14 nov 2012

Trabalho x maternidade

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Dia desses participei do brunch da campanha “Culpa, Não!” Confesso: havia pego certa bronca da campanha porque encontrava só depoimento negativo, de mães com uma carga de culpa bem grande.

Mas aí fiquei sabendo que nesse mês o tema era trabalho x maternidade. Na mesma hora fui conferir e enviei meu depoimento, nesse caso, assim como nos últimos temas, faço parte do lado das mães sem culpa. E esse assunto me interessava bastante.

No evento pude conferir que tinha formado uma opinião errada sobre a campanha. Tem mãe culpada e mãe sem culpa – que é o meu caso. Não digo sem culpa nenhuma. Mas com relação ao tema do mês: trabalho x maternidade, minha culpa é zero. Obviamente, no fim da licença maternidade sofri, senti culpa, mas as coisas se encaixaram e se resolveram.

Eu me incomodo um pouco com tantos depoimentos negativos, isso em geral na blogosfera, e não só o que via na campanha: mãe que dá papinha e sente culpa, mas não muda; mãe que não conseguiu amamentar e também sente culpa, comparação entre mães; mãe que julga a outra que fez parto cesárea (ou o contrário), mãe que quer ser perfeita, mãe que se sente mais mãe, o meio, etc… Não serei hipócrita, acredito sim que existam mais ou menos mães e pais, mas porque desempenham seus papéis com irresponsabilidade, não se entregam totalmente ou porque simplesmente não assumem as responsabilidades que exige a maternidade/paternidade. Clique e continue lendo!

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18 jul 2012

Carreira x maternidade

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Muita gente acha que sou a mãe mais coruja do mundo. Eu também acho. Eu nunca pensei que fosse gostar tanto de ser mãe. Tive muito medo no começo, pois como todo território desconhecido não sabia se ia me dar bem.

Ainda prestes a sair de licença maternidade as pessoas me diziam “acho que você não volta a trabalhar”. Sei lá, acho que elas já enxergavam em mim o que eu não enxergava: a aptidão para vida adulta e maternal. Sinceramente, no quadro em que as coisas estavam no trabalho, não sentia a mínima vontade de retornar. Mas se em uma semana as coisas podem mudar, imagina em cinco meses.

As coisas mudaram por lá e nesse período eu descobri que não tinha muita aptidão para ficar em casa, para me dedicar apenas e exclusivamente às responsabilidades que acompanhavam a minha nova condição, a minha nova vida. Explico: amo ser mãe (principalmente, do Benjamin), amo meu menino, a maternidade despertou em mim um desejo absurdo de ser mãe em tempo integral, mas no sentido de trabalhar com algo relacionado a ela, ajudar outras mães, famílias, crianças, algo que me proporcione mais tempo também para passar com meu filho, horários flexíveis. Clique e continue lendo!

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