixar pra você ensiná-lo assoprar a velinha.
Marido: É claro. Os filhos gostam 87% mais da mãe e 78% do pai. Está comprovado. A pesquisa diz isso. Então não precisa mais ficar com ciúmes quando ele estiver comigo.

HÁ!

Eu não tenho ciúmes do marido com meu Ben. Aliás, não tenho ciúmes nem de desconhecidos. Outro dia fui deixá-lo no berçário e agora que ele me dá abraço direto, pedi um de despedidas. Quando ele estava me dando avistou a tia e abriu os braços pra ela. Enfim, não tenho ciúmes. No início até tinha, mas agora desencanei porque amadureceu a ideia de que sou a MÃE, eu sou a imprescindível! hihihi Clique e continue lendo!

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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

por
Gabi Miranda

Comportamento, Família, Maternidade

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
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11 jan 2012

O pai

por
Gabi Miranda

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Pedi ao marido para contribuir escrevendo alguns textos com sua visão de pai. Foi o jeito que encontrei para saber melhor os sentimentos que permeiam dentro dos pais. A paternidade também assusta e chega cheia de medo e angústias. Os pais vivem desde a gestação como meros coadjuvantes, quando na verdade são personagens importantes para a construção (e harmonia) da nova família. Eles sentem calados os sentimentos que até então eram desconhecidos e, ajudam efetivamente com os cuidados do bebê, contribuem  para o bem estar físico e emocional da mãe.

Arrisco-me a dizer que somos um pouco egoístas achando que só as mães sofrem as mudanças.

Eu não tenho muito o que falar negativamente a respeito do meu marido. Desde o início da gestação fui tratada como uma rainha, mega paparicada, super mimada. Após o nascimento do meu Ben continuei contando com todo carinho, apoio, ajuda e PACIÊNCIA (bem grandona!) do Piffer. E haja paciência para aturar uma taurina no puerpério! Clique e continue lendo!

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