30 maio 2018

Lição de casa: qual a importância mesmo?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Educação, Filhos

Estamos finalizando o primeiro semestre do segundo ano do fundamental e confesso que o começo foi bem conflituoso por aqui. Primeiro não compreendia o motivo de ter tanta lição de casa todos os dias. Sinceramente, sou a favor da criança ser livre para brincar. Uma criança precisa de tempo para essa atividade tão importante na vida dela: BRINCAR! Mas sei também que precisa aprender a lidar com suas responsabilidades. Segundo, tivemos alguns pequenos problemas em relação a falta de qualidade de sono que andou atrapalhando um pouco a aprendizagem escolar do menino. Terceiro, por mais que eu seja contra lição de casa, eu não posso instigar isso. É meu papel incentivar e demonstrar a importância da lição de casa.

Quem participa efetivamente da lição de casa é o marido. Sou coadjuvante nesse departamento. Confesso, não tenho paciência. Paciência é o ingrediente fundamental para ajudar a criança nesse momento. (quando paciência não é exigida na maternidade mesmo?!)
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23 maio 2018

O mau comportamento do seu filho, é uma oportunidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Enxergue o mau comportamento do seu filho, como uma oportunidade“, disse Lorraine Thomas, referência número 1 em coaching familiar no Reino Unido e autora do livro “A mamãe coach – 10 habilidade essenciais para você ser uma ótima mãe“, em uma palestra que assisti recentemente. Então uma luz acendeu no fim do túnel. Eu vinha de dias complicados com meu filho primogênito em relação ao mau comportamento dele. E também da minha falta de tato, maturidade ou sei lá o quê para lidar com a situação. Lorraine disse também: que a maternidade tem que ser mais divertida. Não podemos perder a conexão emocional com nossos filhos.

mau comportamento

Eu estava perdendo com o meu filho mais velho. Quero estar errada, mas quando você para de trabalhar fora você deixa de ser a mãe de quando trabalhava fora. Sinto que antes era mais divertido e agora fico envolvida com as obrigações diárias e acabo perdendo a paciência muito rápido e sendo muito chata. Não estava divertido, leve como tinha que ser. Depois de assistir a palestra da Lorraine redescobri que eu precisava criar momentos de descontração dentro da rotina. Porque isso pode ajudar tudo a ficar mais leve e divertido. Assim como devemos ensinar nosso filho a descontrair, precisamos descontrair com ele.
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20 abr 2018

Julgamentos maternos

Julgamentos maternos existem e estão entre nós mães

Fala-se muito que mães são julgadas, mas as próprias mães vivem de julgar umas às outras. Com essa tecnologia avançada, blogs, redes sociais, ninguém, nenhuma mãe escapa dos julgamentos de outras pessoas, inclusive de mães. Há uma linha tênue entre preocupação em saber como você faz determinadas coisas com seus filhos (para que a pessoa experimente na sua vida também) e o tal julgamento.

Vamos ver o que o Wikipedia tem a dizer sobre julgamento:

O termo julgamento geralmente se refere a uma avaliação que considera uma série de fatores ou provas para a formação de uma decisão embasada. Esse termo possui diversas acepções, como a psicológica, que é usada em referência à qualidade das capacidades cognitivas e adjudicação de particulares, normalmente chamado sabedoria ou discernimento; a religiosa, que é utilizada no conceito de salvação para se referir ao julgamento decisivo de Deus na causa com recompensa ou punição para cada ser humano; e por fim, a mais conhecida, jurídica, que geralmente se refere a uma decisão justificada proferida pelo juiz.
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02 abr 2018

Minhas prioridades para 2018, o que realmente importa pra mim

O ano começou, o primeiro trimestre já foi embora e como estamos? Estamos dando prioridade para aquela lista de metas que fizemos para 2018? Quando eu pensava em parar de trabalhar fora, pensava também nas mudanças que gostaria de fazer no meu estilo de vida. Minha intenção nunca foi parar de trabalhar fora para cuidar de casa e filhos. Eu queria sim mais flexibilidade e tempo para me dedicar as esses dois fatores, mas queria principalmente mudar meu estilo de vida, cuidar das minhas prioridades. Seria possível conciliar e atingir um potencial profissional, ter uma vida familiar harmoniosa e uma vida equilibrada? Detalhe: sem o acúmulo de estresse e ansiedade que se tem quando se trabalha fora.

Eu queria muito conciliar trabalho e vida pessoal sem aquela sensação que me consumia de cansaço, pressão, regras. Meu desejo era, e continua sendo, o de aproveitar meu tempo da melhor maneira possível, fazendo coisas que me deixassem mais feliz e satisfeita. Ser produtiva e não ocupada. Mas como? Como dar conta dos inúmeros compromissos profissionais e familiares, administrar uma enxurrada de informações, e-mails, grupos de whats, blog, redes sociais, vontades pessoais, estado de espírito, saúde, etc? Eu não dou conta de tudo e isso já descobri faz tempo. Nesses 5 meses empreendendo, trabalhando home office descobri outra coisa, o segredo é ter equilíbrio.
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23 mar 2018

A chegada de um irmãozinho

a chegada de um irmãozinho

Como ajudar os irmãos mais velhos a lidarem com a chegada de um irmãozinho, um novo bebê na família?!

Muitas crianças pedem um irmãozinho de presente, mas quando ele chega tudo o que ela quer é construir uma casinha de cachorro no quintal pro novo bebê morar lá, certo?

a chegada de um irmãozinho

É natural que a chegada de um novo bebê desencadeie uma série de comportamentos agressivos: bater, chutar, cuspir, morder – são sinais da frustração do irmão mais velho, que sente-se muitas vezes ameaçado pela presença de um novo membro na família. Embora isso seja perfeitamente normal, é importante que os pais sejam claros, reforçando que bater ou ferir o novo bebê não é permitido.

Além disso, comportamentos regressivos são muito comuns, como: a recusa de usar o banheiro quando a criança já está desfraldada, voltar a fazer xixi na cama, chupar o dedo, mudar a forma de falar para um jeito mais “de bebê”, demonstrar dificuldade de fazer tarefas simples sozinhas que antes eram rotineiras. Essa regressão é um meio para lidar e expressar a mistura de emoções que acontece quando um novo bebê invade sua casa.

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21 fev 2018

Lancheira Prática – dicas para montar lanche saudável para as crianças

Eu já disse aqui várias vezes que tenho muita dificuldade para montar a lancheira das crianças. E quando voltam as aulas, entro em pânico. Não sou muito criativa para pensar nos lanches e junta que o Benjamin é mais difícil para comer. Estou tentando mudar meus hábitos alimentares e consequentemente levar hábitos mais saudáveis para a vida das crianças também. E agora virou questão de honra, já que a ideia de parar de trabalhar fora, inclui me dedicar mais às crianças. Mas montar a lancheira nunca foi algo fácil pra mim e imagino que muitas mamães passam pela mesma sofrência. Agora tenho fé que isso vai mudar porque conheci a Nath, Chefe de Papinha. Aproveitando a volta às aulas, ela me apresentou a Lancheira Prática.

Trata-se de uma versão completa em PDF da apostila Lancheira Prática desenvolvida por ela com o intuito de ser um manual simples, fácil e acessível para ajudar as famílias nessa tarefa de montar o lanchinho de todo santo dia. Com essa apostila é possível aprender a compor uma lancheira saudável e gostosa com receitas práticas. Tem explicações sobre como o lanche precisa ser nutritivo e equilibrado, além de gostoso. Logo no início da apostila, a Nath comenta que para o preparo da lancheira funcione bem todos os dias e não seja um martírio, é fundamental organização e a utilização de material certo. Para isso, tem dicas e sugestões de lancheiras e utensílios.
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13 dez 2017

Sobre colunistas e primeira infância

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Um dos meus sonhos em relação ao blog, sempre foi ter a contribuição de um time de colunistas

colunistas bossa mãe

Outro dia, assim, sem mais nem menos, uma ficha caiu. Meu filho Benjamin, 6 anos e meio, está saindo da primeira infância. Ele veio me mostrar com a alegria genuína que só as crianças possuem, que tinha começado a escrever com letra cursiva. Aonde eu estava que não vi o tempo passar? Meu coração parou de bater por um segundo. Então me dei conta. Meu primogênito está saindo da primeira infância…

Se o Benjamin está saindo da primeira infância, o blog está entrando na mesma transição. Esse espaço aqui só é 6 meses mais novo que a inspiração dele. Lembro-me quando entrei nesse mundo completamente desconhecido que é a maternidade e quando resolvi escrever sobre ele. A ideia surgiu para compartilhar minhas experiências. Nós mães, com a chegada do primeiro filho, somos como o bebê. Observamos, exploramos e desejamos alguém para nos apoiar. De preferência alguém com quem a gente se identifique.
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06 nov 2017

Como se planejar para viver o sonho de maternar

como se planejar

Até outro dia, estava escrevendo sobre a volta ao trabalho após a licença maternidade. Ou dicas para ser feliz no trabalho. E cá estou agora, exercendo algo que desejei por quase dois anos. A tal liberdade para maternar. O pedido que mais escuto nos últimos dias é para compartilhar ideias de como se planejar para viver o sonho de maternar. Parar de trabalhar fora, curtir mais os filhos e quem sabe até empreender.

Segundo a pesquisa “Licença-maternidade e suas consequências no mercado de trabalho do Brasil“, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 48% das mulheres entre 25 e 35 anos, ficam desempregadas 12 meses após o início da licença maternidade. E isso acontece por dois motivos: ou ela foi demitida ou ela decidiu largar o emprego. Que as empresas não valorizam a mãe no mercado de trabalho, é uma verdade. Mas acontece muito das mulheres ao se tornarem mães, darem uma banana para o mundo corporativo. Porque você percebe que seu filho precisa muito mais de você em casa do que a empresa de você lá para faturar.
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02 out 2017

Como minimizar o consumo infantil

minimizar o consumo infantil

O dia das crianças está chegando e é inevitável a criança não cobrar um presentinho. Por aqui, estou no meu ritmo e no ritmo dos integrantes da família, tentando mudar nossos hábitos e valores em relação ao consumismo. Isso significa minimizar o consumo. Motivada por desejar o bem do meio ambiente, pelo estresse do emprego, pela busca de uma vida mais espiritualizada, por querer mais tempo de qualidade com meus filhos e, principalmente, por desejar ensiná-los cedo algo que aprendi recentemente, que ter coisas não faz de nós mais felizes ou mais bem sucedidos.

E aí que nessa época do ano, assim como no Natal, há um direcionamento absurdo de publicidade voltado para as crianças. E chove pedidos dos pequenos de brinquedos e objetos que eles não precisam. Basta olhar em volta da nossa casa. A minha tem um monte de brinquedos que meus filhos ficam sem pegar por semanas. Aliás, os brinquedos mais requisitados pelos meus filhos, são os mais simples. Mas ao ir numa loja de brinquedos, me surpreendem pedindo de tudo. E me assusta a velocidade e quantidade de brinquedos que surgem e os valores exorbitantes. Outro dia mesmo, vi uma boneca que custa R$500. Ao lado dela na prateleira imensa, tinha muitos acessórios que podiam acompanha-la: roupas, carro, cavalo, sorveteria, etc. Só um kit de roupa, custava R$150. Gente, nem pra mim eu compro uma roupa no valor de R$150!
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25 set 2017

Como otimizar o tempo das mães que trabalham fora

otimizar o tempo das mães que trabalham fora

Muitas pessoas me perguntam como dou conta de tudo. Afinal, são dois filhos, marido, casa, cachorra, trabalho fora, blog, programa de TV, curso, hobby, etc. Pra começar eu não dou conta de tudo. Ser mãe de dois e trabalhar fora é um desafio e tanto na minha vida (e de tantas outras mães). Abro mão de fazer muitas coisas. Tenho hobbys que amo, como o scrapbook que acabo sempre deixando de lado. São muitas atividades diárias e aprendi que tenho que priorizar o que é importante. Três itens são essenciais na minha vida: minha família, meu trabalho e o blog. Então meu dia é meio que dividido entre eles. Adoraria ter horas a mais no dia. Como não tem, o jeito é tentar potencializar o tempo que tenho. Mas como otimizar o tempo das mães que trabalham fora?

Tem dias que eu só quero um tempo para sentar no chão e brincar com as crianças. Nessas horas, abro mão de tudo o que tiver pra fazer. Deixo o cesto de roupa suja cheio mesmo. Durante a semana, não dá tempo de fazer muita coisa, pois chego em casa por volta das 20:30. Se as crianças estão acordadas, dedico um tempo a elas. Se não estão, é o momento de fazer algo pra mim. E isso inclui até ficar sem fazer nada, assistindo TV – o que é raro, confesso, pois assistir TV sem um propósito me faz ter a sensação de desperdiçar meu tempo. Aos finais de semana, acordamos cedo e tenho o costume de praticar pela manhã todas as atividades domésticas para que eu possa ficar com o dia livre depois.
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