25 mar 2015

{Vídeo patrocinado} O melhor sabor do mundo

por
Gabi Miranda

Publieditorial

Como diz minha amiga jornalista Patricia Cerqueira, Comida boa muda tudo:

“Comida boa tem poder. Poder de melhorar o humor, amenizar a dor, acalmar o coração. Comida boa tem poder de unir o que estava separado, amolecer o que era rígido, satisfazer o insatisfeito. Comida boa é tão poderosa que está nos versos de Vinicius de Moraes, na história de amor de qualquer um de nós, na nossa memória afetiva e na dos nossos filhos.Quem não tem no coração uma boa história de comida de infância, aquela que a vó, a mãe, a tia, a babá, a empregada fazia?“.

A comida tem poder afetivo. Conhecido como comfort food, termo existente no dicionário dos Estados Unidos, desde 1972, é aquela comida fácil de preparar, mas que carrega na lista de ingredientes pitadas generosas de amor, carinho, lembranças e histórias. Em meu coração tenho guardado boas lembranças com música, cheiros, comida. Na infância, eu não era fã de macarrão, mas minha avó paterna, Biga, fazia uma macarronada que eu não resistia. Comia de lambuzar os beiços. Esse prato era o que marcava os almoços dominicais de família, minha avó com seu avental amarrado na cintura, casa cheia, tios e primos reunidos sobre a mesa, aquele falatório alto, conversas (e até brigas), muitas risadas. Nunca mais comi um macarrão igual. Através da minha memória, volto à casa de meus avós toda vez que como algo semelhante, mas igual não há.

Minha mãe não era de cozinhar muito, mas fazia uma lasanha de comer rezando. Um arroz soltinho e branquinho como ninguém. Um feijão que só o da nossa mãe tem tempero igual. Um brigadeiro que era o melhor do mundo. E um doce de abóbora que agora me traz saudade. Sem esquecer o merecido destaque, do frango picadinho. Comida, principalmente caseira, tem esse poder de marcar eternamente pessoas e lugares. Em qualquer lugar do mundo, isso fica preservado em nossa memória afetiva, mas é claro, não tem nada melhor que matar a saudade da comida preferida feita por quem amamos. Afinal, o melhor sabor do mundo, é sempre aquele que nos faz sentir em casa, que nos faz reaver memórias da infância.

A Knorr me deixou emocionada com a campanha que acaba de lançar. O vídeo “Sabor do lar”, mostra a história de Carmen que mora a trabalho no Ártico, distante milhares de quilômetros da sua família. A saudade de casa é enorme. Num dia, enquanto ela vai trabalhar, prepararam o seu prato preferido. Ao abrir a caçarola e se deparar com a comida já foi uma grande surpresa, mas o que ela nem imagina é por quem a refeição foi feita. Quando ela experimenta, ah… Senti até vontade de chorar. Imediatamente ela relaciona aquele sabor à sua mãe. E aí você tem que assistir ao vídeo porque não tem graça eu contar tudo.

Nesse filme, a Knorr resgatou justamente esse sentimento do que o sabor significa na vida das pessoas, do poder que o nosso paladar tem em nos transferir de um lugar ao outro sem nos tirar do lugar e ainda rememorar nossas lembranças. Para produzir o vídeo, a Knorr realizou uma pesquisa na qual ficou comprovada algumas percepções dos consumidores sobre o sabor estar associado aos sentimentos e às emoções. Revelou-se que um sabor pode deixar as pessoas felizes, aconchegadas, consoláveis, confortáveis porque remete às lembranças do lar. Isso, independente da passagem do tempo, ou seja, podem passar anos, tem sempre uma comida que, para aquela pessoa, é a melhor, e, geralmente, a melhor comida do mundo, é a da nossa mãe. Também pudera, essa relação vem lá do início da relação quando a mãe amamenta seu bebê.

Isso me dá certo conforto, porque assim como a minha mãe, não sou muito de cozinhar, mas sei que quando vou para cozinha, algum prato será marcante para o meu filho Benjamin. Assim como alguns pratos da minha mãe o são para mim. Até mesmo pelo contexto desse ritual que é cozinhar, essa combinação de vários elementos marcantes: o ambiente, o cheiro, as pessoas, a relação de todos em volta da mesa – aquele lugar sagrado no qual a família se junta e que é palco de celebração, mas também de discussões, brigas entre irmãos, revelações, declarações, aonde elogios são feitos à pessoa que fez a receita ou aonde surgem piadas sobre um pudim desfeito ao ser desenformado. Em volta da mesa vivemos e trocamos experiências familiares preciosas. Momentos que ficarão eternizados. Comidas que irão despertar para sempre nossos sentidos.

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Esse post foi patrocinado pela Knorr.melhor sabor

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Uma resposta para “{Vídeo patrocinado} O melhor sabor do mundo”

  1. Lizandra disse:

    Tenho muitas lembranças com relação a comida, minha vó paterna fazia uma sopa de feijão e um feijão com couve maravilhosos (aliás nunca encontrei ninguém que cortasse uma couve tão fininha) entre outras cosias, era uma cozinheira de mão cheia. Minha vó materna faz uma galinha que nunca comi igual e olha que tem uma tia minha que até tenta mas não fica nem parecida. Minha mãe já cozinhou mais que cozinha hoje e tenho ótimas lembranças e associações. Hoje a Carol me diz: “mamãe sua comida é deliciosa”, fico super feliz, afinal também não sou tão fã de cozinhar, faço o básico, se bem que vindo da Carol não sei se é muito válido esse elogio, ela é super comilona….rsrsrs. Adorei o post, me trouxe várias lembranças boas. 🙂

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