19 maio 2015

Por mais qualidade e praticidade à vida das mamães e filhos

por
Gabi Miranda

Produtos, Publieditorial

Quando nos tornamos mães, não imaginamos o quanto de praticidade demandaremos, principalmente nos primeiros anos dos nossos filhos. Por exemplo, amamentar, além de ser ótimo para a saúde do bebê e criar vínculo entre mãe e filho, é uma das maiores facilidades da maternidade. Afinal, enquanto se amamenta, não precisamos carregar para cima e para baixo mamadeira, leite e garrafa térmica com água morna. Nós nos bastamos.

A criança vai crescendo. Entra na fase da alimentação e a bolsa do bebê ganha mais peso no ombro dos pais. Além do leite, mudas de roupas, fraldas, diversos potinhos para papinha, frutas e até suco. Na maioria das vezes, os alimentos precisam ser conservados adequadamente. Caso contrário, não valeu de nada o esforço. Sempre prezei por uma alimentação saudável para o Benjamin, apesar de não dar o exemplo.  Enquanto ele era bebê, valorizávamos as refeições em casa, sempre saíamos após o almoço e voltávamos antes do jantar dele. Com o passar do tempo, vai ficando difícil manter essa rotina de horários regrados. Atualmente, me preocupo sempre em ter algo na bolsa para um lanchinho rápido, e nessas horas opto pela qualidade e também praticidade.
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15 abr 2015

Planet Kids – Aplicativo aliado dos pais

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Usei e adorei: Planet Kids!

Eu nunca imaginei que aos 3 anos de idade do Benjamin eu já teria que me preocupar com o conteúdo e o tempo gasto com TV, videogame e tablet. Na minha infância, meus pais não tinham essa preocupação. Mas a tecnologia revolucionou a educação, a comunicação e a nossa vida em geral, por isso precisamos tomar cuidado com o que consumimos, e, principalmente, com o que os nossos filhos consomem. Assim como a TV, a internet pode ser um aliado, mas também um inimigo que oferece perigos. Como lidar?

Não dá pra educar a criança numa redoma e privá-las das tecnologias, mas podemos usufruir de tudo com parcimônia, como diria meu avô paterno. Lá em casa, por exemplo, acho até que demoramos para apresentar o tablet ao Benjamin. A relação deles é de uns 8 meses pra cá. E claro, é uma relação viciante se não brecarmos. Portanto, ele pode ver tablet, mas não levamos no carro, a restaurantes e em reuniões familiares. E dois critérios são fundamentais:
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25 mar 2015

{Vídeo patrocinado} O melhor sabor do mundo

por
Gabi Miranda

Publieditorial

Como diz minha amiga jornalista Patricia Cerqueira, Comida boa muda tudo:

“Comida boa tem poder. Poder de melhorar o humor, amenizar a dor, acalmar o coração. Comida boa tem poder de unir o que estava separado, amolecer o que era rígido, satisfazer o insatisfeito. Comida boa é tão poderosa que está nos versos de Vinicius de Moraes, na história de amor de qualquer um de nós, na nossa memória afetiva e na dos nossos filhos.Quem não tem no coração uma boa história de comida de infância, aquela que a vó, a mãe, a tia, a babá, a empregada fazia?“.

A comida tem poder afetivo. Conhecido como comfort food, termo existente no dicionário dos Estados Unidos, desde 1972, é aquela comida fácil de preparar, mas que carrega na lista de ingredientes pitadas generosas de amor, carinho, lembranças e histórias. Em meu coração tenho guardado boas lembranças com música, cheiros, comida. Na infância, eu não era fã de macarrão, mas minha avó paterna, Biga, fazia uma macarronada que eu não resistia. Comia de lambuzar os beiços. Esse prato era o que marcava os almoços dominicais de família, minha avó com seu avental amarrado na cintura, casa cheia, tios e primos reunidos sobre a mesa, aquele falatório alto, conversas (e até brigas), muitas risadas. Nunca mais comi um macarrão igual. Através da minha memória, volto à casa de meus avós toda vez que como algo semelhante, mas igual não há.
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04 fev 2015

Como harmonizar maternidade com a vida sexual de forma segura

por
Gabi Miranda

Casamento, Entrevista, Maternidade

vida sexual

Desde que o mundo é mundo (ou é coisa da mulher pós-moderna?!) nós mulheres sabemos que após o pós-parto, entramos numa verdadeira crise sobre nosso papel entre ser mãe e mulher. Com a chegada do bebê, nos vemos diante de uma nova vida e diferentes descobertas. Nosso corpo está modificado, os hormônios à flor da pele. Vivemos concentradas em função do bebê, um ser dependente de nós para tudo – das necessidades mais básicas à alimentação. Vivemos a experiência da amamentação. Ganhamos um aumento da ocitocina, hormônio que produz o vínculo afetivo com o bebê e que inibe o desejo sexual pelo parceiro. A vida sexual fica um gelo. É tudo conflitante, mas não é o fim do mundo, é natural sentirmos tudo isso.

Fui a campo para entender melhor todas essas transformações e como harmonizar a vida sexual. Conversei com o Dr. Eliano Pellini, ginecologista, chefe do Setor de Saúde e Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC Paulista, que destacou três componentes hormonais que entram em ação no pós-parto e favorecem todas essas alterações físicas e emocionais que nos arrebatam. São eles: 1) a queda do hormônio feminino após a saída da placenta. Isso faz com que a vagina fique ressecada, promovendo a redução da receptividade feminina, ocasionando a diminuição do interesse pelo parceiro – fato comum também na menopausa; 2) o aumento da prolactina, hormônio produtor de leite, altamente inibidor da sexualidade; 3) a queda da serotonina, responsável pelos quadros depressivos pós-parto. Sintoma que nem toda mulher apresenta, mas que existe e é comum.
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24 dez 2014

Vídeo patrocinado

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Gabi Miranda

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15 set 2014

Bate papo entre mamães como eu e você

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Semana passada, mediei um bate papo entre mães, a convite do Shopping Metrô Tucuruvi. O encontro foi lá mesmo no shopping e contou com a presença de várias mamães de primeira viagem. Todas acompanhada de seus pequenos, e uma mãe já de dois. O assunto debatido foi: quando chega a hora do segundo filho? Mas onde há mães, há assunto que não acaba mais.

Falamos se existe hora certa para ter o segundo filho. E contamos com o depoimento da Paula, mãe de dois: um de 2 anos e o outro de 3 meses. Ou seja, idades bem próximas um do outro. Segundo a Paula, a contribuição do marido foi e é fundamental para a harmonia do lar e toda logística de se ter dois filhos em casa funcionar bem. Todas as mamães presentes no encontro, pensam num segundo filho. Não para esse exato momento, pois todas estão com bebês de 1 a 6 meses.
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13 ago 2014

Mãe na Direção: transforma os momentos a bordo em uma experiência única com os pequenos

por
Gabi Miranda

Maternidade

mãe na direção

Demorei a me tornar mãe na direção. Apesar de já ter carta de motorista há alguns anos, só vim dirigir após o nascimento do Benjamin. Tenho algumas amigas que só aprenderam a dirigir também com a maternidade. Essa realidade transformadora na vida de qualquer mulher. No início, o que mais me encorajava também me fazia morrer de medo. Dirigir sozinha com Benjamin a bordo! Pensava em tudo o que podia acontecer. E se ele fizer cocô? E se começar a chorar? E se ele golfar e eu não vir? Será que está bem seguro na cadeirinha? Será que o cinto está colocado corretamente?

Quando começava a me sentir mais segura, ele crescia e surgiam novas demandas e preocupações. Viajar com um bebê, então, era assustador: paroonde para trocar? Como armazenar a comida sem estragar? Que tipo de comida levar? E várias outras dúvidas acompanhadas da sensação ímpar de ir e vir com meu filho sem depender de ninguém.
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04 jun 2014

{vídeo patrocinado Lifebuoy} Árvore da Vida

por
Gabi Miranda

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Você sabia que a cada dia, cerca de 5 mil mães perdem seus filhos antes deles completarem 5 anos por infecções como diarreia e pneumonia? Doenças que poderiam ser evitadas com um simples ato: o de lavar as mãos com sabonete. Lavar as mãos após usar o banheiro, ao chegar da rua, brincar.

Há um ano atrás, Lifebuoy adotou um vilarejo na Índia e ajudou a reduzir a incidência desses casos de 36 para 5%, simplesmente incentivando o hábito de lavar as mãos. Nesse lugar chamado Bitobe, manda a tradição, plantar uma árvore a cada criança que  nasce. Para muitas dessas mães, antes de seus filhos completarem 5 anos, o que permanece como lembrança é a árvore que cresce. É o caso da mãe Utari, que você vai conhecer no vídeo abaixo – campanha emocionante de Lifebuoy, que neste ano adotará o vilarejo Bitobe, na Indonésia, com o mesmo objetivo: conscientizar sobre a importância de lavar as mãos. Clique e continue lendo!

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