17 set 2018

Ser demitida foi a melhor coisa que me aconteceu em 2017

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

No dia 15 de setembro de 2017, fui demitida da empresa para qual trabalhei há mais de 8 anos. Na época, meu marido também estava desempregado, meu atual chefe sabia e me demitiu alegando corte da maior despesa da área. Não vou mentir. Apesar de ter desejado muito ser demitida, naquele momento, eu fiquei puta da vida. Não fiz tentativa nenhuma para ser forte. Chorei. Desabei. Fui tomada por muitos sentimentos. Contraditórios até. Era uma sexta-feira. E me dei o direito de sentir todos os sentimentos ruins naquele final de semana. Eu ainda não tinha certeza que ser demitida seria a melhor coisa que podia me acontecer.

ser demitida foi a melhor coisa

Na segunda-feira, acordei e decidi virar a página. Enfim, comecei a pensar em todas as possibilidades que estavam à minha frente. Antes de qualquer decisão, a primeira coisa que fiz, foi aproveitar as minhas férias na Itália com a minha família. E fui feliz em ver quantas coisas fascinantes o mundo oferece.
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04 set 2018

Dicas de perfis de empreendedorismo no Instagram

por
Gabi Miranda

Destaque, Trabalho

Na semana passada, realizamos uma live no Instagram sobre empreendedorismo feminino: eu, Mari Brancatte (@maribrancatte) e Shirley Hilgert (@shirleyhelgert). Na ocasião, algumas seguidoras pediram dicas de perfis de empreendedorismo no Instagram. Prometi fazer um post com alguns perfis que sigo, adoro e acho que vale a pena compartilhar.

Decidir abrir um negócio não é fácil! E exige disciplina e rotina para gerenciar algumas coisas que são indispensáveis para o bom andamento do negócio. Por isso, é muito bom ter o apoio de empresas que possam nos empoderar em busca da nossa independência financeira. Antes de fechar qualquer curso, procure pesquisar todas as empresas citadas nesse post, buscar indicações, para então tomar uma decisão. Falo isso, porque muitas vezes os cursos são um investimento alto e esse é um passo importante na sua vida. Precisa ser algo que tenha valor e traga resultado para o seu negócio. Lembrando também que muitas dessas empresas, oferecem algumas ações gratuitas.
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10 ago 2018

Paixão pelo trabalho

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

Lembro que em uma das empresas onde trabalhei se falava muito em descobrir a paixão pelo trabalho. A paixão para trabalhar naquilo que realmente gostamos. Que se não estávamos apaixonados pelo que fazíamos não seríamos bons profissionais. Eu ouvia de forma cética porque não sentia essa paixão toda (pelo menos a que eu imaginava que precisava sentir) naquilo que fazia. Apesar de gostar muito do meu dia a dia, aprender constantemente, ter desafios intelectuais e conviver com um time de profissionais excelentes. E também não tinha nenhuma outra paixão escondida que eu estivesse “abafando”, então essa história de paixão me assombrava. Sempre que se falava no assunto eu pensava: pronto, vão descobrir que eu não tenho sou apaixonada pelo meu trabalho!

paixão

O tempo foi passando e me dei conta de que talvez a palavra que eu usaria fosse outra, e não “paixão”. Vocês devem estar pensando: mas qual palavra você usaria? Já vou contar…
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25 jun 2018

Cinco coisas que mudaram quando parei de trabalhar fora

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade, Trabalho

parei de trabalhar fora

Há 9 meses escuto mensagens positivas sobre mim do tipo: “como você está diferente, radiante, feliz, com brilhos nos olhos”. Minha mudança aconteceu quando parei de trabalhar fora. Não tenho dúvidas e quem me acompanha também não. Em junho completou 9 meses que eu fui demitida de um trabalho que já não me fazia sentir tesão. Essa é a verdade. A empresa mudou muito, as pessoas que passaram a gerir também. Muita coisa não combinava com meus valores de vida, nem com o meu caráter. Eu estava entorpecida.

No dia em que fui demitida, chorei pra caramba. E não sei como pude chorar tanto se o que eu queria tanto e não tinha coragem de fazer tinha acabo de acontecer. Quer dizer, sei. Marido estava desempregado e me assustou a ideia de sermos dois desempregados. Por mais que eu quisesse pedir demissão, não era o momento. Também fiquei um tanto emputecida com a empresa, com a pessoa que me demitiu. Mas passou. Foram 24 horas digerindo o ocorrido. No dia seguinte, peguei esse limão azedo e fiz uma limonada.
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04 jul 2017

Mães de A a Z – o blog indo para a telona e para a telinha

Nasceu o Mães de A a Z! Era para eu ter falado ontem sobre isso, mas a correria me impediu. Quem nos acompanha nas redes sociais, já sabe que eu e a Kah do blog Vida de Mamãe Moderna estamos no comando do programa regional Mães de A a Z, na TV Grande ABC. É um projeto lindo! Surgiu através de um convite da TV para a Kah e a louca quando veio me falar disse que só aceitaria se eu entrasse com ela nessa empreitada. Na mesma hora eu falei: Siiiiim!

maes de a a z

Gente, eu tinha o sonho de ocupar o lugar da Ana Paula Padrão na bancada do Jornal da Globo! Rá! Como não aceito uma proposta dessas? (risos)

Vi nesse convite uma oportunidade muito bacana. Não era simplesmente para fazer um programa qualquer. Era para falar sobre um assunto que  faz meus olhos brilharem: maternidade! E o que está mais perto do meu sonho de vida atual: trabalhar com maternidade, contribuir e ajudar de alguma forma as pessoas que me acompanham aqui no blog. Mais: espalhar informação de qualidade.
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20 mar 2017

Como ser feliz no trabalho

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Quando eu era criança sonhava o que eu seria quando crescesse. Não pensava no trabalho como algo negativo. E vivia brincado de secretária. Por muito tempo, quando era bem pequena, eu pensava que seria secretária. Eu era feliz no trabalho! Já crescida, eu tinha dúvida entre duas profissões: psicologia e jornalismo. Escolhi a segunda opção e não fui muito bem sucedida. Eu tinha uma visão romântica da profissão. E por ter um pai jornalista, isso reforçava meus sentimentos. No fim, nunca exerci a profissão, embora tenha sempre trabalhado no ramo editorial e feito alguns freelas, o que talvez não me deixa cair numa frustração.

Mas a verdade, é que quando somos crianças, não pensamos no trabalho como algum ruim. Nem imaginamos que um dia estaremos torcendo para hora passar rápido para então chegar ao fim do expediente.  Só quando crescemos temos uma visão real do que é trabalhar. É responsabilidade na veia. Muitas vezes é chato pra caramba. É como tudo na vida. Não é perfeito, mas também não é a pior coisa que pode nos acontecer. Percebo que muitas pessoas não gostam do que fazem. Outras vivem insatisfeitas com o seu trabalho. Tem as que trabalham e odeiam. Já falei aqui que adoraria passar mais tempo com meus filhos, mas eu não conseguiria parar de trabalhar, por exemplo. Eu não me vejo cuidando da casa e das crianças. O trabalho me completa. E por vários motivos.
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23 maio 2016

A vida pós licença maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A licença maternidade é um período sabático da vida profissional, é exaustiva, mas também é uma pausa maternal deliciosa

Vertical shot of a woman being deep in thought

Quando estamos grávidas idealizamos a licença maternidade e a esperamos como se fossem férias – mesmo achando ruim quando alguém se refere à licença maternidade como férias. Licença maternidade está longe disso. Trabalhamos igualmente, mas para uma causa maior. Ficamos longe do cotidiano profissional, porém somos envolvidas por outro tipo de rotina. É inexplicável tudo o que se passa conosco nesse período. Mas quero falar da vida pós licença maternidade. Após um período curto de 4 meses, precisamos nos adaptar à vida real. Nova, a vida já é desde quando o bebê nasceu, mas a realidade vai mudando a cada período. A mudança mais radical é quando a mãe tem que voltar ao trabalho. Começa aí uma adaptação para a vida funcionar. Eu lembro exatamente como foi essa moldagem com a chegada do Benjamin e agora vivo com a Stella.

Há 5 meses voltei ao trabalho, nos primeiras semanas é tudo maravilhoso. Você volta a se relacionar, ver as coisas acontecerem, se sente em movimento, volta a se sentir parte do mundo, a conversar de outros assuntos. Só que é um mundo diferente. Com o passar do tempo, você percebe que nem todo mundo vive a mesma realidade que a sua, as conversas, embora não sejam de filhos, fraldas e melhor pomada para assadura, nem sempre são tão interessantes, faltam coisas em comum. O assunto acaba sendo sempre o mesmo, na maioria das vezes: trabalho. A correria do dia-a-dia profissional passa a te consumir, cada vez temos menos tempo para pagar as contas com calma, marcar um médico, ler uma notícia, uma revista, estabelecer horários e por aí vai…
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06 maio 2016

Grupo Boticário – Beleza é colocar em prática nossos valores

Fui convidada pelo Grupo Boticário para conhecer a sede principal, em Curitiba. A proposta foi conhecer os benefícios diferenciados que a empresa oferece para mães e gestantes. Foi uma oportunidade ímpar onde vi que beleza mesmo é colocar em prática nossos valores.

 

grupo boticário-6 (7)

Ontem, embarcamos eu e Lelê, do blog Eu, ele e as crianças, à Curitiba para conhecer o Programa de Gestante e todos os benefícios que o Grupo Boticário oferece para seus funcionários. É algo singular e até emocionante de ver. Eu não conhecia a história surpreendente de O Boticário. Seu fundador, o farmacêutico Miguel Krigsner, começou com uma batedeira de bolo, produzindo 1kg de creme que dava para encher 33 potinhos de 30ml cada. Em 1977, ele criou uma farmácia de manipulação O Boticário e, em curto espaço de tempo, transformou sua farmácia em um negócio com nível financeiro estratosférico e um dos maiores grupos de beleza no mundo. Referência em vários setores, o Grupo Boticário é formado pelas marcas: O Boticário, Eudora, Quem Disse Berenice e The Beauty Box. A empresa é hoje, a maior rede de franquias e negócios do mundo e uma das mais destacada pelo Ministério da Saúde por seus benefícios e programas destinados às funcionárias mães e gestantes.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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